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A empresa Y possui duas redes que operam em velocidades diferentes: uma é gigabit Ethernet e a outra, 10 Mbps. Elas possuem um elemento de interconexão entre elas que está descartando uma grande quantidade de quadros em virtude de uma queima em um circuito de buffer, o que reduziu a quantidade de buffer de memória disponível. A divisão de redes, que foi acionada para a verificação do problema, concluiu corretamente que deveria substituir o(a):

A bridge;
B hub;
C roteador;
D gateway de transporte;
E gateway de aplicação.

O Departamento de Segurança do Tribunal Regional Federal da 1ª Região está substituindo a rede local cabeada do Departamento Pessoal por uma rede sem fio por não conseguir passagem para os cabos novos. Para garantir a segurança das informações, o Departamento de Segurança buscou o algoritmo de criptografia que melhor atendesse às questões de confidencialidade e performance da rede. Ao final da busca, decidiu-se implementar o WPA3, porque ele:

A criptografa o tráfego usando uma chave de 64 ou 128 bits em hexadecimal e faz uso de uma chave estática;
B é um algoritmo de chave simétrica que utiliza cifra de fluxo para criptografar cada caractere de uma mensagem de forma individual e independente, usando uma chave privada;
C possui proteção mais forte contra ataque de força bruta e criptografia de dados individualizada, além de usar um sistema de protocolo de provisionamento de dispositivo;
D é baseado no algoritmo Advanced Encryption Standard (AES), que fornece a autenticidade da mensagem e verificação de integridade, embora seja vulnerável a ataques de reinstalação de chave;
E usa o protocolo de integridade de chave temporal (TKIP), que altera dinamicamente a chave que os sistemas usam. Isso evita que invasores criem sua própria chave de criptografia para corresponder à usada pela rede segura.

Iago trabalha em um banco e pretende encaminhar uma mensagem a Joyce, que trabalha na mesma rede, mas está fisicamente distante. Iago e Joyce compartilham um valor secreto comum que deve ser utilizado no trâmite da mensagem para assegurar sua autenticidade e confidencialidade. Para garantir os critérios da comunicação, Iago deverá aplicar uma:

A função de hash à mensagem. Após esse processo, deve efetuar a criptografia no resumo da mensagem e concatenar com a mensagem inicial a ser enviada a Joyce;
B função de hash à mensagem, concatenar com a mensagem a ser enviada e efetuar a criptografia de todo o bloco concatenado para que este seja enviado a Joyce;
C concatenação do valor secreto comum com a mensagem para efetuar o cálculo do valor de hash. Após isso, concatena-se o hash com a mensagem para que sejam enviados para Joyce;
D concatenação do valor secreto comum com a mensagem para efetuar o cálculo do valor de hash. Em seguida, deve efetuar o cálculo do hash. Após esse processo, concatena-se a mensagem com o resumo e depois efetua-se a criptografia do pacote completo, que será enviado a Joyce;
E cifração da mensagem e logo depois o cálculo do hash da mensagem cifrada. Após esse processo, faz-se a concatenação do hash com a mensagem cifrada, que será enviada a Joyce.

Amanda precisa enviar um documento para a sede de sua empresa. O documento não tem nada que seja crítico, ou seja, não é necessária a garantia da confidencialidade; porém é obrigatório garantir que foi realmente Amanda que a enviou. Amanda usará o princípio da assinatura digital e, para isso, usará um algoritmo de criptografia assimétrico que possui apenas essa funcionalidade. O algoritmo utilizado por Amanda será:

A DSS;
B RSA;
C SHA-1;
D curva-elíptica;
E diffie-hellman.

José, que trabalha no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, precisa fazer uso de um certificado digital com o objetivo de utilizar a sua chave privada para assinar documentos digitalmente e enviá-los ao receptor, que então usará a chave pública do emissor para confirmar a autenticidade da assinatura. Qualquer pessoa que tenha acesso à chave pública pode realizar a verificação da assinatura de José. Para atender a essa demanda, José deverá gerar um certificado tipo:

A T;
B S;
C A;
D A1;
E A3.

Um sistema de gestão de Segurança da Informação (SGSI) deve ser estabelecido nas organizações, considerando o escopo definido, os riscos e as oportunidades que precisam ser gerenciadas para o alcance de seu objetivo. De acordo com a NBR ISO/IEC 27001, para realizar o gerenciamento desses riscos e oportunidades, a organização deve planejar ações para:

A integrar e implementar as ações de tratamento dos riscos e oportunidades dentro dos processos do SGSI;
B aceitar os riscos identificados no SGSI;
C realizar avaliações dos riscos de segurança e das oportunidades identificadas no SGSI;
D aplicar um processo de avaliação dos riscos de segurança do SGSI;
E identificar os proprietários dos riscos e seu envolvimento com as oportunidades identificadas no SGSI.

O TRF1 deseja implementar a ITIL 4 para gerenciamento dos serviços de TI. A ITIL 4 trouxe uma nova abordagem ao gerenciamento de serviços, representada na forma de dimensões. Assim, duas das dimensões da ITIL 4 são:

A informação e tecnologia; e parceiros e fornecedores;
B organizações e pessoas; e cadeia de suprimentos e logística;
C recursos financeiros e econômicos; e sustentabilidade e meio ambiente;
D fluxos de valor e processos; e comunicação e marketing;
E sistemas e infraestrutura; e cadeia de serviços e produtos.

O TRF1 está avaliando as melhores práticas para implantação da governança de TI da instituição. Ao se analisarem os princípios para um sistema de governança do COBIT 2019, verificou-se que um sistema de governança deve:

A não apenas focar na função de TI, mas em todo o processamento de informações que a organização coloca em prática para alcançar seus objetivos;
B ser adaptado às necessidades de cada colaborador, com a utilização de um conjunto de fatores de desenho como parâmetros para personalizar e priorizar os componentes do sistema de governança;
C integrar as atividades de governança e gestão e estruturas de governança e gestão, de forma a torná-las um único elemento;
D ser construído a partir de uma série de componentes que podem ser de diferentes tipos e que trabalham isoladamente;
E ser inflexível, o que significa que os fatores de desenho, depois de definidos, são inalteráveis.

Maria executou as seguintes instruções em SQL para criação de tabelas: CREATE TABLE T1 ( id_A INT, a1 CHAR(10), a2 CHAR(10)); CREATE TABLE T2 ( id_B INT, b1 CHAR(10), b2 CHAR(10)); CREATE TABLE T3 ( id_A INT, id_B INT, c1 CHAR(10), c2 CHAR(10)); Maria deseja listar a quantidade e os respectivos dados de T1 que possuem pelo menos 1 e no máximo 5 relacionamentos com T2. Para isso, ela deve utilizar a instrução:

A SELECT COUNT(c.id_A), a.a1, a.a2 FROM T1 a INNER JOIN T3 c ON c.id_A = a.id_A WHERE COUNT(c.id_A) < = 5;
B SELECT a.id_A, a.a1, a.a2 FROM T1 a, T2 b LEFT OUTER JOIN T3 c ON c.id_A = a.id_A LEFT OUTER JOIN T3 c ON c.id_B = b.id_B GROUP BY a.a1, a.a2 HAVING COUNT(a.id_A) < = 5;
C SELECT COUNT(a.id_A), a.a1, a.a2 FROM T1 a INNER JOIN T3 c ON c.id_A = a.id_A WHERE a.id_A < = 5;
D SELECT COUNT(a.id_A), a.* FROM T1 a INNER JOIN T3 c ON c.id_A = a.id_A GROUP BY a.a1, a.a2 HAVING COUNT(a.id_A) < = 5;
E SELECT a.id_A, a.a1, a.a2 FROM T1 a RIGHT OUTER JOIN T3 c ON c.id_A = a.id_A GROUP BY a.id_A, a.a1, a.a2 HAVING COUNT(a.id_A) < = 5;

A equipe de TI do TRF1 está buscando aprimorar seus processos a fim de aumentar o nível de maturidade à luz do MR-MPS-SW. A equipe está reavaliando especificamente o processo que visa a estabelecer e manter a integridade de produtos de trabalho e disponibilizá-los a todos os envolvidos. De acordo com o MR-MPS-SW, a equipe de TI do TRF1 está reavaliando o processo de:

A integração do produto;
B gerência organizacional;
C gerência de configuração;
D gerência de recursos humanos;
E projeto e construção do produto.