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Ísis foi ao supermercado e comprou um desodorante feminino de 150 mililitros. Na embalagem do produto informa que ele tem 1 / 3 de creme hidratante em sua fórmula. Quanto de creme hidrante há no frasco que Ísis comprou?

A Há 75 mililitros de creme hidratante no frasco.
B Há 70 mililitros de creme hidratante no frasco.
C Há 50 mililitros de creme hidratante no frasco.
D Há 30 mililitros de creme hidratante no frasco.
E Há 21 mililitros de creme hidratante no frasco.

Esta startup compra roupas usadas e devolve para as fabricantes revendê-las Britânica Stuffstr desenvolveu um negócio que tem como objetivo finalizar o ciclo de uso das vestimentas. Adidas já é uma das parceiras Pelo menos uma vez por ano, algumas pessoas fazem aquela limpeza no guarda roupas e pensam no que fazer com peças que não servem mais ou que já não combinam com o novo estilo de vida. A partir daí, as roupas são direcionadas para doação ou para revenda em sites ou brechós. Muitas, ainda, acabam sendo descartadas, mesmo com condições de uso. Enquanto isso, a fabricante não tem ideia de qual fim tiveram as peças produzidas. De olho nessa oportunidade, a startup britânica Stuffstr resolveu aprimorar o trabalho de recolhimento e repasse de roupas de segunda mão. Eles coletam e armazenam dados dos produtos por até cinco anos. Os clientes então podem pesquisar para descobrir quanto a empresa pagará para comprar o item de volta. A startup coleta o item do consumidor e leva para o local de triagem, que analisa se a peça ainda tem condições de uso. As que têm são direcionadas de volta às empresas; já as que têm perda total vão para reciclagem. A Stuffstr, então, envia essas informações de volta às marcas, com base nas condições das roupas devolvidas. As marcas podem usar essas informações para planejar o desenvolvimento futuro de produtos, visando melhor durabilidade, e ajustar os preços que oferecem aos consumidores pelos itens usados. Com isso, a startup argumenta que os consumidores ganham um dinheiro extra, o desperdício é reduzido e as marcas obtêm dados e informações valiosas sobre as peças e os clientes. As primeiras parcerias da Stuffstr foram com as empresas John Lewis e Adidas. Ao entrar no site das marcas, o cliente se depara com a possibilidade de vender peças usadas para a startup . À Forbes, o co-fundador da Stuffstr, John Atcheson disse que a startup está “em uma posição única para poder oferecer aos consumidores um nível sem precedentes de transparência sobre o que acontece com o material - onde é revendido e por quanto - e até o que acontece se não puder ser revendido e for direcionado para a reciclagem. 70% de tudo o que estamos comprando vai para aterros, mesmo que ainda seja utilizável”, diz. De acordo com ele, a ideia é fechar o ciclo de uso das peças e reduzir o descarte desnecessário. Disponível em: . Acesso em: 29 jan. 2020 Os itens a seguir apresentam algumas possíveis vantagens que a empresa Stuffstr oferece:

I. Consumidores podem ganhar dinheiro ao vender suas roupas que não usam mais.

II. As fabricantes de roupas podem obter informações mais facilmente e, com isso, ajudar no desenvolvimento de produtos melhores.

III. A empresa Stuffstr compra os produtos dos consumidores finais e as marcas parceiras podem comprar seus produtos de volta mais facilmente.

IV. Há redução no desperdício de materiais.

V. Os clientes da startup podem receber produtos reciclados feitos com suas roupas usadas. Quais dos itens são vantagens da startup ?

A I, II e IV, apenas.
B II, III e V, apenas.
C I e V, apenas.
D I, III e IV, apenas.
E III e V, apenas.

Esta startup compra roupas usadas e devolve para as fabricantes revendê-las Britânica Stuffstr desenvolveu um negócio que tem como objetivo finalizar o ciclo de uso das vestimentas. Adidas já é uma das parceiras Pelo menos uma vez por ano, algumas pessoas fazem aquela limpeza no guarda roupas e pensam no que fazer com peças que não servem mais ou que já não combinam com o novo estilo de vida. A partir daí, as roupas são direcionadas para doação ou para revenda em sites ou brechós. Muitas, ainda, acabam sendo descartadas, mesmo com condições de uso. Enquanto isso, a fabricante não tem ideia de qual fim tiveram as peças produzidas. De olho nessa oportunidade, a startup britânica Stuffstr resolveu aprimorar o trabalho de recolhimento e repasse de roupas de segunda mão. Eles coletam e armazenam dados dos produtos por até cinco anos. Os clientes então podem pesquisar para descobrir quanto a empresa pagará para comprar o item de volta. A startup coleta o item do consumidor e leva para o local de triagem, que analisa se a peça ainda tem condições de uso. As que têm são direcionadas de volta às empresas; já as que têm perda total vão para reciclagem. A Stuffstr, então, envia essas informações de volta às marcas, com base nas condições das roupas devolvidas. As marcas podem usar essas informações para planejar o desenvolvimento futuro de produtos, visando melhor durabilidade, e ajustar os preços que oferecem aos consumidores pelos itens usados. Com isso, a startup argumenta que os consumidores ganham um dinheiro extra, o desperdício é reduzido e as marcas obtêm dados e informações valiosas sobre as peças e os clientes. As primeiras parcerias da Stuffstr foram com as empresas John Lewis e Adidas. Ao entrar no site das marcas, o cliente se depara com a possibilidade de vender peças usadas para a startup . À Forbes, o co-fundador da Stuffstr, John Atcheson disse que a startup está “em uma posição única para poder oferecer aos consumidores um nível sem precedentes de transparência sobre o que acontece com o material - onde é revendido e por quanto - e até o que acontece se não puder ser revendido e for direcionado para a reciclagem. 70% de tudo o que estamos comprando vai para aterros, mesmo que ainda seja utilizável”, diz. De acordo com ele, a ideia é fechar o ciclo de uso das peças e reduzir o descarte desnecessário. Disponível em: . Acesso em: 29 jan. 2020 “Britânica Stuffstr desenvolveu um negócio que tem como objetivo finalizar o ciclo de uso das vestimentas.” O termo destacado no trecho exerce função de:

A sujeito.
B predicado do sujeito.
C adjunto adverbial.
D objeto direto.
E agente da passiva.

Esta startup compra roupas usadas e devolve para as fabricantes revendê-las Britânica Stuffstr desenvolveu um negócio que tem como objetivo finalizar o ciclo de uso das vestimentas. Adidas já é uma das parceiras Pelo menos uma vez por ano, algumas pessoas fazem aquela limpeza no guarda roupas e pensam no que fazer com peças que não servem mais ou que já não combinam com o novo estilo de vida. A partir daí, as roupas são direcionadas para doação ou para revenda em sites ou brechós. Muitas, ainda, acabam sendo descartadas, mesmo com condições de uso. Enquanto isso, a fabricante não tem ideia de qual fim tiveram as peças produzidas. De olho nessa oportunidade, a startup britânica Stuffstr resolveu aprimorar o trabalho de recolhimento e repasse de roupas de segunda mão. Eles coletam e armazenam dados dos produtos por até cinco anos. Os clientes então podem pesquisar para descobrir quanto a empresa pagará para comprar o item de volta. A startup coleta o item do consumidor e leva para o local de triagem, que analisa se a peça ainda tem condições de uso. As que têm são direcionadas de volta às empresas; já as que têm perda total vão para reciclagem. A Stuffstr, então, envia essas informações de volta às marcas, com base nas condições das roupas devolvidas. As marcas podem usar essas informações para planejar o desenvolvimento futuro de produtos, visando melhor durabilidade, e ajustar os preços que oferecem aos consumidores pelos itens usados. Com isso, a startup argumenta que os consumidores ganham um dinheiro extra, o desperdício é reduzido e as marcas obtêm dados e informações valiosas sobre as peças e os clientes. As primeiras parcerias da Stuffstr foram com as empresas John Lewis e Adidas. Ao entrar no site das marcas, o cliente se depara com a possibilidade de vender peças usadas para a startup . À Forbes, o co-fundador da Stuffstr, John Atcheson disse que a startup está “em uma posição única para poder oferecer aos consumidores um nível sem precedentes de transparência sobre o que acontece com o material - onde é revendido e por quanto - e até o que acontece se não puder ser revendido e for direcionado para a reciclagem. 70% de tudo o que estamos comprando vai para aterros, mesmo que ainda seja utilizável”, diz. De acordo com ele, a ideia é fechar o ciclo de uso das peças e reduzir o descarte desnecessário. Disponível em: . Acesso em: 29 jan. 2020 Os criadores da startup Stuffstr viram uma oportunidade de negócios:

A No ramo de roupas de marcas famosas.
B Ao repassar informações sobre itens de vestuário para pequenas empresas.
C No ramo de roupas usadas.
D No planejamento de coleções de vestuário com base no descarte dos consumidores.
E No ramo de reciclagem de roupas não usadas.

Esta startup compra roupas usadas e devolve para as fabricantes revendê-las Britânica Stuffstr desenvolveu um negócio que tem como objetivo finalizar o ciclo de uso das vestimentas. Adidas já é uma das parceiras Pelo menos uma vez por ano, algumas pessoas fazem aquela limpeza no guarda roupas e pensam no que fazer com peças que não servem mais ou que já não combinam com o novo estilo de vida. A partir daí, as roupas são direcionadas para doação ou para revenda em sites ou brechós. Muitas, ainda, acabam sendo descartadas, mesmo com condições de uso. Enquanto isso, a fabricante não tem ideia de qual fim tiveram as peças produzidas. De olho nessa oportunidade, a startup britânica Stuffstr resolveu aprimorar o trabalho de recolhimento e repasse de roupas de segunda mão. Eles coletam e armazenam dados dos produtos por até cinco anos. Os clientes então podem pesquisar para descobrir quanto a empresa pagará para comprar o item de volta. A startup coleta o item do consumidor e leva para o local de triagem, que analisa se a peça ainda tem condições de uso. As que têm são direcionadas de volta às empresas; já as que têm perda total vão para reciclagem. A Stuffstr, então, envia essas informações de volta às marcas, com base nas condições das roupas devolvidas. As marcas podem usar essas informações para planejar o desenvolvimento futuro de produtos, visando melhor durabilidade, e ajustar os preços que oferecem aos consumidores pelos itens usados. Com isso, a startup argumenta que os consumidores ganham um dinheiro extra, o desperdício é reduzido e as marcas obtêm dados e informações valiosas sobre as peças e os clientes. As primeiras parcerias da Stuffstr foram com as empresas John Lewis e Adidas. Ao entrar no site das marcas, o cliente se depara com a possibilidade de vender peças usadas para a startup . À Forbes, o co-fundador da Stuffstr, John Atcheson disse que a startup está 3em uma posie7e3o fanica para poder oferecer aos consumidores um nedvel sem precedentes de transpareancia sobre o que acontece com o material - onde e9 revendido e por quanto - e ate9 o que acontece se ne3o puder ser revendido e for direcionado para a reciclagem. 70% de tudo o que estamos comprando vai para aterros, mesmo que ainda seja utilize1vel 4, diz. De acordo com ele, a ideia e9 fechar o ciclo de uso das pee7as e reduzir o descarte desnecesse1rio. Disponedvel em: . Acesso em: 29 jan. 2020 Em qual dos trechos a seguir estão destacados um artigo, um adjetivo e um substantivo, nessa mesma ordem?

A As marcas podem usar essas informações para planejar o desenvolvimento futuro de produtos...
B Ao entrar no site das marcas, o cliente se depara com a possibilidade de vender peças usadas para a startup .
C 70% de tudo o que estamos comprando vai para aterros, mesmo que ainda seja utilizável .
D A partir daí, as roupas são direcionadas para doação ou para revenda em sites ou brechós.
E De olho nessa oportunidade, a startup britânica Stuffstr resolveu aprimorar o trabalho de recolhimento e repasse de roupas de segunda mão.

Conforme a Lei n.º 12.305/2010, entre os objetivos da Política
Nacional de Resíduos Sólidos, está o(a)

A proteção da saúde pública e da qualidade ambiental.
B prevenção.
C poluidor-pagador.
D desenvolvimento sustentável.
E respeito às diversidades locais e regionais.

A Lei n.º 9.985/2000 institui o Sistema Nacional de Unidades
de Conservação da Natureza (SNUC) e estabelece critérios e
normas para a criação, implantação e gestão das unidades de
conservação. Segundo essa lei, manejo significa

A não envolver consumo, coleta, dano ou destruição dos
recursos naturais.
B envolver coleta e uso, comercial ou não, dos recursos
naturais.
C sistema de exploração que se baseia na coleta e na
extração, de modo sustentável, de recursos naturais
renováveis.
D todo e qualquer procedimento que vise a assegurar a
conservação da diversidade biológica e dos
ecossistemas.
E restituir um ecossistema ou uma população silvestre
degradada ao mais próximo possível de sua condição
original.
Texto associado
Após uma ação de fiscalização em
um empreendimento industrial em
fase de instalação, o Fiscal Ambiental
verificou que, no local, havia a operação
de um poço para extração de água
subterrânea sem a devida autorização.
Assumindo que esse era um recurso
hídrico de administração da União,
o infrator, a critério da autoridade
competente, fica sujeito a diferentes
penalidades, incluindo advertência,
embargo provisório, embargo definitivo
e multa. Sobre essa situação, à luz da
Política Nacional dos Recursos Hídricos,
responda às questões n° 23 e n° 24.

Futuramente, caso o Fiscal constate
reincidência da infração pelo
empreendimento, a multa será aplicada
em

A dobro.
B triplo.
C quádruplo.
D quíntuplo.

Ao analisar o Plano de Gerenciamento
de Serviços de Saúde de um centro
hospitalar especializado em cirurgias
plásticas, o Fiscal Ambiental observa
a geração de “resíduo de tecido
adiposo proveniente de lipoaspiração e
lipoescultura”. Contudo observa, ainda,
que o resíduo foi categorizado pelo
Plano no Grupo B, segundo Resolução
CONAMA específica, o que está
inadequado, visto que se trata de um
resíduo pertencente ao Grupo A (resíduos
com a possível presença de agentes
biológicos que, por suas características
de maior virulência ou concentração,
podem apresentar risco de infecção).
Assim, o Fiscal informa o responsável
pelo Plano do equívoco, indicando,
também, o subgrupo adequado do
resíduo. Com base na Resolução
citada, o subgrupo correto para o
resíduo em questão é o

A A1.
B A2.
C A3.
D A4.