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Em uma audiência jurídica, o intérprete de língua de sinais utiliza o recurso da datilologia. Veja algumas dessas palavras:
Essa situação evidencia que o intérprete de língua de sinais que atua na área jurídica

A não prejudica sua tradução, já que a datilologia é um dos recursos mais utilizados.
B desconhece a área jurídica e necessita de qualificação para atuar em uma audiência.
C utiliza desconhece a área jurídica e necessita de qualificação para atuar em uma audiência.
D deveria ter usado mímica e gestos em substituição da datilologia.
E tem autonomia para omitir informações jurídicas para os surdos.

Cada item em estoque de um depósito é classificado em um, dois ou três dos padrões A, B e C. Em um mês esse depósito tinha
em estoque 43 itens, classificados conforme a tabela a seguir.
De acordo com os dados desse mês, o número de itens em estoque classificados com todos os três padrões é igual a

A 5.
B 1.
C 4.
D 3.
E 2.

Guarinello (2007), em sua obra, apresenta um breve olhar histórico sobre a educação de surdos. Considere os acontecimentos
sobre a surdez e as filosofias educacionais ao longo da história:

I. Para Aristóteles (384-322 a.C), as pessoas que nasciam surdas eram também mudas. O monge Willian Stokoe afirmou,
nesta época, que os surdos mudos não seriam treináveis.

II. Em 1857, graças aos esforços de Ernest Huet, um professor surdo francês, foi inaugurado no Rio de Janeiro o primeiro
Instituto Nacional de Surdos Mudos, atual INES − Instituto Nacional de Surdos.

III. No Congresso Internacional de Milão decidiu-se que o método que deveria ser utilizado na educação dos surdos é o
oralismo. Destaca-se em práticas vigentes neste modelo a conquista da expressão oral.

IV. Nos anos 70, surgiu uma nova filosofia complementar ao oralismo na qual alguns estudiosos propuseram a adoção dos
gestos naturais e de aparelhos de amplificação sonora para transmitir linguagem. A comunicação total foi considerada um
método eficaz e defendia um trabalho educacional exclusivo através da leitura orofacial e audição residual.

V. A implantação da proposta bilíngue na Suécia, em 1981, e o reconhecimento que a educação bilíngue envolve atitudes
positivas com as pessoas surdas e a língua de sinais e, também, o respeito pelas minorias linguísticas e por suas
identidades.

Está correto o que se afirma APENAS em

A I, II e III.
B I, IV e V.
C II, III e IV.
D II, III e V.
E IV e V.

Em determinada escola da rede municipal de ensino, professores da educação infantil impediram que dois alunos surdos se
comunicassem em libras, alegando desconhecer esta língua e que ela não era essencial para a aprendizagem. Porém, a
supervisora educacional, em reunião com a direção escolar, informou que, de acordo com a Lei no 10.436/2002, a Língua
Brasileira de Sinais é

A conceituada como linguagem gestual, podendo ser utilizada de acordo com a criatividade dos profissionais da educação.
B reconhecida como meio legal de comunicação e expressão de outros recursos de expressão a ela associados.
C conceituada como língua universal de sinais na qual educadores poderão adquirir conhecimento através dos cursos livres
ofertados por instituições.
D reconhecida como linguagem optativa, sendo que a escola deverá, prioritariamente, fazer o uso da língua portuguesa.
E conceituada como língua brasileira de sinais, sendo esta padronizada em todos os Estados Brasileiros e obrigatória no
espaço escolar.

De acordo com o Decreto no 5.626/2005, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, deverá conter na grade curricular do Curso de Licenciatura de Biologia a disciplina de Libras como

A eletiva.
B obrigatória.
C facultativa.
D extracurricular.
E extensão.

A realização do concurso público para o cargo de tradutor intérprete de Libras - Língua Portuguesa, na Assembleia Legislativa, é a comprovação do papel do poder público e das empresas que detêm concessão ou permissão de serviços públicos, no apoio ao uso e difusão da Libras, conforme prevê

A o Decreto no 5.626/2005.
B a LBD no 9.394/1996.
C a Constituição Federal.
D a Lei no 10.436/2002.
E a Declaração de Salamanca.

No Decreto no 5.626/2005, o termo instrutor surdo é definido como

A usuário da Libras com curso de pós graduação em educação inclusiva e tecnologia da informática.
B professor de Libras com proficiência em língua portuguesa e mediador entre professor ouvinte e alunos surdos.
C usuário da Libras com formação de nível médio e com certificado obtido por meio de exame de proficiência em Libras, promovido pelo Ministério da Educação (Brasil, 2005).
D professor polivalente com formação de nível superior habilitado para ministrar aulas à comunidade ouvinte.
E usuário da Libras e professor de Libras na modalidade escrita através do Sign Writing.