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As pessoas designadas como condutores de veículo de segurança atuam como agentes de segurança e exercem uma função técnica, sendo responsáveis por conduzir os veículos utilizados na proteção da autoridade e integrados ao comboio de segurança. No que se refere às Normas Gerais de Circulação e Conduta previstas no Código de Trânsito Brasileiro, o condutor de veículo de segurança deverá:

A fazer a circulação do veículo pelo lado esquerdo da via, admitidas as exceções devidamente sinalizadas;
B guardar distância de segurança lateral e frontal entre o seu e os demais veículos;
C manter os pisca-alertas acionados durante todos os deslocamentos;
D utilizar dispositivos de alarme sonoro e de iluminação vermelha intermitente durante todos os deslocamentos;
E manter velocidade máxima de 60 km/h nas vias urbanas locais não sinalizadas.

No planejamento da Segurança Orgânica, uma atenção especial deve ser dedicada à Ação Hostil (AH). A AH é uma ação, intencional ou não, que possa causar danos aos ativos da instituição. Segundo a doutrina dominante, as principais AHs, dentre outras, são: (i) ações contra as instalações; (ii) ilícitos penais e irregularidades; (iii) utilização indevida de informações ostensivas; (iv) espionagem; (v) sabotagem; (vi) terrorismo; (vii) ação psicológica; (viii) desinformação; e (ix) ação no espaço cibernético. A respeito especificamente da Ação Hostil desinformação, é correto afirmar que:

A orienta seu esforço no sentido de afetar os valores, os deveres e a ética Institucional;
B é utilizada para iludir ou confundir um decisor de forma intencional, visando a induzi-lo a erro de avaliação;
C envolve a obtenção de conhecimento, dado sigiloso, documento ou material para beneficiar estados, empresas ou indivíduos;
D pode envolver integrantes do público interno como vítimas ou autores;
E leva ao comprometimento das redes de computadores e dos sistemas informatizados.

A proteção do conhecimento é resultado da somatória entre a compreensão sobre o modo de atuação e as técnicas que atores utilizam para ter acesso indevido a dados restritos e a melhores práticas internacionalmente reconhecidas de segurança e de gestão da informação. A doutrina dominante indica que a proteção do conhecimento objetiva viabilizar e assegurar, a cada conhecimento, informação e dado sensível, as seguintes características:

A disponibilidade, integridade, sigilo e autenticidade;
B infiltração, recrutamento, entrevista e desligamento;
C manuseio, custódia, arquivamento e destruição;
D demarcação, classificação e sinalização de área;
E ultrassecreto, secreto, confidencial e reservado.

A Segurança Ativa é o segmento da Contrainteligência que preconiza a adoção de um conjunto de ações de especialistas, de caráter eminentemente preditivo, destinado a detectar, identificar, avaliar, explorar e neutralizar as ameaças, de qualquer natureza, contra a instituição. Segundo a doutrina dominante, a segurança ativa é composta, dentre outros, pelos seguintes grupos de medidas:

A antiterrorismo, desinformação e contrapropaganda;
B espionagem, sabotagem e terrorismo;
C contraespionagem, contrassabotagem e contraterrorismo;
D segurança, prevenção e contraposição;
E atores hostis, atores alvo e reação.

Segundo a ONU, “[O] nível da força utilizado deve ser compatível com a gravidade da ameaça apresentada pela conduta das pessoas envolvidas e os objetivos legítimos da ação do profissional de segurança pública”. O conceito apresentado acima se refere ao princípio geral da regulação do uso diferenciado da força em segurança pública no Brasil, denominado princípio da:

A legalidade;
B precaução;
C necessidade;
D proporcionalidade;
E razoabilidade.

O processo denominado Gerenciamento de Crises (GC) está amplamente difundido nas forças policiais no Brasil. A doutrina dominante estabelece quatro fases: (i) pré-crise; (ii) primeira intervenção ou resposta imediata; (iii) gestão da crise propriamente dita; e (iv) pós-crise. Na fase da primeira intervenção ou resposta imediata, a doutrina indica os dez passos a serem seguidos quando o policial se depara com uma crise em andamento. Um dos dez passos da primeira intervenção em crise é:

A permanecer em local seguro;
B instalar um posto de comando para a crise;
C pressionar o causador do evento crítico por informações;
D manter terceiros próximos para resguardar suas vidas;
E estabelecer contato com concessões ao causador do evento crítico.

A doutrina do Gerenciamento de Crises indica que a pessoa mantida pelo causador do evento crítico (CEC) pode ser classificada como refém ou vítima. Na condição de refém, há duas categorias: (i) refém tomado e (ii) refém sequestrado. Definir em que situação se encontra a pessoa frente ao CEC é fundamental para os negociadores. A respeito da pessoa na condição de vítima, é correto afirmar que se trata daquela que:

A é capturada aleatoriamente;
B pode ser trocada por alguma exigência;
C não possui vínculo com o CEC;
D é tomada no primeiro instante da crise;
E está envolvida na crise por problemas emocionais.

A doutrina dominante do Gerenciamento de Crises indica as seguintes alternativas táticas: (i) negociação; (ii) técnicas não letais; (iii) tiro de comprometimento; e (iv) invasão tática. A respeito da alternativa tática da negociação, é correto afirmar que se caracteriza:

A pela utilização de métodos para resolver um determinado litígio de modo a preservar as vidas das pessoas envolvidas na situação;
B pelo emprego de técnicas que otimizam a efetividade do risco, ou seja, risk effectiveness;
C pela intenção de redução dos efeitos sobre o causador do evento crítico, não de sua eliminação;
D pelo fato de ser a última alternativa tática empregada na resolução da crise;
E pela ação de uma liderança que tenha uma ampla visão do cenário em que se desenrolam os acontecimentos.

A doutrina dominante do Gerenciamento de Crises indica que, na organização do cenário da crise, a conformação e a abrangência dos perímetros táticos irão depender da natureza, da localização e do grau de risco do ponto crítico. A respeito da organização do cenário da crise, é correto afirmar que:

A o isolamento do ponto crítico deve ser implementado, não importando quais as dificuldades envolvidas;
B a sua manutenção torna-se mais fácil quanto mais amplos forem os perímetros;
C o isolamento do ponto crítico deve se limitar apenas ao estabelecimento dos perímetros táticos;
D o estabelecimento de um posto de comando não é relevante;
E o posto de comando não deve ficar próximo ao ponto crítico.

Um dos primeiros procedimentos a serem adotados em um local de incêndio é o reconhecimento do cenário. A avaliação do local, dos riscos potenciais e das possibilidades da ocorrência é primordial para se estabelecer uma estratégia eficiente, ergonômica e, principalmente, segura de enfrentamento do sinistro. A respeito da avaliação do local e dos riscos potenciais a serem considerados, é correto afirmar que:

A o acesso a ser estabelecido deve preservar ao máximo a estrutura;
B o acesso a ser estabelecido deve ocorrer em área atingida pelo incêndio;
C uma única abertura maior é mais eficiente que várias menores;
D o calor, as chamas, a fumaça e a pressão não precisam ser considerados;
E o acesso a um ambiente em chamas não é um momento crítico.