Text III
Aside from the difficulties of operating a decidedly multinational staff organization, once it is formed, the problem of reconciling the principle of equitable geographical distribution of recruits with that of “securing the highest standards of efficiency, competence, and integrity” is a formidable one. This delicate task was politically imposed upon the League of Nations secretary-general, and is constitutionally required of his counterpart in the United Nations.
For better or for worse, recruitment policy cannot be based exclusively upon the criterion of the individual’s personal qualifications; in the field of international employment, the relevant irrelevancy is not “whom do you know” but “where are you from?” From a strictly administrative point of view, there is some positive value in securing broad nationality distribution, even at the expense of sheer quality; for some purposes, a slightly incompetent man’s nationality may make him more useful than a more expert civil servant of inappropriate nationality.
For the most part, however, the Charter principle of geographical distribution is a concession to political necessity. It licenses a kind of international spoils system in which states seek to nourish their national self-esteem by securing an adequate quota of international jobs for their citizens. Ironically, perhaps, because it is politically necessary it is also politically and administratively desirable; what shall it profit an international organization to maintain its administrative purity and lose its own members or their political support?
Inis L. and Claude Jr. Swords into Plowshares: The Problems and Progress of International Organization. 4th ed. New York: McGraw-Hill, 1984, pp. 196-197 (adapted).
Regarding text III, judge whether the following statements are right ( C ) or wrong ( E ).
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Texto associado
Em relação à Revolução Francesa, a seus desdobramentos e às demais revoluções posteriores a ela até as primeiras décadas do século XX, julgue ( C ou E ) os itens subsequentes.
A Revolução Francesa foi pensada, motivada e conduzida por pensadores iluministas e pela alta burguesia, sendo eles os grandes grupos que arquitetaram e executaram esse movimento.
Texto associado
Texto VI
O bife e o vinho compartilham a mitologia sanguínea. É o coração da carne, e qualquer um que a consuma assimila a força do touro. Obviamente, o prestígio do bife deve-se ao seu estado de semicrueza: nele o sangue é simultaneamente visível, denso, compacto e suscetível de ser cortado: imagina-se logo a ambrosia antiga sob a forma de uma matéria pesada que diminui entre os dentes, de modo a fazer com que se sinta ao mesmo tempo a sua força de origem e a sua plasticidade se expandirem no próprio sangue do homem.
E assim como o vinho se transforma, para um bom número de intelectuais, em substância mediúnica que os conduz à força original da natureza, do mesmo modo o bife é para eles um alimento de redenção, graças ao qual tornam o seu cerebralismo mais prosaico e conjuram, pelo sangue e a polpa mole, a secura estéril de que são acusados.
Tal como o vinho, na França, o bife é um elemento básico, mais nacionalizado do que socializado, estando presente em todos os cenários da vida alimentar; participa de todos os ritmos, desde a confortável refeição burguesa ao lanche boêmio do celibatário; é uma alimentação simultaneamente rápida e densa, que realiza a mais perfeita união entre a economia e a eficácia, a mitologia e a plasticidade do seu consumo. Além de tudo isso, é um produto eminentemente francês (é certo que se encontra circunscrito, hoje em dia, pela invasão dos steaks americanos). Sendo nacional, depende da cotação dos valores patrióticos: revigora-os em tempo de guerra, sendo a própria carne do combatente francês, o bem inalienável que só pode passar-se para o inimigo à traição. Associado geralmente às batatas fritas, o bife transmite-lhes o seu renome: elas são nostálgicas e patrióticas como o bife.
Roland Barthes. O bife com batatas fritas. In : Mitologias . 2010, p.79-80 (com adaptações).
Ainda em relação ao texto VI, julgue ( C ou E ) os itens a seguir.
O bife e o vinho compartilham a mitologia sanguínea. É o coração da carne, e qualquer um que a consuma assimila a força do touro. Obviamente, o prestígio do bife deve-se ao seu estado de semicrueza: nele o sangue é simultaneamente visível, denso, compacto e suscetível de ser cortado: imagina-se logo a ambrosia antiga sob a forma de uma matéria pesada que diminui entre os dentes, de modo a fazer com que se sinta ao mesmo tempo a sua força de origem e a sua plasticidade se expandirem no próprio sangue do homem.
E assim como o vinho se transforma, para um bom número de intelectuais, em substância mediúnica que os conduz à força original da natureza, do mesmo modo o bife é para eles um alimento de redenção, graças ao qual tornam o seu cerebralismo mais prosaico e conjuram, pelo sangue e a polpa mole, a secura estéril de que são acusados.
Tal como o vinho, na França, o bife é um elemento básico, mais nacionalizado do que socializado, estando presente em todos os cenários da vida alimentar; participa de todos os ritmos, desde a confortável refeição burguesa ao lanche boêmio do celibatário; é uma alimentação simultaneamente rápida e densa, que realiza a mais perfeita união entre a economia e a eficácia, a mitologia e a plasticidade do seu consumo. Além de tudo isso, é um produto eminentemente francês (é certo que se encontra circunscrito, hoje em dia, pela invasão dos steaks americanos). Sendo nacional, depende da cotação dos valores patrióticos: revigora-os em tempo de guerra, sendo a própria carne do combatente francês, o bem inalienável que só pode passar-se para o inimigo à traição. Associado geralmente às batatas fritas, o bife transmite-lhes o seu renome: elas são nostálgicas e patrióticas como o bife.
Roland Barthes. O bife com batatas fritas. In : Mitologias . 2010, p.79-80 (com adaptações).
Ainda em relação ao texto VI, julgue ( C ou E ) os itens a seguir.
No texto, o autor contesta a ideia do intelecto privilegiado dos intelectuais, o que os coloca na esfera dos mitos da sociedade.
Texto associado
A presidência brasileira no BRICS será exercida em um contexto internacional marcado, entre outras discussões, pelo debate de parte dos países em desenvolvimento em torno do papel do dólar nas transações internacionais.
Tendo como referência inicial as informações precedentes, julgue ( C ou E ) os itens a seguir, relativos às funções da moeda e ao papel da autoridade monetária.
Tendo como referência inicial as informações precedentes, julgue ( C ou E ) os itens a seguir, relativos às funções da moeda e ao papel da autoridade monetária.
A gestão da autoridade monetária sobre os investimentos das reservas internacionais não é afetada pelos níveis de juros nem pelas paridades das moedas de investimento contra a moeda numerário de reserva de valor.
Texto associado
Texto II
Um senhor que conheci fez-se uma celebridade em astronomia, com auxílio dos saraus que lhe eram oferecidos pelos amigos (...). E tudo isso com mais uns amigos dedicados a lhe oferecer bailes, por ocasião das suas portentosas descobertas nos céus ignotos, levaram o governo da Bruzundanga a nomeá-lo diretor (...).
Para obviar tais inconvenientes, houve alguém que teve a ideia de “canalizar”, de “disciplinar” o entusiasmo do povo bruzundanguense, entusiasmo tão necessário às manifestações que lá há constantemente, e tão indispensáveis são ao fabrico de grandes homens que dirijam os destinos da grande e formosa República (...).
Lima Barreto. Os bruzundangas. Brasília: Editora Universidade de Brasília, Coleção Biblioteca Básica Brasileira, 2023, p. 106 (com adaptações).
No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto II, julgue ( C ou E ) os itens seguintes.
Um senhor que conheci fez-se uma celebridade em astronomia, com auxílio dos saraus que lhe eram oferecidos pelos amigos (...). E tudo isso com mais uns amigos dedicados a lhe oferecer bailes, por ocasião das suas portentosas descobertas nos céus ignotos, levaram o governo da Bruzundanga a nomeá-lo diretor (...).
Para obviar tais inconvenientes, houve alguém que teve a ideia de “canalizar”, de “disciplinar” o entusiasmo do povo bruzundanguense, entusiasmo tão necessário às manifestações que lá há constantemente, e tão indispensáveis são ao fabrico de grandes homens que dirijam os destinos da grande e formosa República (...).
Lima Barreto. Os bruzundangas. Brasília: Editora Universidade de Brasília, Coleção Biblioteca Básica Brasileira, 2023, p. 106 (com adaptações).
No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto II, julgue ( C ou E ) os itens seguintes.
No segmento “nos céus ignotos” (segundo período do primeiro parágrafo), para expressar a natureza desconhecida do firmamento, o narrador atribui aos “céus” uma qualidade intrinsecamente humana.
Texto associado
Julgue ( C ou E ) os seguintes itens, acerca dos princípios que regem o Brasil em suas relações internacionais.
Conquanto adote como princípio a solução pacífica dos conflitos, o Brasil não pode ser acionado em contencioso perante a CIJ, visto que o país não apresentou declaração de reconhecimento de sua jurisdição compulsória.
Texto associado
Julgue ( C ou E ) os itens seguintes, acerca das imunidades diplomáticas, considerando as normas aplicáveis ao tema e a jurisprudência do STF acerca da matéria.
Ainda que deflagrado conflito armado entre dois países, permanece vigente a obrigação, firmada na Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas de 1961, segundo a qual o Estado acreditado deve respeitar e proteger os locais da missão diplomática, estendendo essa proteção aos bens e arquivos da missão.
Texto associado
Marco da integração sul-americana, o Tratado de Cooperação Amazônica (TCA), assinado, em 1978, por oito países — Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela —, entrou em vigor em 1980. Em 1998, as oito nações signatárias decidiram criar a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), de modo a fortalecer institucionalmente o tratado e conferir-lhe personalidade internacional. Nos dias 8 e 9 de agosto de 2023, foi realizada, no Brasil, a Conferência da Cúpula da Amazônia — IV Reunião dos Presidentes dos Estados-partes no Tratado de Cooperação Amazônica (TCA).
Em relação à cooperação amazônica e à IV Reunião dos Presidentes dos Estados-partes no TCA, mencionada no texto precedente, julgue ( C ou E ) os itens subsequentes.
Em relação à cooperação amazônica e à IV Reunião dos Presidentes dos Estados-partes no TCA, mencionada no texto precedente, julgue ( C ou E ) os itens subsequentes.
Na reunião em questão, que contou com a presença do presidente francês Emmanuel Macron, aprovou-se a entrada da França na OTCA, dada a condição amazônica da Guiana Francesa, com a expectativa de que a entrada de um país da União Europeia na organização tenha impactos positivos para o financiamento de políticas e programas voltados para o desenvolvimento sustentável da região amazônica.
Texto associado
Acerca do colonialismo, do imperialismo e das políticas de dominação nos séculos XIX e XX, julgue ( C ou E ) os itens seguintes.
A Conferência de Bandung, realizada no contexto do pós-Segunda Guerra Mundial, foi pioneira ao reunir países do nascente Terceiro Mundo interessados em acelerar o processo de descolonização e construir estratégias de autonomia relativa frente às grandes potências globais.
Texto associado
Text II
This book wants to show the newcomer the lie of the land without confusing him with details. In writing it I thought first and foremost of readers in their teens. But I have never believed that books for young people should differ from books for adults except for the fact that they must reckon with the most exacting class of critics, critics who are quick to detect and resent any trace of pretentious jargon or bogus sentiment. I know from experience that these are the vices which may render people suspicious of all writings. I have striven to use plain language even at the risk of sounding casual or unprofessional. I hope that no reader will attribute my decision to get along with a minimum of the art historian’s conventional terms to any desire on my part of ‘talking down’ to him. Apart from this decision, I have tried to follow a number of more specific self-imposed rules, such as limiting myself to real works of art and cutting out anything which might merely be interesting as a specimen of taste or fashion. This decision entailed a considerable sacrifice of literary effects. Praise is so much duller than criticism, and the inclusion of some amusing monstrosities might have offered some light relief. Thus, while I do not claim that all the works illustrated represent the highest standard of perfection, I did make an effort not to include anything which I considered to be without a peculiar merit of its own.
A second rule also demanded a little self-denial. I vowed to resist any temptation to be original in my selection, lest the well-known masterpieces be crowded out by my own personal favourites. This book, after all, is not intended merely as an anthology of beautiful things; it is meant for those who look for bearings in a new field, and for them the familiar appearance of apparently ‘hackneyed’ examples may serve as welcome landmarks.
One more rule I have followed. When in doubt I have always preferred to discuss a work which I had seen in the original rather than one I knew only from photographs. I should have liked to make this an absolute rule, but I did not want the reader to be penalized by the accidents of travel restrictions which sometimes dog the life of the art-lover.
E. H. Gombrich. The Story of Art.
Phaidon, New York – London: 1995, p. 7-8 (adapted).
Considering text II, judge whether the following statements are right ( C ) or wrong ( E ).
This book wants to show the newcomer the lie of the land without confusing him with details. In writing it I thought first and foremost of readers in their teens. But I have never believed that books for young people should differ from books for adults except for the fact that they must reckon with the most exacting class of critics, critics who are quick to detect and resent any trace of pretentious jargon or bogus sentiment. I know from experience that these are the vices which may render people suspicious of all writings. I have striven to use plain language even at the risk of sounding casual or unprofessional. I hope that no reader will attribute my decision to get along with a minimum of the art historian’s conventional terms to any desire on my part of ‘talking down’ to him. Apart from this decision, I have tried to follow a number of more specific self-imposed rules, such as limiting myself to real works of art and cutting out anything which might merely be interesting as a specimen of taste or fashion. This decision entailed a considerable sacrifice of literary effects. Praise is so much duller than criticism, and the inclusion of some amusing monstrosities might have offered some light relief. Thus, while I do not claim that all the works illustrated represent the highest standard of perfection, I did make an effort not to include anything which I considered to be without a peculiar merit of its own.
A second rule also demanded a little self-denial. I vowed to resist any temptation to be original in my selection, lest the well-known masterpieces be crowded out by my own personal favourites. This book, after all, is not intended merely as an anthology of beautiful things; it is meant for those who look for bearings in a new field, and for them the familiar appearance of apparently ‘hackneyed’ examples may serve as welcome landmarks.
One more rule I have followed. When in doubt I have always preferred to discuss a work which I had seen in the original rather than one I knew only from photographs. I should have liked to make this an absolute rule, but I did not want the reader to be penalized by the accidents of travel restrictions which sometimes dog the life of the art-lover.
E. H. Gombrich. The Story of Art.
Phaidon, New York – London: 1995, p. 7-8 (adapted).
Considering text II, judge whether the following statements are right ( C ) or wrong ( E ).