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Privacidade digital: quais são os limites

1 ____ Atualmente, somos mais de 126,4 milhões de
brasileiros usuários de internet, representando cerca
de 69,8% da população com 10 anos ou mais. Ao redor
do mundo, cerca de 4 bilhões de pessoas usam a
rede mundial, sendo que 2,9 bilhões delas fazem isso
pelo smartphone .
2 ____ Nesse cenário, pensar em privacidade digital é
(quase) utópico. Uma vez na rede, a informação está
registrada para sempre: deixamos rastros que podem
ser descobertos a qualquer momento.
3 ____ Ainda assim, mesmo diante de tamanha expo-
sição, essa é uma discussão que precisa ser feita.
Ela é importante, inclusive, para trazer mais clareza
e consciência para os usuários. Vale lembrar, por
exemplo, que não são apenas as redes sociais que
expõem as pessoas. Infelizmente, basta ter um en-
dereço de e-mail para ser rastreado por diferentes
empresas e provedores.
4 ____ A questão central não se resume somente à política
de privacidade das plataformas X ou Y, mas, sim,
ao modo como cada sociedade vem paulatinamente
estruturando a sua política de proteção de dados.
5 ____ A segurança da informação já se transformou
em uma área estratégica para qualquer tipo de em-
presa. Independentemente da demanda de armaze-
namento de dados de clientes, as organizações têm
um universo de dados institucionais que precisam ser
salvaguardados.
6 ____ Estamos diante de uma realidade já configurada:
a coleta de informações da internet não para, e esse
é um caminho sem volta. Agora, a questão é: nós,
clientes, estamos prontos e dispostos a definir o limi-
te da privacidade digital? O interesse maior é nosso!
Esse limite poderia ser dado pelo próprio consumi-
dor, se ele assim quiser? O conteúdo é realmente
do usuário?
7 ____ Se considerarmos a atmosfera das redes so-
ciais, muito possivelmente não. Isso porque, em-
bora muitas pessoas não saibam, a maioria das redes
sociais prevê que, a partir do momento em que um
conteúdo é postado, ele faz parte da rede e não é
mais do usuário.
8 ____ Daí a importância da conscientização. É preciso
que tanto clientes como empresas busquem mais in-
formação e conteúdo técnico sobre o tema. Às organizações,
cabe o desafio de orientar seus clientes, já
que, na maioria das vezes, eles não sabem quais são
os limites da privacidade digital.
9 ____ Vivemos em uma época em que todo mundo
pode falar permanentemente o que quer. Nesse
contexto, a informação deixou de ser algo confiável
e cabe a cada um de nós aprender a ler isso e se
proteger. Precisamos de consciência, senso crítico,
responsabilidade e cuidado para levar a internet a um
outro nível. É fato que ela não é segura, a questão,
então, é como usá-la de maneira mais inteligente e
contribuir para fortalecer a privacidade digital? Essa é
uma causa comum a todos os usuários da rede.

Disponível em: . 7/04/2019. Acesso em: 3 fev. 2021.Adaptado.

A palavra ou a expressão a que se refere o termo em destaque está corretamente explicitada entre colchetes em:

A “sendo que 2,9 bilhões delas fazem isso pelo smartphone ” (parágrafo 1) - [rede mundial]
B “ Ela é importante, inclusive, para trazer mais clareza e consciência para os usuários.” (parágrafo 3) - [exposição]
C “ Isso porque, embora muitas pessoas não saibam, a maioria das redes sociais prevê que, a partir do momento” (parágrafo 7) - [redes sociais]
D “a partir do momento em que um conteúdo é postado, ele faz parte da rede e não mais do usuário” (parágrafo 7) - [momento]
E “É fato que ela não é segura, a questão, então, é como usá-la de maneira mais inteligente” (parágrafo 9) - [internet]

Muitos códigos maliciosos aproveitam-se de um recurso do Windows 10 que possibilita a execução de um programa presente em um dispositivo de armazenamento USB imediatamente após a sua conexão ao computador.

Esse recurso, que pode ser desativado, é conhecido como

A inicialização automática
B execução automática
C reprodução automática
D atualização automática
E configuração automática
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Revolution Accelerated

How Digital Transformation is Shaping the Future of Banking

1 Like all businesses, banks have had to act fast to respond to the unprecedented human and economic impact of Covid-19.
2 First, they needed to keep the lights on and ensure business continuity. Second, they had to meet the changing ways customers wanted to engage. Finally, they sought to balance their business priorities with a responsibility to support society. Previous crises cast the banks as part of the problem — this time they are part of the solution.
3 Banks who have embraced modern banking technology have fared better in meeting these challenges. They’ve moved seamlessly to remote working, kept up service for their customers, coped with huge increases in demand and quickly adapted their products. In contrast, banks using legacy ‘spaghetti’ software have struggled.
4 Covid-19 has accelerated the need for modern banking technology, but it didn’t create it. Before coronavirus, the 2020s were already being framed as the decade for digital in the banking industry. Banks’ return on equity were too low and their cost-income ratios were too high. Meanwhile, regulation like open banking was disrupting the industry and increasing competition from new entrants like the GAAFAs (Google, Amazon, Alibaba, Facebook, Apple).
5 Providing seamless digital customer experiences was therefore already a ‘must’. Every year, Temenos partners with the Economist Intelligence Unit (EIU) for a global study on the future of banking. More than 300 banking leaders are interviewed from retail, commercial and private banks. Over half of these are at C-suite level.
6 In 2020, the study took place amid the Covid-19 crisis. The results give a fascinating insight into banking leaders’ approach during these unprecedented times. But they also show how they see their industry in the years to come.
7 And the findings suggest three trends which will shape the future of banking:
New technologies will be the key driver of banking transformation over the next 5 years. 77% of respondents strongly believed that Artificial Intelligence (AI) will be the most game-changing of these technologies. They see a diverse range of uses for AI — from personalised customer experience to fraud detection.
Banks will overhaul their business models to create digital ecosystems. 80% of respondents believe that banking will become part of a platform of services. 45% are committed to transforming their business models into digital ecosystems.
The sun will set on branch banking. World Bank data shows that visits to branches have been steadily declining globally over the last decade. As a result of coronavirus, customers are now more concerned about visiting their branch, and so even more people are willing to try digital applications. This combination of pandemic and increasingly transformative advanced technology has led a majority of respondents (59%) to our survey with the EIU to state that traditional branch-based banking model will be dead in just five years. That’s a 34% increase from last year.
8 The current environment is undoubtedly challenging for banks. But they have the capital, customer relationships and customer data. They are regulated. And most importantly: they still enjoy their customers’ trust.
9 In short, banks are best-placed to succeed if they commit to end-to-end digital transformation. That means a fully digital front office which creates hyper-personalized experiences and ecosystems. And a back office driving efficient operations and rapid innovation. By embracing modern banking technology, banks can support their customers today, create new value for the future and drive new levels of future growth.

Available at: . Retrieved on: July 13th, 2021. Adapted.

In paragraph 6, the personal pronoun they , used twice in the sentence “But they also show how they see their industry in the years to come”, refers to the following fragment at the same paragraph:

A the study
B the results
C banking leaders
D Covid-19 crisis
E unprecedented times

Poucos clientes conhecem suficientemente o mercado financeiro, de modo a avaliar se o seu analista de investimentos conseguiu os melhores retornos para os seus fundos investidos.

Sendo assim, verifica-se que este serviço é rico em atributos de

A procura e resiliência
B tangibilidade e variabilidade
C confiança e experiência
D risco sensorial e psicológico
E risco social e temporal

Em uma agência bancária, as filas de atendimento são ordenadas da esquerda para a direita, e o gerente dessa agência percebeu a presença equivocada de um idoso, com a senha 52, na fila de atendimento não preferencial. Visando a sanar o equívoco, o gerente resolveu que, na primeira oportunidade, faria uma busca no sistema para saber se a senha 52 ainda estava ativa, indicando a presença do idoso na fila de atendimento não preferencial. Em caso de resposta positiva, procuraria o cliente para trocar sua senha por outra de atendimento preferencial; se não, apenas registraria o fato para posterior discussão no grupo de qualidade de atendimento.

Considerando o uso de um algoritmo de busca sequencial otimizado, partindo da esquerda para a direita, e as sequências hipotéticas das senhas da fila de atendimento não preferencial e suas regras de ordenação, segundo as quais quem está à esquerda é atendido antes de quem está à direita, o menor número de comparações para o gerente conhecer o resultado de sua busca ocorre em

A Regras de ordenação
Sequência das senhas na fila de atendimento não preferencial
Sequência ordenada crescentemente
23; 45; 81; 97; 112; 138; 154
B Regras de ordenação
Sequência das senhas na fila de atendimento não preferencial
Sequência ordenada crescentemente
13; 25; 37; 44; 52; 78; 83; 91
C Regras de ordenação
Sequência das senhas na fila de atendimento não preferencial
Sequência ordenada crescentemente
17; 28; 32; 49; 67; 85; 94; 103
D Regras de ordenação
Sequência das senhas na fila de atendimento não preferencial
Sequência desordenada
27; 95; 148; 117; 33; 59; 52
E Regras de ordenação
Sequência das senhas na fila de atendimento não preferencial
Sequência desordenada
32; 48; 12; 55; 93; 27; 66

A revista inglesa The Economist publica periodicamente o famoso Índice do Big Mac , que consiste em avaliar os preços, em dólares, do conhecido sanduíche em diferentes países na economia global. Os resultados são frequentemente replicados pela imprensa internacional, incluindo a brasileira. A metodologia de apuração é simples: com base nas taxas de câmbio nominais das moedas nacionais em relação ao dólar, cotadas num mesmo dia, converte-se o preço do Big Mac avaliado nessas moedas para o seu respectivo valor em dólares.

Considerando-se que na edição de 12 de janeiro de 2021, os cálculos da The Economist mostravam que o preço, em dólares, do Big Mac no Brasil estava cerca de 30% mais barato do que o sanduíche similar vendido e cotado, também em dólares, nos Estados Unidos, o resultado indicava que o real brasileiro estava

A valorizado em relação ao dólar
B sobrevalorizado em relação ao dólar
C subvalorizado em relação ao dólar
D com alinhamento nominal em relação ao dólar
E na paridade real do poder de compra em relação ao dólar

Apesar de os navegadores serem as ferramentas dominantes na internet, vários serviços possuem ferramentas próprias mais adequadas e, inclusive, mais otimizadas para protocolos específicos. Um desses protocolos foi desenvolvido para a transferência de arquivos, sendo usado a partir de programas como FileZilla.

Esse protocolo é conhecido como

A ftp
B imap
C pop3
D ssh
E telnet

O serviço de correio eletrônico é uma ferramenta essencial para o trabalho do dia a dia dos colaboradores de uma empresa.

Para garantir a segurança da comunicação do cliente de correio eletrônico com os servidores de correio eletrônico de entrada e de saída de mensagens, é importante configurar a utilização do padrão de segurança

A TLS
B SMTP
C IMAP
D POP3
E HTTP

Um negociador de investimentos de uma instituição financeira pergunta ao gerente de tal instituição qual a taxa de juros anual máxima que pode oferecer a um cliente investidor, e o gerente afirma que ficará satisfeito com uma taxa anual máxima de 8,36%. O negociador entra em contato com o cliente que pretende investir um capital C 1 e diz que, ao final de um ano, ele receberá C 2 , que corresponde a C 1 acrescido de 5,00% de juros, mas não tem sucesso nessa negociação inicial. O negociador resolve aplicar uma nova taxa sobre C 2 , mas sem ultrapassar a taxa anual máxima que está autorizado a oferecer.

Qual o valor máximo da taxa a ser aplicada sobre C 2 ?

A 2,16%
B 2,24%
C 3,20%
D 7,96%
E 16,72%

Nos últimos anos, o Banco Central do Brasil (BCB), visando a aprimorar a transparência e a segurança na interrelação entre as instituições financeiras e os clientes, tem procurado introduzir novos sistemas de informação por meio de tecnologias digitais. Um desses sistemas, administrados pelo BCB, permite aos cidadãos terem acesso pela internet, de forma rápida e segura, a Relatórios contendo informações sobre seus relacionamentos com as instituições financeiras, suas operações de crédito e operações de câmbio.

Trata-se do sistema denominado

A Pix
B Blockchain
C Registrato
D Bitcoin
E Certificação Digital