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De acordo com a Constituição Federal, a lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, não se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que, por antecipação de receita, nos termos da lei. Referida disposição constitucional corresponde ao princípio orçamentário da

A universalidade.
B legalidade.
C unidade.
D anualidade.
E exclusividade.

Segundo a Constituição Federal, a

A lei de diretrizes orçamentária é elaborada pelo Poder Legislativo e encaminhada ao Poder Executivo para sanção e promulgação.
B lei de diretrizes orçamentárias poderá compreender as metas e prioridades da administração pública federal, sem, contudo, estabelecer as diretrizes de política fiscal e respectivas metas.
C lei de diretrizes orçamentárias compreenderá a elaboração da lei orçamentária anual, mas não poderá dispor sobre as alterações na legislação tributária.
D lei de diretrizes orçamentária é elaborada pelo Poder Executivo e encaminhada ao Poder Legislativo para aprovação.
E lei de diretrizes orçamentária compreenderá orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.

Todos os MAGNÂNIMOS são FELIZES. Alguns BENFEITORES são MAGNÂNIMOS, mas não todos. Há FELIZ que é BENFEITOR. A partir dessas afirmações, é logicamente correto afirmar que

A qualquer BENFEITOR é FELIZ.
B os MAGNÂNIMOS que não são FELIZES, são BENFEITORES.
C os BENFEITORES que são MAGNÂNIMOS, não são FELIZES.
D todos os BENFEITORES que são MAGNÂNIMOS são FELIZES.
E os FELIZES que não são MAGNÂNIMOS são BENFEITORES.

A Lei Orgânica do Município de Tatuí determina que

A é vedado a qualquer dos Poderes delegarem atribuições.
B o cidadão investido na função de um dos Poderes poderá exercer a de outros.
C constituem bens do Município todas as coisas móveis e imóveis, direitos e ações, que gratuitamente,lhe pertençam.
D o exercício das competências municipais será realizado de forma independente e sem a cooperação deoutros entes da federação.
E o Poder Executivo poderá delegar atribuições ao Poder Legislativo.

Considere a execução da sequência de comandos a seguir, em um terminal shell do Linux: # cd /root # mkdir -p /root/foo/bar # pwd O resultado impresso na tela após a execução do último comando será:

A /root
B /root/foo/bar
C bar
D /root/foo
E /foo/bar

Usando o aplicativo Bloco de Notas do Microsoft Windows 7, em sua configuração original, um usuário abriu, a partir da biblioteca DocumentosAtividades, o único arquivo existente, chamado tarefas.txt. Após editá-lo, o usuário o gravou usando o comando Salvar Como... a partir do menu Arquivo, indicando o nome tarefas2.txt na caixa de diálogo Salvar Como, sem alterar a biblioteca e a pasta. Assinale a alternativa que indica corretamente o conteúdo da biblioteca DocumentosAtividades.

A tarefas.txt e tarefas2.txt
B tarefas2.txt
C tarefas2.txt(alterado)
D tarefas2.txt(cópia)
E tarefas.txt(2)
Texto associado
Texto 1 Filósofo da internet sugere pagar ou sair das redes sociais Jaron Lanier não poupa críticas ao modelo de negócios baseado em publicidade, que sustenta a maior parte do que conhecemos por internet hoje. Serviços gratuitos como Facebook, Google e WhatsApp, no fundo, cobram caro. Na visão de Lanier, manipulam, mudam comportamentos e, muitas vezes, nos tornam babacas. Em seu quinto livro, “Dez Argumentos para Você Deletar Agora suas Redes Sociais”, recém-lançado no Brasil, o cientista da computação e precursor da realidade virtual encoraja as pessoas cuja vida financeira não depende das redes sociais a abandoná-las – ao menos por seis meses –, para retomarem a “consciência de si próprias”. Lanier afirma que, se cometeram muitos erros na internet, um deles era a ideia de que a única forma de inovar e manter o serviço livre era com um modelo baseado em publicidade, o que nos levou a um contexto de vigilância universal. Ele defende um sistema em que as pessoas possam ser pagas pelo que fazem on line e paguem pelo que gostam de fazer on line, o que tornaria a relação mais direta e honesta. Lanier explica: “Quando você olhava para o anúncio da TV, ele não estava te olhando de volta. Na internet, é diferente: há mais informação sendo tirada de você do que oferecida. Ferramentas em qualquer site captam como seu corpo se mexe, onde você está e tudo sobre seus dispositivos. O que você vê é a menor parte do que acontece. Toda informação tirada de você é usada para mudar sua experiência on line e criar uma sistemática que te prenda. Isso é chamado de engajamento. Chamo de vício. É quase como vício em jogo, há busca por satisfação, e a punição é severa.” Jaron Lanier recomenda ficar atento aos 10 argumentos para você deletar suas redes sociais: 1. Você está perdendo seu livre-arbítrio 2. Largar as redes sociais é a maneira mais certeira de resistir à insanidade dos nossos tempos 3. As redes sociais estão tornando você um babaca 4. As redes sociais minam a verdade 5. As redes sociais transformam o que você diz em algo sem sentido 6. As redes sociais destroem sua capacidade de empatia 7. As redes sociais deixam você infeliz 8. As redes sociais não querem que você tenha dignidade econômica 9. As redes sociais tornam a política impossível 10. As redes sociais odeiam sua alma (Folha de S. Paulo, 20.10.2019, Adaptado) Texto 2 Malfadada tecnologia Sob o comando de Lúcifer, a tela conseguiu hipnotizar multidões de mulheres, homens, crianças mantidos on line. Antes, podíamos alegar não ter visto a mensagem enviada, por estarmos longe do computador. A tela jogou por terra essa possibilidade. Não satisfeito, criou o WhatsApp. Cinco minutos depois de enviar um email, o inimigo manda um WhatsApp para cobrar a resposta. Desafetos mais ansiosos executam as duas operações simultaneamente. (Drauzio Varella, Folha de S.Paulo. 28.10.2018. Adaptado)

Ao comparar os textos 1 e 2, é correto afirmar que o texto

A 1 defende as redes, porque elas permitem que o usuário pague pelos serviços.
B 2 utiliza tom mais leve que o 1, para criticar as consequências da internet.
C 1 e o 2 aprovam as redes sociais, desde que usadas com critério.
D 1 e o 2 criticam fortemente o uso irrefletido da tecnologia.
E 2 apresenta argumentos frágeis, para demonizar as redes sociais.
Texto associado
Por quê? “Correlação não é causa” é um mantra que todos aqueles que já entraram numa aula de estatística ou de metodologia científica ouviram. E de fato não é. O canto do galo e o nascer do sol estão fortemente correlacionados, mas ninguém deve achar que é o som emitido pelo galináceo que provoca o surgimento do astro todas as manhãs. O problema é que, durante muito tempo, estatísticos e cientistas se deixaram cegar pelo mantra e renunciaram a investigar melhor a causalidade e desenvolver ferramentas matemáticas para lidar com ela, o que é perfeitamente possível. Essa pelo menos é a visão do cientista da computação Judea Pearl, exposta em “The Book of Why” (O livro do porquê), obra que escreveu com o matemático e jornalista científico Dana Mackenzie. Os prejuízos foram grandes. Muitas vidas se perderam porque, por várias décadas, a ciência julgou não ter meios para estabelecer com segurança se o cigarro causava ou não câncer, incerteza que a indústria do tabaco foi hábil em explorar. Em “The Book of Why”, Pearl e Mackenzie explicam de forma razoavelmente didática quais são as novas técnicas que permitem responder a perguntas causais como “qual a probabilidade de esta onda de calor ter sido provocada pelo efeito estufa?” ou “foi a droga X que curou a doença Y?”. Mais até, os autores falam em usar a estatística para destrinchar o obscuro mundo dos contrafactuais1 . Uma advertência importante que os autores fazem a entusiastas do “big data”2 é que não podemos nos furtar a entender as questões estudadas e formular teorias. Não se chega a lugar nenhum só com dados e sem hipóteses. Minha sensação, pela retórica empregada (não tenho competência para avaliar tecnicamente), é que Pearl exagera um pouco. Ele faz um uso pouco comedido de termos como “revolução” e “milagre”. Mas é um cientista de primeira linha e, mesmo que ele esteja aumentando as coisas em até 30%, ainda sobram muitas ideias fascinantes no livro. (Hélio Schwartsman. 19.08.2018. www.folha.uol.com.br. Adaptado) 1 contrafactual: simulação (sentido aproximado) 2 big data: grande banco de dados

A frase em que a concordância está em conformidade com a norma-padrão da língua é:

A O nascer do sol ocorre todas as manhãs, e não é o canto dos galos que os provocam.
B Em aulas de estatística ou de metodologia científica são comuns ouvir que “Correlação não é causa”.
C O problema é que, durante muito tempo, esse mantra tornaram cegos estatísticos e cientistas.
D Investigar melhor a causalidade e desenvolver ferramentas matemáticas para lidar com ela é perfeitamente viável.
E A ciência julgou que talvez não houvessem meios para estabelecer com segurança se o cigarro causava ou não câncer.
Texto associado
Jaron Lanier não poupa críticas ao modelo de negócios baseado em publicidade, que sustenta a maior parte do que conhecemos por internet hoje. Serviços gratuitos como Facebook, Google e WhatsApp, no fundo, cobram caro. Na visão de Lanier, manipulam, mudam comportamentos e, muitas vezes, nos tornam babacas. Em seu quinto livro, “Dez Argumentos para Você Deletar Agora suas Redes Sociais”, recém-lançado no Brasil, o cientista da computação e precursor da realidade virtual encoraja as pessoas cuja vida financeira não depende das redes sociais a abandoná-las – ao menos por seis meses –, para retomarem a “consciência de si próprias”. Lanier afirma que, se cometeram muitos erros na internet, um deles era a ideia de que a única forma de inovar e manter o serviço livre era com um modelo baseado em publicidade, o que nos levou a um contexto de vigilância universal. Ele defende um sistema em que as pessoas possam ser pagas pelo que fazem on line e paguem pelo que gostam de fazer on line, o que tornaria a relação mais direta e honesta. Lanier explica: “Quando você olhava para o anúncio da TV, ele não estava te olhando de volta. Na internet, é diferente: há mais informação sendo tirada de você do que oferecida. Ferramentas em qualquer site captam como seu corpo se mexe, onde você está e tudo sobre seus dispositivos. O que você vê é a menor parte do que acontece. Toda informação tirada de você é usada para mudar sua experiência on line e criar uma sistemática que te prenda. Isso é chamado de engajamento. Chamo de vício. É quase como vício em jogo, há busca por satisfação, e a punição é severa.” Jaron Lanier recomenda ficar atento aos 10 argumentos para você deletar suas redes sociais: 1. Você está perdendo seu livre-arbítrio 2. Largar as redes sociais é a maneira mais certeira de resistir à insanidade dos nossos tempos 3. As redes sociais estão tornando você um babaca 4. As redes sociais minam a verdade 5. As redes sociais transformam o que você diz em algo sem sentido 6. As redes sociais destroem sua capacidade de empatia 7. As redes sociais deixam você infeliz 8. As redes sociais não querem que você tenha dignidade econômica 9. As redes sociais tornam a política impossível 10. As redes sociais odeiam sua alma (Folha de S. Paulo, 20.10.2019, Adaptado)

O uso da vírgula em – Há buscas por satisfação, e a punição é severa. – ocorre, pela mesma razão, em:

A No fundo, serviços gratuitos nas redes cobram caro.
B As redes sociais tornam você um babaca, e você não percebe.
C Quando pagamos por algum serviço na internet, fica melhor.
D Ferramentas em qualquer site captam como seu corpo mexe, onde você está.
E Defendo algumas possibilidades, como um sistema em que as pessoas pagam.

Diversos tipos do EAP (Extensible Authentication Protocol) podem ser encontrados nos padrões 802.1X. O tipo que fornece um método para transportar dados de autenticação com segurança, incluindo protocolos herdados baseados em senha, por meio de redes Wi-Fi 802.11, utilizando o tunelamento entre clientes e um servidor de autenticação, autenticando clientes de redes Wi-Fi, é denominado

A EAP-AKA.
B EAP-MD-5.
C EAP-TLS.
D LEAP.
E PEAP.