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Paula é a gestora responsável pelo processo de emissão de certo tipo de documentação no órgão público em que trabalha. Ela vem constatando um aumento significativo no tempo de emissão da documentação e quer planejar melhorias no processo. Paula quer realizar as seguintes tarefas: mapear o conjunto das atividades envolvidas no processo de emissão da documentação e suas interações; e identificar as causas principais e secundárias da demora no processo de emissão da documentação. Para isso, Paula deve fazer uso das seguintes ferramentas, respectivamente:

A fluxograma; 5W2H;
B fluxograma; matriz GUT;
C 5W2H; diagrama de Ishikawa;
D diagrama de Ishikawa; 5W2H;
E fluxograma; diagrama de Ishikawa.

João trabalha na área de TI de um órgão público. Há alguns meses, ele assumiu a coordenação de um projeto que julga muito importante para o seu crescimento na carreira. Recentemente, seu chefe perguntou por que ele não havia respondido a um e-mail enviado para toda a área de TI sobre um treinamento a ser realizado por todos os funcionários. João respondeu: “Não vi o e-mail... Estou muito dedicado ao projeto que estou coordenando; só tenho prestado atenção nas mensagens relacionadas a isso”. A barreira à comunicação que melhor explica o que aconteceu é:

A ruído;
B filtragem;
C percepção seletiva;
D direção inadequada;
E sobrecarga de informação.

O itinerário é o caminho pelo qual se desloca uma autoridade, a pé ou com utilização de um meio de transporte. No planejamento, devem-se considerar: (i) o itinerário principal; (ii) o itinerário alternativo/secundário; e (iii) o itinerário eventual/de emergência. O itinerário alternativo/secundário, de acordo com a doutrina dominante, é aquele que:

A recebe prioridade após um processo analítico dos fatores determinantes da segurança;
B é escolhido como o prioritário a ser seguido pela autoridade;
C consiste em uma ramificação de um itinerário utilizado por motivo de perigo ou de emergência;
D é escolhido para ser seguido no caso de modificação dos fatores condicionantes iniciais;
E dificulta o deslocamento da autoridade.

As pessoas designadas como condutores de veículo de segurança atuam como agentes de segurança e exercem uma função técnica, sendo responsáveis por conduzir os veículos utilizados na proteção da autoridade e integrados ao comboio de segurança. No que se refere às Normas Gerais de Circulação e Conduta previstas no Código de Trânsito Brasileiro, o condutor de veículo de segurança deverá:

A fazer a circulação do veículo pelo lado esquerdo da via, admitidas as exceções devidamente sinalizadas;
B guardar distância de segurança lateral e frontal entre o seu e os demais veículos;
C manter os pisca-alertas acionados durante todos os deslocamentos;
D utilizar dispositivos de alarme sonoro e de iluminação vermelha intermitente durante todos os deslocamentos;
E manter velocidade máxima de 60 km/h nas vias urbanas locais não sinalizadas.

No planejamento da Segurança Orgânica, uma atenção especial deve ser dedicada à Ação Hostil (AH). A AH é uma ação, intencional ou não, que possa causar danos aos ativos da instituição. Segundo a doutrina dominante, as principais AHs, dentre outras, são: (i) ações contra as instalações; (ii) ilícitos penais e irregularidades; (iii) utilização indevida de informações ostensivas; (iv) espionagem; (v) sabotagem; (vi) terrorismo; (vii) ação psicológica; (viii) desinformação; e (ix) ação no espaço cibernético. A respeito especificamente da Ação Hostil desinformação, é correto afirmar que:

A orienta seu esforço no sentido de afetar os valores, os deveres e a ética Institucional;
B é utilizada para iludir ou confundir um decisor de forma intencional, visando a induzi-lo a erro de avaliação;
C envolve a obtenção de conhecimento, dado sigiloso, documento ou material para beneficiar estados, empresas ou indivíduos;
D pode envolver integrantes do público interno como vítimas ou autores;
E leva ao comprometimento das redes de computadores e dos sistemas informatizados.

A proteção do conhecimento é resultado da somatória entre a compreensão sobre o modo de atuação e as técnicas que atores utilizam para ter acesso indevido a dados restritos e a melhores práticas internacionalmente reconhecidas de segurança e de gestão da informação. A doutrina dominante indica que a proteção do conhecimento objetiva viabilizar e assegurar, a cada conhecimento, informação e dado sensível, as seguintes características:

A disponibilidade, integridade, sigilo e autenticidade;
B infiltração, recrutamento, entrevista e desligamento;
C manuseio, custódia, arquivamento e destruição;
D demarcação, classificação e sinalização de área;
E ultrassecreto, secreto, confidencial e reservado.

A Segurança Ativa é o segmento da Contrainteligência que preconiza a adoção de um conjunto de ações de especialistas, de caráter eminentemente preditivo, destinado a detectar, identificar, avaliar, explorar e neutralizar as ameaças, de qualquer natureza, contra a instituição. Segundo a doutrina dominante, a segurança ativa é composta, dentre outros, pelos seguintes grupos de medidas:

A antiterrorismo, desinformação e contrapropaganda;
B espionagem, sabotagem e terrorismo;
C contraespionagem, contrassabotagem e contraterrorismo;
D segurança, prevenção e contraposição;
E atores hostis, atores alvo e reação.

Segundo a ONU, “[O] nível da força utilizado deve ser compatível com a gravidade da ameaça apresentada pela conduta das pessoas envolvidas e os objetivos legítimos da ação do profissional de segurança pública”. O conceito apresentado acima se refere ao princípio geral da regulação do uso diferenciado da força em segurança pública no Brasil, denominado princípio da:

A legalidade;
B precaução;
C necessidade;
D proporcionalidade;
E razoabilidade.

O processo denominado Gerenciamento de Crises (GC) está amplamente difundido nas forças policiais no Brasil. A doutrina dominante estabelece quatro fases: (i) pré-crise; (ii) primeira intervenção ou resposta imediata; (iii) gestão da crise propriamente dita; e (iv) pós-crise. Na fase da primeira intervenção ou resposta imediata, a doutrina indica os dez passos a serem seguidos quando o policial se depara com uma crise em andamento. Um dos dez passos da primeira intervenção em crise é:

A permanecer em local seguro;
B instalar um posto de comando para a crise;
C pressionar o causador do evento crítico por informações;
D manter terceiros próximos para resguardar suas vidas;
E estabelecer contato com concessões ao causador do evento crítico.

A doutrina do Gerenciamento de Crises indica que a pessoa mantida pelo causador do evento crítico (CEC) pode ser classificada como refém ou vítima. Na condição de refém, há duas categorias: (i) refém tomado e (ii) refém sequestrado. Definir em que situação se encontra a pessoa frente ao CEC é fundamental para os negociadores. A respeito da pessoa na condição de vítima, é correto afirmar que se trata daquela que:

A é capturada aleatoriamente;
B pode ser trocada por alguma exigência;
C não possui vínculo com o CEC;
D é tomada no primeiro instante da crise;
E está envolvida na crise por problemas emocionais.