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Atenção : Leia a fábula “O leão enamorado”, do escritor grego Esopo, para responder às questões de números 11 a 15.

Um leão enamorou-se da filha de um lavrador e foi pedi-la em casamento. E o lavrador, que não suportava a ideia de entregar a filha a uma fera e, por medo, também não conseguia dizer não, fez o seguinte. Visto que o leão insistia em pressioná-lo, ele disse que o reputava um noivo digno de sua filha, mas que não podia conceder-lhe sua mão, a menos que ele extraísse as presas e aparasse as garras, que amedrontavam a mocinha. O leão, por amor, sujeitou-se com facilidade a todas as exigências e o lavrador, já sem nenhum receio dele, escorraçou-o a porretadas quando ele veio à sua casa.

(Esopo. Fábulas completas . São Paulo: Cosac Naify, 2013)

Em mas que não podia conceder-lhe sua mão, a menos que ele extraísse as presas e aparasse as garras, que amedrontavam a mocinha , a expressão sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido do texto, por:

A à medida que.
B não obstante.
C muito embora.
D a não ser que.
E uma vez que.

Uma comissão de trabalho deve ser formada com 5 funcionários, selecionados entre 3 funcionários novos (André, Bianca, Cláudia) e 4 funcionários experientes (Débora, Elen, Fábio, Gabriel). A comissão deve ter pelo menos dois funcionários novos, além de cumprir as seguintes regras:

– Bianca não pode compor comissão com Débora;
– Cláudia não pode compor comissão com Fábio;
– Elen não pode compor comissão com Débora, nem com Fábio.

Nessas condições, o número de comissões diferentes que podem ser formadas é igual a

A 5.
B 4.
C 3.
D 2.
E 1.

Considere as seguintes atividades:

I. Identificar os maiores riscos do projeto e, no final da fase, apresentar um modelo de requisitos para o sistema, que pode
ser um conjunto de casos de uso da UML, uma descrição da arquitetura ou um plano de desenvolvimento do software.
II. Elaborar o projeto do sistema e o desenvolvimento, em paralelo, das partes do sistema e sua integração.
III. Com base em informações originadas de business cases estabelecidos para o sistema, identificar todas as entidades
externas (pessoas e sistemas) que vão interagir com o sistema e definir as interações. Essas informações são usadas
para avaliar a contribuição do sistema para o negócio.

Essas atividades são, correta e respectivamente, abordadas nas fases do Rational Unified Process (RUP):

A Concepção, Elaboração e Construção.
B Concepção, Construção e Transição.
C Elaboração, Construção e Transição.
D Construção, Transição e Concepção.
E Elaboração, Construção e Concepção.
Órgão: Manaus Previdência Cargo: Analista Previdenciário - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - MANAUSPREVI - Analista Previdenciário - Área Tecnologia da Informação - 2021
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Atenção : Para responder às questões de números 1 a 5, considere o trecho do livro O elogio do vira-lata e outros ensaios , de Eduardo Giannetti.

A ciência destrói o seu passado. Os clássicos da literatura científica, como os tratados hipocráticos, o Le Monde de Descartes ou a Philosophia Botanica de Lineu, foram obras que marcaram época, mas que a passagem do tempo reduziu à condição de peças de antiquário e objeto de interesse restrito a especialistas em história da ciência. Nenhum cientista que se preze aprende o seu ofício destrinchando os clássicos de sua disciplina.
Com a filosofia é diferente. Os clássicos da literatura filosófica, como os diálogos platônicos, as Meditações de Descartes ou o Leviatã de Hobbes, são obras que parecem dotadas do dom da eterna juventude. Embora também se prestem à lupa antiquária do historiador de ideias, elas conseguem de algum modo driblar o tempo e falar diretamente aos espíritos vivos das novas gerações. A filosofia, como a arte, não enterra o seu passado.
A diferença, é certo, resulta em parte da ausência de um critério bem definido de progresso na história da filosofia. Mas não é só. A consciência da nossa ignorância cresce de mãos dadas com o avanço do saber científico. Como observa com certa malícia Adam Smith na Teoria dos Sentimentos Morais, ao comentar a dificuldade de refutar conclusivamente teorias no campo da ética, a progressividade das ciências naturais também reflete a sua maior vulnerabilidade e propensão ao erro.

(GIANNETTI, Eduardo. O elogio do vira-lata e outros ensaios . São Paulo: Companhia das Letras, 2018)

Embora também se prestem à lupa antiquária do historiador de ideias, elas conseguem de algum modo driblar o tempo e falar diretamente aos espíritos vivos das novas gerações. (2 o parágrafo)
..
Considerando o contexto, este trecho pode ser reescrito, sem prejuízo para o seu sentido, do seguinte modo:

A As obras científicas, posto que também se prestam à lupa antiquária do historiador de ideias, conseguem de algum modo driblar o tempo e falar diretamente aos espíritos vivos das novas gerações.
B As obras filosóficas, na medida em que também se prestam à lupa antiquária do historiador de ideias, conseguem de algum modo driblar o tempo e falar diretamente aos espíritos vivos das novas gerações.
C As obras científicas, por se prestarem também à lupa antiquária do historiador de ideias, conseguem de algum modo driblar o tempo e falar diretamente aos espíritos vivos das novas gerações.
D As obras filosóficas, ainda que também se prestem à lupa antiquária do historiador de ideias, conseguem de algum modo driblar o tempo e falar diretamente aos espíritos vivos das novas gerações.
E As ideias do historiador, não obstante também se prestem à sua lupa antiquária, conseguem de algum modo driblar o tempo e falar diretamente aos espíritos vivos das novas gerações.
Órgão: Manaus Previdência Cargo: Analista Previdenciário - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - MANAUSPREVI - Analista Previdenciário - Área Tecnologia da Informação - 2021

Um investidor aplicou o valor de R$ 20.000,00, no início de um período, a uma taxa de juros nominal de 12% ao ano com capitalização trimestral. Se o período foi de um semestre, então o investidor poderá resgatar no final do período o montante no valor, em reais, de

A 21.632,00
B 21.218,00
C 21.200,00
D 20.800,00
E 21.800,00

De acordo com a Constituição Federal, observadas as ressalvas feitas no próprio texto constitucional, é vedada a vinculação de receitas de

A impostos, taxas, contribuições de melhoria e contribuições sociais a fundo ou despesa.
B tributos a despesa, exceto quando feita por meio de lei complementar.
C impostos e taxas a órgão ou despesa, exceto quando feita por meio de lei complementar federal.
D taxas e de contribuições de melhoria a órgão, fundo ou despesa.
E impostos a órgão, fundo ou despesa.
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Atenção : Considere a crônica de Machado de Assis, publicada em 09 de fevereiro 1896, para responder às questões de números 12 a 15.

Pessoa que já serviu na polícia secreta de Londres e de New York tem anunciado nos nossos diários que oferece os seus préstimos para descobrir coisas furtadas ou perdidas. Não publica o nome; prova de que é realmente um ex-secreta* inglês ou americano. A primeira ideia do ex-secreta local seria imprimir o nome, com indicação da residência. Não há ofício que não traga louros, e os louros fizeram-se para os olhos dos homens. Não tenho perdido nada, nem por furto, nem por outra via; deixo de recorrer aos préstimos do anunciante, mas aproveito esta coluna para recomendá-los aos meus amigos e leitores.
Pois que a fortuna trouxe às nossas plagas um perfeito conhecedor do ofício, erro é não aproveitá-lo. Não se perdem somente objetos: perdem-se também vidas, nem sempre se sabe quem é que as leva. Ora, conquanto não se achem as vidas perdidas, importa conhecer as causas da perda, quando escapam à ação da lei ou da autoridade. Não foi assassínio, mas suicídio, o dessa Ambrosina Cananeia, que deixou a vida esta semana. Era uma pobre mulher trabalhadeira, com dois filhos adolescentes e mãe valetudinária**; morava nos fundos de uma estalagem da rua da Providência. O filho era empregado, a filha aprendia a fazer flores... Não sei se te lembras do acontecimento: tais são os casos de sangue destes dias que é natural vir o fastio e ir-se a memória. Pois fica lembrado.
A causa do suicídio não foi a pobreza, ainda que a pessoa fosse pobre. Nem desprezo de homem, nem ciúmes. A carta deixada dizia em começo: “Vou dar-te a última prova de amizade... É impossível mais tolerar a vida por tua causa; deixando eu de existir, você deixa de sofrer.” Você é uma mocinha de dezesseis anos, vizinha, dizem que bonita, amiga da morta. Segundo a carta, a mocinha era castigada por motivo daquela afeição, tudo de mistura com um casamento que lhe queriam impor.
O que é único, é esta amiga que se mata para que a outra não padeça. A outra era diariamente espancada, quase todos os vizinhos o sabiam pelos gritos e pelo pranto da vítima − “tudo por causa da nova amizade”. Não podendo atalhar o mal da amiga, Ambrosina buscou um veneno, meteu no seio as cartas da amiga e acabou com a vida em cinco minutos. “Adeus, Matilde; recebe o meu último suspiro”.
Os tempos, desde a antiguidade, têm ouvido suspiros desses, mas não são últimos. Que a morte de uma trouxesse a da outra, voluntária e terrível, não seria comum, mas confirmaria a amizade. As afeições grandes podem não suportar a viuvez. Quem eu quisera ouvir sobre isto era o ex-secreta de Londres e de New York, onde a polícia pode ser que penetre além do delito e suas provas, e passeie na alma da gente, como tu, por tua casa.

* secreta: agente secreto.
** valetudinário: que ou o que é de constituição física débil, doentia, sempre sujeito a enfermidades.

(Adaptado de: ASSIS, Machado de. Crônicas escolhidas . São Paulo: Companhia das Letras, 2013)

O cronista dirige-se explicitamente a seu leitor no seguinte trecho:

A Ora, conquanto não se achem as vidas perdidas, importa conhecer as causas da perda, quando escapam à ação da lei ou da autoridade. (2 o parágrafo)
B Não sei se te lembras do acontecimento: tais são os casos de sangue destes dias que é natural vir o fastio e ir-se a memória. (2 o parágrafo)
C Vou dar-te a última prova de amizade... É impossível mais tolerar a vida por tua causa; deixando eu de existir, você deixa de sofrer. (3 o parágrafo)
D Você é uma mocinha de dezesseis anos, vizinha, dizem que bonita, amiga da morta. (3 o parágrafo)
E Os tempos, desde a antiguidade, têm ouvido suspiros desses, mas não são últimos. (5 o parágrafo)

Sabe-se que a população formada pelas idades, em anos, dos funcionários de uma grande empresa é normalmente distribuída com variância desconhecida. Deseja-se testar a hipótese de que a média μ da população é inferior a 35 anos a um determinado nível de significância α. Uma amostra de tamanho 9 é extraída da população, com reposição, obtendo-se uma média amostral igual a 33,4 anos e variância igual a 4 (anos) 2 . Foram formuladas as hipóteses H 0 : μ = 35 anos (hipótese nula) e H 1 : μ < 35 anos (hipótese alternativa) utilizando-se para a decisão o teste referente à distribuição t de Student.

Dados:

Valores críticos (t α ) da distribuição t de Student com n graus de liberdade tal que P(t > t α ) = α

n
α = 0,01
α = 0,05
7
3,00
1,90
8
2,90
1,86
9
2,82
1,83

Conclui-se que H 0

A é rejeitada ao nível de significância de 1%.
B não é rejeitada tanto ao nível de significância de 1% como ao de 5%.
C é rejeitada para qualquer nível de significância superior a 1% e inferior a 5%.
D é rejeitada para um nível de significância superior a 5%.
E é rejeitada para qualquer nível de significância, pois a média amostral é inferior a 35 anos.

A elaboração dos instrumentos de pesquisa deve ser sucessiva, partindo do geral para o parcial. Ao tratar de política de descrição documental, Heloísa Liberalli Bellotto preconiza a seguinte ordem de prioridade:

A catálogo seletivo, guia de fontes, inventário.
B edição de fontes, catálogo, inventário.
C guia, inventário, catálogo.
D inventário topográfico, catálogo, guia.
E índice geral, catálogo, inventário topográfico.

A cultura organizacional é um fenômeno intimamente ligado ao comportamento dos integrantes de uma organização e possui aspectos identificáveis em diferentes níveis, sendo

A ritualísticos aqueles inerentes a comportamentos e práticas usuais, e preditivos aqueles recomendados por normas formais de conduta.
B os fundamentos básicos uma dimensão psicológica da cultura, que se contrapõe à dimensão estrutural, que são os valores e crenças da organização.
C todos aspectos conscientes e visíveis, representados por condutas normatizadas pela organização, em caráter mandatório ou indicativo.
D de natureza informal aqueles aplicados pelos usos e costumes da organização, e de caráter estrutural aqueles impostos pela alta liderança.
E os aspectos formais e abertos, ditos artefatos observáveis, o nível de maior visibilidade da cultura organizacional.