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Atenção : Para responder às questões de números 48 e 49, baseie-se na Lei nº4.320/1964 e nas transações que ocorreram no exercício de 2024 a seguir:

Ao final do exercício de 2024, houve inscrição de restos a pagar no montante de

A R$ 217.000,00 não processados, apenas.
B R$ 187.000,00 processados e R$ 30.000,00 não processados.
C R$ 217.000,00 a processar, apenas.
D R$ 187.000,00 não processados e R$ 217.000,00 processados.
E R$ 217.000,00 processados, apenas.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Ciências Contábeis Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Ciências Contábeis - 2026
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Atenção : Para responder às questões de números 9 a 15, baseie-se no texto seguinte.

[Em busca da origem da desigualdade social]

A pesquisa que culminou na escrita deste livro - O despertar de tudo - começou quase uma década atrás, basicamente como uma forma de brincadeira. No princípio, nós nos lançamos a isso, cabe reconhecer, num espírito de ligeiro desvio das nossas responsabilidades acadêmicas mais "sérias". Acima de tudo, estávamos curiosos para ver como as novas evidências arqueológicas que se acumularam nas três últimas décadas poderiam modificar nossas concepções dos primórdios da história humana, sobretudo os aspectos associados às discussões sobre as origens da desigualdade social.
Não demorou, contudo, para se tornar óbvia a potencial relevância do que estávamos empreendendo, pois quase ninguém mais em nossas disciplinas parece dedicado a esse trabalho de síntese. Com frequência ficamos surpresos ao buscar em vão por livros que supúnhamos existir, mas que na verdade sequer haviam sido escritos - por exemplo, compêndios das cidades primitivas desprovidas de governos fortes, exercidos de cima para baixo, ou relatos de processos democráticos de tomada de decisão na África ou na América.
No final, concluímos que essa relutância em sintetizar informações básicas não se devia apenas a uma reticência por parte de pesquisadores: tratava-se apenas da inexistência de uma linguagem apropriada para dar conta de determinadas estruturas sociais. Como, por exemplo, nos referirmos a uma "cidade desprovida de estruturas de governo de cima para baiхо"?
No momento, ainda não há um termo de aceitação geral. Nos arriscaríamos a chamar isso de "democracia"? Ou 'república"? Caberia dizer "cidade igualitária"? Mas isso implicaria o ônus de provar que a cidade era "de fato" igualitária - o que significaria, na prática, demonstrar que nenhum elemento de desigualdade estrutural estava presente em qualquer aspecto da vida de seus habitantes, incluindo grupos familiares e práticas religiosas. Dada a raridade, ou mesmo inexistência de tais evidências, seria inevitável a conclusão de que afinal essas cidades não tinham nada de igualitário. Trata-se, enfim, de considerar que a existência de civilizações originalmente não marcadas pela desigualdade social pode não ser mais do que um mito a ser desmontado.

(Adaptado de: GRAEBER, David, e WENGROW, David. O despertar de tudo. São Paulo: Companhia das Letras, 2022, p. 552)

A relutância em sintetizar informações básicas (3º parágrafo) com que se depararam os autores do texto em sua pesquisa deveu-se, sobretudo,

A à falta de estrutura de algumas cidades desprovidas de um governo mais atuante.
B ao fato de que as bases sociais eram tão assemelhadas que não havia como distingui-las.
C à dificuldade de caracterizar e nomear com exatidão os fenômenos sociais investigados.
D às penosas condições socioeconômicas enfrentadas pelos primeiros pesquisadores.
E à rudimentar tecnologia dos métodos explorados nas observações pioneiras.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Ciências Contábeis Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Ciências Contábeis - 2026
Texto associado
Atenção: Para responder às questões de números 9 a 15, baseie-se no texto seguinte.

[Em busca da origem da desigualdade social]

À pesquisa que culminou na escrita deste livro — O despertar de tudo — começou quase uma década atrás, basicamente como uma forma de brincadeira. No princípio, nós nos lançamos a isso, cabe reconhecer, num espírito de ligeiro desvio das nossas responsabilidades acadêmicas mais “sérias”. Acima de tudo, estávamos curiosos para ver como as novas evidências arqueológicas que se acumularam nas três últimas décadas poderiam modificar nossas concepções dos primórdios da história humana, sobretudo os aspectos associados às discussões sobre as origens da desigualdade social.
Não demorou, contudo, para se tornar óbvia a potencial relevância do que estávamos empreendendo, pois quase ninguém mais em nossas disciplinas parece dedicado a esse trabalho de síntese. Com frequência ficamos surpresos ao buscar em vão por livros que supúnhamos existir, mas que na verdade sequer haviam sido escritos — por exemplo, compêndios das cidades primitivas desprovidas de governos fortes, exercidos de cima para baixo, ou relatos de processos democráticos de tomada de decisão na África ou na América.
No final, concluímos que essa relutância em sintetizar informações básicas não se devia apenas a uma reticência por parte de pesquisadores: tratava-se apenas da inexistência de uma linguagem apropriada para dar conta de determinadas estruturas sociais. Como, por exemplo, nos referirmos a uma “cidade desprovida de estruturas de governo de cima para baixo”?
No momento, ainda não há um termo de aceitação geral. Nos arriscariamos a chamar isso de “democracia”? Ou 'república”? Caberia dizer “cidade igualitária”? Mas isso implicaria o ônus de provar que a cidade era “de fato” igualitária — o que significaria, na prática, demonstrar que nenhum elemento de desigualdade estrutural estava presente em qualquer aspecto da vida de seus habitantes, incluindo grupos familiares e práticas religiosas. Dada a raridade, ou mesmo inexistência de tais evidências, seria inevitável a conclusão de que afinal essas cidades não tinham nada de igualitário. Trata-se, enfim, de considerar que a existência de civilizações originalmente não marcadas pela desigualdade social pode não ser mais do que um mito a ser desmontado.
(Adaptado de: GRAEBER, David, e WENGROW, David. O despertar de tudo . São Paulo: Companhia das Letras, 2022, p. 552)

As formas verbais estão corretamente flexionadas e há presença de voz passiva na frase:

A Como foram obtidos poucos resultados, eles não mais se detiveram em novas etapas.
B Malgrado a decepção que experimentaram, eles se recomporam e foram em frente.
C Os pesquisadores não suporam que a pesquisa não seria conclusiva.
D Fatores negativos interviram nas atividades exercidas pelos pesquisadores.
E Mesmo que eles revessem os resultados, a pesquisa seguiria inconclusiva.
Texto associado
Atenção : Considere a crônica “No ônibus”, do escritor Carlos Drummond de Andrade, para responder às questões de números 1 a 10.

1. A senhora subiu, Deus sabe como, em companhia de dois garotos. Cada garoto com sua merendeira e sua pasta de livros e cadernos indispensáveis para a aquisição dos preliminares da sabedoria. No ônibus não cabia mais ninguém. A bem dizer, não cabia nem o pessoal que se espremia lá dentro em estado de sardinha. Na massa compacta de gente, ou de seções de gente que a vista alcançava, percebi aquelas mãozinhas tentando segurar as pastas atochadas.
2. — Deixa que eu carrego — falei na direção de um dos braços a meu alcance, executando um movimento complicado, para enxergar os rostos dos garotos. O menor olhou-me com surpresa e hesitação, porém o mais velho estendeu o braço, e o primeiro, depois de uma cotovelada ministrada pelo segundo, imitou-o. Fiquei de posse de duas bojudas pastas escolares, que acomodei da melhor maneira possível sobre os joelhos. Conheço perfeitamente a técnica de carregar embrulhos dos outros. Deve-se colocá-los de tal modo que fiquem seguros sem que seja necessário pôr a mão em cima deles. São coisas sagradas.
3. A voz da senhora saiu daquele bolo humano:
4. — Agradece ao moço, Serginho. Agradece, Raul.
5. Raul (o mais crescido) obedeceu, mas Serginho manteve-se reservado. Mal se passaram alguns minutos, senti que a pasta de cima escorregava mansamente do meu colo. Muito de leve, a mão esquerda de Serginho, escondida sob um lenço, puxava-a para fora. Compreendi que ele prezava acima de tudo a sua pasta, e deixei que a tirasse. A mãe ordenou:
6. — Serginho, deixe a pasta com o moço!
7. Teve de levantar a voz, para torná-la enérgica. Passageiros em redor começaram a sorrir. Tive de sorrir também. Muito a contragosto, Serginho voltou a confiar-me sua querida pasta. Um estranho mereceria carregá-la? E se fugisse com ela? Como bem podem imaginar, Serginho suspeitava de minha honorabilidade, e os circunstantes se deliciavam com a suspeita.
8. Mais alguns quarteirões, Serginho repete a manobra. Dessa vez, é radical. Toma sua pasta e a de Raul. Raul protesta:
9. — Deixa com ele, seu burro. Não vê que eu não posso segurar nada?
10. A mãe, em apoio de Raul, exprobra o procedimento de Serginho. Este capitula, mas em termos. Só me restitui a pasta do irmão. A sua não correrá o risco. Coloca-a sobre o peito, sob as mãos cruzadas, como levaria o Santo Graal.
11. — Este menino é impossível. Desculpe, cavalheiro.
12. Não vejo o rosto da senhora, mas sua voz é doce, e compensa-me da desconfiança do Serginho. Sorrio para este, enquanto retribuo: “Oh, minha senhora, por favor! Até que o seu filhinho é engraçado.”
13. Engraçado? Serginho faz-me uma careta e ferra-me um beliscão. A assistência ri. A mãe ferra outro em Serginho, que dispara a chorar. Bonito. É no que dá carregar embrulho dos outros.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. 70 historinhas. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 105-107. Adaptado)

É invariável quanto a gênero e a número a palavra sublinhada no seguinte trecho:

A Raul (o mais crescido) obedeceu, mas Serginho manteve-se reservado . (5º parágrafo)
B A senhora subiu, Deus sabe como, em companhia de dois garotos. (1º parágrafo)
C Conheço perfeitamente a técnica de carregar embrulhos dos outros. (2º parágrafo)
D Mal se passaram alguns minutos, senti que a pasta de cima escorregava mansamente do meu colo. (5º parágrafo).
E A mãe ferra outro em Serginho, que dispara a chorar. (13º parágrafo)
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Técnico do Ministério Público - Área Administrativa Prova: FCC - MPE SE - Técnico do Ministério Público - Área Administrativa - 2026

Em janeiro de 2020, Aline depositou R$ 882,00 em uma conta poupança e, a cada mês seguinte, depositou R$ 90,00 nessa conta. Dez meses depois, em novembro de 2020, sua irmã Álice depositou em uma conta poupança determinado valor X e, nos 49 meses seguintes, Alice depositou nessa conta 12% de X. No mês de dezembro de 2024, após Aline e Álice terem feito seus depósitos, constataram que a quantia total depositada por Aline desde janeiro de 2020 foi igual à quantia total depositada por Alice desde novembro de 2020. Portanto, a quantia X equivale a

A R$ 800,00
B R$ 1.200,00
C R$ 1.100,00
D R$ 900,00
E R$ 1.000,00
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Técnico do Ministério Público - Área: Manutenção e Suporte de Equipamentos de Informática e Softwares Prova: FCC - MPE SE - Técnico do Ministério Público - Área: Manutenção e Suporte de Equipamentos de Informática e Softwares - 2026
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Atenção : Considere a crônica “No ônibus”, do escritor Carlos Drummond de Andrade, para responder às questões de números 1 a 10.

1. A senhora subiu, Deus sabe como, em companhia de dois garotos. Cada garoto com sua merendeira e sua pasta de livros e cadernos indispensáveis para a aquisição dos preliminares da sabedoria. No ônibus não cabia mais ninguém. A bem dizer, não cabia nem o pessoal que se espremia lá dentro em estado de sardinha. Na massa compacta de gente, ou de seções de gente que a vista alcançava, percebi aquelas mãozinhas tentando segurar as pastas atochadas.
2. — Deixa que eu carrego — falei na direção de um dos braços a meu alcance, executando um movimento complicado, para enxergar os rostos dos garotos. O menor olhou-me com surpresa e hesitação, porém o mais velho estendeu o braço, e o primeiro, depois de uma cotovelada ministrada pelo segundo, imitou-o. Fiquei de posse de duas bojudas pastas escolares, que acomodei da melhor maneira possível sobre os joelhos. Conheço perfeitamente a técnica de carregar embrulhos dos outros. Deve-se colocá-los de tal modo que fiquem seguros sem que seja necessário pôr a mão em cima deles. São coisas sagradas.
3. A voz da senhora saiu daquele bolo humano:
4. — Agradece ao moço, Serginho. Agradece, Raul.
5. Raul (o mais crescido) obedeceu, mas Serginho manteve-se reservado. Mal se passaram alguns minutos, senti que a pasta de cima escorregava mansamente do meu colo. Muito de leve, a mão esquerda de Serginho, escondida sob um lenço, puxava-a para fora. Compreendi que ele prezava acima de tudo a sua pasta, e deixei que a tirasse. A mãe ordenou:
6. — Serginho, deixe a pasta com o moço!
7. Teve de levantar a voz, para torná-la enérgica. Passageiros em redor começaram a sorrir. Tive de sorrir também. Muito a contragosto, Serginho voltou a confiar-me sua querida pasta. Um estranho mereceria carregá-la? E se fugisse com ela? Como bem podem imaginar, Serginho suspeitava de minha honorabilidade, e os circunstantes se deliciavam com a suspeita.
8. Mais alguns quarteirões, Serginho repete a manobra. Dessa vez, é radical. Toma sua pasta e a de Raul. Raul protesta:
9. — Deixa com ele, seu burro. Não vê que eu não posso segurar nada?
10. A mãe, em apoio de Raul, exprobra o procedimento de Serginho. Este capitula, mas em termos. Só me restitui a pasta do irmão. A sua não correrá o risco. Coloca-a sobre o peito, sob as mãos cruzadas, como levaria o Santo Graal.
11. — Este menino é impossível. Desculpe, cavalheiro.
12. Não vejo o rosto da senhora, mas sua voz é doce, e compensa-me da desconfiança do Serginho. Sorrio para este, enquanto retribuo: “Oh, minha senhora, por favor! Até que o seu filhinho é engraçado.”
13. Engraçado? Serginho faz-me uma careta e ferra-me um beliscão. A assistência ri. A mãe ferra outro em Serginho, que dispara a chorar. Bonito. É no que dá carregar embrulho dos outros.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. 70 historinhas. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 105-107. Adaptado)

Retoma um termo mencionado anteriormente na crônica a palavra sublinhada em:

A — Deixa com ele, seu burro. Não vê que eu não posso segurar nada? (9º parágrafo)
B Mal se passaram alguns minutos, senti que a pasta de cima escorregava mansamente do meu colo. (5º parágrafo)
C Compreendi que ele prezava acima de tudo a sua pasta, e deixei que a tirasse. (5º parágrafo)
D Compreendi que ele prezava acima de tudo a sua pasta, e deixei que a tirasse. (5º parágrafo)
E mãe ferra outro em Serginho, que dispara a chorar. ( 13º parágrafo)
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Técnico do Ministério Público - Área Administrativa Prova: FCC - MPE SE - Técnico do Ministério Público - Área Administrativa - 2026

A Lei de Diretrizes Orçamentárias, conforme disciplina estabelecida na Constituição Federal e na Lei de Responsabilidade Fiscal, constitui relevante instrumento de planejamento e acompanhamento de riscos fiscais e, nesse contexto, é integrada por Anexo de Metas Fiscais, o qual contempla, entre outros elementos,

A reserva de contingência, fixada em percentual da receita corrente líquida, destinada exclusivamente à abertura de créditos extraordinários em situações de emergência ou calamidade pública.
B as diretrizes para subvenções econômicas e sociais, política fiscal e as medidas de recondução das despesas previdenciárias aos limites fixados na LRF e no Plano Plurianual.
C demonstrativo da estimativa e compensação da renúncia de receita e da margem de expansão das despesas obrigatórias de caráter continuado.
D os passivos contingentes e as superveniências ativas capazes de impactar as metas, informando as providências a serem tomadas, caso se concretizem.
E os limites para contratação de operações de crédito e o valor máximo da dívida consolidada, que deve apresentar trajetória decrescente na forma prevista no Plano Plurianual.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Ciências Contábeis Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Ciências Contábeis - 2026

Sobre os conceitos de dívida previstos na Lei nº 4.320/1964:

A Um débito reconhecido de salário de servidor público, com exigibilidade dentro de 3 meses, faz parte da dívida fundada, pela perenidade do passivo.
B Dívida ativa referente à Contribuição de Melhoria pode integrar o passivo financeiro ou o passivo permanente do órgão.
C A dívida ativa tributária será reconhecida junto com os encargos financeiros e atualização monetária referentes a ela.
D A dívida ativa decorrente de precatórios integra o passivo permanente.
E Os débitos em tesouraria compõem a dívida fundada.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Ciências Contábeis Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Ciências Contábeis - 2026

No entendimento da psicologia do crime, encontramos que os assassinos em série podem ser individuos mentalmente sãos, doentes mentais ou fronteiriços. Enquanto os mentalmente sãos geralmente têm um motivo para os crimes praticados, podendo ser de ordem econômica (matadores de aluguel), fanática (terroristas) ou política (chefes de Estado ditadores), os doentes mentais cometem os crimes

A em parceria, visando individuos alvo.
B sozinhos, visando atingir o maior número de vítimas.
C coletivamente, em prol de uma causa ideológica.
D publicamente, visando a propagação de ideias dominantes.
E em grupo, no intuito de promover um efeito radioativo.

O Patrimônio Líquido contábil da empresa Pratos Rápidos S.A., em 31/12/2023, era R$ 40.000.000,00 e o valor justo líquido dos seus ativos e passivos identificáveis era R$ 50.000.000,00. A diferença entre o valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis e o valor do Patrimônio Líquido contábil era devido à variação entre o custo original contabilizado e o valor justo de um terreno em 31/12/2023.

A empresa Alimentação Global S.A. adquiriu, em 31/12/2023, sessenta por cento (60%) das ações da empresa Pratos Rápidos S.A., pagando R$ 25.000.000,00 e passando a deter seu controle.

As mutações no Patrimônio Líquido da empresa Pratos Rápidos S.A. ocorridas em 2024 foram devidas aos seguintes fatos:
Lucro líquido apurado em 2024: R$ 2.000.000,00
Distribuição e pagamento de dividendos em 2024: R$ 1.000.000,00
Com base nestas informações, a empresa Alimentação Global S.A. registrou, nas suas demonstrações contábeis individuais:

A Na data da aquisição, o resultado positivo de R$ 5.000.000,00, referente à aquisição do investimento.
B Na data da aquisição, o valor de R$ 1.000.000,00 como ágio por expectativa de rentabilidade futura.
C Na data da aquisição, na conta Investimentos no ativo, o valor de R$ 24.000.000,00.
D Na data da aquisição, na conta Investimentos no ativo, o valor de R$ 25.000.000,00.
E No resultado do ano de 2024, o resultado de equivalência patrimonial no valor de R$ 600.000,00.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Ciências Contábeis Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Ciências Contábeis - 2026