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Considere os esquemas de aterramento das instalações 1 e 2, mostrados na Figura a seguir, adaptada da Norma da ABNT NBR 5410:2004.
Os esquemas das instalações 1 e 2 são denominados, respectivamente,

A TN-S e TT
B TN-C e TN-S
C TN-C e TN-C-S
D TT e IT
E TT-C-S e TN-C

A política de escalonamento de processos de um sistema operacional é uma das partes que mais pode influenciar no seu desempenho.
A estratégia que associa, a cada processo, um valor baseado no tempo em que ele deverá ocupar a CPU e escolhe o de menor valor para a execução é denominada

A First-Come-First-serve
B Last-Come-First-Serve
C Longest-job-first
D Round Robin
E Shortest-job-first
Órgão: Petróleo Brasileiro S.A Cargo: Engenheiro de Equipamentos Júnior - Área Eletrônica Prova: CESGRANRIO - Petrobras - Engenheiro de Equipamentos Júnior - Área Eletrônica - 2018

De acordo com o Decreto no 2.475/1998, estarão impedidos
de participar de licitações na Petrobras, firma ou
consórcio de firmas (incluindo as respectivas firmas subcontratadas)
nas quais haja alguém que seja Diretor ou
empregado da Petrobras entre seus dirigentes, responsáveis
técnicos ou sócios detentores de mais de

A dois por cento do capital social
B três por cento do capital social
C seis por cento do capital social
D oito por cento do capital social
E dez por cento do capital social
Órgão: Petróleo Brasileiro S.A Cargo: Técnico de Suprimento de Bens Júnior - Área Mecânica Prova: CESGRANRIO - Petrobras - Técnico de Suprimento de Bens Júnior - Área Mecânica - 2018
Texto associado
O vício da tecnologia
Entusiastas de tecnologia passaram a semana
com os olhos voltados para uma exposição de novi-
dades eletrônicas realizada recentemente nos Esta-
dos Unidos. Entre as inovações, estavam produtos
5 relacionados a experiências de realidade virtual e à
utilização de inteligência artificial — que hoje é um
dos temas que mais desperta interesse em profissio-
nais da área, tendo em vista a ampliação do uso des-
se tipo de tecnologia nos mais diversos segmentos.
10 __ Mais do que prestar atenção às novidades lan-
çadas no evento, vale refletir sobre o motivo que nos
leva a uma ansiedade tão grande para consumir pro-
dutos que prometem inovação tecnológica. Por que
tanta gente se dispõe a dormir em filas gigantescas
15 só para ser um dos primeiros a comprar um novo mo-
delo de smartphone ? Por que nos dispomos a pagar
cifras astronômicas para comprar aparelhos que não
temos sequer certeza de que serão realmente úteis
em nossas rotinas?
20 __ A teoria de um neurocientista da Universidade
de Oxford (Inglaterra) ajuda a explicar essa “corrida
desenfreada” por novos gadgets . De modo geral, em
nosso processo evolutivo como seres humanos, nos-
so cérebro aprendeu a suprir necessidades básicas
25 para a sobrevivência e a perpetuação da espécie, tais
como sexo, segurança e status social.
Nesse sentido, a compra de uma novidade tec-
nológica atende a essa última necessidade citada:
nós nos sentimos melhores e superiores, ainda que
30 momentaneamente, quando surgimos em nossos
círculos sociais com um produto que quase ninguém
ainda possui.
Foi realizado um estudo de mapeamento cere-
bral que mostrou que imagens de produtos tecnoló-
35 gicos ativavam partes do nosso cérebro idênticas às
que são ativadas quando uma pessoa muito religiosa
se depara com um objeto sagrado. Ou seja, não seria
exagero dizer que o vício em novidades tecnológicas
é quase uma religião para os mais entusiastas.
40 __ O ato de seguir esse impulso cerebral e com-
prar o mais novo lançamento tecnológico dispara em
nosso cérebro a liberação de um hormônio chamado
dopamina, responsável por nos causar sensações de
prazer. Ele é liberado quando nosso cérebro identifica
45 algo que represente uma recompensa.
O grande problema é que a busca excessiva
por recompensas pode resultar em comportamentos
impulsivos, que incluem vícios em jogos, apego
excessivo a redes sociais e até mesmo alcoolismo.
50 No caso do consumo, podemos observar a situação
problematizada aqui: gasto excessivo de dinheiro em
aparelhos eletrônicos que nem sempre trazem novidade
–– as atualizações de modelos de smartphones , por
exemplo, na maior parte das vezes apresentam
55 poucas mudanças em relação ao modelo anterior,
considerando-se seu preço elevado. Em outros
casos, gasta-se uma quantia absurda em algum
aparelho novo que não se sabe se terá tanta utilidade
prática ou inovadora no cotidiano.
60 __ No fim das contas, vale um lembrete que pode
ajudar a conter os impulsos na hora de comprar um
novo smartphone ou alguma novidade de mercado:
compare o efeito momentâneo da dopamina com o
impacto de imaginar como ficarão as faturas do seu
65 cartão de crédito com a nova compra.
O choque ao constatar o rombo em seu orça-
mento pode ser suficiente para que você decida pen-
sar duas vezes a respeito da aquisição.
DANA, S. O Globo. Economia. Rio de Janeiro, 16 jan. 2018. Adaptado.

De acordo com o texto, o “vício tecnológico” pode ser explicado por

A curiosidade de testar produtos que envolvam experiências de realidade virtual e de inteligência artificial.
B dependência de relacionamento virtual que só pode ser obtido pelo acesso a redes sociais.
C necessidade de transformar aparelhos em elementos sagrados pelo excesso de religiosidade.
D prazer produzido pelo status social derivado da utilização de um produto que quase ninguém possui.
E tendência à manifestação de uma personalidade dominada por vícios como jogos de azar e alcoolismo.
Texto associado
Text I
A world in transformation:
World Energy Outlook 2017
The resurgence in oil and gas production from the
United States, deep declines in the cost of renewables
and growing electrification are changing the face of
the global energy system and upending traditional
5 ways of meeting energy demand, according to the
World Energy Outlook 2017. A cleaner and more
diversified energy mix in China is another major driver
of this transformation.
Over the next 25 years, the world’s growing
10 energy needs are met first by renewables and natural
gas, as fast-declining costs turn solar power into the
cheapest source of new electricity generation. Global
energy demand is 30% higher by 2040 — but still
half as much as it would have been without efficiency
15 improvements. The boom years for coal are over — in
the absence of large-scale carbon capture, utilization
and storage (CCUS) — and rising oil demand slows
down but is not reversed before 2040 even as
electric-car sales rise steeply.
20 __ WEO-2017, the International Energy Agency
(IEA)’s flagship publication, finds that over the next
two decades the global energy system is being
reshaped by four major forces: the United States
is set to become the undisputed global oil and gas
25 leader; renewables are being deployed rapidly thanks
to falling costs; the share of electricity in the energy
mix is growing; and China’s new economic strategy
takes it on a cleaner growth mode, with implications
for global energy markets.
30 __ Solar PV is set to lead capacity additions, pushed
by deployment in China and India, meanwhile in the
European Union, wind becomes the leading source of
electricity soon after 2030.
“Solar is forging ahead in global power markets
35 as it becomes the cheapest source of electricity
generation in many places, including China and
India,” said Dr Fatih Birol, the IEA’s executive director.
“Electric vehicles (EVs) are in the fast lane as a result
of government support and declining battery costs but
40 it is far too early to write the obituary of oil, as growth
for trucks, petrochemicals, shipping and aviation
keep pushing demand higher. The US becomes
the undisputed leader for oil and gas production for
decades, which represents a major upheaval for
45 international market dynamics.”
These themes — as well as the future role of
oil and gas in the energy mix, how clean-energy
technologies are deploying, and the need for more
investment in CCUS — were among the key topics
50 discussed by the world’s energy leaders at the IEA’s
2017 Ministerial Meeting in Paris last week.
This year, WEO-2017 includes a special focus on
China, where economic and energy policy changes
underway will have a profound impact on the
55 country’s energy mix, and continue to shape global
trends. A new phase in the country’s development
results in an economy that is less reliant on heavy
industry and coal.
At the same time, a strong emphasis on cleaner
60 energy technologies, in large part to address poor air
quality, is catapulting China to a position as a world
leader in wind, solar, nuclear and electric vehicles and
the source of more than a quarter of projected growth
in natural gas consumption. As demand growth in
65 China slows, other countries continue to push overall
global demand higher – with India accounting for
almost one-third of global growth to 2040.
The shale oil and gas revolution in the United
States continues thanks to the remarkable ability of
70 producers to unlock new resources in a cost-effective
way. By the mid-2020s, the United States is projected
to become the world’s largest LNG exporter and a net
oil exporter by the end of that decade.
This is having a major impact on oil and gas
75 markets, challenging incumbent suppliers and
provoking a major reorientation of global trade flows,
with consumers in Asia accounting for more than
70% of global oil and gas imports by 2040. LNG
from the United States is also accelerating a major
80 structural shift towards a more flexible and globalized
gas market.
WEO-2017 finds it is too early to write the
obituary of oil. Global oil demand continues to grow to
2040, although at a steadily decreasing pace – while
85 fuel efficiency and rising electrification bring a peak in
oil used for passenger cars, even with a doubling of
the car fleet to two billion. But other sectors – namely
petrochemicals, trucks, aviation, and shipping – drive
up oil demand to 105 million barrels a day by 2040.
90 __ While carbon emissions have flattened in recent
years, the report finds that global energy-related CO2
emissions increase slightly by 2040, but at a slower
pace than in last year’s projections. Still, this is far from
enough to avoid severe impacts of climate change.
Available at: < https://www.iea.org/newsroom/news/2017/november/a-world-in-transformation-world-energy-outlook-2017.html >. Retrieved on: 14 Nov. 2017. Adapted. _

In the fragment “ Still , this is far from enough to avoid severe impacts of climate change” (lines 93-94), Still can be replaced, without changing the meaning of the sentence, by

A Therefore
B Furthermore
C Nevertheless
D In other words
E Because of that

Na esfera econômico-financeira, o conceito de liquidez diz respeito à capacidade de solvência de uma empresa no curto prazo. Quando o estoque de uma empresa não é líquido, ou seja, sua conversão em caixa é difícil ou demorada, o índice de liquidez seca apresenta melhores resultados sobre a liquidez geral, se comparado ao índice de liquidez corrente.

Considere-se o seguinte balancete, que foi apresentado pelo contador da Cia. Z S.A.
Balancete da Cia. Z em 31/12/2017
Bancos
R$ 240.000,00
Caixa
R$ 20.000,00
Capital Social
R$ 125.000,00
Clientes – Curto Prazo
R$ 38.000,00
Clientes – Longo Prazo
R$ 127.000,00
Empréstimos a pagar – Curto Prazo
R$ 73.000,00
Empréstimos a pagar – Longo Prazo
R$ 118.000,00
Estoques
R$ 275.000,00
Fornecedores – Curto Prazo
R$ 136.000,00
Fornecedores – Longo Prazo
R$ 248.000,00

De acordo com o balancete apresentado pelo contador da Cia. Z S.A., o índice de liquidez seca aproximado da empresa foi de:

A 0,74
B 0,82
C 1,22
D 1,42
E 2,74

A resposta a um sinal senoidal do sistema representado pela função de transferência
G(s) = k s + p s + z ​
na qual k > 1 e z < p, para altas frequências da entrada, será

A atenuada com fase negativa
B atenuada com fase nula
C amplificada com fase positiva
D amplificada com fase negativa
E amplificada com fase nula

Em um permutador de calor, flui, a M 0 kg/s, um líquido quente. Para refrigeração, flui em contracorrente, um refrigerante a 4M 0 kg/s. Esse trocador de calor foi construído para que a diminuição de temperatura do fluido quente Δ T Q seja igual, em módulo, ao aumento da temperatura do fluido refrigerante Δ T F .
Qual é a razão entre os calores específicos dos fluidos quente e refrigerante, C Q /C F ?

A 0,25
B 1,00
C 3,00
D 4,00
E 5,00

Nos termos do Decreto nº 2.745/1998, é inexigível a licitação para a compra de materiais, equipamentos ou gêneros que possam ser fornecidos por produtor, empresa ou representante comercial exclusivo, vedada a preferência de

A local
B técnico
C planejamento
D marca
E contratação
Órgão: Petróleo Brasileiro S.A Cargo: Técnico de Logística de Transporte Júnior - Área Controle Prova: CESGRANRIO - Petrobras - Técnico de Logística de Transporte Júnior - Área Controle - 2018

Nos termos do Decreto nº 2.745/1998, quando não acudirem interessados à licitação anterior, e esta não puder ser repetida sem prejuízo para a Petrobras, mantidas, nesse caso, as condições preestabelecidas, haverá dispensa sendo caracterizada no caso acima a licitação

A desclassificada
B deserta
C desqualificada
D destoante
E direta
Órgão: Petróleo Brasileiro S.A Cargo: Técnico de Logística de Transporte Júnior - Área Controle Prova: CESGRANRIO - Petrobras - Técnico de Logística de Transporte Júnior - Área Controle - 2018