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Para não comprometer o sigilo das informações, um periódico
técnico-científico divulgou os dados básicos que
utilizou em um modelo estatístico, na seguinte distribuição
de frequência por classes:
A melhor estimativa para a mediana da distribuição de X é:

A ƒ{0,75
B 0
C 0,25
D 0,50
E 1
Texto associado
O vício da tecnologia
Entusiastas de tecnologia passaram a semana
com os olhos voltados para uma exposição de novi-
dades eletrônicas realizada recentemente nos Esta-
dos Unidos. Entre as inovações, estavam produtos
5 relacionados a experiências de realidade virtual e à
utilização de inteligência artificial — que hoje é um
dos temas que mais desperta interesse em profissio-
nais da área, tendo em vista a ampliação do uso des-
se tipo de tecnologia nos mais diversos segmentos.
10 __ Mais do que prestar atenção às novidades lan-
çadas no evento, vale refletir sobre o motivo que nos
leva a uma ansiedade tão grande para consumir pro-
dutos que prometem inovação tecnológica. Por que
tanta gente se dispõe a dormir em filas gigantescas
15 só para ser um dos primeiros a comprar um novo mo-
delo de smartphone ? Por que nos dispomos a pagar
cifras astronômicas para comprar aparelhos que não
temos sequer certeza de que serão realmente úteis
em nossas rotinas?
20 __ A teoria de um neurocientista da Universidade
de Oxford (Inglaterra) ajuda a explicar essa “corrida
desenfreada” por novos gadgets . De modo geral, em
nosso processo evolutivo como seres humanos, nos-
so cérebro aprendeu a suprir necessidades básicas
25 para a sobrevivência e a perpetuação da espécie, tais
como sexo, segurança e status social.
Nesse sentido, a compra de uma novidade tec-
nológica atende a essa última necessidade citada:
nós nos sentimos melhores e superiores, ainda que
30 momentaneamente, quando surgimos em nossos
círculos sociais com um produto que quase ninguém
ainda possui.
Foi realizado um estudo de mapeamento cere-
bral que mostrou que imagens de produtos tecnoló-
35 gicos ativavam partes do nosso cérebro idênticas às
que são ativadas quando uma pessoa muito religiosa
se depara com um objeto sagrado. Ou seja, não seria
exagero dizer que o vício em novidades tecnológicas
é quase uma religião para os mais entusiastas.
40 __ O ato de seguir esse impulso cerebral e com-
prar o mais novo lançamento tecnológico dispara em
nosso cérebro a liberação de um hormônio chamado
dopamina, responsável por nos causar sensações de
prazer. Ele é liberado quando nosso cérebro identifica
45 algo que represente uma recompensa.
O grande problema é que a busca excessiva
por recompensas pode resultar em comportamentos
impulsivos, que incluem vícios em jogos, apego
excessivo a redes sociais e até mesmo alcoolismo.
50 No caso do consumo, podemos observar a situação
problematizada aqui: gasto excessivo de dinheiro em
aparelhos eletrônicos que nem sempre trazem novidade
–– as atualizações de modelos de smartphones , por
exemplo, na maior parte das vezes apresentam
55 poucas mudanças em relação ao modelo anterior,
considerando-se seu preço elevado. Em outros
casos, gasta-se uma quantia absurda em algum
aparelho novo que não se sabe se terá tanta utilidade
prática ou inovadora no cotidiano.
60 __ No fim das contas, vale um lembrete que pode
ajudar a conter os impulsos na hora de comprar um
novo smartphone ou alguma novidade de mercado:
compare o efeito momentâneo da dopamina com o
impacto de imaginar como ficarão as faturas do seu
65 cartão de crédito com a nova compra.
O choque ao constatar o rombo em seu orça-
mento pode ser suficiente para que você decida pen-
sar duas vezes a respeito da aquisição.
DANA, S. O Globo. Economia. Rio de Janeiro, 16 jan. 2018. Adaptado.

No trecho “Nesse sentido, a compra de uma novidade tecnológica atende a essa última necessidade citada: nós nos sentimos melhores e superiores, ainda que momentaneamente, quando surgimos em nossos círculos sociais com um produto que quase ninguém ainda possui.” (l. 27-32), os dois pontos poderiam ser substituídos, sem alterar a relação entre as ideias, por

A mas
B para
C embora
D porque
E portanto
Órgão: Petróleo Brasileiro S.A Cargo: Analista de Sistemas Júnior - Área Processos de Negócios Prova: CESGRANRIO - Petrobras - Analista de Sistemas Júnior - Área Processos de Negócio - 2018

Nos termos da Lei no 13.303/2016, as licitações e os contratos
devem respeitar, na forma da legislação urbanística,
as normas relativas à avaliação de

A reflexos ambientais
B organização viária
C estrutura patrimonial
D impactos de vizinhança
E dificuldades de locomoção
Órgão: Petróleo Brasileiro S.A Cargo: Técnico de Suprimento de Bens Júnior - Área Mecânica Prova: CESGRANRIO - Petrobras - Técnico de Suprimento de Bens Júnior - Área Mecânica - 2018

Entre os tipos de cobre e ligas de cobre, qual é o mais suscetível à formação de partículas de óxidos nos contornos de grãos, como decorrência da soldagem?

A Cobre desoxidado com fósforo
B Cobre eletrolítico
C Cobre fundido a vácuo
D Latão
E Bronze
Órgão: Petróleo Brasileiro S.A Cargo: Engenheiro de Equipamentos Júnior - Área Inspeção Prova: CESGRANRIO - Petrobras - Engenheiro de Equipamentos Júnior - Área Inspeção - 2018

Nos aços carbono (aços comuns) hipoeutetoides, qual é o tratamento térmico que leva ao surgimento de ferrita proeutetoide?

A Alívio de tensões
B Austêmpera
C Recozimento
D Revenido
E Têmpera

Um engenheiro precisa calcular a velocidade específica de uma bomba bilateral de 2 estágios que deve bombear 0,0032 m 3 /s para uma elevação de 2 . 3 6 2 5 ​ m. Sabe-se que que essa bomba irá operar a 3.000 rpm.

Qual é o valor da velocidade específica nominal, em rpm?

A 58,4
B 87,6
C 91,3
D 137,5
E 175,2

Um pesquisador em seu laboratório realizou uma reação química entre dois elementos X e Y. As velocidades iniciais das reações foram colocadas na Tabela abaixo.
(-r X )
C X0
C Y0
(mol/L.S)
(mol/L)
(mol/L)
5
1
1
10
1
2
20
2
1

Com base nos dados da Tabela, a equação da velocidade pode ser

A -r X = K y 2 ​
B -r X = K x 2 ​
C -r X = K x ​ C y ​
D -r X = K y 2 ​ C x ​
E -r X = K x 2 ​ C y ​

Nos termos da Lei no 13.303/2016, o conjunto dos elementos necessários e suficientes à execução completa da obra, de acordo com as normas técnicas pertinentes, caracteriza o projeto

A básico
B complexo
C executivo
D global
E preliminar
Órgão: Petróleo Brasileiro S.A Cargo: Técnico de Suprimentos de Bens Júnior - Área Administração Prova: CESGRANRIO - Petrobras - Técnico de Suprimentos de Bens Júnior - Área Administração - 2018

As reações químicas podem ter a velocidade de reação modificada com a temperatura. Assim, Arrhenius propôs uma formulação levando em consideração a energia de ativação e o fator de frequência. Um composto a 20°C possui uma constante de velocidade igual a 5x10 -4 /s e possui a energia de ativação 100 kJ/mol.
Se a decomposição desse composto ocorre a 27°C, o valor aproximado da constante de velocidade, em s -1 , é
Dados
R = 8,31 J/mol.K
ln (5x10 -4 ) = -7,6

A e -12,4
B e -10,2
C e -8,8
D e -6,4
E e -4,7
Texto associado
Text I

Clean energy: Experts outline how governments
can successfully invest before it’s too late

asd Governments need to give technical experts
more autonomy and hold their nerve to provide more
long-term stability when investing in clean energy,
argue researchers in climate change and innovation
5 i policy in a new paper published today.
asd Writing in the journal Nature , the authors from
UK and US institutions have set out guidelines for
investment based on an analysis of the last twenty
years of “what works” in clean energy research and
10 i innovation programs.
asd Their six simple “guiding principles” also include
the need to channel innovation into the private sector
through formal tech transfer programs, and to think in
terms of lasting knowledge creation rather than ‘quick
15 i win’ potential when funding new projects.
asd The authors offer a stark warning to governments
and policymakers: learn from and build on experience
before time runs out, rather than constantly reinventing
aims and processes for the sake of political vanity.
20 asd “As the window of opportunity to avert dangerous
climate change narrows, we urgently need to take
stock of policy initiatives around the world that aim
to accelerate new energy technologies and stem
greenhouse gas emissions,” said Laura Diaz Anadon,
25 i Professor of Climate Change Policy at the University
of Cambridge.
asd “If we don’t build on the lessons from previous
policy successes and failures to understand what
works and why, we risk wasting time and money in
30 i a way that we simply can’t afford,” said Anadon, who
authored the new paper with colleagues from the
Harvard Kennedy School as well as the University of
Minnesota’s Prof Gabriel Chan.
asd Public investments in energy research have risen
35 i since the lows of the mid-1990s and early 2000s.
OECD members spent US$16.6 billion on new energy
research and development (R&D) in 2016 compared
to $10b in 2010. The EU and other nations pledged
to double clean energy investment as part of 2015’s
40 i Paris Climate Change Agreement.
asd Recently, the UK government set out its own
Clean Growth Strategy, committing £2.5 billion
between 2015 and 2021, with hundreds of million
to be invested in new generations of small nuclear
45 i power stations and offshore wind turbines.
asd However, Anadon and colleagues point out that
government funding for energy innovation has, in
many cases, been highly volatile in the recent past:
with political shifts resulting in huge budget fluctuations
50 i and process reinventions in the UK and US.
asd For example, the research team found that every
single year between 1990 and 2017, one in five
technology areas funded by the US Department of
Energy (DoE) saw a budget shift of more than 30%
55 i up or down. The Trump administration’s current plan
is to slash 2018’s energy R&D budget by 35% across
the board.
asd “Experimentation has benefits, but also costs,”
said Anadon. “Researchers are having to relearn
60 i new processes, people and programmes with every
political transition -- wasting time and effort for
scientists, companies and policymakers.”
asd “Rather than repeated overhauls, existing
programs should be continuously evaluated and
65 i updated. New programs should only be set up if they
fill needs not currently met.”
asd More autonomy for project selection should be
passed to active scientists, who are “best placed to
spot bold but risky opportunities that managers miss,"
70 i say the authors of the new paper.
asd They point to projects instigated by the US
National Labs producing more commercially-viable
technologies than those dictated by DoE headquarters
— despite the Labs holding a mere 4% of the DoE’s
75 i overall budget.
asd The six evidence-based guiding principles for
clean energy investment are:
asdasd • Give researchers and technical experts more
autonomy and influence over funding decisions.
80 asdd • Build technology transfer into research organisations
asasdd • Focus demonstration projects on learning.
asdasd • Incentivise international collaboration.
asdasd • Adopt an adaptive learning strategy.
85 aasd • Keep funding stable and predictable.
asd From US researchers using the pace of Chinese
construction markets to test energy reduction
technologies, to the UK government harnessing
behavioural psychology to promote energy efficiency,
90 i the authors highlight examples of government
investment that helped create or improve clean
energy initiatives across the world.
asd “Let’s learn from experience on how to accelerate
the transition to a cleaner, safer and more affordable
95 i energy system,” they write.

Available at: releases/2017/12/171206132223.htm>.
Retrieved on: 28 Dec 2017. Adapted.

In the fragment of Text I “we urgently need to take stock of policy initiatives around the world” (lines 21-22), take stock means to

A reevaluate controversial decisions.
B plan ahead to overcome potential difficulties.
C make an overall assessment of a particular situation.
D discard unnecessary measures or questionable actions.
E get rid of all inefficient or superficial solutions to a problem.