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Carteira de motorista terá formato de cartão de crédito e recursos antifraude A CNH (Carteira Nacional de Habilitação) vai mudar de formato e de material em 2019. No lugar do papel-moeda entra o plástico, com mais recursos antifraude. O processo de obtenção deve ser simplificado. Na proposta que está sendo estudada pelo Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), os motoristas terão que fazer exames médicos a cada cinco anos, sem que seja necessário pagar taxa, apresentar documentação e tirar outra foto no Detran, para receber outra CNH, como acontece hoje. Após o condutor completar 55 anos, a periodicidade dos exames cai para dois anos e meio. A partir dos 70 anos, passam a ser feitos anualmente. A nova regra só será possível com a adoção de tecnologias de segurança. Conforme a Resolução 718 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), a nova carteira terá o formato de um cartão de crédito e reunirá dados cadastrais do motorista tanto na parte impressa quanto na memória digital. A ideia é que as informações possam ser lidas por smartphones dotados de aplicativos desenvolvidos para agentes de trânsito. Sérgio Yoshioka, mestre em engenharia da computação, afirma que unir dados biométricos e cadastrais que possam ser lidos digitalmente praticamente elimina as possibilidades de fraude. O especialista diz que seria importante utilizar tecnologia de leitura facial, a mesma já disponível em alguns celulares. Com isso, não haveria a necessidade de apresentar o documento em uma blitz, por exemplo. O Departamento Nacional de Trânsito diz que “as empresas que produzirão as carteiras serão previamente credenciadas e posteriormente habilitadas pelos Detrans, seguindo o mesmo modelo de negócio atual”. Esse processo ainda não teve início. O cronograma publicado pelo Contran prevê que as novas carteiras sejam emitidas a partir de janeiro, mas são esperados atrasos. (Eduardo Sodré. Folha de S.Paulo , 25.08.2018. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a redação escrita a partir do texto está correta quanto à concordância das palavras, de acordo com a norma-padrão da língua.

A Os novos modelos de carteira de habilitação serão muito diferente dos documentos anteriores.
B Com a nova proposta, os exames médicos serão realizados em menor intervalos de tempo do que os atuais.
C Ocorrerá mudanças profundas tanto no documento físico como nas informações cadastrais dos motoristas.
D O novo documento, com todas as mudanças previstas, depende do desenvolvimento da tecnologia necessária.
Texto associado
Carteira de motorista terá formato de cartão de crédito e recursos antifraude A CNH (Carteira Nacional de Habilitação) vai mudar de formato e de material em 2019. No lugar do papel-moeda entra o plástico, com mais recursos antifraude. O processo de obtenção deve ser simplificado. Na proposta que está sendo estudada pelo Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), os motoristas terão que fazer exames médicos a cada cinco anos, sem que seja necessário pagar taxa, apresentar documentação e tirar outra foto no Detran, para receber outra CNH, como acontece hoje. Após o condutor completar 55 anos, a periodicidade dos exames cai para dois anos e meio. A partir dos 70 anos, passam a ser feitos anualmente. A nova regra só será possível com a adoção de tecnologias de segurança. Conforme a Resolução 718 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), a nova carteira terá o formato de um cartão de crédito e reunirá dados cadastrais do motorista tanto na parte impressa quanto na memória digital. A ideia é que as informações possam ser lidas por smartphones dotados de aplicativos desenvolvidos para agentes de trânsito. Sérgio Yoshioka, mestre em engenharia da computação, afirma que unir dados biométricos e cadastrais que possam ser lidos digitalmente praticamente elimina as possibilidades de fraude. O especialista diz que seria importante utilizar tecnologia de leitura facial, a mesma já disponível em alguns celulares. Com isso, não haveria a necessidade de apresentar o documento em uma blitz, por exemplo. O Departamento Nacional de Trânsito diz que “as empresas que produzirão as carteiras serão previamente credenciadas e posteriormente habilitadas pelos Detrans, seguindo o mesmo modelo de negócio atual”. Esse processo ainda não teve início. O cronograma publicado pelo Contran prevê que as novas carteiras sejam emitidas a partir de janeiro, mas são esperados atrasos. (Eduardo Sodré. Folha de S.Paulo , 25.08.2018. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o termo destacado é acentuado em conformidade com a mesma regra observada para acentuação do termo destacado em “Carteira de motorista terá formato de cartão de crédito ...”.

A No lugar do papel-moeda entra o plástico ...
B A pós o condutor completar 55 anos...
C A nova regra só será possível com a adoção de tecnologias...
D ... a mesma já disponível em alguns celulares.
Texto associado
Carteira de motorista terá formato de cartão de crédito e recursos antifraude A CNH (Carteira Nacional de Habilitação) vai mudar de formato e de material em 2019. No lugar do papel-moeda entra o plástico, com mais recursos antifraude. O processo de obtenção deve ser simplificado. Na proposta que está sendo estudada pelo Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), os motoristas terão que fazer exames médicos a cada cinco anos, sem que seja necessário pagar taxa, apresentar documentação e tirar outra foto no Detran, para receber outra CNH, como acontece hoje. Após o condutor completar 55 anos, a periodicidade dos exames cai para dois anos e meio. A partir dos 70 anos, passam a ser feitos anualmente. A nova regra só será possível com a adoção de tecnologias de segurança. Conforme a Resolução 718 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), a nova carteira terá o formato de um cartão de crédito e reunirá dados cadastrais do motorista tanto na parte impressa quanto na memória digital. A ideia é que as informações possam ser lidas por smartphones dotados de aplicativos desenvolvidos para agentes de trânsito. Sérgio Yoshioka, mestre em engenharia da computação, afirma que unir dados biométricos e cadastrais que possam ser lidos digitalmente praticamente elimina as possibilidades de fraude. O especialista diz que seria importante utilizar tecnologia de leitura facial, a mesma já disponível em alguns celulares. Com isso, não haveria a necessidade de apresentar o documento em uma blitz, por exemplo. O Departamento Nacional de Trânsito diz que “as empresas que produzirão as carteiras serão previamente credenciadas e posteriormente habilitadas pelos Detrans, seguindo o mesmo modelo de negócio atual”. Esse processo ainda não teve início. O cronograma publicado pelo Contran prevê que as novas carteiras sejam emitidas a partir de janeiro, mas são esperados atrasos. (Eduardo Sodré. Folha de S.Paulo , 25.08.2018. Adaptado)

Com o Novo Acordo Ortográfico, não mais se emprega o acento agudo em palavras como “heroico” e “jiboia”. Outra palavra que deixou de ser acentuada em conformidade com essa mesma regra está destacada em:

A O processo de obtenção deve ser simplificado.
B Na proposta que está sendo estudada pelo Denatran.
C A ideia é que as informações possam ser lidas por smartphones dotados de aplicativos...
D O especialista diz que seria importante utilizar tecnologia de leitura facial...
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Empresas de tecnologia querem lei federal de privacidade nos EUA As leis de privacidade pelo mundo afetaram em cheio as empresas de tecnologia desde o início do ano. Só no primeiro semestre, a União Europeia e o Estado da Califórnia, nos EUA, criaram leis para proteger os dados pessoais de seus cidadãos. Agora, na tentativa de driblar as novas regras, companhias de tecnologia estão estudando formas de criar uma lei federal americana que atenda a seus interesses. O movimento teve início em maio, quando a Europa começou a aplicar sua nova lei (GDPR, na sigla em inglês) que permite que as pessoas solicitem seus dados e restringe a forma como as empresas obtêm e lidam com informações. Em junho, foi a vez da Califórnia fazer o mesmo, estabelecendo um parâmetro de privacidade para os EUA. Agora, as principais empresas de tecnologia estão indo para a ofensiva. Nos últimos meses, o Facebook, o Google, a IBM, a Microsoft e outros pressionaram agressivamente as autoridades na administração Trump para começar a delinear uma lei federal de privacidade. A lei teria um duplo objetivo: ela iria se sobrepor à lei da Califórnia e, ao mesmo tempo, daria às empresas ampla margem de manobra sobre como as informações digitais pessoais eram tratadas. (Cecília Kang, do The New York Times. Estado de S.Paulo , 29.08.2018)

O termo destacado na frase “... criaram leis para proteger os dados pessoais de seus cidadãos.” expressa

A a finalidade da criação das leis.
B o modo como as leis foram criadas.
C o meio utilizado na criação das leis.
D o tempo em que as leis foram criadas.

Considerando a correspondência entre as formas verbais e o emprego do pronome, conforme a norma-padrão, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase: Lembrando-se do que o policial_____________ , o rapaz conferiu se o registro de gás________ fechado.

A tinha lhe ensinado ... estiver
B tinha ensinado-lhe ... esteve
C tinha lhe ensinado ... estava
D tinha ensinado-lhe ... esteja
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. Para Lilia Schwarcz, Brasil está reescrevendo a história da escravidão “É declarada extinta desde a data desta Lei a escravidão no Brasil. Revogam-se as disposições em contrário.” Com menos de 20 palavras, a escravidão foi abolida no Brasil há 130 anos, em 13 de maio de 1888. Para a historiadora Lilia Schwarcz, o 13 de maio não deve ser uma data de celebração, mas sim de reflexão sobre o papel do Brasil, que foi o último dos países das Américas a abolir formalmente a escravidão mercantil. Além disso, Schwarcz propõe que a abordagem do tema deixe de focar apenas os aspectos que mostram os africanos como vítimas passivas e abarque a resistência dos escravizados, para propagar o conhecimento de que os escravos e escravas não foram trazidos para cá pacificamente — evidenciando, assim, a violência que permeou o fenômeno da miscigenação brasileira. (Luiza Calegari. Revista Exame. https://exame.abril.com.br. 13.05.2018. Adaptado)

O uso das aspas no primeiro parágrafo do texto serve ao propósito de sinalizar

A o emprego de palavras com sentido figurado.
B a fala da historiadora Lilia Schwarcz.
C um tipo de linguagem inadequada a comunicações formais.
D a citação da Lei que aboliu a escravidão no Brasil.
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. Para Lilia Schwarcz, Brasil está reescrevendo a história da escravidão “É declarada extinta desde a data desta Lei a escravidão no Brasil. Revogam-se as disposições em contrário.” Com menos de 20 palavras, a escravidão foi abolida no Brasil há 130 anos, em 13 de maio de 1888. Para a historiadora Lilia Schwarcz, o 13 de maio não deve ser uma data de celebração, mas sim de reflexão sobre o papel do Brasil, que foi o último dos países das Américas a abolir formalmente a escravidão mercantil. Além disso, Schwarcz propõe que a abordagem do tema deixe de focar apenas os aspectos que mostram os africanos como vítimas passivas e abarque a resistência dos escravizados, para propagar o conhecimento de que os escravos e escravas não foram trazidos para cá pacificamente — evidenciando, assim, a violência que permeou o fenômeno da miscigenação brasileira. (Luiza Calegari. Revista Exame. https://exame.abril.com.br. 13.05.2018. Adaptado)

De acordo com Lilia Schwarcz, a abolição da escravidão mercantil no Brasil

A ocorreu tardiamente em comparação com o que se verificou nos demais países das Américas.
B foi um processo facilitado pela forma pacífica como os escravos lidavam com a situação.
C foi conquistada pelo uso ostensivo da violência por parte de africanos rebeldes.
D demorou para se concretizar em virtude do comportamento passivo dos escravos.
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. Para Lilia Schwarcz, Brasil está reescrevendo a história da escravidão “É declarada extinta desde a data desta Lei a escravidão no Brasil. Revogam-se as disposições em contrário.” Com menos de 20 palavras, a escravidão foi abolida no Brasil há 130 anos, em 13 de maio de 1888. Para a historiadora Lilia Schwarcz, o 13 de maio não deve ser uma data de celebração, mas sim de reflexão sobre o papel do Brasil, que foi o último dos países das Américas a abolir formalmente a escravidão mercantil. Além disso, Schwarcz propõe que a abordagem do tema deixe de focar apenas os aspectos que mostram os africanos como vítimas passivas e abarque a resistência dos escravizados, para propagar o conhecimento de que os escravos e escravas não foram trazidos para cá pacificamente — evidenciando, assim, a violência que permeou o fenômeno da miscigenação brasileira. (Luiza Calegari. Revista Exame. https://exame.abril.com.br. 13.05.2018. Adaptado)

Duas expressões do terceiro parágrafo usadas para se referir a ideias que se opõem no texto são:

A abordagem do tema; aspectos que mostram.
B africanos como vítimas passivas; resistência dos escravizados.
C propagar o conhecimento; evidenciando.
D violência; miscigenação.

Nos termos expressamente previstos no art. 5° da Constituição Federal, é correto afirmar que

A todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigida autorização prévia à autoridade competente.
B o civilmente identificado não será submetido a identificação criminal, salvo nas hipóteses previstas em lei.
C em decorrência do princípio da dignidade da pessoa humana, é vedada, de modo absoluto, a pena de morte.
D ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime impropriamente militar, definidos em lei.

Assinale a alternativa correta no que diz respeito à Declaração Universal dos Direitos do Homem.

A Todo homem, vi?tima de perseguic?a?o, tem o direito de procurar e de gozar asilo em outros pai?ses, especialmente nos casos de perseguic?a?o legitimamente motivada por crimes de direito comum.
B No exerci?cio de seus direitos e liberdades, nenhum homem estara? sujeito a limitac?o?es.
C Todo homem, sem qualquer distinc?a?o, tem direito a igual remunerac?a?o, ainda que por trabalhos distintos.
D Todo homem tem direito a? instruc?a?o, que sera? gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instruc?a?o elementar sera? obrigato?ria.