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De acordo com a Lei Maria da Penha, assinale a alternativa INCORRETA:

A A violência doméstica e familiar contra a mulher constitui uma das formas de violação dos direitos humanos.
B O juiz deferirá ou não as medidas protetivas de urgências pleiteadas pela ofendida após prévia oitiva do Ministério Público.
C Para garantir a efetividade das medidas protetivas de urgência, poderá o juiz requisitar, a qualquer momento, auxílio da força policial.
D Em qualquer fase do inquérito policial ou da instrução criminal, caberá a prisão preventiva do agressor, decretada pelo juiz, de ofício, a requerimento do Ministério Público ou mediante representação da autoridade policial.
E Nos casos de risco à integridade física da ofendida ou à efetividade da medida protetiva de urgência, não será concedida liberdade provisória ao preso.

Além do IMC, dados epidemiológicos demonstram, cada vez mais, a importância da utilização do parâmetro da circunferência abdominal (CA) na avaliação da pessoa com diabetes tipo 2. De acordo com a organização mundial da saúde, é considerado como risco para doença cardiovascular quando a circunferência abdominal é:

A ? 80 cm para homens.
B ? 94 cm para homens.
C ? 74 cm para mulheres.
D ? 90 cm para mulheres.
E ? 85 cm para homens.

O protocolo _____________________ permite o monitoramento e gerenciamento remoto de dispositivos em rede, como por exemplo, roteadores, switches, hubs, nobreaks , servidores e impressoras. A partir deste protocolo, é possível monitorar, descobrir problemas e gerenciar remotamente qualquer dispositivo que possua suporte a este protocolo, tornando mais simples o trabalho de administração da rede. Assinale a alternativa que preencha de forma CORRETA a lacuna:

A SSH
B SMTP
C SNMP
D NNTP
E PING
Órgão: Prefeitura de Arapongas PR Cargo: Analista de Tecnologia Redes e Comunicação de Dados Prova: FAFIPA - Prefeitura de Arapongas PR - Analista de Tecnologia Redes e Comunicação de Dados - 2020

Na compra de um fogão obtive um desconto de 10% por ter feito o pagamento à vista. Se paguei R$ 564,21 reais pelo fogão, qual era o seu preço original?

A Seu preço original era R$ 626,90 reais.
B Seu preço original era R$ 725,00 reais.
C Seu preço original era R$ 810,00 reais.
D Seu preço original era R$ 850,00 reais.
E Seu preço original era R$ 1.200,00 reais.
Texto associado
Nova bateria deve manter carga do celular por cinco dias A durabilidade seria tão ruim quanto a das baterias de hoje, mas, sim, elas podem ser revolucionárias. Sair de casa sem um carregador para o celular vai deixar de ser problema. Pesquisadores da Universidade Monash, em Melbourne (Austrália), desenvolveram uma bateria com capacidade quatro vezes maior do que as utilizadas hoje. Trata-se de uma bateria de Lítio-Enxofre (Li-S). Elas já existem – e por serem bem leves já foram usadas em aviões movidos a energia solar. Mas por que o seu celular não tem uma dessas, então? Porque elas se desintegram. Depois algumas poucas cargas e recargas elas não aguentam o tranco, começam a se romper, e a bateria morre. Isso acontece porque as partículas de enxofre lá dentro praticamente dobram de tamanho quando a bateria está carregada – isso acontece nas baterias de lítio comum também, mas aí a dilatação é de apenas 10%. A equipe, porém, encontrou uma solução esperta para esse problema: criaram uma estrutura interna bem intrincada, que oferece mais espaço para a expansão do enxofre. Dessa forma, ela consegue uma durabilidade equivalente à de uma bateria comum, com a vantagem de durar assombrosamente mais. Isso não seria interessante só para quem sai de casa sem carregador. O maior impacto seria nos carros elétricos. Os melhores de hoje têm autonomia de mais ou menos 300 km. Baterias assim elevariam tal autonomia para 1.500 km – bem mais que a de qualquer veículo com motor a combustão interna. Elas também ajudariam em outra frente: a das baterias que armazenam energia solar para uso doméstico, como a Powerwall, da Tesla. Ela armazena o equivalente a um dia e 17 de horas de energia. Com o lítio-enxofre de alta durabilidade, essa capacidade saltaria para uma semana. Os pesquisadores estão otimistas. Dizem que, além de tudo, as baterias seriam mais baratas que as de hoje – pelo fato de o enxofre ser um elemento mais abundante que os metais das baterias de lítio comum. Mas o fato é que a tecnologia ainda está engatinhando – eles esperam testar protótipos por mais alguns anos até apresentar uma bateria capaz de chegar ao mercado. Disponível em: . Acesso em: 20 jan .

No 3º parágrafo do texto, o verbo desintegrar tem seu sinônimo expresso em:

A Incorporar.
B Aglomerar.
C Comprometer.
D Deleitar.
E Fragmentar.

Quanto aos procedimentos de proteção e vigilância das repartições públicas, é INCORRETO afirmar que:

A Na ronda de verificação e checagem, após o expediente todas as portas e janelas da repartição pública devem ser devidamente verificadas e trancadas.
B O acesso de prestadores de serviço após o horário de expediente deve ser previamente agendado com autorização do superior responsável.
C A ronda noturna nas ruas, acessos, imediações da repartição pública, devem ser executadas somente após autorização verbal do superior responsável.
D Durante o expediente, o guarda municipal, quando possível, deve agir em situações de dano ao erário público.
E Em regra, é vedado ao guarda municipal deixar seu posto de trabalho para executar serviços particulares, durante o expediente.

De acordo com a Constituição Federal, assinale a alternativa INCORRETA:

A Todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, mediante prévia autorização da autoridade competente.
B A casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial.
C É plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar.
D A lei estabelecerá o procedimento para desapropriação por necessidade ou utilidade pública, ou por interesse social, mediante justa e prévia indenização em dinheiro, ressalvados os casos previstos na Constituição Federal.
E É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença.

Sobre a atuação da enfermagem no centro cirúrgico, é CORRETO afirmar que:

A Ela tem maior relevância no período pré-operatório do que no pós-operatório, pois neste período a responsabilidade do cuidado com o paciente destina-se exclusivamente ao anestesiologista.
B O enfermeiro atua apenas na parte gerencial do centro cirúrgico, distribuindo adequadamente as cirurgias agendadas de acordo com tamanho de sala, número de equipe participante e equipamento disponível.
C A atuação da enfermagem no centro cirúrgico inicia no ato de admissão do paciente no centro cirúrgico e finaliza somente quando o mesmo recebe alta da sala de recuperação pós anestesia (SRPA), e é encaminhado para outra área hospitalar, onde outra equipe estará assumindo e cuidando do paciente
D O centro cirúrgico que tenha até 15 salas operatórias necessita de apenas um enfermeiro, sendo que ele executa as funções de gerência e assistencial.
E Na ausência do enfermeiro no centro cirúrgico, o técnico de enfermagem designado pelo enfermeiro deverá assumir sua função assistencial, mas jamais gerencial.
Texto associado
Esta startup compra roupas usadas e devolve para as fabricantes revendê-las Britânica Stuffstr desenvolveu um negócio que tem como objetivo finalizar o ciclo de uso das vestimentas. Adidas já é uma das parceiras Pelo menos uma vez por ano, algumas pessoas fazem aquela limpeza no guarda roupas e pensam no que fazer com peças que não servem mais ou que já não combinam com o novo estilo de vida. A partir daí, as roupas são direcionadas para doação ou para revenda em sites ou brechós. Muitas, ainda, acabam sendo descartadas, mesmo com condições de uso. Enquanto isso, a fabricante não tem ideia de qual fim tiveram as peças produzidas. De olho nessa oportunidade, a startup britânica Stuffstr resolveu aprimorar o trabalho de recolhimento e repasse de roupas de segunda mão. Eles coletam e armazenam dados dos produtos por até cinco anos. Os clientes então podem pesquisar para descobrir quanto a empresa pagará para comprar o item de volta. A startup coleta o item do consumidor e leva para o local de triagem, que analisa se a peça ainda tem condições de uso. As que têm são direcionadas de volta às empresas; já as que têm perda total vão para reciclagem. A Stuffstr, então, envia essas informações de volta às marcas, com base nas condições das roupas devolvidas. As marcas podem usar essas informações para planejar o desenvolvimento futuro de produtos, visando melhor durabilidade, e ajustar os preços que oferecem aos consumidores pelos itens usados. Com isso, a startup argumenta que os consumidores ganham um dinheiro extra, o desperdício é reduzido e as marcas obtêm dados e informações valiosas sobre as peças e os clientes. As primeiras parcerias da Stuffstr foram com as empresas John Lewis e Adidas. Ao entrar no site das marcas, o cliente se depara com a possibilidade de vender peças usadas para a startup . À Forbes, o co-fundador da Stuffstr, John Atcheson disse que a startup está “em uma posição única para poder oferecer aos consumidores um nível sem precedentes de transparência sobre o que acontece com o material – onde é revendido e por quanto – e até o que acontece se não puder ser revendido e for direcionado para a reciclagem. 70% de tudo o que estamos comprando vai para aterros, mesmo que ainda seja utilizável”, diz. De acordo com ele, a ideia é fechar o ciclo de uso das peças e reduzir o descarte desnecessário. Disponível em: https://revistapegn.globo.com/Banco-de-ideias/Moda/noticia/2020/01/esta-startup-compra-roupasusadas-e-devolve-para-fabricantes-revende-las.html. Acesso em: 29 jan. 2020

Esta startup compra roupas usadas e devolve para as fabricantes revendê-las Britânica Stuffstr desenvolveu um negócio que tem como objetivo finalizar o ciclo de uso das vestimentas. Adidas já é uma das parceiras Pelo menos uma vez por ano, algumas pessoas fazem aquela limpeza no guarda roupas e pensam no que fazer com peças que não servem mais ou que já não combinam com o novo estilo de vida. A partir daí, as roupas são direcionadas para doação ou para revenda em sites ou brechós. Muitas, ainda, acabam sendo descartadas, mesmo com condições de uso. Enquanto isso, a fabricante não tem ideia de qual fim tiveram as peças produzidas. De olho nessa oportunidade, a startup britânica Stuffstr resolveu aprimorar o trabalho de recolhimento e repasse de roupas de segunda mão. Eles coletam e armazenam dados dos produtos por até cinco anos. Os clientes então podem pesquisar para descobrir quanto a empresa pagará para comprar o item de volta. A startup coleta o item do consumidor e leva para o local de triagem, que analisa se a peça ainda tem condições de uso. As que têm são direcionadas de volta às empresas; já as que têm perda total vão para reciclagem. A Stuffstr, então, envia essas informações de volta às marcas, com base nas condições das roupas devolvidas. As marcas podem usar essas informações para planejar o desenvolvimento futuro de produtos, visando melhor durabilidade, e ajustar os preços que oferecem aos consumidores pelos itens usados. Com isso, a startup argumenta que os consumidores ganham um dinheiro extra, o desperdício é reduzido e as marcas obtêm dados e informações valiosas sobre as peças e os clientes. As primeiras parcerias da Stuffstr foram com as empresas John Lewis e Adidas. Ao entrar no site das marcas, o cliente se depara com a possibilidade de vender peças usadas para a startup . À Forbes, o co-fundador da Stuffstr, John Atcheson disse que a startup está “em uma posição única para poder oferecer aos consumidores um nível sem precedentes de transparência sobre o que acontece com o material – onde é revendido e por quanto – e até o que acontece se não puder ser revendido e for direcionado para a reciclagem. 70% de tudo o que estamos comprando vai para aterros, mesmo que ainda seja utilizável”, diz. De acordo com ele, a ideia é fechar o ciclo de uso das peças e reduzir o descarte desnecessário. Disponível em: https://revistapegn.globo.com/Banco-de-ideias/Moda/noticia/2020/01/esta-startup-compra-roupasusadas-e-devolve-para-fabricantes-revende-las.html. Acesso em: 29 jan. 2020

A sujeito.
B predicado do sujeito.
C adjunto adverbial.
D objeto direto.
E agente da passiva.
Texto associado
Esta startup compra roupas usadas e devolve para as fabricantes revendê-las Britânica Stuffstr desenvolveu um negócio que tem como objetivo finalizar o ciclo de uso das vestimentas. Adidas já é uma das parceiras Pelo menos uma vez por ano, algumas pessoas fazem aquela limpeza no guarda roupas e pensam no que fazer com peças que não servem mais ou que já não combinam com o novo estilo de vida. A partir daí, as roupas são direcionadas para doação ou para revenda em sites ou brechós. Muitas, ainda, acabam sendo descartadas, mesmo com condições de uso. Enquanto isso, a fabricante não tem ideia de qual fim tiveram as peças produzidas. De olho nessa oportunidade, a startup britânica Stuffstr resolveu aprimorar o trabalho de recolhimento e repasse de roupas de segunda mão. Eles coletam e armazenam dados dos produtos por até cinco anos. Os clientes então podem pesquisar para descobrir quanto a empresa pagará para comprar o item de volta. A startup coleta o item do consumidor e leva para o local de triagem, que analisa se a peça ainda tem condições de uso. As que têm são direcionadas de volta às empresas; já as que têm perda total vão para reciclagem. A Stuffstr, então, envia essas informações de volta às marcas, com base nas condições das roupas devolvidas. As marcas podem usar essas informações para planejar o desenvolvimento futuro de produtos, visando melhor durabilidade, e ajustar os preços que oferecem aos consumidores pelos itens usados. Com isso, a startup argumenta que os consumidores ganham um dinheiro extra, o desperdício é reduzido e as marcas obtêm dados e informações valiosas sobre as peças e os clientes. As primeiras parcerias da Stuffstr foram com as empresas John Lewis e Adidas. Ao entrar no site das marcas, o cliente se depara com a possibilidade de vender peças usadas para a startup . À Forbes, o co-fundador da Stuffstr, John Atcheson disse que a startup está “em uma posição única para poder oferecer aos consumidores um nível sem precedentes de transparência sobre o que acontece com o material – onde é revendido e por quanto – e até o que acontece se não puder ser revendido e for direcionado para a reciclagem. 70% de tudo o que estamos comprando vai para aterros, mesmo que ainda seja utilizável”, diz. De acordo com ele, a ideia é fechar o ciclo de uso das peças e reduzir o descarte desnecessário. Disponível em: https://revistapegn.globo.com/Banco-de-ideias/Moda/noticia/2020/01/esta-startup-compra-roupasusadas-e-devolve-para-fabricantes-revende-las.html. Acesso em: 29 jan. 2020

Os itens a seguir apresentam algumas possíveis vantagens que a empresa Stuffstr oferece:

I. Consumidores podem ganhar dinheiro ao vender suas roupas que não usam mais.

II. As fabricantes de roupas podem obter informações mais facilmente e, com isso, ajudar no desenvolvimento de produtos melhores.

III. A empresa Stuffstr compra os produtos dos consumidores finais e as marcas parceiras podem comprar seus produtos de volta mais facilmente.

IV. Há redução no desperdício de materiais.

V. Os clientes da startup podem receber produtos reciclados feitos com suas roupas usadas. Quais dos itens são vantagens da startup?

A I, II e IV, apenas.
B II, III e V, apenas.
C I e V, apenas.
D I, III e IV, apenas.
E III e V, apenas.