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A praça e o lixo A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição. A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil. Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado. Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor. Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação. Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem." Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).

No texto, a praça é apresentada como um espaço simbolico que ultrapassa sua dimensão física. A partir da progressão argumentativa construída pelo autor, a principal função dessa imagem é representar:

A O ambiente historico em que a democracia antiga se consolidou, servindo como modelo plenamente realizado para a sociedade brasileira atual.
B O cenário idealizado de harmonia social, no qual as desigualdades desaparecem pela simples presença de diferentes grupos no mesmo lugar.
C O local de circulação popular que, por reunir grupos distintos, tende a produzir desordem, insegurança e perda de identidade coletiva.
D O espaço público em que as manifestações artísticas e comerciais substituem as formas tradicionais de debate político e filosófico.
E O lugar urbano em que a vida coletiva se organiza pela convivência entre diferenças, embora essa abertura revele também fragilidades sociais profundas.
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A praça e o lixo A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição. A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil. Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado. Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor. Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação. Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem." Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).

A passagem final, em que o autor associa o contêiner de lixo à frase de Manuel Bandeira, aprofunda a crítica social do texto porque:

A Contrapõe a imagem inicial da praça como espaço democrático à constatação de que a desigualdade transforma os restos de alguns em condição de sobrevivência para outros.
B Reforça a ideia de que a convivência entre grupos distintos é impossível nas cidades contemporâneas, pois a diferença social impede qualquer forma de reconhecimento humano.
C Defende que a exclusão social decorre da falta de organização dos espaços públicos, sugerindo que a solução estaria na substituiÇão das praças por ambientes controlados.
D Mostra que a presença do lixo nas ruas e o principal obstáculo para a convivência urbana, deslocando a reflexão para a responsabilidade individual sobre a limpeza pública.
E Indica que a vida em condomínios protege os moradores da miséria urbana, ainda que limite parcialmente o contato entre pessoas de diferentes origens sociais.
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A praça e o lixo A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição. A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil. Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado. Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor. Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação. Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem." Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).

Quanto à configuração fonetica de vocábulos do texto, é CORRETO afirmar que:

A Em colorido , há dígrafo consonantal em or .
B Em chacina, há dígrafo consonantal em ch .
C Em conviver , há dígrafo vocálico em vi .
D Em passamos , há dígrafo vocálico em ss.
E Em qualquer , há dígrafo consonantal em ambas as ocorrências de qu .
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A praça e o lixo A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição. A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil. Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado. Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor. Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação. Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem." Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).

A praça e o lixo A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição. A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil. Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado. Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor. Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação. Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem." Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).

A Apenas l e ll.
B Apenas l e lll.
C Apenas II e IV.
D Apenas III e IV.
E Apenas I, II e IV.

Durante o segundo bimestre, em uma turma do 1°ano do Ensino Medio integrado, um Professor percebe que um estudante de 16 anos, regularmente matriculado, apresenta faltas frequentes, queda significativa no rendimento e comportamento apático em sala de aula. Ao conversar com o estudante, descobre que ele passou a trabalhar no período noturno para ajudar financeiramente a família. O Professor comunica o fato à equipe pedagogica, que decide manter o aluno na mesma rotina, argumentando que "as regras são iguais para todos" e que "não cabe flexibilização". Diante dessa situação, o Professor questiona a decisão da equipe, fundamentando-se na Lei no 9.394/1996 (Lei de Diretrizes e Bases - LDB). A luz da LDB, assinale a alternativa CORRETA.

A A escola está correta, pois a LDB garante igualdade de condições para acesso e permanência na escola, o que implica a aplicação das mesmas regras e procedimentos pedagógicos a todos os estudantes, sem possibilidade de adaptações relacionadas às condições individuals.
B A escola deve encaminhar o estudante ao Conselho Tutelar e cancelar sua matrícula, pois o trabalho e incompatível com a frequência escolar no Ensino Médio.
C A escola deve assegurar estudos de recuperação e acompanhamento pedagógico, considerando as condições do aluno, pois a LDB prevê igualdade de condições para acesso e permanência na escola e estabelece a obrigatoriedade de estudos de recuperação paralelos ao período letivo.
D A LDB delega aos sistemas de ensino a responsabilidade exclusiva pela jornada do estudante, sendo que, para o ensino médio regular, a lei veda a flexibilização curricular ou de carga horária para alunos que exercem atividade remunerada.
E O descumprimento do regime de frequência mínima de l5% impõe a notificação imediata ao Conselho Tutelar, sendo vedada qualquer intervenção pedagogica antes que a situação laboral do menor seja regularizada perante o Ministério do Trabalho.

Um investidor, ao preencher sua Declaração de Imposto de Renda de 2024, informou que possuía 60 cotas de um fundo imobiliário A, adquiridas a um preço médio de R$ 75,00 por cota. No ano seguinte, ao elaborar sua Declaração de 2025, ele verificou que agora possui 80 cotas desse mesmo fundo, e que, analisando o aplicativo da corretora, o preço medio de todas as cotas passou a ser R$ 80,00. Considerando que ele apenas realizou compras (não vendeu cotas) em 2025, o preço médio de aquisição, em real, das cotas compradas exclusivamente em 2025 Íoi de:

A 115.
B 110.
C 105.
D 100.
E 95.

A relação entre a Educação Física, a saúde e a qualidade de vida e um tema central nas discussões sobre o desenvolvimento humano e as práticas corporais. Sobre esse assunto, assinale a alternativa CORRETA.

A A prática regular de atividades físicas, estimulada pela Educação Física, pode contribuir para a prevenção de doenças e melhoria da qualidade de vida.
B A Educação Física limita-se ao desenvolvimento do condicionamento físico, não influenciando outros aspectos da saúde.
C A qualidade de vida está relacionada apenas à ausência de doenças, não sendo influenciada por hábitos corporais.
D A Educação Física escolar deve priorizar exclusivamente o rendimento esportivo como forma de promover saúde.
E A promoção da saúde independe da prática de atividades físicas orientadas
Órgão: Prefeitura de Arroio Grande RS Cargo: Profissional de Educação Física na Saúde Prova: Instituto Legalle - Prefeitura de Arroio Grande RS - Profissional de Educação Física na Saúde - 2026

A avaliação física e um procedimento amplamente utilizado pelos profissionais de Educação Física em diferentes contextos de atuação. Sobre os objetivos e as características desse processo, assinale a alternativa CORRETA.

A A avaliação física deve focar exclusivamente no desempenho esportivo dos alunos.
B A avaliação física tem como principal objetivo classiÍicar os alunos entre aptos e inaptos.
C A avaliação física pode ser utilizada como instrumento diagnóstico e formativo, auxiliando no planejamento das aulas.
D A avaliação física deve ser aplicada apenas no início do ano letivo, sem necessidade de acompanhamento contínuo.
E A avaliação física desconsidera aspectos como idade, contexto social e nível de aptidão dos alunos.
Órgão: Prefeitura de Arroio Grande RS Cargo: Profissional de Educação Física na Saúde Prova: Instituto Legalle - Prefeitura de Arroio Grande RS - Profissional de Educação Física na Saúde - 2026

Durante uma partida de futebol, um jogador da equipe atacante recebe um passe de seu companheiro estando mais próximo da linha de gol adversária do que a bola e o penúltimo defensor. Em seguida, esse jogador faz o gol. Com base na regra do impedimento, assinale a alternativa CORRETA.

A Não há impedimento, pois o jogador não tocou na bola no momento do passe.
B Há impedimento, pois o jogador estava em posição irregular e participou ativamente da jogada
C Não há impedimento, pois a regra só se aplica dentro da área penal.
D Há impedimento apenas se o jogador estiver em contato físico com o defensor.
E Não há impedimento, pois a posição do jogador não interfere na jogada.
Órgão: Prefeitura de Arroio Grande RS Cargo: Profissional de Educação Física na Saúde Prova: Instituto Legalle - Prefeitura de Arroio Grande RS - Profissional de Educação Física na Saúde - 2026

Com o avanço da idade, o corpo humano passa por diversas alterações fisiologicas que podem impactar a rotina e o corpo. Nesse contexto, a inclusão de programas de ginástica voltados para a população idosa é um tema amplamente discutido na Educação Física. Sobre a relação entre a prática de ginástica e a terceira idade, assinale a alternativa CORRETA.

A A ginástica na velhice deve ser evitada, pois pode aumentar significativamente o risco de lesões.
B A prática de ginástica contribui apenas para o aumento da massa muscular, não influenciando outros aspectos da saúde.
C A prática de ginástica é indicada somente para idosos que já possuem alto nível de condicionamento físico.
D A ginástica regular pode auxiliar na melhora do equilíbrio, da flexibilidade e da autonomia funcional dos idosos.
E A ginástica não exerce influência sobre a qualidade de vida na terceira idade.
Órgão: Prefeitura de Arroio Grande RS Cargo: Profissional de Educação Física na Saúde Prova: Instituto Legalle - Prefeitura de Arroio Grande RS - Profissional de Educação Física na Saúde - 2026