Texto CG2A1-I
1 A tecnologia, especialmente a Internet, exerce grande
influência em vários segmentos do nosso dia a dia. Você já
reparou que hoje assistimos a filmes e ouvimos músicas via
4 computador e celulares com sistema operacional? Esses
exemplos são só alguns que sofrem influência das novas
tecnologias de informação e comunicação e que refletem no
7 modo como consumimos entretenimento. A praticidade que as
lojas virtuais oferecem para quem quer adquirir um produto é
outro exemplo. Graças ao comércio eletrônico, bastam alguns
10 cliques no mouse para você efetuar a sua compra.
O trânsito também é influenciado diariamente pelas
novas tecnologias. O modo como trabalham as oficinas, como
13 ensinam os centros de instrução de condutores e até como atua
a legislação na fiscalização das infrações tem relação com os
recursos proporcionados pelas ferramentas tecnológicas.
16 Graças a programas de computador avançados, a
educação no trânsito passou por alguns avanços, como, por
exemplo, a criação de um sistema de escola online , que traz
19 controle de frequência, grade de conteúdo e disponibilidade de
atividades e tarefas para alunos. Há, também, simuladores que
atuam para aperfeiçoar a prática dos alunos na direção de um
22 veículo.
Quem reside nas grandes cidades brasileiras sabe que
é possível perder horas preciosas do dia em engarrafamentos
25 intermináveis. O fato é que, quanto maior a cidade, melhor
deve ser o planejamento urbano. Assim, algumas ferramentas
da tecnologia podem dar uma mãozinha: controle de semáforos
28 por meio de sensores que percebem a presença de veículos e
regulam o funcionamento do semáforo conforme o fluxo de
tráfego, de forma a evitar o acúmulo de carros; monitoramento
31 remoto por câmeras de alta resolução com capacidade de
captar infrações às leis de trânsito, tais como não utilização de
cinto de segurança, estacionamento em local indevido e
34 excesso de velocidade; análises de tráfego (por exemplo, ruas
onde passam mais veículos de carga, horários em que
determinada via apresenta maior fluxo de veículos etc.).
37 Seja para a educação de pedestres e motoristas, seja
para quem quer iniciar um investimento no ramo automotivo,
as ferramentas tecnológicas atuais estão aí para trazer mais
40 facilidade. Portanto, se você é (ou pretende se tornar) um
profissional que atua nesse segmento, deve, sempre, estar
atualizado com as novidades tecnológicas criadas para essa
43 área.
Como a tecnologia influencia o trânsito. 19/9/2019.
Internet: (com adaptações).
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Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
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FUMARC
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ACAFE
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INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
341 questões encontradas
No que diz respeito à tuberculose, é correto afirmar que
Mães, pais, filhos, outra família e amigos, todas as pessoas são a felicidade de alguém, porque a solidão é uma perda de sentido que faz pouca coisa valer a pena.
Na solidão só vale a pena tentar encontrar alguém. O resto é tristeza. A tristeza a gente respeita e deita fora. A tristeza a gente respeita e, na primeira oportunidade, deita fora. É como algo descartável. Precisamos de usar mas não é bom ficar guardada.
Valter Hugo Mãe. O paraíso são os outros. 2.ª ed. Rio de Janeiro: Biblioteca Azul, 2018.
No texto, a expressão “deita fora” significa o mesmo que
Acerca do papel da ludicidade e do direito da criança à brincadeira, é correto afirmar que
Texto associado
Conclui-se do texto CG2A1-I que
Conforme a Lei Complementar n.º 004/2011 do município de Barra dos Coqueiros – SE, servidor da prefeitura municipal que requerer licença para tratamento de saúde deverá ser inspecionado por junta médica da administração municipal. Nesse caso,
Para a instalação de uma torneira monocomando, é indispensável a utilização de
Texto associado
Texto 36A1-I
Uma ambulância, em deslocamento rápido por via urbana, conduzia ao hospital Roberto, um operário da construção civil com fratura exposta na clavícula, acidentado na obra predial em que trabalhava. A bordo do veículo havia, além da vítima, o condutor e um auxiliar de enfermagem. No trajeto para o hospital, a ambulância colidiu contra dois transeuntes: Fábio, um trabalhador com vínculo empregatício formal, que ia de casa para o trabalho; e Leandro, um trabalhador informal que nunca teve registro na previdência social e que, no momento do acidente, fazia o trajeto trabalho-casa. As cinco pessoas envolvidas no acidente sofreram fratura na tíbia.
Uma ambulância, em deslocamento rápido por via urbana, conduzia ao hospital Roberto, um operário da construção civil com fratura exposta na clavícula, acidentado na obra predial em que trabalhava. A bordo do veículo havia, além da vítima, o condutor e um auxiliar de enfermagem. No trajeto para o hospital, a ambulância colidiu contra dois transeuntes: Fábio, um trabalhador com vínculo empregatício formal, que ia de casa para o trabalho; e Leandro, um trabalhador informal que nunca teve registro na previdência social e que, no momento do acidente, fazia o trajeto trabalho-casa. As cinco pessoas envolvidas no acidente sofreram fratura na tíbia.
No tocante à emissão de CAT, assinale a opção correta, a partir da situação hipotética apresentada no texto 36A1-I.
Texto associado
Texto CG1A2-I
1 A empatia é, em termos simples, a habilidade de se
colocar no lugar do outro. Por exemplo, se você, leitor, escuta
uma história sobre uma criança que teve muitos problemas de
4 saúde, que vem de uma família muito pobre, e se comove, é
possível ter dois tipos de emoção: o dó, que é a simpatia; ou
colocar-se no lugar daquela criança, imaginar o que ela passou
7 e tentar entender o que ela sentia, enxergar o panorama a partir
dos olhos dela. “É ser sensível a ponto de compreender
emoções e sentimentos de outras pessoas”, explica Rodrigo
10 Scaranari, da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional.
E é uma característica que pode, sim, ser aprendida —
ou, pelo menos, treinada. Para Rodrigo, o exercício passa pelo
13 autoconhecimento: para compreender a emoção do outro, é
preciso conhecer e entender o que se passa dentro da própria
cabeça. “Assim como podemos treinar os bíceps na academia,
16 e ficar mais fortes, podemos ser cada vez mais empáticos com
a prática. A plasticidade do cérebro torna isso possível”,
explica a professora Anita Nowak, pesquisadora da empatia e
19 diretora da Área de Iniciativas Sociais e Econômicas da
Universidade McGill, em Montreal.
Mas por que nos colocamos no lugar do outro? Para
22 o psicólogo, psicanalista e professor João Ângelo Fantini, da
Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a empatia seria
“uma forma de restabelecer um contato com um objeto de amor
25 perdido, uma parte incompreendida do sujeito”. Enxergamos
no outro uma humanidade compartilhada, sentimentos que
também temos e que são aplicados em situações
28 completamente diferentes. Por reconhecermos nós mesmos no
próximo, temos empatia.
Tal sentimento é uma via de mão dupla: beneficia não
31 só quem o desenvolve, mas também o emissor. “A empatia é,
sem dúvida nenhuma, uma das habilidades mais importantes
para que se tenha uma boa convivência social, interferindo
34 diretamente tanto no sucesso pessoal como no profissional. Ao
entender melhor as emoções e as necessidades de cada um,
temos menos dificuldades para lidar com eventuais conflitos
37 pessoais em qualquer ambiente ou situação”, afirma Rodrigo.
Juliana Contaifer e Renata Rusky. Colocando-se no lugar do outro. In: Correio
Braziliense, 1/1/2017. Internet: (com adaptações).
1 A empatia é, em termos simples, a habilidade de se
colocar no lugar do outro. Por exemplo, se você, leitor, escuta
uma história sobre uma criança que teve muitos problemas de
4 saúde, que vem de uma família muito pobre, e se comove, é
possível ter dois tipos de emoção: o dó, que é a simpatia; ou
colocar-se no lugar daquela criança, imaginar o que ela passou
7 e tentar entender o que ela sentia, enxergar o panorama a partir
dos olhos dela. “É ser sensível a ponto de compreender
emoções e sentimentos de outras pessoas”, explica Rodrigo
10 Scaranari, da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional.
E é uma característica que pode, sim, ser aprendida —
ou, pelo menos, treinada. Para Rodrigo, o exercício passa pelo
13 autoconhecimento: para compreender a emoção do outro, é
preciso conhecer e entender o que se passa dentro da própria
cabeça. “Assim como podemos treinar os bíceps na academia,
16 e ficar mais fortes, podemos ser cada vez mais empáticos com
a prática. A plasticidade do cérebro torna isso possível”,
explica a professora Anita Nowak, pesquisadora da empatia e
19 diretora da Área de Iniciativas Sociais e Econômicas da
Universidade McGill, em Montreal.
Mas por que nos colocamos no lugar do outro? Para
22 o psicólogo, psicanalista e professor João Ângelo Fantini, da
Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a empatia seria
“uma forma de restabelecer um contato com um objeto de amor
25 perdido, uma parte incompreendida do sujeito”. Enxergamos
no outro uma humanidade compartilhada, sentimentos que
também temos e que são aplicados em situações
28 completamente diferentes. Por reconhecermos nós mesmos no
próximo, temos empatia.
Tal sentimento é uma via de mão dupla: beneficia não
31 só quem o desenvolve, mas também o emissor. “A empatia é,
sem dúvida nenhuma, uma das habilidades mais importantes
para que se tenha uma boa convivência social, interferindo
34 diretamente tanto no sucesso pessoal como no profissional. Ao
entender melhor as emoções e as necessidades de cada um,
temos menos dificuldades para lidar com eventuais conflitos
37 pessoais em qualquer ambiente ou situação”, afirma Rodrigo.
Juliana Contaifer e Renata Rusky. Colocando-se no lugar do outro. In: Correio
Braziliense, 1/1/2017. Internet: (com adaptações).