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209 questões encontradas

Na abordagem de ensino cognitivista, a sociedade

A deve perpetuar a ordem estabelecida e a reprodução do conhecimento.
B tem a cultura representada pelos usos e costumes dominantes, pelos comportamentos reforçados na medida em que servem ao poder.
C deve caminhar no sentido da democracia, que não é um produto final, mas uma tentativa constante de conciliação.
D tem como objetivo tornar os seres humanos felizes, em valores baseados no “ser” e não no “ter”.
Texto associado
Texto II

O vício em smartphones prejudica profissionais e empresas

Nomofobia é a moléstia psíquica relacionada ao pavor de ser separado de seu smartphone

(...) Os smartphones surgiram no fim da década de 1990 e foram adotados em massa na década seguinte. De símbolo de status, transformaram-se rapidamente em bem de consumo obrigatório para todas as idades e estratos sociais.

Junto às fantasias prometidas pela tecnologia, vieram os efeitos colaterais. No fim de 2016, a American Academy of Pediatrics divulgou um estudo bem amplo sobre os efeitos das mídias digitais (frequentemente difundidas por meio de smartphones) sobre crianças e adolescentes.

Na longa lista de problemas, velhos conhecidos de pais e mães: efeitos negativos sobre o sono, a atenção e o aprendizado; relação preocupante com a obesidade e a depressão; exposição a conteúdos inadequados; e riscos relacionados à privacidade.


Em um ensaio de grande repercussão veiculado na revista The Atlantic em 2017, Jean M. Twenge, professora de psicologia na Universidade Estadual de San Diego, alertou sobre o risco de uma crise mental iminente afetando crianças e adolescentes. (...)

Para adultos no mundo do trabalho, os efeitos começam a ser estudados e analisados. A conectividade 24/7 (24 horas por dia, 7 dias por semana) já existia antes dos smartphones, porém foi intensificada com os novos aplicativos de troca de mensagens. A disponibilidade permanente gera ansiedade e estresse ou tecnoestresse, outra invenção da época. (...)

No trabalho, percebe-se facilmente o efeito negativo dos aparelhinhos sobre a produtividade. Faltava, entretanto, comprovação científica. O estudo, conduzido com 262 voluntários, comprova que há relação entre o vício em smartphone e a percepção de perda de produtividade.

Diversos outros estudos revelam que o uso dos smartphones rouba horas do dia de trabalho. Seus sinais visuais e sonoros constantes interrompem fluxos de raciocínio e prolongam desnecessariamente o tempo de realização de atividades.

O uso mal administrado de smartphones ajuda a criar um ambiente de emergência permanente, transforma problemas gerenciáveis em incêndios ameaçadores e faz com que todos se sintam como bombeiros sem equipamentos, frustrados e impotentes, diante de circunstâncias supostamente avassaladoras.

De forma geral, o entendimento científico sobre os efeitos colaterais dos smartphones ainda está engatinhando. Vários efeitos e fenômenos correlatos precisam ser estudados e compreendidos. (...)

Realizar mais estudos científicos é importante para contrapor à propaganda avassaladora dos fabricantes de smartphones, coligados e inocentes úteis da mídia. Não se trata de combater, tal qual luditas, a tecnologia. Os pequenos computadores pessoais constituem avanço importante. É preciso, entretanto, conhecer melhor seus efeitos colaterais e desenvolver antídotos.

Adaptado de: http://debatendo-a-educacao.blogspot.com/2017/12/. Acesso em: 08 dez. 2019.

Considere os seguintes excertos:

- “De símbolo de status, transformaram-se rapidamente em bem de consumo obrigatório para todas as idades e estratos sociais”.

- “No fim de 2016, a American Academy of Pediatrics divulgou um estudo bem amplo sobre os efeitos das mídias digitais (...)”.

Sobre o uso do termo em destaque em ambos os excertos, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

I. O termo “bem” tem as mesmas funções – sintática e semântica – nos dois contextos em questão.

II. No primeiro caso, “bem” funciona como substantivo e, no segundo, como advérbio.

III. No primeiro caso, “bem” refere-se à designação para “aquilo que alguém possui” e, no segundo, intensifica o adjetivo “amplo”.

IV. No primeiro caso, “bem” tem sentido de algo que “causa alegria, sensação positiva” e, no segundo, indica uma circunstância de modo.

A Apenas I e II.
B Apenas II e III.
C Apenas III e IV.
D Apenas II e IV.
Texto associado
Analise os textos I e II
para responder às questões 01 a 10.

Texto I

Disponível em:
https://www.espacovital.com.br/publicacao-
36954-fake-news-o-mal-do-seculo-21. Acesso
em: 08 dez. 2019.

Texto II

Fake News: as
mentiras que viram notícias

Será que todos os que se manifestam sobre
qualquer assunto estão devidamente
preparados para utilizar devidamente os
modernos canais de comunicação?

Danillo Saes

A realidade do
mundo de hoje é ligada à
velocidade, à digitalização e,
consequentemente, à exposição em redes. Com
a inserção da tecnologia no dia a dia das
pessoas, é possível presenciar diversas
mudanças, como o fato de um indivíduo com um
perfil em uma plataforma social ser
propagador de informações e não mais apenas
receptor.

Este cenário de disseminação de ideias
–
boas ou ruins, certas ou erradas, do mesmo
ponto de vista que o seu ou não – faz parte
de um mundo moderno e democrático. Neste
contexto, a tecnologia tem sido utilizada
como ferramenta de propagação destes
posicionamentos. Ao ter o poder do clique em
mãos, as pessoas passam a ser mais ativas
diante das informações que recebem. Os meios
de comunicação mudaram as formas de divulgar
suas notícias diante deste comportamento que
os indivíduos passaram a adquirir com o
passar do tempo. Há alguns anos,
pesquisadores divulgaram artigos sobre a
influência da “segunda tela”: o notebook ou
o smartphone começavam a se infiltrar como
coadjuvantes da tela da televisão.
Telespectadores comentavam suas novelas,
criticavam o técnico do seu time de futebol
e faziam outros tipos de comentários. Hoje,
os dispositivos móveis não são mais uma
segunda tela, mas uma extensão real – e,
muitas vezes, protagonista – para receber,
digerir e disseminar as informações
recebidas.

De meros
mortais que até então era como
éramos tratados pela grande mídia, como
depósitos de informações – certas ou
erradas, boas ou ruins, favoráveis ou
contrárias –, passamos a ser também
protagonistas através do “poder” que a tela
de um dispositivo móvel nos dá. É incrível
e, ao mesmo tempo, muito preocupante. Será
que todos os que se manifestam sobre
qualquer tipo de assunto estão devidamente
preparados para isso? Será que têm bagagem
suficiente para criticar? Os ditos
“influenciadores” realmente têm o espírito
crítico necessário unido à sua
responsabilidade de “influenciar” ao
publicar seus posicionamentos? São
provocações, indagações, não
afirmações.
Quando nos
deparamos com as famosas fake
news , por sermos ativos através das
plataformas sociais, assumimos uma parcela
(grande) de responsabilidade ao disseminá-
las. Ao receber aquela notícia através do
WhatsApp, ou aquele áudio que afirmam ser de
uma determinada figura pública e, com nosso
“dedinho ansioso”, compartilhamos o conteúdo
em grupos com o intuito de dar “furos de
reportagem” que até então eram coisa apenas
de jornalistas, damos nosso aval àquela
informação.
As pessoas que
criam as fake news não estão
isentas de responsabilidades – pelo
contrário. O que desejo é provocar o leitor
a desenvolver seu senso crítico diante da
informação que se consome e, com isso, não
tomar como verdade tudo aquilo que o
impacta. O mesmo “poder” que a tecnologia
nos dá para disseminar informações também
nos proporciona a possibilidade de
investigá-las, contestá-las, analisá-las. No
entanto, investigar, contestar e analisar é
trabalhoso, exige esforço de pensamento e
queima de fosfato.
A diferença
entre as fake news serem
desmascaradas ou se transformarem em
“verdade” está no pequeno intervalo de tempo
entre o momento em que as consumimos e o
momento em que clicamos em “encaminhar”.
Danillo Saes é coordenador de Análise e
Desenvolvimento de Sistemas da EAD
Unicesumar.

Disponível em:
https://www.gazetadopovo.com.br/. Acesso em:
08 dez. 2019.

Tendo em vistas as regras de acentuação gráfica da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que apresenta uma explicação INCORRETA para o uso do acento na palavra em destaque.

A “(...) os indivíduos passaram a adquirir com o passar do tempo.” – o termo destacado é acentuado por apresentar o “i” tônico em hiato.
B “É incrível e, ao mesmo tempo, muito preocupante.” – o termo em destaque recebe o acento por corresponder a uma paroxítona terminada em “L”.
C “ Será que têm bagagem suficiente para criticar?” – “será” recebe acento por se tratar de uma oxítona terminada em “a”.
D “Será que têm bagagem suficiente para criticar?” – o verbo “ter”, nesse contexto, recebe acento para que haja concordância com seu sujeito.

Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta. A recreação é uma atividade lúdica que envolve jogos, brinquedos e brincadeiras a serem realizados nos mais diversos espaços, como o âmbito escolar. No contexto escolar, as atividades recreativas visam:

( ) aprimorar o desenvolvimento integral da criança nos aspectos cognitivos, motores, afetivos e sociais.
( ) desenvolver práticas que envolvam o brinquedo, a brincadeira e o jogo.
( ) possibilitar a inserção da criança no mundo adulto por meio do brinquedo e do jogo.
( ) permitir à criança compreender regras, noções de espaço e de tempo.
( ) promover a participação e a convivência entre as crianças.

A F – V – F – V – F.
B V – V – F – V – V.
C F – F – V – F – F.
D V – F – V – F – V.

José tem 6 anos e nasceu com cegueira congênita. Considerando-se sua condição sensorial, é correto afirmar que

A ele emprega fontes ampliadas para a realização de leitura em tinta.
B ele possui predisposição inata para o aprendizado da escrita braile.
C José necessita de recursos ópticos para alcançar melhor desempenho no AEE.
D sua falta de visão compromete a imitação, favorecendo-lhe o surgimento de maneirismos e de comportamentos estereotipados.

O mouse é um periférico que permite alterar dados no computador através de movimentações e cliques do ponteiro. Assinale a alternativa que apresenta duas conexões válidas para esse tipo de periférico.

A HDMI e PCI.
B USB e DB9.
C AGP e PCIe.
D USB e RJ45.

Consoante ao Comitê de Pronunciamentos Contábeis, em especial o CPC 25 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes, analise as assertivas referentes aos Ativos Contingentes e assinale a alternativa que aponta as corretas.

I. São ativos possíveis que resultam de eventos passados e cuja existência será confirmada apenas pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros incertos não totalmente sob controle da entidade.
II. Surgem normalmente de evento não planejado ou de outros não esperados que dão origem à possibilidade de entrada de benefícios econômicos para a entidade.
III. Não são reconhecidos nas demonstrações contábeis, uma vez que pode se tratar de resultado que nunca venha a ser realizado.

A I, II e III.
B Apenas I e II.
C Apenas I e III.
D Apenas II e III.

Em cada tradição religiosa, existem crenças e rituais diferenciados, tanto na compreensão de se viver quanto na celebração do nascimento e da morte. Em relação ao assunto, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Os budistas acreditam em um ciclo de reencarnação em que a pessoa morre e renasce até atingir a iluminação. Segundo essa crença, são os atos praticados por cada pessoa que vão determinar a vida que ela terá ou o que será quando reencarnar. As ilusões e os apegos fazem com que as pessoas permaneçam aprisionadas ao ciclo de nascimentos e mortes.

( ) Os cristãos acreditam no dia do juízo final, que seria um ajuste de contas de toda a humanidade. A doutrina dessa religião baseia-se na crença de que todo ser humano é eterno. A morte é uma passagem dessa vida para outra e, dependendo de seus atos em vida, o indivíduo alcançará o céu e, se for condenado, irá para o inferno.

( ) Os hindus acreditam que haverá o dia do juízo final, no qual as pessoas serão julgadas. Para eles, não existe a reencarnação e sim uma vida no paraíso para os fiéis, justos e esforçados. O corpo após a morte não significa mais nada, portanto a morte acontece quando a alma se separa do corpo e é levada por anjos da morte que ajudam a realizar essa tarefa.

( ) Os islâmicos acreditam na reencarnação, isto é, que a alma não morre com a pessoa, mas volta em outro corpo para pagar pelos erros acumulados em vidas passadas até purificar-se. A crença na reencarnação contém a ideia do karma que determina a sucessão de nascimentos e mortes pelos quais o ser humano tem que passar.

( ) Para os judeus, a vida é sagrada, a morte não é o final da vida, apenas o fim do corpo ou da matéria. Creem na ressurreição da carne no final dos tempos, mas também existe a possibilidade de reencarnação. Acreditam que existe outro mundo para onde as almas vão. No entanto, a alma pode voltar para a terra em outro corpo para completar a sua missão.

A F – F – F – V – V.
B V – V – F – F – V.
C V – F – V – V – F.
D F – V – F – V – F.

Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas. De acordo com a Lei Complementar nº 29/2010 – Estatuto dos Servidores Públicos da Administração Direta, Autárquica e Fundacional do Município de Cariacica –, são formas de provimento no cargo público:

I. nomeação.
II. promoção.
III. readaptação.
IV. reversão.
V. reintegração.
VI. recondução.
VII. aproveitamento.

A Apenas I e II.
B Apenas I, II e VI.
C Apenas I, II, VI e VII.
D I, II, III, IV, V, VI e VII.

A organização religiosa vai se instituindo como uma burocracia à medida que define e fundamenta seus papéis e estruturas a partir de três dinamismos básicos, que são:

A oração, revelação e milagres.
B fundamentação, preservação e funcionamento.
C intimidação, perseguição e violência.
D organização, carisma e liderança.