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A respeito dos Contratos Administrativos e com relação à prestação de garantia nas contratações de obras, serviços e compras, assinale a alternativa correta.

A Nas contratações de obras, serviços e compras a garantia não excederá a um por cento do valor do contrato, sendo que, para obras, serviços e fornecimentos de grande vulto envolvendo alta complexidade técnica e riscos financeiros consideráveis, não haverá limite máximo de garantia, podendo ser elevado para até cem por cento do valor do contrato.
B Nas contratações de obras, serviços e compras a garantia será de no mínimo dez por cento do valor do contrato, sendo que, para obras, serviços e fornecimentos de grande vulto envolvendo alta complexidade técnica e riscos financeiros consideráveis, o limite de garantia poderá ser elevado para até vinte por cento do valor do contrato
C Nas contratações de obras, serviços e compras a garantia não excederá a cinco por cento do valor do contrato, sendo que, para obras, serviços e fornecimentos de grande vulto envolvendo alta complexidade técnica e riscos financeiros consideráveis, o limite de garantia poderá ser elevado para até dez por cento do valor do contrato.
D Nas contratações de obras, serviços e compras a garantia não excederá a dois por cento do valor do contrato, sendo que, para obras, serviços e fornecimentos de grande vulto envolvendo alta complexidade técnica e riscos financeiros consideráveis, o limite de garantia poderá ser elevado para até cinquenta por cento do valor do contrato.
E Nas contratações de obras, serviços e compras a garantia terá como limite mínimo o valor total do contrato sendo que, para obras, serviços e fornecimentos de grande vulto envolvendo alta complexidade técnica e riscos financeiros consideráveis, o limite de garantia deverá ser elevado para o dobro do valor do contrato.

Assinale a alternativa que apresenta três modalidades de extinção do crédito tributário descritas no Código Tributário Nacional.

A Moratória; parcelamento; recursos em processo administrativo.
B Moratória; isenção; anistia.
C Parcelamento; anistia; isenção.
D Pagamento; remissão; conversão de depósito em renda.
E Isenção; remissão; parcelamento.

De acordo com o Código Tributário Municipal de Juazeiro – BA, a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana – IPTU é

A o valor de registro do imóvel.
B o valor venal do imóvel.
C o valor de compra do imóvel.
D o valor de compra atualizado do imóvel.
E o valor de compra do imóvel corrigido pela inflação do período.

A qual ente federativo compete instruir impostos sobre a transmissão “inter vivos”, a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis, por natureza ou acessão física, e de direitos reais sobre imóveis, exceto os de garantia?

A Aos Municípios.
B Aos Estados e ao Distrito Federal.
C À União.
D Simultaneamente aos Estados e Municípios.
E Simultaneamente aos Estados e a União.
Texto associado
Estudos comprovam: sentimos dez vezes mais medo do que nossos pais. O mundo está mergulhado nele. Saiba como chegamos a esse ponto.

Você acorda, escova os dentes, se veste, sai para a rua. Pode ser atropelado, assaltado, empurrado no metrô. Se estiver de carro, pode sofrer um acidente de trânsito - ou ficar preso no meio de uma enchente. Ao chegar ao escritório, seu chefe olha estranho... Pode estar pensando em demiti-lo. Pode pegar gripe suína e morrer em dias. Os agrotóxicos da comida podem estar envenenando você. O seu avião pode cair. Você pode ser rejeitado.
Nunca houve tantos motivos para sentir medo. E isso está nos afetando. Segundo dados do Instituto Nacional de Saúde Mental dos EUA, 20,8% das pessoas têm transtorno de ansiedade, ou seja, passam o tempo inteiro com medo de alguma coisa (pois a ansiedade nada mais é do que medo antecipado, de algo que pode ou não ocorrer). É dez vezes mais do que na década de 1980. Mesmo que você não seja uma delas, certamente já se sentiu incomodado por algum tipo de medo. Ele se tornou o maior problema psicológico do nosso tempo - e virou parte do dia a dia de todo mundo.
Ter medo não é ruim. Nós só estamos aqui, afinal, porque nossos antepassados eram medrosos e viviam fugindo do perigo. O cérebro humano evoluiu para ser extremamente sensível a ele. Mas isso aconteceu há milhares de anos, quando a vida era muito diferente. Hoje, a quantidade de situações e estímulos que podem nos causar receio é incalculavelmente maior. Daí a explosão de medo na cabeça das pessoas.
Quando você anda pela rua pensando nas férias, o seu cérebro avançado está decidindo para onde quer viajar. Mas o cérebro instintivo, sem que você perceba, também está a todo o vapor, de olho nas ameaças imediatas (um buraco no chão, por exemplo). Os dois são interligados, se comunicam, influenciam um ao outro. Por isso, os psicólogos preferem dividir a mente em dois sistemas: o Sistema 1 e o Sistema 2. Cada um é um conjunto de processos mentais envolvendo várias regiões do cérebro.
O Sistema 1 é essencial para a sobrevivência. É o instinto que nos permite reagir rapidamente a ameaças - seja uma cobra ou um ônibus que avança sobre a faixa de pedestres bem na hora que você está atravessando. Já o Sistema 2 é o contrário: ele é o pensamento lento, consciente, racional. A sua consciência mora dentro dele. O problema é que o Sistema 1 usa regras rudimentares, muitas vezes erradas, para dosar o medo que vamos sentir das coisas. Por exemplo: quanto mais você se lembra (ou é lembrado) de uma ameaça, mais medo o Sistema 1 produzirá, independente do real perigo envolvido. E ele também é fortemente influenciado pelo medo que outras pessoas sentem (medo é contagioso). Tudo isso nos leva a receios exagerados e errados.
Há inúmeros exemplos assim, de medo irracional. Como a mãe que tem medo que seu filho fume maconha, mas não vê problema se ele “encher a cara”, sendo que o álcool é comprovadamente mais prejudicial à saúde. A pessoa que tem medo de usina nuclear, mas adora ir à praia se expor à radiação solar, algo muito mais arriscado (só o Brasil registra 120 mil casos de câncer de pele por ano).
É por isso que existem tantos programas policiais e notícias sobre violência. “Vivemos num mundo onde somos convocados a sentir medo. Na mídia, é como se estivéssemos em perigo constante, podendo ser assaltados em cada esquina”, diz Luís Fernando Saraiva, do Conselho Regional de Psicologia (CRP) de São Paulo.
Todo mundo propaga o medo. Mas não faz isso só por maldade ou interesse próprio. “Se eu disser que há uma doença mortal se espalhando na sala onde você está, você sairá dela mesmo sem saber se é verdade. E vai avisar as outras pessoas”, diz o publicitário dinamarquês Martin Lindstrom, autor de cinco livros sobre as táticas de manipulação usadas pelas empresas. “Milhares de anos atrás, também espalhávamos a notícia de uma planta venenosa, porque isso aumentava a chance de sobrevivência do grupo.” Ou seja: conforme cada pessoa absorve mais medo, ela também se torna propagadora, espalha esse medo para os outros. É uma reação instintiva.
[...]

(Eduardo Szklarz, Revista Super Interessante, Ed. 331, abril de 2014. Texto adaptado, disponível em: http://super.abril.com.br/comportamento/medo-como-vencer-os-seus)

Assinale a alternativa correta a respeito da colocação pronominal dos excertos retirados do texto.

A Em “Você acorda, escova os dentes, se veste, sai para a rua.”, a colocação do pronome em destaque está correta, uma vez que, depois de vírgula, a próclise é obrigatória.
B Em “pode estar pensando em demiti- lo ”, a colocação do pronome em destaque está errada, pois, no caso de verbos no presente, a mesóclise é obrigatória.
C Em “certamente já se sentiu incomodado por algum tipo de medo”, a colocação do pronome em destaque está correta, uma vez que, depois de advérbios, a próclise é obrigatória.
D Em “Ele se tornou o maior problema psicológico do nosso tempo”, a colocação do pronome em destaque está errada, pois, por haver um pronome pessoal antes do verbo, a mesóclise é obrigatória.
E Em “Os dois são interligados, se comunicam”, a colocação do pronome em destaque está errada, pois, depois de vírgula, a mesóclise é obrigatória

A Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia foi criada em 1995 e criou o índice da dinâmica econômica municipal que apura o indicador para os 417 municípios da Bahia, possibilitando visualizar

A o desempenho econômico do município.
B os gastos públicos de cada município.
C a proposta orçamentária municipal.
D as diretrizes sociais dos municípios.
E as políticas públicas municipais.

Constituem a documentação preparada pelo auditor ou fornecida a este na execução da auditoria. Eles integram um processo organizado de registro de evidências da auditoria que assegurem o objetivo a que se destinam. O enunciado refere-se

A aos Controles Internos.
B aos Papeis de Trabalhos.
C ao Parecer.
D à Amostragem.
E às Estimativas.

Na Pesquisa de Emprego e Desemprego na Região Metropolitana de Salvador (PED-RMS), realizada pela SEI, o nível de desempregados aumentou em 2015 com relação a 2014 em

A 25 mil ou 8,1%.
B 18 mil ou 6,6%.
C 20 mil ou 6,2%.
D 15 mil ou 6,4%.
E 83 mil ou 6,3%.