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Após o técnico de enfermagem realizar a aspiração traqueal, o paciente apresenta sinais de desconforto, como aumento da frequência cardíaca e dificuldade para respirar. Considerando os cuidados necessários para garantir a segurança do paciente, a conduta do técnico responsável deve ser:

A administrar oxigênio imediatamente, monitorando a frequência cardíaca e respiratória, e realizar a aspiração novamente após 30 minutos
B reavaliar a saturação de oxigênio, monitorar os sinais vitais e proporcionar conforto respiratório, evitando novas aspirações desnecessárias
C solicitar o médico para uma nova avaliação, já que a aspiração traqueal pode causar complicações e o paciente precisa de observação contínua
D continuar a aspiração de secreções até que o paciente apresente melhora completa na respiração, sem a necessidade de monitoramento adicional

Um paciente de 68 anos foi admitido com sepse severa e está sendo mantido em ventilação mecânica invasiva, além de ter acesso venoso central e sonda vesical. Durante o acompanhamento do técnico de enfermagem, foram observados sinais de deterioração clínica, como febre persistente, alteração no débito urinário e instabilidade hemodinâmica. A alternativa que expressa as condutas corretas de biossegurança e controle de infecção hospitalar que o técnico de enfermagem deve seguir é:

A realizar a higienização das mãos apenas após cada procedimento com o paciente, já que a maioria dos dispositivos invasivos é estéril, e não há necessidade de utilizar máscara ou avental, considerando que o paciente está em ventilação mecânica, o que reduz o risco de infecção
B higienizar as mãos apenas após o contato com as superfícies do paciente e, quando manipular dispositivos invasivos, pode utilizar luvas não estéreis, contudo, a máscara e o avental devem ser utilizados apenas em procedimentos de risco elevado, como inserção de cateteres ou punção venosa
C focar apenas na utilização de luvas estéreis para manipulação de dispositivos invasivos e pode dispensar a higienização das mãos, já que o risco de infecção é minimizado pelo uso de dispositivos estéreis, e a máscara não é necessária, pois a ventilação mecânica protege o paciente contra a infecção
D realizar a higienização das mãos antes e após cada contato com o paciente ou manipulação de dispositivos invasivos, utilizar luvas estéreis ao manusear a ventilação mecânica e o acesso venoso central, e utilizar máscara, avental e proteção ocular sempre que houver risco de exposição a secreções corporais ou materiais biológicos

Em um paciente idoso com quadro clínico de desidratação leve, o enfermeiro opta por realizar hipodermóclise para reposição de líquidos. Após o procedimento, o paciente apresenta melhora no turgor da pele e na frequência urinária. A principal indicação dessa técnica no contexto clínico do paciente é:

A pacientes com choque séptico, pois permite uma reposição rápida e eficaz de líquidos
B casos de desidratação leve a moderada e oferece menor risco de complicações relacionadas à infusão intravenosa, sendo bem tolerada em pacientes idosos
C pacientes com insuficiência renal aguda, pois promove uma infusão lenta de líquidos sem sobrecarregar os rins
D exclusivamente em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva para reduzir a sobrecarga hídrica e evitar edema pulmonar

A crescente demanda atual, associada à garantia de Educação, tem ampliado a faixa etária obrigatória de atendimento educacional fornecido pelo Estado. A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 é um marco importante para a Educação Infantil, pois a situa como:

A facultativa para as instituições públicas
B obrigatória em seu atendimento pelo Estado
C obrigatória para todas as crianças de 0 a 6 anos
D somente disponível em instituições particulares e filantrópicas

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LBN), Lei 9394/96, define a carga horária mínima da Educação Infantil, que é:

A 150 dias letivos
B 800 horas anuais
C obrigatoriedade do horário integral
D 60% da carga horária do Ensino Fundamental

Quanto à estrutura educacional, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9394/1996) classifica a formação escolar como Educação Básica. A Educação Infantil, nesse processo, é situada:

A no ensino Fundamental I
B no Ensino Fundamental II
C anterior ao Ensino Fundamental
D não faz parte da Educação Básica

Considerando a faixa etária atendida e seu desenvolvimento, a avaliação na Educação Infantil tem como instrumento indicado:

A a frequência
B não há avaliação
C provas dissertativas
D relatórios individuais

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) assegura aos pais o direito de participar do desenvolvimento escolar. Na Educação Infantil, é imprescindível a relação entre família e escola. O ECA garante como direito familiar:

A ciência do processo pedagógico
B atuação limitada à instituição escolar
C matrícula na rede, independente do lugar da residência
D definição de características da identidade dos educadores

A elaboração do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) configura os direitos básicos da infância em sua faixa etária e, entre eles, a Educação. Em suas orientações, a escola tem caráter:

A Judicial
B Cautelar
C Protetivo
D Restritivo

Atuar na Educação Infantil é considerar o modo como as crianças desta faixa etária adquirem e desenvolvem conhecimento. Jean Piaget distingue dois grupos aqui: de 0 a 2 anos e o grupo a partir de 2 anos (até os 7 anos). Piaget identifica as crianças a partir de 2 anos como estando na fase:

A Pré-operacional
B Sensório-motora
C Operações formais
D Operacional concreta