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Smith

( 2008 ) aponta para o fato de que, ao construir um conceito de deficiência, deve-se considerar que

A o conceito geral de deficiência é uma invenção biossocial dos tempos modernos.
B os preconceitos e discriminações influenciam os resultados das pessoas em suas atividades.
C a definição de deficiência é invariável, pois se trata de algo que possui natureza absoluta.
D em toda a sociedade os tratamentos cruéis foram substituídos por condutas sociais aceitáveis.
E algumas deficiências são criação ou fenômeno das concepções de desvio da sociedade atual.

Celma Domingues et al., em A Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar: os alunos com deficiência visual: baixa visão e cegueira

( 2010 ), afirmam que o desempenho visual de uma pessoa com baixa visão pode ser desenvolvido e ampliado de forma gradativa e constante, pois a eficiência da visão melhora na medida do seu uso. As autoras evidenciam a avaliação funcional do uso da visão como uma medida qualitativa eficiente que se refere, entre outras maneiras, ao uso

A funcional no dia a dia, sendo obtida por meio de observação do comportamento visual com objetos do cotidiano e usados na prática de atividades de rotina.
B de medidas e tabelas padronizadas de acuidade, de campo visual, de sensibilidade ao contraste e visão de cores avaliadas em atividades do cotidiano.
C de tabelas de medida de acuidade visual específicas, que permitem a avaliação de acuidades visuais mais baixas.
D de medidas padronizadas de visão, quanto à funcionalidade da acuidade visual de perto e de longe e à funcionalidade do campo visual.
E funcional no dia a dia da escola, após verificação da acuidade de longe e perto por meio de escalas do tipo Snellen.

De acordo com Sampaio et al. em Baixa visão e cegueira: os caminhos para a reabilitação, a educação e a inclusão

( 2010 ), com relação ao uso da máquina braille para a leitura e a escrita de alunos com cegueira, é correto afirmar que

A promove uma escrita mais lenta em relação à reglete, porque exige maior concentração com o uso das duas mãos, fato que não acontece com esta.
B é um recurso mais lento que a reglete, pois o aluno precisa digitar cada ponto separadamente.
C continua ainda com a duplicidade de código, um para a leitura e outro para a escrita, sem favorecer a simultaneidade desses dois processos.
D exige maior concentração, porque o aluno pressiona as teclas dos pontos para a escrita e depois precisa checar o que escreveu pela leitura.
E permite continuar sem dificuldade uma frase ou palavra que não couber na linha, por dar acesso imediato à leitura.

Coll, Marchesi e Palacios

( 2004 ) afirmam que a adoção do enfoque psicométrico no contexto educacional é

A altamente eficaz para indicar como intervir na reabilitação de alunos com dificuldades acadêmicas.
B improfícua tanto para a pesquisa quanto para a prática educacional por apresentar abordagem comportamental.
C amplamente aceita por ser capaz de identificar as competências de todos os alunos, independentemente de sua classe social.
D favorecida na educação por ser imparcial, ter rigor científico e não apresentar viés ideológico.
E considerada precisa, rigorosa e útil para certos efeitos de pesquisa, mas com pouca utilidade educacional e prática.

Considerando o artigo de Pletsch

( 2014 ), o movimento da integração, na década de 1970,

A representou um salto de qualidade na educação, garantindo a inclusão plena de todos os alunos com deficiência.
B constituía um processo simples, contudo eficaz para inclusão de pessoas com deficiências em grau leve.
C continuava tendo como base o modelo médico da deficiência, que centrava o problema nos alunos e desresponsabilizava a escola.
D estava em desacordo com as prerrogativas que apontam a necessidade de preparação prévia dos alunos para frequentarem a escola regular.
E envolveu a superação das formas de segregação e discriminação para os alunos com deficiência intelectual.

Conforme apresenta Anache (em Baptista, Caiado e Jesus, 2010), a deficiência não deve ser a identidade do sujeito. Assim, o processo de avaliação precisa

A reconhecer o caráter passivo da vida psíquica.
B distinguir entre a deficiência primária e a secundária.
C analisar a deficiência com certo distanciamento de seu meio.
D diluir os aspectos individuais nos aspectos sociais.
E retomar seu enfoque intelectualista e psicológico.

La teoría sobre la lengua y la naturaleza del conocimiento lingüístico que considera la lengua como un vehículo para el desarrollo de relaciones personales y la realización de transacciones de tipo social entre individuos es la

A Respuesta Física Total.
B Nocional.
C Interactiva.
D Natural.
E Estructural.

Un principio importante del método Audiolingüístico es:

A las destrezas lingüísticas se aprenden mejor si los elementos de la lengua objeto se presentan de forma oral.
B los buenos hábitos se forman cometiendo errores en lugar de dar respuestas correctas.
C la memorización de diálogos es un impedimento para la internalización de estructuras gramaticales coherentes.
D las explicaciones de las reglas se dan antes de que el alumno practique una estructura.
E los significados y las connotaciones de las palabras deben aprenderse de manera aislada.

Ante la pregunta ¿cuál es el español que debiera utilizar un profesor en la clase de ELE?, Moreno (2003/2004) señala que el profesor debe usar

A variantes que evidencien los registros populares pues son más espontáneos.
B su propia modalidad de español en su nivel culto.
C un modelo de español inspirado en la literatura.
D una modalidad que reemplace el voseo por el tuteo.
E una modalidad que omita el pretérito perfecto.

Junto con reconocer su importancia y recomendando su aplicación en el aula, Moreno (2003/2004) advierte que la dificultad de la fraseología estriba en

A la sintaxis en que normalmente se construyen las frases.
B su imposibilidad de aplicarse en situaciones formales.
C su utilización en contextos lingüísticos y situacionales apropiados.
D su enorme diversidad y variedad de sentidos.
E la imposibilidad de traducir frases a la lengua materna.