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Na atualidade, sua obra parece inaugurar um novo rumo para a dança-teatro no Brasil, aliando em sua formação princípios importantes a partir da conexão Laban-Bartenieff e o butô japonês com uma pesquisa consistente acerca da bibliografia surrealista francesa, assim como os seus desdobramentos nas artes plásticas. (Koudela, 2015. Adaptado) O descritivo aponta para a obra de

A Célia Gouvêa.
B Renée Gumiel.
C Marta Soares.
D Ismael Ivo.
E Marilena Ansaldi.

Na obra U m toque dos clássicos: Marx, Durkheim e Weber, Tânia Quintaneiro, Maria Lígia de O. Barbosa e Márcia Gardênia M. de Oliveira afirmam que: “Partindo da concepção de um estado de natureza onde não existiriam desigualdades, e tampouco moralidade, o genebrino Jean-Jacques Rousseau (1712–1778), ao mesmo tempo que prolonga a tradição contratualista do Seiscentos, modifica o conteúdo e o sentido do chamado ‘pacto social’, o qual, ao fazer surgir o poder da lei, legitimou a desigualdade, a injusta distribuição da propriedade e da riqueza, e também a submissão, a violência, os roubos, a usurpação e todo tipo de abusos”. Enfatizam as autoras que, para Rousseau, o estado civil é

A uma consequência da agressividade natural humana.
B um pacto tácito coletivo em benefício da sociedade.
C um instrumento de promoção da justiça individual.
D um artifício ao qual se submete a vontade individual
E uma forma de defesa da liberdade e da dignidade.

Para Koudela

( 2015 ), o ato de improvisar perpassa diferentes períodos da história do teatro no Ocidente, das representações dionisíacas e manifestações do teatro romano – como os mimos ou as atelanas – às formas populares medievais protagonizadas por saltimbancos e bufões. No entanto, uma prática a enaltecia, na qual uma preparação cuidadosa em termos de voz, música, acrobacia fazia do ator um verdadeiro autor teatral, que atuava de improviso, sobrepujando assim a primazia do texto. Essa prática é

A o teatro musical.
B a Commedia dell’Arte.
C o auto.
D a performance.
E o Vaudeville.

No texto “Do que se tem pensado sobre o trabalho”, Suzana Albornoz apresenta uma análise histórica da noção de trabalho: “Os estudiosos da Grécia são unânimes em afirmar que ali a prática material produtiva ocupava um lugar secundário. A ideia, de que o homem se faz a si mesmo e se eleva como ser humano justamente através e sua atividade prática, com seu trabalho, transformam o mundo material, é uma ideia moderna, alheia ao pensamento antigo”. Segundo Suzana Albornoz, a visão grega antiga sobre o trabalho era marcada pela

A igualdade entre todos os tipos de trabalho como expressão de virtude.
B rejeição do trabalho intelectual por sua inutilidade das tarefas supérflua.
C defesa da dignidade do esforço físico como base para a cidadania.
D separação entre o trabalho braçal e o trabalho intelectual livre e nobre.
E valorização do trabalho manual como fundamento da vida ética e política.

De acordo com a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) – Lei n° 13.146/2015, em seu art. 3° , a definição “modificações e ajustes necessários e adequados que não acarretem ônus desproporcional e indevido, quando requeridos em cada caso, a fim de assegurar que a pessoa com deficiência possa gozar ou exercer, em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas, todos os direitos e liberdades fundamentais” refere-se ao conceito de

A ajuda técnica.
B adaptações razoáveis.
C acessibilidade.
D desenho universal.
E tecnologia assistiva.
Texto associado
Para responder à questão, considere o seguinte relato de caso: João é uma criança de 6 anos de idade com diagnóstico e laudo médico de baixa visão por perda de campo visual, pois apresenta campo periférico de 60º. Ele faz uso do bastão para sua orientação e mobilidade. João foi matriculado na escola regular próxima a sua casa. No caminho para a escola, ele encontra calçadas esburacadas e guias não rebaixadas, o que dificulta muito sua locomoção, mesmo com o uso do bastão.

De acordo com a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) – Lei n° 13.146/2015, no caminho de sua casa até a escola, João enfrenta uma barreira

A urbanística.
B tecnológica.
C arquitetônica.
D de transporte.
E atitudinal.
Texto associado
Para responder à questão, considere o seguinte relato de caso: João é uma criança de 6 anos de idade com diagnóstico e laudo médico de baixa visão por perda de campo visual, pois apresenta campo periférico de 60º. Ele faz uso do bastão para sua orientação e mobilidade. João foi matriculado na escola regular próxima a sua casa. No caminho para a escola, ele encontra calçadas esburacadas e guias não rebaixadas, o que dificulta muito sua locomoção, mesmo com o uso do bastão.

Considerando o relato do caso e de acordo com a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) – Lei n° 13.146/2015, João é considerado uma pessoa com

A cegueira legal.
B restrição de mobilidade.
C necessidades educacionais especiais.
D deficiência.
E necessidades específicas de locomoção.

Legalmente, a deficiência visual é definida de acordo com a acuidade visual (quantidade de visão) encontrada na mensuração realizada com testes quantitativos para longe (Lima, 2018). Portanto, a definição legal de cegueira é acuidade visual

A igual ou menor 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica.
B igual ou menor 0,05 em ambos os olhos com a melhor correção óptica.
C igual ou menor 0,03 no melhor olho, com a melhor correção óptica.
D entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica.
E entre 0,3 e 0,05 em ambos os olhos com a melhor correção óptica.

Algumas pessoas com cegueira precisam de auxílio de outra pessoa, membro ou não da família, que, com ou sem remuneração, assiste ou presta cuidados básicos e essenciais às pessoas cegas no exercício de suas atividades diárias, excluídas as técnicas ou os procedimentos identificados com profissões legalmente estabelecidas. Esse auxílio está previsto na Lei Brasileira de Inclusão (LBI) – Lei n° 13.146/2015, Capítulo I, art. 3° , no papel de

A atendente terapêutico.
B atendente pessoal.
C profissional de apoio.
D guia-intérprete.
E apoio terapêutico.