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A educação escolar no período colonial, ou seja, a educação regular e mais ou menos institucional de tal época, teve três fases: a de predomínio dos jesuítas; a das reformas do Marquês de Pombal, principalmente a partir da expulsão dos jesuítas do Brasil e de Portugal em 1759; e a do período em que D. João VI, então rei de Portugal, trouxe a Côrte para o Brasil (1808 – 1821). GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo. História da educação brasileira [livro eletrônico]. 1. Ed. São Paulo: Cortez, 2021, p. 27. No que diz respeito à primeira fase da educação escolar no período colonial, é correto afirmar que

A o ensino nas primeiras escolas aliava-se a uma concepção materialista dos seres humanos, fundando-se em uma perspectiva utilitarista da sociedade e da ética.
B as escolas jesuíticas centravam seus esforços educativos no ensino das primeiras letras, perseguindo a finalidade de combater o analfabetismo preponderante na colônia.
C era um modelo educacional que, comprometido com a propagação da fé cristã nos territórios coloniais, possuía como objetivo a formação integral do homem cristão.
D elegeu o ensino da filosofia como principal componente de seu currículo educacional, o que expressava a influência dos humanistas do Renascimento sobre o jesuitismo.
E os colégios jesuítas tiveram influência pouco significativa sobre a sociedade e a elite colonial brasileira, que não os reconheciam como uma alternativa educacional.

É verdade que os humanistas desprezavam o tipo de escola existente, seus mestres e suas varas, mas não o ensino. Será própria do humanismo e do Renascimento a procura de uma nova forma, mais humana e mais culta, de educar e instruir a criança. O humanismo surge como polêmica declarada contra a cultura dos cenóbios e das universidades e sua tradicional classificação das ciências, contra a ignorância dos clássicos e o uso servil dos manuais e dos compêndios, contra as metodologias obsessivamente repetitivas e a disciplina sadicamente severa. MANACORDA, Mario Alighiero. História da Educação: da antiguidade aos nossos dias. São Paulo: Cortez, 2002, p. 217. Os humanistas do Renascimento propunham uma formação baseada em uma compreensão própria acerca da relação com os saberes. Assinale a opção que indique corretamente um de seus traços característicos.

A A redescoberta do valor autônomo das “letras humanas” em relação às “letras divinas”.
B A Reformulação das universidades medievais, valorizando os estudos teológicos para a resolução dos problemas sociais.
C O apreço pelos métodos mnemônicos de ensino, característicos das escolas episcopais.
D Incentivo à leitura e adesão dos autores da antiguidade, impossibilitando uma proposta de renovação cultural.
E Democratização do saber às camadas mais populares, criticando o aspecto aristocrático do ensino medieval.

Documentos como os Relatórios da Comissão Meira-Matos e do Grupo de Trabalho da Reforma Universitária, o Plano Atcon e os famigerados Acordos MEC/Usaid foram usados por personagens protagonistas desse processo. A exclusão da Filosofia do rol das disciplinas obrigatórias do 2° grau, assim como a inclusão da Educação Moral e Cívica (nomeada Organização Social e Política Brasileira no 3° grau), paralelamente ao caráter disciplinador da Educação Física, entendida como uma atividade irreflexiva, não devem ser vistas como medidas aleatórias desse período. BIOTO-CAVALCANTI, Patricia Ap. TEIXEIRA, Rosiley A. História da Educação Brasileira. Jundiaí, Paco editorial: 2013, p. 103. O trecho acima faz menção à educação brasileira nos anos de ditadura civil-militar. Uma característica educacional do período é

A a submissão das diretrizes da escola ao mercado de trabalho.
B a ênfase na formação humanística da juventude.
C a prioridade na transmissão de conteúdos de cunho religioso.
D o privilégio do ensino público em detrimento do privado.
E a sofisticação da qualidade educacional para as camadas pobres.

Entre 1960 e 1980, a população vivendo nas cidades conhece aumento espetacular: cerca de cinquenta milhões de novos habitantes, isto é, um número quase igual à população total do país em 1950. Somente entre 1970 e 1980, incorpora-se ao contingente demográfico urbano uma massa de gente comparável ao que era a população urbana de 1960. SANTOS, Milton. A Urbanização Brasileira. 5ª Ed, 4ª reimpr. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2018. p.32 A respeito do movimento descrito pelo geógrafo Milton Santos, avalie as alternativas a seguir:

I. Acompanha o processo de metropolização, quando a integração de território tem sua dinâmica a partir de uma cidade-núcleo.

II. Demonstra o crescimento urbano, decorrente da chegada dos imigrantes europeus e do êxodo rural.

III. Evidencia o processo de urbanização, como consequência da intensificação dos deslocamentos populacionais interregional. As afirmativas são, respectivamente,

A V – V – V.
B V – F – F.
C F – V – F.
D F – F – V.
E V – F – V.

Assinale a opção que indica a única frase que apresenta um tipo de voz passiva diferente da empregada nas demais frases.

A A única certeza do planejamento é que as coisas nunca ocorrem como foram planejadas.
B A pedra filosofal, procurada em vão pelos alquimistas, foi por fim encontrada pelos vigaristas; a pedra filosofal é o dinheiro alheio.
C Nada é impossível... até que o caso seja mandado a uma comissão.
D A concorrência é um estilo de vida. Se você não tem um concorrente forte é obrigado a inventar um.
E Nada é feito até que se veja algo por fazer.

Assinale a frase abaixo em que a linguagem mostra sinais de oralidade.

A Otimista é a pessoa que espera no carro com o motor ligado enquanto outra pessoa faz compras.
B Qualquer caminho conduz ao fim do mundo.
C De onde menos se espera é que não sai nada mesmo.
D Quem está embaixo não pode cair mais fundo.
E Minha atitude é a de que nada é impossível... Só demora mais um pouco.

Antônio foi condenado, em sentença criminal transitada em julgado, pela prática de determinada infração penal. Durante o cumprimento da pena, que iria se extinguir em dois anos, decidiu que iria iniciar a sua carreira política na eleição que seria realizada em outubro do ano em que estava realizando suas reflexões. No entanto, ao analisar a sistemática prevista em nossa ordem constitucional, constatou que os seus direitos políticos estavam suspensos. À luz dessa narrativa, é correto afirmar, em relação a Antônio, que, em uma perspectiva jurídica,

A não poderá exercer sua cidadania nas acepções ativa e passiva.
B sua cidadania permaneceu incólume, mas é alcançado por uma causa de inelegibilidade, o que o impede de concorrer nas eleições.
C como a suspensão dos direitos políticos se identifica com a inelegibilidade, ele não pode exercer sua cidadania na acepção ativa.
D sua possibilidade de participação política não pode ser desenvolvida nas eleições, permanecendo incólume em seus demais aspectos.
E como a cidadania se sobrepõe à nacionalidade, ele continuará a ser amparado pelos direitos fundamentais, não podendo, no entanto, ter participação política.

Mudanças nos hábitos alimentares e no estilo de vida têm impulsionado o aumento global de doenças crônicas não transmissíveis, como doenças cardiovasculares e diabetes mellitus. Essas condições compartilham fatores de risco modificáveis, como inatividade física e obesidade. Nesse contexto, indicadores antropométricos, como o índice de conicidade, são fundamentais para identificar precocemente a obesidade abdominal, permitindo intervenções que promovam a saúde e a qualidade de vida, entre estas o exercício. Para o cálculo do índice de conicidade são necessárias as seguintes medidas:

A Perímetro do quadril, massa corporal e estatura.
B Perímetro do quadril, perímetro da cintura, massa corporal e estatura.
C Perímetro da cintura, massa corporal e estatura.
D Circunferência abdominal, massa corporal e estatura.
E Perímetro do quadril, circunferência abdominal, massa corporal e estatura.