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A Bioequivalência

A nunca substitui ensaios clínicos de fase II e III para o registro de medicamentos sob novas concentrações, novas formas farmacêuticas e novas associações.
B não é necessária para medicamentos inovadores quando são realizadas mudanças, ou adequações, na formulação durante o desenvolvimento clínico para extrapolação de dados de eficácia e segurança.
C é a comprovação de equivalência farmacêutica entre produtos apresentados sob a mesma forma farmacêutica, contendo idêntica composição qualitativa e quantitativa de princípio(s) ativo(s), e que tenham comparável biodisponibilidade, quando estudados sob um mesmo desenho experimental.
D destina-se aos estudos e à avaliação da qualidade dos medicamentos por meio de análise do medicamento teste, necessariamente realizada por laboratórios autorizados pela Anvisa.
E compreende ensaios para registro de um medicamento apenas in vitro .

São itens básicos preconizados pela RDC 216 da ANVISA:

I. Higienização de instalações, equipamentos e móveis.
II. Higienização de reservatório de água.
III. Higiene e saúde dos manipuladores.
IV. Controle integrado de vetores e pragas urbanas.

Está correto o que se afirma em:

A I e IV, apenas.
B I, II e III, apenas.
C I, II, III e IV.
D III e IV, apenas.
E I e II, apenas.
Órgão: Secretaria Municipal de Saúde de São José do Rio Preto Cargo: Analista em vigilância Sanitária - Área: Médico Veterinário Prova: FCC - SMS São José do Rio Preto - Analista em vigilância Sanitária - Área: Médico Veterinário - 2019

De acordo com a resolução 198/2011 do Código de Ética do profissional biomédico, é dever do biomédico:

A Realizar procedimentos cirúrgico/invasivos, ou de qualquer natureza, em pacientes que apresentem risco de morte iminente.
B Prescrever medicamentos e praticar ato cirúrgico, exceto nos casos previstos na legislação vigente e em situação de emergência.
C Executar prescrições de qualquer natureza para salvar o paciente.
D Comunicar às autoridades sanitárias e profissionais, com discrição e fundamento, fatos que caracterizem infração a esse Código e às normas que regulam o exercício das atividades biomédicas.
E Avisar o Conselho Regional até 10 dias após sua saída de local onde exercia a responsabilidade técnica.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 48 e 49, considere as informações abaixo.

Paciente com 49 anos de idade, sexo masculino, reside no território de adscrição da Unidade Básica de Saúde (UBS). O paciente refere fumar “cerca de dois maços de cigarro” ao dia e comparece mensalmente à UBS solicitando a remoção das “manchas escuras” em seus dentes.

A Equipe de Saúde Bucal

A necessita atuar sob a perspectiva da longitudinalidade do cuidado, devendo ofertar assistência clínica ao paciente ao longo do tempo, de forma a atender às suas solicitações.
B é obrigada a realizar este procedimento clínico mensalmente de forma a atender à solicitação do paciente, tendo em vista a diretriz do SUS que considera prioritário o atendimento à população adscrita.
C deve atuar de forma resolutiva frente a esta solicitação do paciente, realizando periodicamente a raspagem supragengival e polimento coronário dos dentes com pigmentação causada por nicotina.
D é responsável por coordenar o cuidado ao paciente, realizando procedimentos clínicos que ofereçam bem-estar a este paciente, antes de referenciá-lo a outros profissionais da UBS.
E deve propor ações de cuidado que auxiliem o paciente a desenvolver aptidões e a confiança necessária para tomar decisões sobre sua própria saúde e seu cuidado de forma mais efetiva.

No tratamento da infecção pelo vírus da hepatite C, um inibidor da NS5A e um inibidor NS3/4A, respectivamente, são:

A Daclatasvir e grazoprevir.
B Paritaprevir e sofobusvir.
C Telaprevir e elbasvir.
D Velpatasvir e dasabuvir.
E Ombitasvir e ledipasvir.

Para planejamento anual das suas atividades, em relação à dengue, a equipe de saúde do Município de Passos coletou os dados de notificação compulsória da doença no município. As taxas de letalidade e morbidade da dengue, registradas no ano anterior, foram anotadas, assim como o custo do atendimento ambulatorial e hospitalar dos casos dessa doença. Com esses e outros dados sobre ocorrência do vetor da dengue no município, a equipe fez uma previsão, mês a mês, do número de atendimentos e orçamento para tal demanda. Nessa situação, a equipe

A fez um bom diagnóstico da situação da doença no município e pode fazer uma previsão de atendimento mensal, mas a previsão de custo não poderia ter sido realizada.
B usou um indicador de saúde duplo, que é indicado para ver a situação da saúde da população do ano anterior, mas que não permite fazer nenhum planejamento para o ano seguinte.
C não obteve informações confiáveis, visto que a dengue não é uma doença de notificação compulsória e os dados são totalmente imprecisos para fazer algum planejamento.
D usou dois indicadores de saúde para fazer um diagnóstico de situação da dengue e fez um cronograma físico-financeiro mensal, para atendimento dos casos.
E errou ao fazer o planejamento de uma doença que pode ser reincidente e, portanto, o número de casos não pode ser previsto, bem como o custo para seu atendimento.

Uma Secretaria Municipal de Saúde e um Conselho Municipal de Saúde decidiram elaborar a própria Relação Municipal de Medicamentos Essenciais, com base apenas em nomes genéricos de fármacos e suas indicações terapêuticas. Publicaram a referida Relação sob nome de REMUME, na qual constavam, também, medicamentos sujeitos a controle especial da Lista B1 (Portaria SVS 344/98). Esta ação

A não permite elaboração de REMUMEs que contenham medicamentos da Lista B1 da Portaria SVS 344/98.
B é permitida pelo Ministério da Saúde, mas a REMUME não pode conter somente nomes genéricos, devendo os nomes químicos dos medicamentos serem incluídos na Relação.
C não é permitida pelo Ministério da Saúde, para não conflitar com a RENAME elaborada em nível federal.
D é permitida pelo Ministério da Saúde; a REMUME pode conter apenas nomes genéricos e incluir medicamentos da Lista B1 da referida portaria.
E é permitida pelo Ministério da Saúde, mas os medicamentos devem ser citados pelo respectivo nome comercial para facilitar a prescrição médica.

Em relação aos fatores de exposição,

A a kilovoltagem (Kv) é um fator de controle secundário do contraste na imagem.
B a miliamperagem (mA) controla a quantidade ou número de Rx produzidos na ampola.
C baixo contraste está relacionado a uma escala curta de contraste na imagem.
D alto contraste está relacionado a uma escala longa de contraste na imagem.
E o responsável por controlar a energia ou poder de penetração do feixe primário é a miliamperagem (mA).

Uma mulher procura um serviço de saúde, informando que vai viajar com o filho de 6 meses para um município paulista que se encontra em situação de surto ativo de sarampo. Nessa situação, o profissional de saúde deve orientar que

A a criança deve ser vacinada contra o agravo, pelo menos, 15 dias antes da data da viagem.
B a criança deve ser vacinada contra o agravo, pelo menos, 05 dias antes da data da viagem.
C a criança deve ser vacinada contra o agravo e a vacinação de rotina deve ser suspensa até o retorno da viagem.
D criança com menos de 1 ano de idade não deve ser vacinada, independentemente do planejamento de viagem a município com surto ativo de sarampo ou não.
E a dose de reforço só deverá ser administrada aos 18 meses, considerando que a criança já tomou a primeira dose ao nascer.
Órgão: Secretaria Municipal de Saúde de São José do Rio Preto Cargo: Analista em vigilância Sanitária - Área: Enfermeiro Prova: FCC - SMS São José do Rio Preto - Analista em vigilância Sanitária - Área: Enfermeiro - 2019

A publicação do documento intitulado Pacto pela Saúde, regulamentado pela Portaria GM/MS n o 399, de 22 de fevereiro de 2006, e pela Portaria GM/MS n o 699, de 30 de março de 2006, definiu modalidades de transferência dos recursos federais aos estados e municípios, dentre as quais:

A custeio e investimento.
B atenção básica, atenção de média e alta complexidades, vigilância em saúde, assistência farmacêutica e gestão.
C piso da atenção básica, teto financeiro para média e alta complexidade, e vigilância sanitária.
D fundo de ações estratégicas e compensação, piso da atenção básica e custeio.
E incentivo de valorização dos resultados, teto financeiro anual da assistência ambulatorial e hospitalar de média e alta complexidade, e piso da atenção básica.