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A Norma ABNT NBR ISO/IEC 27001:2022 recomenda que as organizações estabeleçam e apliquem um processo de tratamento de riscos de segurança da informação para:

A preparar um plano diretor de tecnologia da informação;
B obter da alta gestão a aprovação dos riscos do plano de tratamento de riscos;
C elaborar uma declaração de aplicabilidade que contenha os controles avançados de segurança da informação;
D determinar os controles que são necessários para implementar as opções escolhidas do tratamento de riscos de segurança da informação;
E selecionar, de forma apropriada, as opções de tratamento dos riscos da segurança da informação levando em consideração os requisitos da alta gestão.

A Norma ABNT NBR ISO/IEC 27002:2022 orienta que as informações sejam classificadas de acordo com as necessidades de segurança da informação da organização. De acordo com essa norma, na classificação da informação devem-se considerar os requisitos de:

A confiabilidade, integridade, disponibilidade e os que sejam relevantes para a alta gestão;
B confidencialidade, integridade, autenticidade e os que sejam relevantes para as partes interessadas;
C confiabilidade, integridade, autenticidade e os que sejam relevantes para as partes interessadas;
D confidencialidade, integridade, disponibilidade e os que sejam relevantes para as partes interessadas;
E confiabilidade, integridade, disponibilidade e os que sejam relevantes para a área de tecnologia da informação.

A estratégia nacional de segurança da informação e cibernética do Poder Judiciário (ENSEC-PJ) estabelece que cada tribunal, com exceção do STF, deverá estabelecer, em sua política de segurança da informação, ações para:

A criar controles para o tratamento de informações sem restrição de acesso;
B utilizar os recursos de soluções de anonimização, ampliando o uso de assinatura eletrônica;
C comunicar e articular as ações de segurança da informação com a área de tecnologia;
D promover treinamento contínuo e certificação internacional dos profissionais formados na área de segurança cibernética;
E estabelecer requisitos mínimos de segurança cibernética nas contratações e nos acordos que envolvam a comunicação com outros órgãos.

As estratégias de negócio do TRF1 são explicitadas por meio de um documento que representa um instrumento de planejamento global, abrangendo todas as áreas que formam a organização. Esse documento, de nível estratégico, que determina as políticas e estratégias que governam a organização e definem os objetivos a serem alcançados, é o plano:

A de gestão de riscos;
B anual de contratações;
C estratégico institucional;
D de transformação digital;
E diretor de tecnologia da informação e comunicação.

O framework COBIT® 2019 estabelece que um sistema corporativo de governança para informação e tecnologia deve ser construído a partir de vários componentes que podem ser de diferentes tipos e trabalhar juntos. Esse princípio do sistema de governança do COBIT é o(a):

A abordagem holística;
B valor das partes interessadas;
C governança distinta da gestão;
D sistema dinâmico de governança;
E sistema de governança de ponta a ponta.

Durante o processo de tratamento de riscos de segurança da informação, na lista de riscos priorizados, identificou-se a possibilidade de entrada de dados de fonte não confiável nos computadores conectados à rede computacional do TRF1. A partir da lista de ameaças identificadas, decidiu-se que a utilização de dispositivos móveis seria bloqueada nos computadores do TRF1. Segundo a norma ABNT NBR ISO/IEC 27005:2023, a opção de tratamento desse risco foi:

A reter o risco;
B evitar o risco;
C aceitar o risco;
D modificar o risco;
E compartilhar o risco.

A ABNT NBR ISO/IEC 27002:2022 orienta que seja estabelecida uma política sobre cópias de segurança ( backup ) com o propósito de permitir a recuperação em caso de perda de dados ou sistemas. No que se refere às boas práticas sobre a realização do backup , a política de backup deve considerar:

A o estabelecimento de testes regulares para garantir a confidencialidade do backup ;
B a utilização do tipo de backup incremental para possibilitar a recuperação rápida das informações;
C a padronização da tecnologia de backup utilizada para a organização, mantendo uma solução única;
D o armazenamento do backup em local remoto e seguro, para escapar de qualquer dano causado por um desastre no local principal;
E a utilização do tipo de backup diferencial para salvaguardar os dados novos e modificados desde o último backup incremental e reduzir o espaço de armazenamento.

A plataforma digital do Poder Judiciário (PDPJ-Br) seguirá o modelo arquitetural de microsserviços. No âmbito da PDPJ-Br, o Conselho Nacional de Justiça provê um(a):

A escritório de projetos para desenvolver microsserviços;
B série de microsserviços denominados módulos negociais;
C série de microsserviços denominados módulos de integração;
D líder técnico para aprovar a inclusão de novos projetos na plataforma;
E lista de projetos em andamento, concluídos e pendentes de serem integrados à PDPJ-Br.

A analista Cristina, responsável pelo departamento de TI do TRF1, trabalha para garantir que todos os sistemas operacionais suportem eficientemente as operações diárias. Durante um projeto de migração de dados para a nuvem, um dos servidores principais enfrentou um risco significativo de falha devido a problemas de conectividade. Cristina, preocupada com o impacto potencial nas operações da instituição, precisou tomar medidas rápidas para mitigar esse risco. De acordo com a ITIL 4, o papel do prestador de serviços em relação aos riscos impostos ao consumidor é:

A minimizar os custos operacionais do consumidor;
B reduzir ativamente os riscos provenientes do serviço para o consumidor;
C limitar a participação do consumidor na definição dos requisitos do serviço;
D contribuir com o gerenciamento das informações pertinentes e comunicação ao consumidor;
E comunicar claramente os fatores críticos de sucesso (FCS) e as restrições que se aplicam ao serviço.

Como parte de um projeto estratégico, o analista Diego foi designado para desenvolver a oferta de serviços de TI do TRF1. Diego elaborou uma apresentação para mostrar à sua equipe, na qual incluiu a definição de oferta de serviços de acordo com a ITIL 4, que é:

A a quantidade de serviços disponíveis para uso em um determinado mercado;
B a descrição de um ou mais serviços destinados a atender às necessidades de um grupo específico de consumidores;
C a disponibilidade de recursos físicos e financeiros para expandir um negócio de serviços;
D a estratégia de precificação utilizada para atrair consumidores para um serviço específico;
E o nível de satisfação dos clientes após a utilização de um serviço prestado.