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214 questões encontradas

Paulo deseja enviar uma mensagem confidencial para Ana. Para garantir confidencialidade, Paulo deverá criptografar a mensagem com

A a chave privada de Ana.
B sua assinatura digital.
C sua chave privada.
D sua chave pública.
E a chave pública de Ana.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região Cargo: Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRT 1 - Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Tecnologia da Informação - 2025
Texto associado
Atenção : Utilize as informações a seguir para responder às questões de números 50 a 54.

Considere o circuito para o teste de um protótipo de um sistema de controle de ventilação de um compartimento para guardar documentos antigos. O controle é realizado por um Arduino Nano por meio de um sensor de temperatura e um ventilador conectado a uma fonte externa de 124 - CC. O ventilador operará em três condições: desligado, velocidade média e velocidade máxima. A função do LED é Indicar quando a temperatura do compartimento estiver elevada.
O circuito de controle do protótipo é o seguinte:

O código (programa) para o teste do protótipo é:

De acordo com o circuito e sabendo que se trata de um LED de 5 mm, cuja tensão de operação é em torno de 1,8 W, quando ele estiver aceso, a sua corrente vale, aproximadamente,

A 10 mA.
B S mA.
C 15 mA.
D 2 mA.
E 100 mA.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Engenharia Elétrica Prova: FCC - TRT 1 - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Engenharia Elétrica - 2025
Texto associado
Atenção : Considere as informações a seguir para responder às questões de números 58 e 59.

Considere o circuito de uma interface de potência a transistor Darlington e que será usada para acionar uma carga resistiva por meio de um sinal digital.

A tensão Vbe que leva o transistor à condição de saturação para poder acionar a carga resistiva vale, aproximadamente,

A 3,6 V.
B 0, 2 V.
C 4,3 V.
D 0,6 V.
E 1,4 V.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Engenharia Elétrica Prova: FCC - TRT 1 - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Engenharia Elétrica - 2025

Analise o diagrama em blocos do inversor de frequência representado a seguir:

(Disponível em: https:www. danfoss.com/drives)

A ordem e o significado correto é:

A 1 = Entrada da rede elétrica.
2 = Retificador.
3 = Circuito de controle.
4 = Barramento CC.
5 = Inversor.
6 = Saída para o motor.
B 1 = Entrada da rede elétrica.
2 = Inversor.
3 = Circuito de controle.
4 = Barramento CC.
5 = Retificador.
6 = Saída para o motor.
C 1= Saida para o motor.
2 = Retificador.
3 = Barramento CC.
4 = Circuito de controle.
5 = Inversor.
6 = Entrada da rede elétrica.
D 1 = Saida para o motor.
2 = Inversor.
3 = Circuito de controle.
4 = Barramento CC.
5 = Retificador.
6 = Entrada da rede elétrica.
E 1 = Saida para o motor.
2 = Inversor.
3 = Barramento CC.
4 = Circuito de controle.
5 = Retificador.
6 = Entrada da rede elétrica.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Engenharia Elétrica Prova: FCC - TRT 1 - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Engenharia Elétrica - 2025

Considere o sistema pneumático a seguir:

A simbologia representa

A uma válvula de sequência.
B uma válvula temporizadora.
C um vacuostato ajustável.
D um contador pneumático.
E um pressostato diferencial.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Engenharia Elétrica Prova: FCC - TRT 1 - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Engenharia Elétrica - 2025

Um grupo de trabalhadores, alimentando suspeitas de que a empresa em que trabalhavam estaria recorrendo à prática denominada
de caixa 2, redigiu um conjunto de panfletos denunciando essa empresa, em caráter anônimo, e o distribuiu ao público
nas redondezas da mesma empresa. Contendo o documento diversas considerações sobre a reprovabilidade do ilícito, os
trabalhadores terminaram sendo descobertos pela empresa e foram dispensados por justa causa, por mau procedimento.

Tudo considerado, a dispensa foi

A nula, porque os trabalhadores estariam exercendo seu direito de livre expressão de opinião.
B nula, porque a qualquer do povo é dado o direito de denunciar fatos ilícitos de que tenha conhecimento.
C válida, porque os trabalhadores não poderiam divulgar a denúncia ao público antes de transmiti-la às autoridades
competentes.
D nula, porque não se poderia esperar dos trabalhadores que se identificassem, sob pena de sofrerem as represálias que, de
fato, acabaram sofrendo.
E válida, porque os trabalhadores não poderiam ter divulgado manifestação com imputação de conduta criminosa sem se
identificarem.

Necessitando, com urgência, comprar remédios muito caros para o tratamento de um doença da qual padecia e não possuindo
rendas ou economias para tanto, o proprietário de certo imóvel o alienou a terceiro por cerca de 1/5 de seu valor de mercado.
Agravando-se o quadro do mesmo ex-proprietário cerca de três anos após a alienação, seu procurador, constituído por escritura
pública para representá-lo em todos os atos da vida civil enquanto estivesse em nosocômio, substabeleceu a procuração por
instrumento particular e o substabelecido ajuizou ação em face de terceiro para anulação da alienação do imóvel, depositando
em juízo, à disposição do mesmo terceiro, o valor recebido pelo falecido pela venda do imóvel, com juros e correções legais.

Nesse caso,

A o substabelecido poderia mover a ação e o fundamento dela seria a lesão sofrida pelo vendedor.
B a compra e venda já estaria perfeita e acabada quando em nosocômio o vendedor, não havendo fundamento legal para a
anulação, se ele era maior e capaz ao tempo do negócio.
C o substabelecido seria representante da parte legítima e o fundamento da ação seria a venda efetuada durante estado de
perigo.
D para que o substabelecido pudesse promover a ação, seria necessário que o substabelecimento também tivesse sido feito
por instrumento público.
E teria ocorrido já decadência do direito de promover a referida ação.

Tem garantia provisória de emprego, EXCETO:

A o empregado que, não tendo optado pelo regime do FGTS, em 05/10/1988, contasse mais de 10 anos ininterruptos de
trabalho para a mesma empresa.
B o empregado eleito vice-presidente de CIPA, até um ano após o término do mandato.
C o empregado no exercício do cargo de presidente de entidade sindical que firme acordo coletivo com seu empregador.
D a empregada, da confirmação da gravidez até 5 meses após o parto.
E o empregado que recebeu auxílio-doença acidentário por 45 dias, até 1 ano após a cessação do auxílio.

Sendo ré em uma execução em curso na Justiça do Trabalho, na qual a dívida estava no montante de R$ 5.000,00 (cinco mil
reais), a empresa Antiquário “X” teve penhorado e removido para o depósito público um antigo lustre no valor de R$ 10.000,00
(dez mil reais), o qual estava em seu poder em razão de um contrato estimatório que havia celebrado com terceiro, sendo certo
que este ainda aguardava a venda do bem para haver seu crédito.

Nesse caso, o

A devedor embargaria a execução, alegando que o lustre era impenhorável.
B devedor apresentaria exceção de pré-executividade, alegando que não seria o possuidor do lustre.
C devedor apresentaria simples petição, comprovando o caráter estimatório do lustre.
D terceiro embargaria de terceiro a execução, pedindo que o bem fosse retirado da posse do Antiquário e a ele devolvido.
E devedor embargaria a execução, alegando excesso de execução, uma vez que o lustre valeria o dobro do valor da dívida.

Correndo o boato de que certa testemunha estaria na iminência de mudar-se para outro país, o patrono do reclamante requereu
a oitiva da mesma testemunha, em caráter de urgência, antes mesmo da designação de data para a audiência inaugural.
Requereu ainda que a testemunha fosse conduzida com o auxílio de força policial, uma vez que seria provável que não quisesse
prestar depoimento. O juiz do trabalho, antes mesmo da notificação-citatória, deferiu o requerimento do reclamante,
determinando a condução coercitiva da testemunha para ser ouvida na data designada.

A decisão judicial

A estava correta, uma vez que era medida de urgência, que visava evitar a possível e iminente perda da prova.
B estava correta, mas deveria ter promovido antes a notificação do reclamado.
C poderia ser deferida, com a notificação do reclamado para a audiência, mas sem a condução imediata da testemunha.
D poderia ser deferida, inaudita altera parte, sem assegurar, considerando-se a natureza da medida, a participação do
reclamado na produção da prova.
E foi ilegal, porque a testemunha poderia, no futuro, ser ouvida por carta rogatória.