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Atenção: Para responder às questões de números 7 a 10, baseie-se no texto abaixo.

O cantar de um hino

Já na origem grega da palavra hino ( húmnos ) está o sentido de canto , de cantar Também se diz que “canta sua terra” quem decide homenageá-la. Um hino é a homenagem que se presta à energia da natureza de um lugar, aos seus habitantes mais empenhados, à sua origem histórica, à sua vocação política. Nenhum desses compromissos falta ao Hino de Fortaleza, cujas palavras compôs o escritor cearense Gustavo Barroso (1888-1959).
A natureza comparece no “emplumado e virente coqueiro”, nas “areias de prata”, na “manhã cristalina”; jangadas e jangadeiros são ícones locais que nos ocorrem imediatamente; um nome como Iracema, da tabajara “com alma de virgem”, acusa a presença forte dos povos originais; e a menção aos “escravos partindo os grilhões” é uma celebração da resistência do cativo.
A um hino não costuma faltar um refrão — lugar onde a poesia se condensa e se repete ritualmente, que costuma ter grande efeito numa interpretação coral. O refrão escolhido pelo poeta desse hino invoca o nome querida e reiterado, a natureza luminosa e o compromisso afetivo dos filhos do lugar, ainda quando distantes: “Fortaleza! Fortaleza! / Irmã do Sol e do mar, / Fortaleza! Fortaleza! Sempre havemos de te amar”. Todos esses atributos, insiste o poeta, trarão de volta quem do lugar amado se afaste, pois tais encantos “Não se apagam no seu coração” — como diz o verso que arremata a homenagem prestada a Fortaleza com o hino de um filho seu.

(Justiniano Almeida Cunha, inédito)

Analisando-se a relação existente entre parágrafos do lexto, observa-se que

A o 3° parágrafo relativiza a concepção de hino desenvolvida nos dois primeiros parágrafos.
B o 2° parágrafo exemplifica de modo particular os atributos de um hino nomeado no 1º parágrafo.
C o 1° e o 2° parágrafos articulam-se para melhor ressaltar a característica técnica do refrão.
D o 2° e o 3º parágrafos divergem quanto à Importância histórica dos povos oprimidos.
E o 3° parágrafo exalta detalhadamente a brava resistência referida no 2º parágrafo.

A gestão por projetos utilizando como ferramenta o método do caminho crítico, Critical Path Method (CPM), pressupõe a identificação

A dos cenários de probabilidade de sucesso e de insucesso do projeto, bem como de fatores que impactam o cumprimento do respectivo cronograma de execução.
B do conjunto de atividades ou tarefas críticas que não podem sofrer atrasos, sob pena de comprometer o prazo de execução do projeto.
C das áreas mais deficientes da organização, ou seja, de seu caminho crítico, a fim de evitar que realizem etapas relevantes dos projetos.
D dos colaboradores menos engajados e que tendem a dificultar e até mesmo sabotar os projetos da organização, os quais devem ser afastados de projetos prioritários.
E dos obstáculos externos à organização, que constituem ameaças à execução dos projetos, procurando-se caminhos alternativos.

De acordo com a Constituição Federal, o Supremo Tribunal Federal

A tem competência para julgar, mediante recurso extraordinário, as causas decididas em única ou última instância, quando a decisão recorrida, dentre outras hipóteses, julgar valida lei local contestada em face de lei federal.
B Será competente para julgar reclamação cabível do ato administrativo que contrariar súmula aplicável e, julgando-a procedente, não anulará o ato administrativo, mas determinará que nos próximos atos seja ela observada e aplicada.
C compõe-se de onze Ministros, escolhidos dentre advogados com mais de trinta e menos de setenta anos de idade, de notável saber jurídico e reputação ilibada, nomeados pelo Presidente da República, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal.
D tem competência para processar e julgar, originariamente, a homologação de sentenças estrangeiras e a concessão de exequatur às cartas rogatórias, além da revisão criminal e ação rescisória de seus julgados.
E Poderá, de oficio ou por provocação, mediante decisão de dois terços dos seus membros, após reiteradas decisões sobre matéria constitucional, aprovar súmula que, a partir de sua publicação na imprensa oficial, terá efeito vinculante exclusivamente em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Judiciária - Oficial de Justiça Avaliador Federal Prova: FCC - TRT 7 - Analista Judiciário - Área Judiciária - Oficial de Justiça Avaliador Federal - 2024

O modelo de gestão por competências destaca-se entre os modelos de gestão de pessoas apresentados pela doutrina, sendo largamente praticado. Em suas etapas iniciais, o modelo contempla o mapeamento de competências, no qual cabe

A identificar os talentos presentes na organização, a fim de promover um programa de valorização e retenção dos melhores profissionais.
B realizar diagnóstico das competências e habilidades de seus colaboradores de forma a promover plano de capacitação e de alocação alinhados com a força de trabalho disponível.
C realizar benchmarking para identificar o perfil do profissional ideal para as posições estratégicas ou gerenciais da organização.
D mapear as forças e fraquezas presentes no ambiente interno da organização e os desafios e oportunidades que se apresentam no cenário externo.
E identificar as habilidades técnicas e comportamentais requeridas para os diversos cargos ou posições da organização.

O fenômeno da motivação no ambiente organizacional constitui objeto de estudo por diversos autores, com diferentes abordagens. Nesse sentido, a denominada “Teoria X", apresentada por McGregor, assume como premissa que

A a motivação Individual é inversamente proporcional ao grau de pressão e controle exercido sobre o indivíduo no ambiente de trabalho.
B somente indivíduos em posições mais elevadas na organização são suscetíveis a estímulos motivacionais, tanto na forma de reforço positivo, como negativo.
C existe uma hierarquia de necessidades que precisam ser atendidas para gerar motivação, sendo a mais básica aquela relativa ao sentido de pertencimento ao grupo.
D todo ser humano possui habilidades inatas que precisam ser cultivadas no ambiente de trabalho, sendo a motivação algo natural.
E o homem médio não gosta do trabalho e o evita, buscando apenas segurança, razão pela qual precisa ser dirigido e controlado.

Considere os conceitos e as definições a seguir:

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (Lei n°9.503/997), a correta correlação entre conceito e definição é:

A 1-II - 2-V - 3-III - 4-IV - 5-I
B 1-II - 2-V - 3-IV - 4-I - 5-III
C 1-V - 2-II - 3-IV - 4-I - 5-III
D 1-II - 2-V - 3-I - 4-IV - 5-III
E 1-V - 2-II - 3-IV - 4-III - 5-I

Moacyr é empregado sindicalizado e foi eleito para cargo de representação sindical como suplente. Ocorre que a empresa onde Moacyr trabalha pretende dispensá-lo sem justa causa seis meses após o final de seu mandato. De acordo com a Constituição Federal, Moacyr

A poderá ser dispensado, pois é vedada a dispensa do empregado sindicalizado a partir do registro da candidatura a cargo de representação sindical e, se eleito, ainda que suplente, até três meses após o final do mandato, salvo se cometer falta grave nos termos da lei.
B não poderá ser dispensado, pois é vedada a dispensa do empregado sindicalizado a partir do registro da candidatura a cargo de representação sindical e, se eleito, ainda que suplente, até dois anos após o final do mandato, salvo se cometer falta grave nos termos da lei.
C não poderá ser dispensado, pois é vedada a dispensa do empregado sindicalizado a partir do registro da candidatura a cargo de representação sindical e, se eleito, ainda que suplente, até um ano após o final do mandato, salvo se cometer falta grave nos termos da lei.
D poderá ser dispensado, pois é permitida a dispensa do empregado sindicalizado eleito como suplente a qualquer tempo, independentemente de ter ou não cometido falta grave nos termos da lei.
E poderá ser dispensado, pois é vedada a dispensa do empregado sindicalizado a partir do registro da candidatura a cargo de representação sindical e, se eleito, ainda que suplente, até o final do mandato, podendo ser dispensado, portanto, desde o primeiro dia após o fim de referido mandato.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Judiciária - Oficial de Justiça Avaliador Federal Prova: FCC - TRT 7 - Analista Judiciário - Área Judiciária - Oficial de Justiça Avaliador Federal - 2024
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 11 a 15, baseie-se no texto abaixo.

[Vida a compartilhar]

Um jovem amigo meu é uma pessoa exasperada e deprimida. Na semana passada, ele foi atraído por uma história edificante. Lima escola americana dedicara um anfiteatro a uma professora de escola fundamenta! que, depois de uma longa carreira de ensino, foi paralisada por uma distrofia muscular, e seguiu ensinando. Quando perdeu a voz, passou a ensinar surdos-mudos. Na reportagem, ela estranhava a atenção e os elogios: era uma mulher em paz consigo mesma e com o mundo, sem furores caritativos ou vocações martirológicas. Sua vida parecia simplesmente normal.
Meu jovem amigo comentou que, se estivesse no lugar dela, já teria acabado com sua própria vida. Essa ideia, concordei, passaria por qualquer cabeça. Mas por que a professora não foi por esse caminho? O insuportável numa doença como essa, afirmou então meu interlocutor, são os limites, as impotências.
Observei-lhe então que há uma infinidade de coisas que não conseguimos fazer. Afinal, não sei voar, nem ficar por respirar mais que dois minutos. Com paciência condescendente, meu amigo explicou que essas são coisas que ninguém, ou quase ninguém, consegue fazer O que dói, acrescentou, é não conseguir fazer as coisas que os outros conseguem. E declarou que, se tivesse uma invalidez grave, talvez pudesse seguir vivendo, mas só entre pessoas tão inválidas quanto ele. Conclusão da conversa: o problema não é a invalidez, o problema são os outros. Melhor dizendo, a necessidade de se comparar aos outros.
De todo modo, ficamos sem apurar que tipo de energia animava aquela prejudicada professora, excepcionalmente apta e disposta a só compartilhar o que tinha de positivo.
(Adaptado de: CALLIGARIS, Contardo. Terra de ninguém. São Paulo: Publifolha, 2004, p. 70-71)

No 3° parágrafo, ao considerar que todos nós temos limites, o autor se deparou com a seguinte posição defendida pelo jovem amigo:

A os males que acometem as outras pessoas passam a ser nossos, quando não os avaliamos com lucidez critica.
B todo sofrimento compartilhado tende a ir diminuindo na medida em que as pessoas se deem conta de sua inevitabilidade.
C as pessoas potenciam nossos males, quando não buscam entender a injustiça que se entranha na condenação que nos aflige.
D a ninguém deve animar a esperança de que sua invalidez se apequene diante da invalidez de muitos outros.
E os males que nos afligem podem tornar-se suportáveis quando na mesma medida afligirem os nossos semelhantes.

A Administração Pública rege-se, na sua atuação, por regras e princípios. Os princípios da proporcionalidade, motivação e segurança jurídica estão expressamente previstos na

A Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.257/2011).
B Lei dos Servidores Públicos Civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais (Lei nº 8.112/1990).
C Lei de Processo Administrativo (Lei nº 9.784/1999).
D Constituição Federal de 1988.
E Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (LINDB).