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177 questões encontradas

Nos termos da Lei n o 10.098/2000, especificamente no que concerne aos requisitos de acessibilidade que devem ser observados na construção, ampliação ou reforma de edifícios públicos ou privados destinados ao uso coletivo, considere:

I. Nas áreas externas ou internas da edificação, destinadas a garagem e a estacionamento de uso público, deverão ser reservadas vagas próximas dos acessos de circulação de pedestres, devidamente sinalizadas, para veículos que transportem pessoas portadoras de deficiência com dificuldade de locomoção permanente.
II. Pelo menos um dos acessos ao interior da edificação deverá estar livre de barreiras arquitetônicas e de obstáculos que impeçam ou dificultem a acessibilidade de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida.
III. Pelo menos dois dos itinerários que comuniquem horizontal e verticalmente todas as dependências e serviços do edifício, entre si e com o exterior, deverão cumprir os requisitos de acessibilidade previstos em Lei.
IV. Os edifícios deverão dispor, pelo menos, de um banheiro acessível, distribuindo-se seus equipamentos e acessórios de maneira que possam ser utilizados por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida.

Está correto o que consta APENAS em

A I e III.
B II, III e IV.
C II e IV.
D I, II e IV.
E III.

Uma das fases da despesa pública é o empenhamento, regulado pela Lei no 4.320/1964, que estabelece que

A a despesa cujo montante não se possa determinar é exceção legal à regra do prévio empenho.
B em casos especiais previstos na legislação específica, será dispensada a emissão da nota de empenho.
C é permitido o empenhamento global de despesa contratual e outras, ainda que não sujeita a parcelamento.
D empenho consiste na verificação do direito adquirido pelo credor tendo por base os títulos e documentos comprobatórios
do respectivo crédito.
E o empenho da despesa pode exceder o limite dos créditos concedidos se isso constar do anexo de metas fiscais.

Em uma página HTML com o código abaixo, que utiliza jQuery, um Programador deseja definir um temporizador para atrasar a
execução de um container a ser exibido.
O Programador deseja definir um tempo de 4000 milissegundos até que o elemento oculto cujo valor de id seja caixa comece
a aparecer gradualmente. Para isso a lacuna I deve ser preenchida com

A $("#caixa").delay(4000).fadeIn();
B $("#caixa").delay(4000).toggle();
C $("div#caixa").timer(4000).fade();
D $("div#caixa").timer(4000).fade();
E $("div.caixa").delay(4000).fadeIn();
Órgão: Tribunal Superior do Trabalho Cargo: Técnico Judiciário - Área apoio especializado- Especialidade - Programação de Sistema Prova: FCC - TST - Técnico Judiciário - Área apoio especializado - Especialidade - Programação de Sistema - 2017
Texto associado
Atenção : As questões de números 49 a 55 referem-se ao texto que segue.

Hannah Arendt, preocupada com a situação da arte numa sociedade dominada pela cultura de massas, explica que, embora cultura e arte estejam inter-relacionadas, são coisas diversas. A palavra “cultura”, desde sua origem romana, implica criação e preservação da natureza e das obras humanas. As obras de arte são, para ela, a expressão mais alta da cultura, “aqueles objetos que toda a civilização deixa atrás de si como quintessência e o testemunho duradouro do espírito que a animou”. A cultura implica “uma atitude de carinhoso cuidado”, e
uma sociedade de consumo não pode absolutamente saber como cuidar de um mundo e das coisas que pertencem de modo exclusivo ao espaço das aparências mundanas, visto que sua atitude central ante todos os objetos, a atitude de consumo, condena à ruina tudo o que toca.
Diz a pensadora, referindo-se à sociedade de massas do século XX: “A sociedade de massas [...] não precisa de cultura, mas de diversão, e os produtos oferecidos pela indústria de diversões são com efeito consumidos pela sociedade exatamente como quaisquer outros bens de consumo”. Os produtos dessa indústria de diversões são perecíveis, portanto precisam ser renovados.
Nessa situação premente, os que produzem para os meios de comunicação de massa esgaravatam toda a gama da cultura passada e presente na ânsia de encontrar material aproveitável. Esse material, além do mais, não pode ser oferecido tal qual é; [...] deve ser preparado para consumo fácil.
Essas considerações de Arendt têm-se mostrado absolutamente justas, com o passar das décadas e os avanços das tecnologias de comunicação. A literatura, como forma de arte, tem sofrido os efeitos da nova situação. O sonho dos escritores modernistas era que a massa comesse o “biscoito fino” por eles fabricado. Infelizmente, a massa tem preferido os cookies industrializados.
Para que a literatura chegue ao grande público, promovem-se eventos literários (salões do livro, festas de premiação), nos quais autores e obras são apresentados como espetáculo. Os objetos desses eventos são, sem dúvida, legítimos e justificados. Entretanto, o público numeroso que frequenta esses eventos parece incluir menos leitores de livros do que meros espectadores e caçadores de autógrafos.
Os escritores de hoje têm uma visibilidade pessoal maior do que em épocas anteriores porque são incluídos na categoria de “celebridades”, e os mais “midiáticos” têm mais chance de vender livros, independentemente do valor de suas obras. Ao mesmo tempo, nos debates teóricos, assistimos à defesa da “literatura de entretenimento”, contra as exigências daqueles que ainda têm uma concepção mais alta da literatura. Estes são chamados de conservadores e elitistas. Ora, a conservação é uma atitude inerente aos conceitos de cultura, arte e de educação. Conservação não como imobilismo e fechamento ao novo, mas como conhecimento da tradição sem a qual não se pode avançar.

Obs.: Hannah Arendt (1906-1975), filósofa alemã, é uma das raras vozes femininas de destaque na filosofia do século XX.

(Adaptado de: PERRONE-MOISÉS, Leyla. A literatura na cultura contemporânea. Mutações da literatura no século XXI , São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 31 a 33)

Conservação não como imobilismo e fechamento ao novo, mas como conhecimento da tradição sem a qual não se pode avançar .

A redação que, ao substituir o segmento destacado na frase acima, não prejudica o sentido, a clareza e a correção originais é:

A mas como conhecimento da tradição, sem o que não se pode avançar.
B mas como conhecimento da tradição, que não pode haver avanço sem ele.
C mas como conhecimento da tradição, conhecimento dos quais derivam os avanços.
D mas como conhecimento da tradição da qual se depende para ir em frente.
E mas como conhecimento da tradição cuja ausência impede de avançar.
Órgão: Tribunal Superior do Trabalho Cargo: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Taquigrafia Prova: FCC - TST - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Taquigrafia - 2017
Texto associado
Atenção : As questões de números 49 a 55 referem-se ao texto que segue.

Hannah Arendt, preocupada com a situação da arte numa sociedade dominada pela cultura de massas, explica que, embora cultura e arte estejam inter-relacionadas, são coisas diversas. A palavra “cultura”, desde sua origem romana, implica criação e preservação da natureza e das obras humanas. As obras de arte são, para ela, a expressão mais alta da cultura, “aqueles objetos que toda a civilização deixa atrás de si como quintessência e o testemunho duradouro do espírito que a animou”. A cultura implica “uma atitude de carinhoso cuidado”, e
uma sociedade de consumo não pode absolutamente saber como cuidar de um mundo e das coisas que pertencem de modo exclusivo ao espaço das aparências mundanas, visto que sua atitude central ante todos os objetos, a atitude de consumo, condena à ruina tudo o que toca.
Diz a pensadora, referindo-se à sociedade de massas do século XX: “A sociedade de massas [...] não precisa de cultura, mas de diversão, e os produtos oferecidos pela indústria de diversões são com efeito consumidos pela sociedade exatamente como quaisquer outros bens de consumo”. Os produtos dessa indústria de diversões são perecíveis, portanto precisam ser renovados.
Nessa situação premente, os que produzem para os meios de comunicação de massa esgaravatam toda a gama da cultura passada e presente na ânsia de encontrar material aproveitável. Esse material, além do mais, não pode ser oferecido tal qual é; [...] deve ser preparado para consumo fácil.
Essas considerações de Arendt têm-se mostrado absolutamente justas, com o passar das décadas e os avanços das tecnologias de comunicação. A literatura, como forma de arte, tem sofrido os efeitos da nova situação. O sonho dos escritores modernistas era que a massa comesse o “biscoito fino” por eles fabricado. Infelizmente, a massa tem preferido os cookies industrializados.
Para que a literatura chegue ao grande público, promovem-se eventos literários (salões do livro, festas de premiação), nos quais autores e obras são apresentados como espetáculo. Os objetos desses eventos são, sem dúvida, legítimos e justificados. Entretanto, o público numeroso que frequenta esses eventos parece incluir menos leitores de livros do que meros espectadores e caçadores de autógrafos.
Os escritores de hoje têm uma visibilidade pessoal maior do que em épocas anteriores porque são incluídos na categoria de “celebridades”, e os mais “midiáticos” têm mais chance de vender livros, independentemente do valor de suas obras. Ao mesmo tempo, nos debates teóricos, assistimos à defesa da “literatura de entretenimento”, contra as exigências daqueles que ainda têm uma concepção mais alta da literatura. Estes são chamados de conservadores e elitistas. Ora, a conservação é uma atitude inerente aos conceitos de cultura, arte e de educação. Conservação não como imobilismo e fechamento ao novo, mas como conhecimento da tradição sem a qual não se pode avançar.

Obs.: Hannah Arendt (1906-1975), filósofa alemã, é uma das raras vozes femininas de destaque na filosofia do século XX.

(Adaptado de: PERRONE-MOISÉS, Leyla. A literatura na cultura contemporânea. Mutações da literatura no século XXI , São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 31 a 33)

Ao tratar da literatura, Perrone-Moisés

A declara que é inerente a toda forma de arte ter de fazer oposição às mudanças provocadas pelo passar do tempo e pelas tecnologias de comunicação, que, proclamando-se “avançadas”, criam consumidores passivos.
B estabelece paralelo entre a utopia modernista e a realidade contemporânea, manifestando seu juízo de valor acerca de ambos os termos do cotejo.
C vale-se da comparação entre as expressões metafóricas biscoito fino e cookies industrializados para pôr em destaque, de modo irônico, o tom lamentoso com que os modernistas reagiriam à preferência das massas atuais.
D torna claro seu respeito aos autores e às obras que produzem, sob a condição de eles não se exporem nos espetáculos promovidos pela indústria editorial.
E reconhece que a literatura hoje deve aos grandes eventos o fato de ter atingido grande público de leitores, ideal de todo artista, mas identifica também, nessas festas, a presença de pessoas que buscam ali estar para contracenar com as celebridades.
Órgão: Tribunal Superior do Trabalho Cargo: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Taquigrafia Prova: FCC - TST - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Taquigrafia - 2017

Em uma situação hipotética, Marcelino, idoso de 68 anos, gravemente enfermo, necessita realizar perícia médica do Instituto
Nacional de Seguridade Social − INSS para expedição e laudo de saúde necessário ao exercício de seus direitos sociais e de
isenção tributária. Para expedição do aludido laudo, nos termos do estatuto do idoso, lhe é assegurado atendimento

A domiciliar pela perícia médica do INSS, pelo serviço público privado de saúde, inclusive com a indicação de peritos de sua
preferência mesmo que não contratado ou conveniado do Sistema Único de Saúde − SUS.
B domiciliar pela perícia médica do INSS, pelo serviço público de saúde ou pelo serviço público privado de saúde, contratado
ou conveniado, que integre o Sistema Único de Saúde − SUS.
C domiciliar pela perícia médica do INSS, pelo serviço público de saúde ou pelo serviço público privado de saúde, contratado
ou conveniado, independente de integrarem, por convênio ou contratação, o Sistema Único de Saúde − SUS.
D hospitalar para perícia médica do INSS, com o deslocamento às suas expensas, para atendimento pelo serviço público
privado de saúde, respeitada a indicação de peritos de sua preferência.
E hospitalar para perícia médica do INSS, com o deslocamento às expensas do Sistema Único de Saúde − SUS, para
atendimento pelo serviço público privado de saúde, respeitada a indicação de peritos de sua preferência, independente de
integrarem, por convênio ou contratação.
Órgão: Tribunal Superior do Trabalho Cargo: Técnico Judiciário - Área Administrativa - Especialidade: Segurança Judiciária Prova: FCC - TST - Técnico Judiciário - Área Administrativa - Especialidade: Segurança Judiciária - 2017

Quanto aos prazos processuais, considere:

I. Os prazos são contados em dias úteis, com exclusão do dia do começo e inclusão do dia do vencimento, somente para
os processos judiciais eletrônicos.

II. No processo judicial eletrônico, considera-se como data da publicação o primeiro dia útil seguinte ao da disponibilização
da informação no Diário da Justiça eletrônico, sendo que os prazos processuais terão início no primeiro dia útil que seguir
ao considerado como data da publicação.

III. Os prazos são contínuos e irreleváveis, podendo, entretanto, ser prorrogados pelo tempo estritamente necessário pelo
juiz ou tribunal, ou em virtude de força maior, devidamente comprovada, somente para os processos físicos.

IV. Não se aplica ao processo do trabalho o prazo em dobro quando existirem litisconsortes com procuradores distintos, em
razão de incompatibilidade com a celeridade que lhe é inerente.

Tendo em vista as alterações promovidas pela Lei no 13.467/2017 e de acordo com entendimento sumulado do TST, está
correto o que consta APENAS em

A I e IV.
B I, II e III.
C I e III.
D II, III e IV.
E II e IV.

João ingressou com reclamação trabalhista contra a Empresa B pleiteando equiparação salarial com o paradigma Antonio, alegando que este ganha salário 10% a maior. De acordo com a CLT, alterada pela Lei n o 13.467/2017,

A sendo idêntica a função, a todo trabalho de igual valor, prestado ao mesmo empregador, no mesmo estabelecimento empresarial, corresponderá igual salário, sem distinção de sexo, etnia, nacionalidade ou idade, entre pessoas, entre outros requisitos, cuja diferença do tempo de serviço para o mesmo empregador não seja superior a quatro anos e a diferença de tempo na função não seja superior a dois anos.
B sendo idêntica a função, a todo trabalho de igual valor, prestado ao mesmo empregador, no mesmo estabelecimento empresarial, corresponderá igual salário, sem distinção de sexo, etnia, nacionalidade ou idade, entre pessoas, entre outros requisitos, cuja diferença do tempo de serviço para o mesmo empregador não seja superior a dois anos e a diferença de tempo na função não seja superior a quatro anos.
C a equiparação salarial prevalecerá mesmo quando o empregador tiver pessoal organizado em quadro de carreira ou adotar, por meio de norma interna da empresa ou de negociação coletiva, plano de cargos e salários dispensada qualquer forma de homologação ou registro em órgão público.
D trabalho de igual valor, para fins de equiparação salarial, será o que for feito com, pelo menos, 80% da produtividade e com a mesma perfeição técnica, entre pessoas cuja diferença de tempo de serviço para o mesmo empregador não seja superior a quatro anos e a diferença de tempo na função não seja superior a dois anos.
E no caso de comprovada discriminação por motivo de sexo ou etnia, o juízo determinará, além do pagamento das diferenças salariais devidas, multa, em favor do empregado discriminado, no valor de 20% do limite máximo dos benefícios do regime geral da previdência social.
Órgão: Tribunal Superior do Trabalho Cargo: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Taquigrafia Prova: FCC - TST - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Taquigrafia - 2017

Considere o fragmento de programa Java, abaixo.
Ao ser executado em condições ideais, se o método op receber o valor 5 na variável val o valor retornado será

A 23.
B 13.
C 41.
D 6.
E 71.
Órgão: Tribunal Superior do Trabalho Cargo: Técnico Judiciário - Área apoio especializado- Especialidade - Programação de Sistema Prova: FCC - TST - Técnico Judiciário - Área apoio especializado - Especialidade - Programação de Sistema - 2017

No Scrum, um Burndown Chart

A é o diagrama da estrutura hierárquica das tarefas do projeto, onde se pode observar o responsável pela execução de cada
tarefa atribuída pelo Scrum Master.
B serve para o gerenciamento das aquisições do projeto como um todo, onde se pode observar o consumo de recursos
materiais do Scrum Team.
C serve para controlar a atuação do Product Owner em relação à ociosidade do Scrum Team, observada ao longo do tempo
de trabalho.
D serve para o monitoramento do progresso do projeto, onde pode se observar a correlação entre a quantidade de trabalho
restante em função do tempo compromissado.
E é um diagrama de entregáveis por ordem de data de solicitação, elaborada pelo Scrum Master, que serve para controlar a
atuação qualitativa e quantitativa do Product Owner com relação ao Product Backlog.
Órgão: Tribunal Superior do Trabalho Cargo: Técnico Judiciário - Área apoio especializado- Especialidade - Programação de Sistema Prova: FCC - TST - Técnico Judiciário - Área apoio especializado - Especialidade - Programação de Sistema - 2017