QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
60 questões encontradas
Texto associado
Millennials são iguais aos pais, porém mais pobres, conclui Fed A turma nascida entre 1981 e 1997 não tem tantas particularidades assim na análise dos gastos com automóveis, alimentação e moradia. Aos olhos da opinião pública americana, os jovens da geração Millennial são assassinos em série — responsabilizados pela morte lenta do queijo processado, do cartão de crédito, do táxi, do peru de Ação de Graças e até do divórcio. Poucos setores saíram ilesos da matança cultural promovida pela juventude americana. Agora surgiram argumentos em sua defesa. Um novo estudo do banco central dos EUA ( Federal Reserve ) afirma que a turma nascida entre 1981 e 1997 — famosa por adorar aplicativos — não é tão diferente dos pais. Essa geração é apenas mais pobre nesta mesma etapa da vida, já que muitos de seus integrantes chegaram à idade adulta durante a crise financeira. “Encontramos pouca evidência de que lares de millennials têm gostos e preferências de consumo inferiores aos de gerações passadas, quando se leva em conta idade, renda e uma maior variedade de características demográficas”, escreveram os autores Christopher Kurz, Geng Li e Daniel J. Vine. As conclusões deles se baseiam em uma análise de gastos, renda, endividamento, patrimônio líquido e fatores demográficos de várias gerações. A impressão de que os millennials não têm tantas particularidades assim também se revela na análise granular dos gastos deles com automóveis, alimentação e moradia. “São principalmente as diferenças de idade média e então as diferenças de renda média que explicam grande parte da diferença de consumo entre os millennials e outros grupos”, segundo o estudo. (Jeremy Herron e Luke Kawa. Exame. 01.12.2018. https://exame.abril.com. br. Adaptado)

De acordo com o estudo do banco central dos EUA, a geração Millennial distingue-se da anterior principalmente por

A haver desencadeado a crise financeira.
B gastar de modo mais consciente.
C ter um menor poder aquisitivo.
D exibir gostos e preferências excêntricos.
E dar preferência a gastos com bens duráveis.
Texto associado
Millennials são iguais aos pais, porém mais pobres, conclui Fed A turma nascida entre 1981 e 1997 não tem tantas particularidades assim na análise dos gastos com automóveis, alimentação e moradia. Aos olhos da opinião pública americana, os jovens da geração Millennial são assassinos em série — responsabilizados pela morte lenta do queijo processado, do cartão de crédito, do táxi, do peru de Ação de Graças e até do divórcio. Poucos setores saíram ilesos da matança cultural promovida pela juventude americana. Agora surgiram argumentos em sua defesa. Um novo estudo do banco central dos EUA ( Federal Reserve ) afirma que a turma nascida entre 1981 e 1997 — famosa por adorar aplicativos — não é tão diferente dos pais. Essa geração é apenas mais pobre nesta mesma etapa da vida, já que muitos de seus integrantes chegaram à idade adulta durante a crise financeira. “Encontramos pouca evidência de que lares de millennials têm gostos e preferências de consumo inferiores aos de gerações passadas, quando se leva em conta idade, renda e uma maior variedade de características demográficas”, escreveram os autores Christopher Kurz, Geng Li e Daniel J. Vine. As conclusões deles se baseiam em uma análise de gastos, renda, endividamento, patrimônio líquido e fatores demográficos de várias gerações. A impressão de que os millennials não têm tantas particularidades assim também se revela na análise granular dos gastos deles com automóveis, alimentação e moradia. “São principalmente as diferenças de idade média e então as diferenças de renda média que explicam grande parte da diferença de consumo entre os millennials e outros grupos”, segundo o estudo. (Jeremy Herron e Luke Kawa. Exame. 01.12.2018. https://exame.abril.com. br. Adaptado)

Considere o sentido veiculado pelas palavras destacadas em negrito nos seguintes fragmentos textuais: • … fatores demográficos … (3° parágrafo) • A impressão de que os millennials não têm… (4° parágrafo) • … também se revela na análise… (4° parágrafo) No contexto em que se inserem, as palavras em destaque podem ser substituídas, sem prejuízo do sentido, respectivamente, por

A hereditários, constatação, confirma.
B geográficos, sensação, retifica.
C ambientais, noção, contesta.
D populacionais, opinião, manifesta.
E econômicos, desconfiança, pressente.

A função “Organização” é definida como

A o desenvolvimento da missão, dos objetivos e das estratégias de ação da instituição.
B a mensuração do desempenho por meio de relatórios de performance e pela inspeção de anomalias.
C a preparação, implementação, controle e acompanhamento dos resultados por meio de indicadores.
D a coordenação dos recursos humanos e materiais e determinação de atividades necessárias para atingir os objetivos da empresa.
E a comparação do estado atual com o estado desejado para a empresa e o estabelecimento de medidas corretivas necessárias.
Texto associado
Millennials são iguais aos pais, porém mais pobres, conclui Fed A turma nascida entre 1981 e 1997 não tem tantas particularidades assim na análise dos gastos com automóveis, alimentação e moradia. Aos olhos da opinião pública americana, os jovens da geração Millennial são assassinos em série — responsabilizados pela morte lenta do queijo processado, do cartão de crédito, do táxi, do peru de Ação de Graças e até do divórcio. Poucos setores saíram ilesos da matança cultural promovida pela juventude americana. Agora surgiram argumentos em sua defesa. Um novo estudo do banco central dos EUA ( Federal Reserve ) afirma que a turma nascida entre 1981 e 1997 — famosa por adorar aplicativos — não é tão diferente dos pais. Essa geração é apenas mais pobre nesta mesma etapa da vida, já que muitos de seus integrantes chegaram à idade adulta durante a crise financeira. “Encontramos pouca evidência de que lares de millennials têm gostos e preferências de consumo inferiores aos de gerações passadas, quando se leva em conta idade, renda e uma maior variedade de características demográficas”, escreveram os autores Christopher Kurz, Geng Li e Daniel J. Vine. As conclusões deles se baseiam em uma análise de gastos, renda, endividamento, patrimônio líquido e fatores demográficos de várias gerações. A impressão de que os millennials não têm tantas particularidades assim também se revela na análise granular dos gastos deles com automóveis, alimentação e moradia. “São principalmente as diferenças de idade média e então as diferenças de renda média que explicam grande parte da diferença de consumo entre os millennials e outros grupos”, segundo o estudo. (Jeremy Herron e Luke Kawa. Exame. 01.12.2018. https://exame.abril.com. br. Adaptado)

Os vocábulos que, combinados no contexto, chamam atenção para o fato de que o conteúdo central divulgado pelo texto contraria uma ideia amplamente difundida estão destacados em negrito no trecho:

A A turma nascida entre 1981 e 1997 não tem tantas particularidades assim na análise dos gastos… (1° parágrafo)
B … muitos de seus integrantes chegaram à idade adulta durante a crise financeira . (2° parágrafo) .
C “Encontramos pouca evidência de que lares de millennials têm gostos e preferências de consumo inferiores… (3° parágrafo)
D As conclusões deles se baseiam em uma análise de gastos, renda, endividamento, patrimônio líquido e fatores demográficos de várias gerações . (3° parágrafo)
E “ São principalmente as diferenças de idade média e então as diferenças de renda média… (4° parágrafo)

A ação de não olhar a organização como áreas e departamentos estanques, em que cada um toma conta de suas funções sem se preocupar com o que recebe, de quem recebe, quem é seu cliente interno e o que envia para ele, como se fosse uma cadeia vertical de comando e controle, e sim, olhá-la pela ótica da interligação entre todas as partes em busca de um único objetivo é representada pela gestão

A por processos.
B por indicadores.
C funcional.
D por restrição.
E indireta.

Uma das características mais importantes do perfil de pessoas que atendem ao público é se colocar verdadeiramente no lugar da pessoa que está sendo atendida e fazer com que ela saiba que isso é real, verdadeiro. Esse sentimento é chamado de

A proatividade.
B carinho.
C simpatia.
D empatia.
E respeito.
Texto associado
Millennials são iguais aos pais, porém mais pobres, conclui Fed A turma nascida entre 1981 e 1997 não tem tantas particularidades assim na análise dos gastos com automóveis, alimentação e moradia. Aos olhos da opinião pública americana, os jovens da geração Millennial são assassinos em série — responsabilizados pela morte lenta do queijo processado, do cartão de crédito, do táxi, do peru de Ação de Graças e até do divórcio. Poucos setores saíram ilesos da matança cultural promovida pela juventude americana. Agora surgiram argumentos em sua defesa. Um novo estudo do banco central dos EUA ( Federal Reserve ) afirma que a turma nascida entre 1981 e 1997 — famosa por adorar aplicativos — não é tão diferente dos pais. Essa geração é apenas mais pobre nesta mesma etapa da vida, já que muitos de seus integrantes chegaram à idade adulta durante a crise financeira. “Encontramos pouca evidência de que lares de millennials têm gostos e preferências de consumo inferiores aos de gerações passadas, quando se leva em conta idade, renda e uma maior variedade de características demográficas”, escreveram os autores Christopher Kurz, Geng Li e Daniel J. Vine. As conclusões deles se baseiam em uma análise de gastos, renda, endividamento, patrimônio líquido e fatores demográficos de várias gerações. A impressão de que os millennials não têm tantas particularidades assim também se revela na análise granular dos gastos deles com automóveis, alimentação e moradia. “São principalmente as diferenças de idade média e então as diferenças de renda média que explicam grande parte da diferença de consumo entre os millennials e outros grupos”, segundo o estudo. (Jeremy Herron e Luke Kawa. Exame. 01.12.2018. https://exame.abril.com. br. Adaptado)

A descrição dos jovens da geração Millennial como “assassinos em série” destaca a maneira como eles são considerados responsáveis pela

A escassez de tecnologias promotoras da mobilidade.
B súbita extinção de serviços essenciais à população.
C aceleração da ação exploratória do meio ambiente.
D redução de investimentos em saneamento público.
E descontinuidade de algumas tradições culturais.

No atendimento ao público, a comunicação é um elemento de fundamental importância. A garantia de que o que falamos, o que comunicamos, chegou de forma adequada ao usuário, nosso interlocutor, é dada

A pela emissão.
B pela mensagem em si.
C pelo feedback .
D pelo veículo de transmissão.
E pelo canal de comunicação.
Texto associado
Millennials são iguais aos pais, porém mais pobres, conclui Fed A turma nascida entre 1981 e 1997 não tem tantas particularidades assim na análise dos gastos com automóveis, alimentação e moradia. Aos olhos da opinião pública americana, os jovens da geração Millennial são assassinos em série — responsabilizados pela morte lenta do queijo processado, do cartão de crédito, do táxi, do peru de Ação de Graças e até do divórcio. Poucos setores saíram ilesos da matança cultural promovida pela juventude americana. Agora surgiram argumentos em sua defesa. Um novo estudo do banco central dos EUA ( Federal Reserve ) afirma que a turma nascida entre 1981 e 1997 — famosa por adorar aplicativos — não é tão diferente dos pais. Essa geração é apenas mais pobre nesta mesma etapa da vida, já que muitos de seus integrantes chegaram à idade adulta durante a crise financeira. “Encontramos pouca evidência de que lares de millennials têm gostos e preferências de consumo inferiores aos de gerações passadas, quando se leva em conta idade, renda e uma maior variedade de características demográficas”, escreveram os autores Christopher Kurz, Geng Li e Daniel J. Vine. As conclusões deles se baseiam em uma análise de gastos, renda, endividamento, patrimônio líquido e fatores demográficos de várias gerações. A impressão de que os millennials não têm tantas particularidades assim também se revela na análise granular dos gastos deles com automóveis, alimentação e moradia. “São principalmente as diferenças de idade média e então as diferenças de renda média que explicam grande parte da diferença de consumo entre os millennials e outros grupos”, segundo o estudo. (Jeremy Herron e Luke Kawa. Exame. 01.12.2018. https://exame.abril.com. br. Adaptado)

Atente para as passagens do texto enumeradas a seguir: 1. Um novo estudo do banco central dos EUA ( Federal Reserve ) afirma que a turma nascida entre 1981 e 1997 — famosa por adorar aplicativos — não é tão diferente dos pais. (2° parágrafo) 2. As conclusões deles se baseiam em uma análise de gastos, renda, endividamento, patrimônio líquido e fatores demográficos de várias gerações. (3° parágrafo) 3. “São principalmente as diferenças de idade média e então as diferenças de renda média que explicam grande parte da diferença de consumo entre os millennials e outros grupos”, segundo o estudo. (4° parágrafo) Os travessões, em 1, as vírgulas, em 2, e as aspas, em 3, servem, respectivamente, aos propósitos de

A destacar um exemplo, de contrastar termos com sentidos opostos e de marcar uma recapitulação.
B circunscrever uma definição, de organizar uma sequência e de evidenciar uma crítica do autor.
C intercalar uma expressão resumitiva, de enfatizar uma ressalva e de frisar uma reprovação.
D anunciar uma explicação, de encadear termos sinônimos e de demarcar um comentário técnico.
E isolar uma especificação, de separar itens de uma lista e de sinalizar uma citação.