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Em relação às escolas públicas de educação básica e aos seus professores, o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), conforme disposto no Decreto no 7.219/2010, estabelece como objetivos, entre outros,

A incentivar a formação de docentes em nível médio para o aperfeiçoamento da educação básica e mobilizar os professores das escolas públicas de educação básica como protagonistas da formação dos futuros docentes.
B promover a formação de docentes em nível de iniciação científica para a melhoria da educação básica e transformar os professores das escolas públicas de educação básica em coformadores dos futuros docentes.
C incentivar a formação de docentes em nível superior para a educação básica e mobilizar os professores das escolas públicas de educação básica como coformadores dos futuros docentes.
D incorporar novos professores ao processo de formação de futuros docentes na condição de auxiliares nos projetos empreendidos pelas instituições de ensino superior.
E possibilitar que professores recém-ingressados nas redes públicas transformem suas práticas pedagógicas tradicionais, na medida em que entram em contato com novas metodologias de ensino.

Um servidor recebe ordens de seu superior hierárquico, de quem discorda frequentemente, por diferença de visão quanto ao planejamento organizacional.

Nos termos da Lei n o 8.112/1990, e suas alterações, o descumprimento de ordem superior só NÃO acarreta quebra de dever funcional quando a ordem

A se revela manifestamente ilegal.
B confronta ideologia pessoal.
C é relacionada a serviço militar.
D provoca animosidade pessoal.
E for justificada por condições excepcionais.

O projeto Cité Internationale de Lyon, do arquiteto Renzo Piano, é uma obra arquitetônica que marca a adoção de fachadas ventiladas em edifícios residenciais.

No Brasil, ainda não há o emprego de fachadas ventiladas em larga escala devido à(ao)

A reduzida capacidade de adaptação às variações de temperatura na estrutura do edifício
B impossibilidade de reposição pontual de peças danificadas
C custo elevado do painel cerâmico extrudado
D baixo isolamento do ruído externo para o interior do edifício
E aumento do consumo de energia para climatização da edificação
Texto associado
Texto III

Quando eu for bem velhinho — continuação 2

O tempo do carnaval era obrigatório. A despeito
de todas as mudanças, ele continua sendo a pausa
que dá sentido e razão ao tempo como uma majes-
tade humana. Este imperador sem rivais que diz que
5 passa quando, de fato, quem passa somos nós.
Uma lenda escandinava, traduzida à luz da
análise pelo sábio das línguas e costumes euro-
-europeus Georges Dumézil, conta a história de um
camponês que, sem querer, libertou o diabo de um
10 caixote que ele transportava para um padre na sua
carroça. Livre e solto, o diabo — que está sempre
fazendo alguma coisa — começou a surrar o seu
involuntário libertador, perguntando ansiosamente:
“O que devo fazer?” O camponês mandou que ele
15 construísse uma ponte de pedra e, em instantes, ela
ficou pronta. E logo o diabo perguntou novamente:
“O que devo fazer?” O camponês mandou que o
diabo juntasse todos os excrementos de cavalo do
reino da Dinamarca e, num instante, a tarefa estava
20 cumprida. Aterrorizado porque ia apanhar novamen-
te, o camponês teve a feliz ideia de mandar que o
diabo recuperasse o tempo. Sabendo que o tempo
era precioso, o diabo saiu em sua busca, mas não
conseguia alcançá-lo. Trouxe dele pedaços, mas
25 não o tempo inteiro como ordenara o camponês.
Não tendo observado a tarefa, o diabo voltou para
a caixa.
O tempo como potência impossível de ser apa-
nhada foi brilhantemente descrito por Frei Antônio
30 das Chagas num poema escrito nos mil seiscentos
e tanto:
Deus pede estrita conta de meu tempo.
E eu vou do meu tempo dar-lhe conta.
Mas como dar, sem tempo, tanta conta
35 ___ Eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?

Para dar minha conta feita a tempo,
O tempo me foi dado e não fiz conta,
Não quis, sobrando tempo, fazer conta.
Hoje, quero acertar conta, e não há tempo.
_
40 ___ Oh, vós, que tendes tempo sem ter conta,
Não gasteis vosso tempo em passatempo.
Cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta!
_
Pois aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar de prestar conta,
45 ___ Chorarão, como eu, o não ter tempo...

Afinal, somos nós que brincamos o carnaval ou
é o carnaval que brinca conosco o tempo todo?

DAMATTA, R. O Globo, Rio de Janeiro, 10 fev. 2016. Primeiro
Caderno, p. 13. Adaptado.

A concordância do verbo em destaque está adequada à norma-padrão em:

A Um grupo de foliões, devidamente fantasiados de super-heróis, passaram pelas ruas do centro da cidade.
B As tarefas que o camponês impôs ao diabo deixou -o completamente atarantado.
C A pausa do carnaval continua sendo o elemento que, para as pessoas, fazem o tempo parecer uma majestade humana.
D Os que transformam a escolha em obrigação preferiria fazer justamente o oposto.
E Gostaria de saber se somos nós quem brincamos o carnaval ou se não é o contrário.
Texto associado
Considere as informações a seguir para responder às questões de n os 32 e 33.

S.R.C., 24 anos, casada, nulípara, deu entrada no Centro Obstétrico com colo apagado e dilatado para 5 cm, bolsa íntegra e, à palpação, foi identificado feto único em situação longitudinal, posição esquerda e apresentação pélvica.

Para avaliação e controle da dinâmica uterina (DU) de
S.R.C., deve ser observado o número de contrações que
ocorrem em

A 5 minutos
B 10 minutos
C 15 minutos
D 30 minutos
E 60 minutos

O modelo de Acolhimento e Classificação de Risco obstétrico
em maternidades impõe mudanças assistenciais
no(a)

A serviço de arquivo e documentação
B alojamento conjunto
C centro obstétrico
D sala pré-parto e parto
E sala de admissão hospitalar

Disponível em: . Acesso em: 28 abr. 2016.
Não esqueçamos que os padrões de funcionamento da escolarização tendem à homogeneização. A escola tem sido e é um mecanismo de normatização. [...] A escola tem-se configurado, em sua ideologia e em seus usos organizativos e pedagógicos, como um instrumento de homogeneização e de assimilação à cultura dominante.
SACRISTÁN, José Gimeno. Currículo e diversidade cultural, In:
Territórios contestados : o currículo e os novos mapas políticos
e culturais. Petrópolis: Vozes, 1995, p. 82-113. Adaptado.

As críticas de Gimeno Sacristán e da charge indicam um desafio à Educação:

A O erro, como uma vantagem pedagógica, defendido pela Teoria Sociocognitivista.
B A valorização das diferentes identidades culturais, proposta pela Educação Intercultural.
C O combate às desigualdades sociais e educacionais, defendido pela Nova Sociologia da Educação.
D A valorização de questões de gênero e sexualidade, tal como propõe a Teoria Queer e os Estudos Feministas.
E A ampliação de novas fontes de conhecimento, proposta pelo Pensamento Complexo e pela Interdisciplinaridade.

O acompanhamento da execução do orçamento não está restrito aos relatórios emitidos após o encerramento do exercício financeiro, devendo ser concomitante.

Um instrumento que fornece informações para esse acompanhamento é o

A Anexo de Riscos Fiscais
B Parecer prévio do Tribunal de Contas
C Decreto de abertura de créditos adicionais
D Demonstrativo de compatibilidade entre receitas e despesas
E Relatório Resumido da Execução Orçamentária
Texto associado
O suor e a lágrima

Fazia calor no Rio, 40 graus e qualquer coisa,
quase 41. No dia seguinte, os jornais diriam que fora
o mais quente deste verão que inaugura o século e
o milênio. Cheguei ao Santos Dumont, o vôo estava
5 atrasado, decidi engraxar os sapatos. Pelo menos
aqui no Rio, são raros esses engraxates, só existem
nos aeroportos e em poucos lugares avulsos.
Sentei-me naquela espécie de cadeira canônica,
de coro de abadia pobre, que também pode parecer
10 o trono de um rei desolado de um reino desolante.
O engraxate era gordo e estava com calor — o
que me pareceu óbvio. Elogiou meus sapatos, cromo
italiano, fabricante ilustre, os Rosseti. Uso-o pouco,
em parte para poupá-lo, em parte porque quando
15 posso estou sempre de tênis.
Ofereceu-me o jornal que eu já havia lido e co-
meçou seu ofício. Meio careca, o suor encharcou-lhe
a testa e a calva. Pegou aquele paninho que dá brilho
final nos sapatos e com ele enxugou o próprio suor,
20 que era abundante.
Com o mesmo pano, executou com maestria
aqueles movimentos rápidos em torno da biqueira,
mas a todo instante o usava para enxugar-se — caso
contrário, o suor inundaria o meu cromo italiano.
25 E foi assim que a testa e a calva do valente filho
do povo ficaram manchadas de graxa e o meu sapato
adquiriu um brilho de espelho à custa do suor alheio.
Nunca tive sapatos tão brilhantes, tão dignamente
suados.
30 Na hora de pagar, alegando não ter nota menor,
deixei-lhe um troco generoso. Ele me olhou espanta-
do, retribuiu a gorjeta me desejando em dobro tudo o
que eu viesse a precisar nos restos dos meus dias.
Saí daquela cadeira com um baita sentimento
35 de culpa. Que diabo, meus sapatos não estavam tão
sujos assim, por míseros tostões, fizera um filho do
povo suar para ganhar seu pão. Olhei meus sapa-
tos e tive vergonha daquele brilho humano, salgado
como lágrima.

CONY, C. H. In: NESTROVSKI, A. (Org.). Figuras do Brasil –
80 autores em 80 anos de Folha. São Paulo: Publifolha. 2001.
p. 319.

Com base na leitura integral do texto, constata-se que as palavras “suor” e “lágrima”, presentes no título, estabelecem entre si uma relação de

A contrariedade
B concessão
C alternância
D tempo e condição
E causa e efeito

O setor de protocolo é o responsável pelo recebimento, movimentação e distribuição dos documentos que são recebidos pela instituição.

NÃO é uma das atividades de protocolo

A abrir as correspondências particulares e sigilosas para tomar ciência do assunto, registrando-as e, em seguida, distribuindo-as aos seus respectivos destinatários.
B efetuar a separação entre correspondências oficiais e particulares.
C separar, entre as correspondências oficiais, as de caráter ostensivo das de caráter sigiloso
D realizar a classificação, que é uma operação intelectual que consiste em analisar e determinar o assunto de um documento
E registrar, autuar e controlar a tramitação do documento, colocando na capa do processo o carimbo de protocolo, além de anotar o código de classificação, o resumo do assunto, procedendo à distribuição às unidades administrativas destinatárias.