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Nas últimas décadas, pesquisadores surdos vêm desenvolvendo temas ligados à questão da identidade surda. Um desses estudos é sobre surdos indígenas, que é tema central da pesquisa de

A Ana Regina Campello
B Karin Strobel
C Patrícia Luiza
D Ronise de Oliveira
E Shirley Vilhalva

Paciente de 62 anos, em hemodiálise intermitente há 3 anos devido à doença renal policística do adulto autossômica dominante, queixa-se de dor óssea há pelo menos 6 meses. Evolui com fratura patólogica em úmero esquerdo, que foi corrigida cirurgicamente. Em consulta com nefrologista, apresenta os seguintes exames laboratoriais: PTH = 58 pg/mL; Fosfatase Alcalina = 78U/L (referência: até 100U/L); Cálcio = 10,2 mg/dL; albumina = 4,0 g/dL; fósforo = 4,2 mg/dL; 25 OH vitamina D = 35 ng/mL. Não há histórico de exposição a alumínio.

Qual o diagnóstico mais provável?

A Amiloidose associada à beta2 microglobulina
B Osteomalácia
C Osteíte fibrosa cística
D Doença óssea adinâmica
E Exames dentro da normalidade com tratamento adequado

Paciente de 44 anos, transplantado renal de doador falecido há 8 meses, apresenta nefropatia de base desconhecida. Faz uso regular de esquema tríplice incluindo Micofenolato Mofetil 1,5 g/dia, Prednisona 5 mg/dia e Tacrolimus 6 mg/dia. Em consulta anterior, apresentou PA de consultório elevada, que foi confirmada através de MAPA (Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial). Recebeu orientações quanto à mudança no estilo de vida e melhorias na dieta. Em consulta de retorno, apesar da boa adesão às medidas propostas mantém PA = 146 x 92 mmHg , assintomático. Exames laboratoriais revelam Cr 1,0 mg/dL; K = 4,6 mEq/L; nível sanguíneo de Tacrolimus adequado. Doppler do enxerto renal mostrou índices de resistência normais.
A hipótese principal nesse momento é de hipertensão secundária ao uso de Tacrolimus. Neste caso, a melhor estratégia terapêutica é

A Amiloride 20 mg/dia
B Hidroclorotiazida 25 mg/dia
C Espironolactona 50 mg/dia
D Losartan 50 mg/dia
E Suspender Tacrolimus e manter com esquema duplo (Micofenolato Mofetil 1,5 g/dia e Prednisona 5 mg/dia)

Paciente de 58 anos, do sexo feminino, com DRC em estágio V por nefropatia diabética e hipertensiva iniciou tratamento com Diálise Peritoneal Automatizada há 6 meses, sem intercorrências e com boa adequação ao método. Hoje procurou clínica satélite, referindo dificuldade de drenagem do líquido peritoneal, após cada ciclo de diálise na noite anterior. Negou mudança no aspecto do líquido drenado e não relatou dor abdominal ou febre. Na clínica, após infusão de 2 litros de solução de diálise a 1,5% para troca manual, observou-se drenagem lenta e de apenas 700 mL.

Qual é a melhor estratégia terapêutica a ser tomada nesse momento?

A Prescrever laxativo e reavaliar a drenagem do liquido peritoneal após o efeito laxante.
B Prescrever heparina intracateter Tenckhoff e reavaliar 24 horas após.
C Encaminhar imediatamente à equipe cirúrgica para revisão do cateter.
D Iniciar tratamento empírico para peritonite relacionada ao cateter Tenckhoff após coleta de líquido peritoneal para cultura.
E Acrescentar solução de diálise hipertônica à prescrição atual.

Um paciente de 58 anos, com diagnóstico de nefropatia crônica obstrutiva, iniciou hemodiálise intermitente convencional através de fístula arteriovenosa em membro superior esquerdo, previamente confeccionada. Sua prescrição atual de diálise inclui sessões com duração de 4 horas, três vezes por semana; último Kt/V = 1,5, ganho interdialítico em torno de 2,5 L. O paciente questiona a possibilidade de migrar para hemodiálise curta diária (seis vezes por semana, com duração de 2 horas) e gostaria de saber as vantagens e desvantagens dessa modificação.

Uma desvantagem do método de hemodiálise curta diária é

A maior mortalidade, quando comparado aos pacientes em hemodiálise intermitente convencional
B necessidade de maiores doses de Eritropoetina para controle de anemia, quando comparado aos pacientes em hemodiálise intermitente convencional
C controle mais difícil da pressão arterial, quando comparado aos pacientes em hemodiálise intermitente convencional
D controle mais difícil da fosfatemia, quando comparado aos pacientes em hemodiálise intermitente convencional
E maior frequência de complicações em acesso vascular, quando comparado aos pacientes em hemodiálise intermitente convencional

Uma gestante de 25 anos, na 36ª semana de gravidez, apresenta elevação da pressão arterial (PA = 166 x 96 mmHg) e surgimento de proteinúria de 600 mg/24h no último exame coletado. Queixa-se de cefaleia. Os demais exames coletados na semana anterior pela rotina do pré-natal revelavam Cr = 0,8 mg/dL; Hb = 10,8 g/dL; Plaquetas = 221 mil/mm³ . Diante do quadro atual, foi internada e iniciado tratamento específico. Entretanto, 24 horas após a internação evolui com piora do controle pressórico, dor em hipocôndrio direito e exames laboratoriais coletados nessa data revelam: Hb = 8,6 g/dL; Cr = 1,3 mg/dL; Plaquetas = 108 mil/mm³ ; Na = 138 mEq/L; K= 4,2 mEq/L. A principal hipótese nesse momento é de Síndrome HELLP.

Os exames laboratoriais que são importantes para esse diagnóstico são

A Coombs direto, dosar haptoglobina e bilirrubina total e frações
B pesquisa de esquizócitos no sangue periférico, dosar transaminases e bilirrubina total e frações
C Coombs direto, dosar haptoglobina e bilirrubina total e frações
D Fosfatase alcalina, GGT , bilirrubina total e frações
E Coombs direto, dosar transaminases e bilirrubina total e frações

A área de armazenamento de material estéril deve apresentar algumas características especiais.

Por exemplo, a umidade relativa do local deverá estar no intervalo, cujos valores mínimo e máximo são:

A 20% e 80%
B 35% e 70%
C 50% e 80%
D 60% e 80%
E 80% e 90%

No transplante hepático realizado intervivos, os segmentos mais comumente transplantados em crianças de até 5 anos de idade e em adultos são, respectivamente:

A Crianças de até 5 anos
Adultos
I e III
II, III e IV
B Crianças de até 5 anos
Adultos
II e III
V, VI, VII e VIII
C Crianças de até 5 anos
Adultos
II e III
V e VI
D Crianças de até 5 anos
Adultos
V e VI
V, VI, VII e VIII
E Crianças de até 5 anos
Adultos
V e VI
II, III e IV

O uso cada vez mais amplo de análogos de somatostatina, como o octreótide, na terapêutica cirúrgica, vem exigindo o conhecimento adequado da fisiopatologia desse hormônio.

Nesse sentido, de qual subtipo são as células produtoras de somatostatina e qual a sua função sobre a secreção gástrica?

A Subtipo das células
Função
D
inibição
B Subtipo das células
Função
G
estímulo
C Subtipo das células
Função
Endócrinas
inibição
D Subtipo das células
Função
Neuroentéricas
estímulo
E Subtipo das células
Função
Parietais
inibição

Paciente de 23 anos do sexo masculino é atendido na emergência com relato de ter sofrido ferimento com punhal durante tentativa de assalto. Apresenta-se em bom estado geral, corado, hidratado, anictérico, com pulso de 90 bpm, frequência respiratória de 12 irm, pressão arterial de 120x80 mmHg. O ferimento é de cerca de 3 cm em quadrante superior direito do abdome, sem sangramento ativo. O abdome está flácido, pouco doloroso em hipocôndrio direito, sem irritação peritoneal.

Nessas condições, a melhor conduta imediata é realizar

A laparotomia exploradora
B FAST
C tomografia computadorizada de abdome
D laparoscopia
E exploração da ferida sob anestesia local