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Questões para Concursos
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CEBRASPE
51.723 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.496 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
11.173 questões
Instituto Quadrix
10.156 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
OBJETIVA
2.462 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
207.970 questões encontradas
A Platinum Equipamentos Industriais S.A., sociedade anônima de capital fechado, atua na fabricação de estruturas metálicas para obras de infraestrutura pesada. Em 02/01/2021, a companhia adquiriu uma prensa hidráulica para uso em sua linha produtiva, com as seguintes características:
- Preço de aquisição: R$ 1.000.000
- Impostos não recuperáveis: R$ 50.000
- Custos de transporte e instalação: R$ 30.000
- Testes necessários para colocar o ativo em condições de operação: R$ 20.000
- Treinamento dos operadores: R$ 15.000
A vida útil econômica estimada foi de 10 anos, com valor residual nulo, e a depreciação passou a ser reconhecida a partir do momento em que o ativo ficou disponível para uso. Por simplificação, admita que o ativo ficou disponível para uso na data de sua aquisição e que o método de depreciação utilizado pela empresa é o de cotas constantes. Em 31/12/2023, após uma revisão técnica conduzida pelo departamento de engenharia e operações, a estimativa de vida útil remanescente do equipamento foi alterado para 4 anos, em razão de seu maior desgaste. Em 30/06/2025, a prensa hidráulica foi vendida por R$ 420.000. Nessa situação,
Um classificador de risco de inadimplência foi treinado com histórico fiscal, que apresenta desempenho elevado no treino e queda consistente em dados novos, mesmo com validação adequada. O fenômeno técnico caracterizado no cenário descrito é
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 46 a 55 considere o Regulamento do ICMS do Estado do Mato Grosso (RICMS/MT) aprovado pelo Decreto (MT) nº 2.212/2014.
Conforme RICMS/MT, o estabelecimento de contribuinte de ICMS localizado no Estado que receber, em virtude de garantia ou troca, mercadoria devolvida por qualquer pessoa natural ou jurídica, não considerada contribuinte do ICMS,
A empresa GoldenLab BioTech S.A., fabricante de equipamentos laboratoriais, produz dois produtos: GB-Delta e GB-Sigma. Diante de restrições relacionadas à capacidade produtiva da empresa, a administração está analisando a viabilidade de curto prazo da GoldenLab. Os dados do último mês são os seguintes:
A capacidade máxima mensal da fábrica é de 4 800 horas-máquina e os custos fixos totais mensais totalizam R$ 360.000,00. Considerando o fator limitante de horas-máquina, a decisão que maximiza o resultado operacional mensal é
Uma SEFAZ recebe uma lista de dicionários Python com {cnpj, valor_icms, status} e precisa totalizar o ICMS por CNPJ, desconsiderando registros com status != "VALIDO" , sem bibliotecas externas. Nesse caso, a abordagem mais adequada é
Fraudes ocorrem, em média, duas vezes por mês em determinado segmento econômico. Assumindo um modelo de Poisson, a probabilidade de ocorrer pelo menos uma fraude em um mês é
A divisão do estado do Mato Grosso foi oficializada em 11 de outubro de 1977 pelo presidente Ernesto Geisel, criando o estado de Mato Grosso do Sul (capital Campo Grande) e mantendo o Mato Grosso (capital Cuiabá). Sobre essa divisão, tem-se:
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 6 a 10, baseie-se no texto seguinte.
Da desigualdade entre os homens
Disse Plutarco que a diferença entre um animal e outro é menor do que a que vai de um a outro homem. Referia-se ele à alma e às qualidades intelectuais. Por mim, não hesitaria em ser mais peremptório, dizendo que a diferença entre tal e tal homem é maior do que entre tal homem e tal bicho. O espírito humano comporta tantos graus quantas braças vão daqui ao céu.
No que concerne à apreciação das coisas, é espantoso que tudo julgando pelas suas qualidades específicas não nos encaremos da mesma maneira. Elogiamos um cavalo por ser vigoroso e ágil, e não por causa do arreio; elogiamos o galgo pela velocidade e não pela coleira; por que, pois, não apreciarmos o homem pelas suas qualidades específicas? É necessário julgar o homem em si e não pelos seus adornos. Como diz espirituosamente um filósofo do passado: “Sabeis por que achais grande esse homem? Porque o medis com o pedestal.”
Os coresãos elogiavam de uma feita o imperador Juliano porque se esforçava por ser justo. “Orgulhar-me-ia de vossas louvações — disse — se viessem de pessoas que ousassem denunciar e censurar meus atos, caso me conduzisse de outra maneira.” Os aduladores de Alexandre, o Grande, repetiam-lhe sem descontinuar que ele era filho de Júpiter. Certa vez, olhando o sangue que lhe escorra de um ferimento, disse ele: “Então, que vos parece? Não achais que é um sangue vermelho como o de qualquer ser humano? Ou ele é da cor do sangue que o poeta Homero põe nos ferimentos dos deuses?"
Se um homem não tiver valor próprio não lho dará o império do mundo. Mesmo que as jovens o disputem, que por toda parte nasçam rosas sob seus pés, de que servirá tudo isso se tem a alma grosseira e o espírito lerdo? Sem vigor e sem espírito não se chega a sentir a plena felicidade, sequer a volúpia. O valor das coisas depende de quem as possui: boas para os que sabem utilizá-las, são más para quem as emprega mal. Para saborear os bens, quaisquer que sejam os que nos outorga o destino, cumpre ter o bom sentimento que a sensação cria.
(Adaptado de: MONTAIGNE, Michel. Ensaios. São Paulo: Editora 34, 2016. p. 287-284, passim)
Da desigualdade entre os homens
Disse Plutarco que a diferença entre um animal e outro é menor do que a que vai de um a outro homem. Referia-se ele à alma e às qualidades intelectuais. Por mim, não hesitaria em ser mais peremptório, dizendo que a diferença entre tal e tal homem é maior do que entre tal homem e tal bicho. O espírito humano comporta tantos graus quantas braças vão daqui ao céu.
No que concerne à apreciação das coisas, é espantoso que tudo julgando pelas suas qualidades específicas não nos encaremos da mesma maneira. Elogiamos um cavalo por ser vigoroso e ágil, e não por causa do arreio; elogiamos o galgo pela velocidade e não pela coleira; por que, pois, não apreciarmos o homem pelas suas qualidades específicas? É necessário julgar o homem em si e não pelos seus adornos. Como diz espirituosamente um filósofo do passado: “Sabeis por que achais grande esse homem? Porque o medis com o pedestal.”
Os coresãos elogiavam de uma feita o imperador Juliano porque se esforçava por ser justo. “Orgulhar-me-ia de vossas louvações — disse — se viessem de pessoas que ousassem denunciar e censurar meus atos, caso me conduzisse de outra maneira.” Os aduladores de Alexandre, o Grande, repetiam-lhe sem descontinuar que ele era filho de Júpiter. Certa vez, olhando o sangue que lhe escorra de um ferimento, disse ele: “Então, que vos parece? Não achais que é um sangue vermelho como o de qualquer ser humano? Ou ele é da cor do sangue que o poeta Homero põe nos ferimentos dos deuses?"
Se um homem não tiver valor próprio não lho dará o império do mundo. Mesmo que as jovens o disputem, que por toda parte nasçam rosas sob seus pés, de que servirá tudo isso se tem a alma grosseira e o espírito lerdo? Sem vigor e sem espírito não se chega a sentir a plena felicidade, sequer a volúpia. O valor das coisas depende de quem as possui: boas para os que sabem utilizá-las, são más para quem as emprega mal. Para saborear os bens, quaisquer que sejam os que nos outorga o destino, cumpre ter o bom sentimento que a sensação cria.
(Adaptado de: MONTAIGNE, Michel. Ensaios. São Paulo: Editora 34, 2016. p. 287-284, passim)