Para responder às questões de 6 a 10 , leia a tirinha a seguir.
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INSTITUTO AOCP
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FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
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17 questões
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Texto associado
Em “não consigo completar o meu álbum”:
Em estatística, para organizar, descrever e detalhar um
conjunto de dados ou informações, seja em uma população
ou em uma amostra, é comum o uso de tabelas e/ou
gráficos. Sobre o tema, avalie as afirmativas seguintes.
I. O gráfico de disco, ou pizza, ou ainda diagrama circular,
se adapta muito bem às variáveis qualitativas
nominais.
3
II. O gráfico de barras se adapta melhor às variáveis
discretas ou qualitativas ordinais.
III. O histograma pode ser utilizado no cálculo da mediana,
que é o valor da variável que divide o conjunto de
dados ordenados em dois subgrupos de mesmo
tamanho.
Pode-se afirmar que:
Podemos conceituar autoridade como o direito de dar
ordens e o poder de esperar obediência. O sociólogo Max
Weber definiu três tipos de autoridade. Analise os itens a
seguir.
I. A autoridade tradicional é quando os subordinados
aceitam as ordens dos superiores como justificadas,
porque sempre foi feito dessa maneira.
II. A autoridade carismática não considera a influência da
personalidade e da liderança com a qual os
subordinados se identificam.
III. A autoridade burocrática não tem base racional, sendo
o mais instável tipo de poder.
Pode-se afirmar que:
O conceito de Gestão da Qualidade foi evoluindo com o passar do tempo, à medida que as pessoas tornaram-se mais exigentes em suas avaliações. Uma de suas ferramentas é o Diagrama de Ishikawa (ou Espinha de Peixe ou Diagrama 6M ou Diagrama de Causa e Efeito), que tem o objetivo de indicar a relação entre o efeito e as causas que contribuem para sua ocorrência. Para estruturá-lo, existem seis tipos de categorias utilizadas para classificar o problema. Geralmente, a técnica é utilizada em muitas empresas para realizar o gerenciamento e o controle de qualidade dos processos. Como fazer uma Espinha de Peixe?
1. Verificar claramente o problema, que no caso é o efeito.
2. Fazer uma seta na horizontal indicando para a direita.
3. Escrever o problema no final da seta dentro de um retângulo.
4. Fazer um brainstorming com a equipe de tomada de decisões da empresa e extrair a maior quantidade de causas que estão auxiliando no problema.
5. Organizar as causas em categorias e subcategorias (subcausas)
Sobre o brainstorming, considere as seguintes afirmativas.
I. É o nome dado a uma técnica grupal – ou individual – na qual são realizados exercícios mentais com a finalidade de resolver problemas específicos. Tal técnica vem sendo considerada a espinha dorsal em muitas áreas, como a publicidade, o marketing, a gestão de processos, bem como em todas as ramificações da engenharia.
II. Pode-se afirmar que o formato do brainstorming considera três fases distintas, das quais a “primeira é aquela em que as ideias são geradas, a segunda é destinada à realização dos esclarecimentos relativos aos processos e a terceira presta-se à avaliação das ideias propostas”.
III. Não importa quão simples seja uma sessão de brainstorming, pois boas ideias sempre irão surgir e, por conseguinte, tais ideias sempre gerarão resultados satisfatórios.
Pode-se afirmar que:
Aponte, a seguir, uma desvantagem do orçamento incremental.
Considerando as regras estabelecidas pelo Código de Processo Civil de 2015 sobre a intervenção de terceiros, assinale a alternativa correta.
Nos termos do Código Penal, nos casos de peculato na modalidade culposa, a reparação do dano pode configurar hipótese de:
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 5 , leia o texto abaixo.
Direitos dos animais: história do conceito
O debate sobre direitos dos animais no século XX pode ser traçado no passado, na história dos primeiros filósofos. No século VI a.C., Pitágoras, filósofo e matemático, já falava sobre respeito animal, pois acreditava na transmigração de almas. Aristóteles escreveu, no século IV a.C., argumentando que os animais estavam distantes dos humanos na Grande Corrente do Ser ou escala natural. Alegando irracionalidade, concluía que os animais não teriam interesse próprio, existindo apenas para benefício dos Seres Humanos.
O filósofo Ramon Bogéa, no século XV, afirmava que os animais deveriam ter direitos como os humanos. No século XVII, o filósofo francês René Descartes argumentou que animais não têm almas, logo não pensam e não sentem dor. Contra isso, Jean-Jacques Rousseau argumentou, no prefácio do seu Discursos sobre a Desigualdade (1754), que os seres humanos são animais, embora ninguém "exima-se de intelecto e liberdade".
Um contemporâneo de Rousseau, o escritor escocês John Oswald, que morreu em 1793, no livro The Cry of Nature or an Appeal to Mercy and Justice on Behalf of the Persecuted Animals, argumentou que um Ser Humano é naturalmente equipado de sentimentos de misericórdia e compaixão. "Se cada Ser Humano tivesse que testemunhar a morte do animal que ele come", argumentava ele, "a dieta vegetariana seria bem mais popular". A divisão do trabalho, no entanto, permite que o homem moderno coma carne sem passar pela experiência que Oswald chama de alerta para as sensibilidades naturais do Ser Humano, enquanto a brutalização do homem moderno faz dele um acomodado com essa falta de sensibilidade.
Mais tarde, no século XVIII, um dos fundadores do utilitarismo moderno, o filósofo britânico Jeremy Bentham, argumenta que a dor animal é tão real e moralmente relevante como a dor humana e que "talvez chegue o dia em que o restante da criação animal venha a adquirir os direitos dos quais jamais poderiam ter sido privados, a não ser pela mão da tirania". Bentham argumenta ainda que a capacidade de sofrer e não a capacidade de raciocínio deve ser a medida para como nós tratamos outros seres.
No século XIX, Arthur Schopenhauer argumenta que os animais têm a mesma essência que os humanos, a despeito da falta da razão. Embora considere o vegetarianismo como uma boa causa, não o considera moralmente necessário e assim posiciona-se contra a vivissecção, como uma expansão da consideração moral para os animais.
(Adaptado de wikipedia.org.br)
Direitos dos animais: história do conceito
O debate sobre direitos dos animais no século XX pode ser traçado no passado, na história dos primeiros filósofos. No século VI a.C., Pitágoras, filósofo e matemático, já falava sobre respeito animal, pois acreditava na transmigração de almas. Aristóteles escreveu, no século IV a.C., argumentando que os animais estavam distantes dos humanos na Grande Corrente do Ser ou escala natural. Alegando irracionalidade, concluía que os animais não teriam interesse próprio, existindo apenas para benefício dos Seres Humanos.
O filósofo Ramon Bogéa, no século XV, afirmava que os animais deveriam ter direitos como os humanos. No século XVII, o filósofo francês René Descartes argumentou que animais não têm almas, logo não pensam e não sentem dor. Contra isso, Jean-Jacques Rousseau argumentou, no prefácio do seu Discursos sobre a Desigualdade (1754), que os seres humanos são animais, embora ninguém "exima-se de intelecto e liberdade".
Um contemporâneo de Rousseau, o escritor escocês John Oswald, que morreu em 1793, no livro The Cry of Nature or an Appeal to Mercy and Justice on Behalf of the Persecuted Animals, argumentou que um Ser Humano é naturalmente equipado de sentimentos de misericórdia e compaixão. "Se cada Ser Humano tivesse que testemunhar a morte do animal que ele come", argumentava ele, "a dieta vegetariana seria bem mais popular". A divisão do trabalho, no entanto, permite que o homem moderno coma carne sem passar pela experiência que Oswald chama de alerta para as sensibilidades naturais do Ser Humano, enquanto a brutalização do homem moderno faz dele um acomodado com essa falta de sensibilidade.
Mais tarde, no século XVIII, um dos fundadores do utilitarismo moderno, o filósofo britânico Jeremy Bentham, argumenta que a dor animal é tão real e moralmente relevante como a dor humana e que "talvez chegue o dia em que o restante da criação animal venha a adquirir os direitos dos quais jamais poderiam ter sido privados, a não ser pela mão da tirania". Bentham argumenta ainda que a capacidade de sofrer e não a capacidade de raciocínio deve ser a medida para como nós tratamos outros seres.
No século XIX, Arthur Schopenhauer argumenta que os animais têm a mesma essência que os humanos, a despeito da falta da razão. Embora considere o vegetarianismo como uma boa causa, não o considera moralmente necessário e assim posiciona-se contra a vivissecção, como uma expansão da consideração moral para os animais.
(Adaptado de wikipedia.org.br)