Com base na ciência dos
alimentos, julgue os itens de 82 a 86.
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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
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24.632 questões
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23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
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10.037 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
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4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
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3.439 questões
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2.627 questões
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2.377 questões
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1.907 questões
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1.485 questões
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1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
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378 questões
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348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
25.635 questões encontradas
A Lei Brasileira de Inclusão (Estatuto da Pessoa com Deficiência) destina‐se a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania. Com relação a essa Lei, assinale a alternativa correta.
Texto associado
Texto para os itens de 1 a 12.
1 A gestão social diferencia‐se, fundamentalmente, da
gestão privada e da gestão pública. A gestão privada
consiste no modo de gestão característico de organizações
4 que atuam em um espaço denominado de mercado ou
economia de mercado. A gestão pública, por sua vez,
refere‐se ao modo de gestão praticado nas instituições
7 públicas de Estado e em suas demais instâncias. Na gestão
social, em um contexto de solidariedade e sustentabilidade,
a tomada de decisão coletiva ocorre por meio da
10 democracia deliberativa, sem coerção, norteada pela ação
racional e fundada na dialogicidade e intersubjetividade do
processo, que visa à emancipação como fim último.
13 Aqui, reside uma grande inovação para a disciplina
administrativa, pois se trata de compreender um ideal de
gestão que não se orienta, em primeiro lugar, para uma
16 finalidade econômica, o que contraria toda a tradição de
desenvolvimento das técnicas gerenciais em administração.
De fato, a expressão gestão social tem sido usada de forma
19 corrente, nos últimos anos, para identificar as mais variadas
práticas sociais de diferentes atores, não apenas
governamentais, mas também de organizações não
22 governamentais, associações, fundações, assim como
algumas iniciativas do setor privado, que se exprimem nas
noções de cidadania corporativa ou de responsabilidade
25 social da empresa. Uma das dimensões de abordagem
apresenta a gestão social como uma forma específica de
gestão, um modus operandi, em um nível micro, que pode
28 ser chamado de organizacional. Ela distingue‐se ao propor
um tipo diferente de racionalidade como guia de suas ideias
e ações, superando a racionalidade tradicional
31 instrumental, a lógica de mercado, por outras com enfoques
mais sociais e emancipadores, tendo em vista a natureza e
a finalidade da organização.
Genauto Carvalho de França Filho. Definindo gestão social. In: Jeová
Torres Silva Júnior et al. Gestão social: práticas em debate, teorias
em construção. Juazeiro do Norte: UFC, 2008, p. 26‐36.
Com relação aos aspectos linguísticos e estruturais do texto, julgue os itens de 6 a 12 .
1 A gestão social diferencia‐se, fundamentalmente, da
gestão privada e da gestão pública. A gestão privada
consiste no modo de gestão característico de organizações
4 que atuam em um espaço denominado de mercado ou
economia de mercado. A gestão pública, por sua vez,
refere‐se ao modo de gestão praticado nas instituições
7 públicas de Estado e em suas demais instâncias. Na gestão
social, em um contexto de solidariedade e sustentabilidade,
a tomada de decisão coletiva ocorre por meio da
10 democracia deliberativa, sem coerção, norteada pela ação
racional e fundada na dialogicidade e intersubjetividade do
processo, que visa à emancipação como fim último.
13 Aqui, reside uma grande inovação para a disciplina
administrativa, pois se trata de compreender um ideal de
gestão que não se orienta, em primeiro lugar, para uma
16 finalidade econômica, o que contraria toda a tradição de
desenvolvimento das técnicas gerenciais em administração.
De fato, a expressão gestão social tem sido usada de forma
19 corrente, nos últimos anos, para identificar as mais variadas
práticas sociais de diferentes atores, não apenas
governamentais, mas também de organizações não
22 governamentais, associações, fundações, assim como
algumas iniciativas do setor privado, que se exprimem nas
noções de cidadania corporativa ou de responsabilidade
25 social da empresa. Uma das dimensões de abordagem
apresenta a gestão social como uma forma específica de
gestão, um modus operandi, em um nível micro, que pode
28 ser chamado de organizacional. Ela distingue‐se ao propor
um tipo diferente de racionalidade como guia de suas ideias
e ações, superando a racionalidade tradicional
31 instrumental, a lógica de mercado, por outras com enfoques
mais sociais e emancipadores, tendo em vista a natureza e
a finalidade da organização.
Genauto Carvalho de França Filho. Definindo gestão social. In: Jeová
Torres Silva Júnior et al. Gestão social: práticas em debate, teorias
em construção. Juazeiro do Norte: UFC, 2008, p. 26‐36.
Com relação aos aspectos linguísticos e estruturais do texto, julgue os itens de 6 a 12 .
Na linha 10, sem configurar erro gramatical, o vocábulo “coerção” pode ser substituído por coação ou por repressão .
Texto associado
Quanto às normas legais e técnicas para a gestão de
contratos, julgue os itens de 91 a 100.
contratos, julgue os itens de 91 a 100.
Quando a prestação dos serviços ocorrer
concomitantemente em setores distintos ou em
unidades desconcentradas de um mesmo órgão ou
entidade, a fiscalização setorial de contratos
administrativos constitui o acompanhamento dos
aspectos técnicos ou administrativos da execução.
Texto associado
Com relação aos
instrumentos de publicação do trabalho
contábil e a assuntos associados, julgue
os itens de 101 a 110.
instrumentos de publicação do trabalho
contábil e a assuntos associados, julgue
os itens de 101 a 110.
O período de recuperação do investimento de
determinado projeto consiste no tempo necessário para
que a empresa receba o investimento inicial em valores
presentes.
Texto associado
Texto para as questões de 1 a 19.
1 A geografia da produção global apresenta novas
determinações e novos desafios ao desenvolvimento, em
que diferentes países ou territórios conseguem, por
4 distintos motivos, aderir ao novo padrão da produção global
e apresentam, assim, resultados positivos de crescimento
industrial e econômico e de desenvolvimento
7 socioeducacional, o que leva a uma mudança estrutural.
Inserem‐se nesses grupos a China e os países e
territórios asiáticos de primeira geração — chamados
10 outrora de tigres asiáticos —, que incluem Coreia do Sul,
Cingapura, Hong Kong (região administrativa especial da
República Popular da China) e o território de Taiwan, e os
13 países de segunda geração — denominados de novos tigres
asiáticos, termo cunhado na década de 1990 —, que
incluem Indonésia, Malásia, Tailândia, Filipinas e Vietnã.
16 Embora tenham passado por forte crise econômica e
recessão em 1997, esses países se recuperaram e
apresentam, atualmente, bons desempenhos na área
19 econômica.
A China aparece como um gigante na produção
global e vem atualizando a sua matriz de produção, já sendo
22 líder em vários setores industriais, ranqueada como a
segunda maior economia do mundo, atrás apenas dos
Estados Unidos da América, e posicionada, como centro
25 dinamizador do crescimento econômico asiático, entre as
mais relevantes em termos de comércio exterior. Esse país
apresenta uma forma de desenvolvimento singular que
28 combina socialismo com economia de mercado e que
permite vislumbrar uma alternativa possível ao modelo
norte‐americano.
31 Outro exemplo de país asiático que apresenta grande
êxito é a Coreia do Sul, onde se observa a emergência de
grandes e famosas empresas dirigidas por famílias,
34 conhecidas por chaebols , entre as quais empresas líderes
dos setores automobilístico, como Hyundai e Kia, e
eletrônico, como Samsung e LG. Essas empresas utilizam‐se
37 de várias estratégias voltadas para a concorrência global,
entre elas a da imitação, e têm papel fundamental no
desenvolvimento tecnológico e na expansão de atividades
40 de pesquisa, além de serem responsáveis pelo crescimento
das indústrias têxteis, madeireiras e de cimento no país.
Entretanto, o desenvolvimento sul‐coreano está
43 ligado às formas de desenvolvimento a convite ou
associado — com acesso privilegiado aos mercados e aos
capitais das grandes potências, obtido em troca da
46 submissão a sua política externa e a sua estratégia militar
global —, que ocorrem em contextos geopolíticos
específicos. Do ponto de vista produtivo, o comando da
49 produção global permanece nos países mais desenvolvidos,
porém vão surgindo novos centros. Nesse sentido, há o
desenvolvimento do centro em um país antes considerado
52 periferia, o que demonstra como uma estratégia de
desenvolvimento com participação ativa do Estado pode
promover uma mudança estrutural.
Daniel Pereira Sampaio . Indústria e desenvolvimento no Brasil:
notas sobre o atraso dos últimos 30 anos (1980/2010). VI
Seminário Internacional sobre desenvolvimento regional.
Tema: Crises do Capitalismo, Estado e Desenvolvimento
Regional. Programa de Pós‐Graduação em Desenvolvimento
Regional, Santa Cruz do Sul, RS, Brasil, 4 a 6 de setembro de
2013, p. 6. Internet: (com adaptações).
1 A geografia da produção global apresenta novas
determinações e novos desafios ao desenvolvimento, em
que diferentes países ou territórios conseguem, por
4 distintos motivos, aderir ao novo padrão da produção global
e apresentam, assim, resultados positivos de crescimento
industrial e econômico e de desenvolvimento
7 socioeducacional, o que leva a uma mudança estrutural.
Inserem‐se nesses grupos a China e os países e
territórios asiáticos de primeira geração — chamados
10 outrora de tigres asiáticos —, que incluem Coreia do Sul,
Cingapura, Hong Kong (região administrativa especial da
República Popular da China) e o território de Taiwan, e os
13 países de segunda geração — denominados de novos tigres
asiáticos, termo cunhado na década de 1990 —, que
incluem Indonésia, Malásia, Tailândia, Filipinas e Vietnã.
16 Embora tenham passado por forte crise econômica e
recessão em 1997, esses países se recuperaram e
apresentam, atualmente, bons desempenhos na área
19 econômica.
A China aparece como um gigante na produção
global e vem atualizando a sua matriz de produção, já sendo
22 líder em vários setores industriais, ranqueada como a
segunda maior economia do mundo, atrás apenas dos
Estados Unidos da América, e posicionada, como centro
25 dinamizador do crescimento econômico asiático, entre as
mais relevantes em termos de comércio exterior. Esse país
apresenta uma forma de desenvolvimento singular que
28 combina socialismo com economia de mercado e que
permite vislumbrar uma alternativa possível ao modelo
norte‐americano.
31 Outro exemplo de país asiático que apresenta grande
êxito é a Coreia do Sul, onde se observa a emergência de
grandes e famosas empresas dirigidas por famílias,
34 conhecidas por chaebols , entre as quais empresas líderes
dos setores automobilístico, como Hyundai e Kia, e
eletrônico, como Samsung e LG. Essas empresas utilizam‐se
37 de várias estratégias voltadas para a concorrência global,
entre elas a da imitação, e têm papel fundamental no
desenvolvimento tecnológico e na expansão de atividades
40 de pesquisa, além de serem responsáveis pelo crescimento
das indústrias têxteis, madeireiras e de cimento no país.
Entretanto, o desenvolvimento sul‐coreano está
43 ligado às formas de desenvolvimento a convite ou
associado — com acesso privilegiado aos mercados e aos
capitais das grandes potências, obtido em troca da
46 submissão a sua política externa e a sua estratégia militar
global —, que ocorrem em contextos geopolíticos
específicos. Do ponto de vista produtivo, o comando da
49 produção global permanece nos países mais desenvolvidos,
porém vão surgindo novos centros. Nesse sentido, há o
desenvolvimento do centro em um país antes considerado
52 periferia, o que demonstra como uma estratégia de
desenvolvimento com participação ativa do Estado pode
promover uma mudança estrutural.
Daniel Pereira Sampaio . Indústria e desenvolvimento no Brasil:
notas sobre o atraso dos últimos 30 anos (1980/2010). VI
Seminário Internacional sobre desenvolvimento regional.
Tema: Crises do Capitalismo, Estado e Desenvolvimento
Regional. Programa de Pós‐Graduação em Desenvolvimento
Regional, Santa Cruz do Sul, RS, Brasil, 4 a 6 de setembro de
2013, p. 6. Internet: (com adaptações).
A mudança estrutural de que trata o texto advém
Texto associado
A paralisia periódica hipocalêmica familiar é a mais comum
das paralisias periódicas. É uma condição clínica resultante de
mutações que provocam despolarização persistente nas
fibras musculares, resultando em fraqueza.
No que concerne
a esse tema, julgue os itens de 89 a 93.
das paralisias periódicas. É uma condição clínica resultante de
mutações que provocam despolarização persistente nas
fibras musculares, resultando em fraqueza.
No que concerne
a esse tema, julgue os itens de 89 a 93.
Pode ocorrer fraqueza proximal fixa e dor, que precede
ou sucede os ataques de fraqueza muscular.
Texto associado
Julgue os itens de 101 a 110, relativos à gestão financeira das
empresas.
empresas.
O fluxo de caixa líquido é a diferença entre os
recebimentos e os pagamentos de uma empresa,
demonstrados no orçamento de caixa.
Texto associado
No que se refere ao Estado e
a seus Poderes, julgue os itens
de 86 a 90.
a seus Poderes, julgue os itens
de 86 a 90.
Quando atua na elaboração de regimentos internos dos
tribunais, o Poder Judiciário desempenha função típica.
Texto associado
À luz da Constituição Federal, da legislação de regência, da
doutrina e da jurisprudência acerca do direito administrativo,
julgue os itens de 61 a 70.
doutrina e da jurisprudência acerca do direito administrativo,
julgue os itens de 61 a 70.