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O “racismo estrutural”, consoante Silvio Luiz de Almeida,

A é produto de uma patologia social e de um desarranjo institucional, sendo um fenômeno incontornável, revelando-se inúteis as ações e políticas institucionais antirracistas.
B é resultante da produção de padrões de comportamento e conduta de instituições hegemonizadas por determinados grupos raciais que impõem seus interesses políticos e econômicos ao restante da sociedade.
C decorre unicamente de indivíduos e grupos estruturalmente racistas.
D é uma decorrência da forma com que se constituem as relações sociais, de modo que o direito faz parte da mesma estrutura social que o reproduz enquanto prática política e como ideologia.
E é uma manifestação irracional do Estado moderno, que funciona norteado pela impessoalidade e pela técnica, de maneira que o direito é o melhor instrumento para combatê-lo, seja punindo criminal e civilmente os racistas, seja estruturando políticas públicas de promoção de igualdade.

A produção anual de sucos de uma indústria está representada no gráfico de barras abaixo.

A produção anual de suco de

A manga é menor do que a produção anual de suco de pêssego.
B laranja somada à produção anual de suco de pêssego equivale à metade da produção anual total de sucos dessa indústria.
C manga é metade da produção anual de suco de laranja.
D pêssego é um quarto da produção anual de suco de uva.
E manga somada à produção anual de suco de pêssego é maior do que a produção anual de suco de laranja.

A Lei Orgânica do Município de Manaus contempla várias vedações orçamentárias, nos diversos incisos do caput de seu art. 148. Em alguns desses incisos, todavia, a vedação contemplada deixa de existir, caso tenha havido autorização legislativa prévia para a prática de ato ou para a adoção de determinado procedimento. Desse modo, desde que haja prévia autorização legislativa, NÃO há vedação em relação

A à realização de despesas ou à assunção de obrigações diretas que excedam os créditos orçamentários originais ou adicionais.
B à abertura de créditos adicionais suplementares ou especiais com indicação dos recursos correspondentes.
C ao início de programas ou projetos não incluídos no orçamento anual.
D à realização de operações de crédito que excedam o montante das despesas de capital, ressalvadas as autorizadas mediante créditos suplementares ou especiais, autorizados pelo Prefeito.
E à concessão ou utilização de créditos ilimitados.

Numa unidade hospitalar, o enfermeiro admitiu um paciente adulto com história de perda súbita de força muscular em membro superior direito e tontura súbita, o que o levou a suspeitar de um acidente vascular cerebral (AVC). No manejo inicial desse paciente, o enfermeiro deve

A manter o paciente com cabeceira a 0° e, em caso de vômitos, posicionar a 30°.
B administrar oxigênio, por cateter nasal de alto fluxo, se saturação de oxigênio for < 96%.
C puncionar acesso venoso periférico no membro superior parético para minimizar estímulos de dor.
D reduzir níveis pressóricos, se pressão arterial sistólica estiver ≤ 200 mmHg ou pressão arterial diastólica estiver 150 mmHg.
Órgão: Hospital Israelita Albert Einstein Cargo: Residência Multiprofissional em Terapia Intensiva - Área: Enfermagem Prova: FCC - Hospital Israelita Albert Einstein - Residência Multiprofissional em Terapia Intensiva - Área: Enfermagem - 2021
Texto associado
Atenção : Considere a crônica “ Vende a casa ”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder às questões de números 1 a 10.

1. --- O homem falou:
2. --- − Comprei esta casa; vendi-a. No intervalo, passaram-se 21 anos. Aconteceram diferentes coisas nesse intervalo. O ditador caiu, subiu de novo, matou-se. A bomba atômica explodiu, inventou-se outra bomba ainda mais terrível. Veio a paz, ou uma angústia com esse nome. Apareceram antibióticos, aviões a jato, computadores eletrônicos. O homem deu a volta ao universo e viu que a terra era azul. Fabricaram-se automóveis no Brasil. Pela rua passam biquínis aos três, aos quatro, e a geração nova usa rosto novo e nova linguagem. Mas a casa não mudou.
3. --- Veja esta pérgula. Está cercada de edifícios agressivos, não tem mais razão de ser, mas é uma pérgula. Quem a mandou fazer deu recepções neste terraço, de onde se descortinavam os morros da Gávea e o mar. Hoje não se vê nada em redor, mas a pérgula é a mesma. O construtor morreu, como o dono primitivo; a pérgula está viva, com sua buganvília.
4. --- Esta escada, eu a subia com pernas de gato, nem reparava. Hoje subo contando os degraus que faltam, e, podendo evitar, evito a subida, fico lá embaixo. Ela deve estar-se rindo de mim, que me cansei depressa.
5. --- A sala, o pequeno escritório, está vendo? Tudo resistiu mais do que o morador. Não queria acabar, e decerto, chegando a hora, me enterraria. Não usa mais sair defunto de casa, mas bem que a casa gostaria se, depois de me abrigar tanto tempo, pudesse me expor na sala, prestando mais um serviço. Porque não tem feito outra coisa senão prestar serviço. Às vezes com ironia ou aparentemente de mau humor: porta empenada, soalho abatido, defeitos na instalação elétrica antiquada. Porém seu mau humor nunca foi maior do que o meu, que usei e abusei de seus serviços com impaciência e tantas vezes a desprezei, chamando-a feia e desajeitada.
6. --- Tem goteiras; sempre teve, é um de seus orgulhos, ao que parece. Certa madrugada acordamos com a cachoeira no quarto. Tinham-se rompido umas telhas, e o mundo parecia vir abaixo, derretido em chuva. Pois não havia nada de mais sólido na terra do que esta velha casa remendada e maltratada. A prova aí está. Você nos compare, e diga.
7. --- Ratos? Sim, é próprio do lugar. Baratas, nem me fale. Passamos 21 anos lutando contra bichos pequenos, mas era combate leal, em igualdade de condições. Eles moravam no porão; nós, na parte de cima. A luta nunca se decidiu, e a casa nos dava chances idênticas. Era seu ingênuo divertimento.
8. --- Creio que fui feliz aqui. Trouxemos uma menina, que se levantava cedinho para ir ao colégio; ouço ainda o despertador, vozes matutinas, sinto o cheiro de café coado na hora. Seu quarto é o mesmo, a mesma mobília de sucupira que naquele tempo se usava. O retrato dela, feito por um pintor que já morreu, está ali. Hoje é uma senhora que mora longe, e uma vez por ano chega com um senhor e três garotos do capeta. É quando a casa fica matinal, ruidosa, fica plenamente casa, bagunça, festa cheia de gritos. Esses rabiscos na parede, cadeiras remendadas, vidros partidos, está reparando? São das melhores alegrias da casa.
9. --- Agora temos de fechar e sair; vendi a casa. Será demolida, como todas as casas que restam serão demolidas. Era a única que sobrava nesta quadra; fora do alinhamento, sua massa barriguda tinha alguma coisa de insolente, de provocativo. Não podia continuar.
10. --- Isto é, podia. Eu é que entreguei os pontos. Agora veja o que está se passando. Mal assinei a escritura e voltei, começo a sentir-me estranho na casa. Rompeu-se um laço, mais do que isso, uma fibra. Eu não sabia ao certo o que é uma casa. Agora sei, e estou meio envergonhado.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. Cadeira de balanço . São Paulo: Companhia das Letras, 2020)

O termo sublinhado em Não usa mais sair defunto de casa, mas bem que a casa gostaria se , depois de me abrigar tanto tempo, pudesse me expor na sala, prestando mais um serviço (5 o parágrafo) pertence à mesma classe gramatical do termo sublinhado em:

A A bomba atômica explodiu, inventou-se outra bomba ainda mais terrível . (2 o parágrafo)
B Está cercada de edifícios agressivos, não tem mais razão de ser, mas é uma pérgula . (3 o parágrafo)
C Hoje não se vê nada em redor, mas a pérgula é a mesma . (3 o parágrafo)
D Esta escada, eu a subia com pernas de gato, nem reparava . (4 o parágrafo)
E Hoje subo contando os degraus que faltam, e, podendo evitar, evito a subida, fico lá embaixo . (4 o parágrafo)

Dentre as possíveis arritmias associadas ao desequilíbrio eletrolítico, encontra-se:

A Possíveis arritmias
Desequilíbrio eletrolítico
A
Taquicardia ventricular
Hiperpotassemia
B Possíveis arritmias
Desequilíbrio eletrolítico
B
Bloqueio sinoatrial
Hipocalcemia
C Possíveis arritmias
Desequilíbrio eletrolítico
C
Bradicardia sinusal
Hipopotassemia
D Possíveis arritmias
Desequilíbrio eletrolítico
D
Bloqueio de ramo
Hipercalcemia
Órgão: Hospital Israelita Albert Einstein Cargo: Residência Multiprofissional em Terapia Intensiva - Área: Enfermagem Prova: FCC - Hospital Israelita Albert Einstein - Residência Multiprofissional em Terapia Intensiva - Área: Enfermagem - 2021

Pessoas com ansiedade social compõem um grupo heterogêneo em termos de penetração e gravidade dos seus medos. Muitas pessoas têm um leque de medos sociais. Em edições anteriores do DSM, isso era chamado de subtipo generalizado de ansiedade social, termo que está ausente no DSM-5. Em vez disso, o DSM-5 inclui um subtipo relacionado apenas a desempenho, refletindo indivíduos para os quais o medo se restringe a

A andar sozinho.
B cumprimentar pessoas estranhas.
C falar em público.
D ficar em locais escuros.
E permanecer em locais fechados.

Erik H. Erikson propôs que o indivíduo, na evolução do ciclo vital humano, passa por crises psicossociais, sendo que a crise psicossocial denominada autonomia x vergonha e dúvida se correlaciona no modelo freudiano à fase

A fálica.
B oral.
C anal.
D genital.
E de latência.

A abordagem de Hersey e Blanchard foca uma grande parte de sua atenção sobre as características dos seguidores em determinar o comportamento apropriado para liderança. O ponto de Hersey e Blanchard é que os subordinados variem em nível de

A produção.
B exatidão.
C prontidão.
D planejamento.
E execução.

Um motorista de aplicativo, dono do próprio veículo, sofre um acidente e o passageiro acaba ferido. Após ser ouvido na delegacia de polícia, o motorista é surpreendido com um mandado de citação em um processo no qual é denunciado pelo crime de lesão corporal. Ele não contrata advogado e a Defensoria Pública

A irá atendê-lo.
B deve aguardar a prolação de sentença condenatória, para então ingressar no feito como custos vulnerabilis .
C não pode atendê-lo, pois seu patrimônio supera o patamar de atendimento institucional na esfera criminal.
D não pode atendê-lo, pois se trata de crime de menor potencial ofensivo, que não exige defesa técnica.
E irá atendê-lo, desde que sua renda seja inferior a três salários mínimos mensais.