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As alternativas trazem informações adaptadas da obra História concisa da Literatura Brasileira , do professor e crítico literário Alfredo Bosi. Assinale a alternativa referente à obra Macunaíma , de Mario de Andrade.

A O índio como o outro, objeto de colonização e catequese, perde na obra toda autenticidade étnica e regride ao marco zero de espanto (quando antropófago), ou exemplo de edificação (quando religioso).
B Para dar forma ao herói, o autor não via meio mais eficaz do que amalgamá-lo à vida da natureza. Aquilo que é natural o encanta: desde as linhas do perfil até os gestos que definem um caráter, tudo emerge do mesmo fundo incônscio e selvagem.
C A obra corresponde a um corte sincrônico da vida familiar brasileira nos meios urbanos em uma fase em que já se esboçava uma estrutura não mais puramente colonial, mas ainda longe do quadro industrial-burguês.
D O herói é responsável pela primeira ação colonizadora na Bahia. Menos herói de luta do que herói cultural, ele é o fundador, o homem providencial que ensinou ao bárbaro as virtudes e as leis do alto.
E O protagonista é uma espécie de barro vital, ainda amorfo, a que o prazer e o medo vão mostrando os caminhos a seguir, desde o nascimento em plena selva amazônica, até a chegada à São Paulo moderna em busca do talismã.

“(…) Missão cumprida em Campos das Palmas Laguna, heroísmo na retirada Glória em Canudos, e, de armas e almas Ao nosso Julho da Clarinada Sob as arcadas vem, um a um Dos cento e trinta de trinta e um (…)” (Guilherme de Almeida) Na estrofe da Canção da Força Pública transcrita são referenciados alguns dos marcos históricos da Polícia Militar do Estado de São Paulo, representados pelas dezoito estrelas que figuram em seu brasão de armas. A qual dos marcos históricos faz alusão o trecho “… de armas e almas ao nosso Julho da Clarinada”?

A Guerra dos Farrapos.
B Revolução Liberal de Sorocaba.
C Revolução Outubrista de 1930.
D Revolução Constitucionalista de 1932.
E Segunda Guerra Mundial.

Onde ocorreu o incêndio que sensibilizou particularmente as elites políticas paulistas e efetivou o processo de criação do Corpo de Bombeiros de São Paulo, em 1880?

A No Palácio dos Campos Elíseos, antiga sede do governo e residência oficial do Presidente da Província, que foi transferida temporariamente logo após o incêndio.
B Na roda dos enjeitados da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, onde crianças recém-nascidas eram deixadas aos cuidados de instituições de caridade.
C No convento de São Francisco, onde estava instalada a Faculdade de Direito, de onde eram oriundos muitos dos administradores públicos da época.
D Na Catedral da Sé, sede da Arquidiocese de São Paulo e local onde a elite política se encontrava para a prática religiosa e, após, articulações políticas informais.
E No prédio jesuíta do Pátio do Colégio, marco de origem da cidade de São Paulo e de importância histórica para a cidade.

O engajamento da ala revolucionária da Força Pública paulista na Coluna Miguel Costa-Prestes e o empenho de considerável contingente da ala legalista na perseguição à Coluna motivaram o governo paulista a criar, em 1926, como auxiliar da Força Pública,

A a Guarda Civil Metropolitana.
B o Corpo Policial Provisório.
C a Companhia de Pedestres.
D a Companhia de Urbanos.
E a Guarda Civil.

Nos termos do art. 62 da Lei no 9.099/95, o processo perante o Juizado Especial orientar-se-á pelos critérios da oralidade, simplicidade, informalidade, economia processual e celeridade, objetivando, sempre que possível,

A a reparação dos danos sofridos pela vítima e a aplicação de pena não privativa de liberdade.
B a solução consensual do conflito, a não reincidência e a definitiva pacificação social.
C a mediação entre autor e vítima com vistas à composição dos danos materiais.
D desestigmatizar o autor dos fatos e não revitimizar o ofendido.
E a diminuição da litigiosidade do conflito e a solução mediada.

Considere o seguinte caso hipotético: um Cabo PM da ativa, de folga e em trajes civis, utilizando de armamento da Instituição, juntamente com outros dois civis e um Sargento PM reformado, em coautoria, praticam um crime de roubo a um estabelecimento comercial que vende peças de uniforme, do qual, um dos proprietários, trata-se de um Tenente PM da reserva. É correto afirmar que o crime é

A comum.
B militar, pois o armamento utilizado pertencia à Instituição.
C militar, pois o estabelecimento vende peças de uniforme.
D militar, pois o proprietário trata-se de um Tenente PM da reserva.
E militar, pois foi cometido em coautoria com um Sargento PM reformado.

Assinale a alternativa que, nos termos do Código Penal Militar, contempla um crime militar que a pena é aumentada da metade, se o fato é praticado diante da tropa, ou em público.

A Organização de grupo para a prática de violência.
B Aliciação para motim ou revolta.
C Despojamento desprezível.
D Violência contra superior.
E Violência contra militar de serviço.

Nos termos do Código de Processo Penal Militar, compete à polícia judiciária militar

A apurar os crimes militares e comuns, excetuando-se aqueles que por lei especial estão sujeitos à jurisdição militar.
B solicitar das autoridades civis as informações e medidas que julgar úteis à elucidação das infrações penais, que esteja a seu cargo.
C requisitar das autoridades judiciárias militares, a prisão preventiva e a prisão temporária do indiciado.
D apurar, por meio de sindicância, todas as responsabilidades civis e administrativas decorrentes ou não dos Inquéritos Policial-Militares.
E requisitar da polícia civil e das repartições técnicas civis as pesquisas e exames necessários ao complemento e subsídio das sindicâncias e dos inquéritos policial-militares.

Nos termos do Código de Processo Penal Militar, é correto afirmar, nos casos em que servidores das polícias militares e dos corpos de bombeiros militares figurarem como investigados em inquéritos policial-militares e demais procedimentos extrajudiciais, cujo objeto for a investigação de fatos relacionados ao uso da força letal praticados no exercício profissional, de forma consumada ou tentada, que

A o investigado deverá ser citado da instauração do procedimento investigatório, podendo constituir defensor no prazo de até 24 (vinte e quatro) horas a contar do recebimento da citação.
B com ausência de nomeação de defensor pelo investigado, a autoridade responsável pela investigação deverá intimar a instituição a que estava vinculado o investigado à época da ocorrência dos fatos, para que esta, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, indique defensor para a representação do investigado.
C o indiciado poderá ser intimado da instauração do procedimento investigatório, devendo constituir defensor no prazo de até 24 (vinte e quatro) horas a contar do recebimento da intimação.
D com ausência de nomeação de defensor pelo investigado, a autoridade responsável pela investigação deverá intimar a instituição a que estava vinculado o investigado à época da ocorrência dos fatos, para que esta, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, indique defensor para a representação do investigado.
E havendo necessidade de indicação de defensor, a defesa caberá exclusivamente à Defensoria Pública e, nos locais em que ela não estiver instalada, a União ou a Unidade da Federação correspondente à respectiva competência territorial do procedimento instaurado deverá disponibilizar profissional para acompanhamento e realização de todos os atos relacionados à defesa administrativa do investigado.

No que concerne à Prisão em Flagrante prevista no Código de Processo Penal Militar, é correto afirmar que

A quando a pessoa conduzida se recusar a assinar, não souber ou não puder fazê-lo, o auto será assinado por quatro testemunhas, que lhe tenham ouvido a leitura na presença do indiciado e do condutor.
B qualquer pessoa deverá e os militares poderão prender quem for insubmisso ou desertor, ou seja encontrado em flagrante delito.
C nas infrações permanentes, considera-se o agente em flagrante delito no momento da ação ou da omissão, ainda que outro seja o momento do resultado.
D a falta de testemunhas não impedirá o auto de prisão em flagrante, que será assinado por duas pessoas, pelo menos, que hajam testemunhado a apresentação do preso.
E sendo o auto presidido por autoridade militar, designará esta, para exercer as funções de escrivão, um subtenente, suboficial ou sargento, se o indiciado for oficial.