Texto 1
Chat GPT: chegou o uso da Inteligência Artificial na sua mais moderna forma, fácil e prático
É um modelo super avançado para criação de textos
Você já pensou em interagir de verdade com um robô? Estou falando do ChatGPT, serviço que utiliza IA – Inteligência Artificial.
Vou explicar melhor: o GPT, como vem sendo apelidado, foi “treinado” com o uso de inúmeros tópicos e estilos para, assim, conseguir gerar textos de forma autônoma, natural e coerente, com compreensão e capacidade de reproduzir o contexto, como se fossem escritos por um ser humano.
Ele pode responder perguntas, escrever histórias, descrever imagens, criar slogans, campanhas, roteiros, legendas e muito mais.
Uma de suas principais vantagens é a capacidade de entender e reproduzir o contexto de um diálogo, o que significa que ele pode entender o que foi dito anteriormente e responder de forma coerente e relevante.
Além disso, ele também aprende com as perguntas e respostas e melhora a entrega se adaptando a diferentes situações e tópicos.
Acredito que num futuro breve o ChatGPT deverá incluir microfone e alto-falante, como evolução para o que entendemos hoje como assistente virtual.
O projeto do ChatGPT está obtendo tamanho sucesso que em uma semana teve 5M de downloads e deve receber um investimento de US$ 10 milhões da Microsoft.
O ChatGPT é um chatbot autônomo superavançado com Inteligência Artificial, capaz de criar textos do zero e que foi treinado com o uso de uma grande quantidade de textos disponíveis na internet, com notícias, fóruns, livro e muito mais, num total de 570 GB de texto, o equivalente a cerca de 40 bilhões de palavras.
Por ser altamente flexível e poderoso, tem sido utilizado em diversas aplicações, como: assistente virtual, geração de conteúdo automatizado, redação de relatórios, tradução automática, pesquisa científica, criação de roteiros, entre muitos outros exemplos.
Como a inovação é intrínseca a qualquer tipo de utilização de IA, esse modelo é continuamente aprimorado para beneficiar cada vez mais inúmeros outros setores.
Estamos diante de uma ferramenta valiosa para empresas e organizações de todos os tipos, que se tornará ainda mais poderosa com a ampliação de sua utilização em conjunto com a sua capacidade de aprender, compreender e reproduzir contextos. Bem Vindos ao futuro!
Adaptado de: https://exame.com/colunistas/empreender-liberta/chat-gpt-chegou-o-uso-da-inteligencia-artificial-na-sua-mais-moderna-forma-facil-e-pratico/. Acesso em: 20 de jul. 2023
As questões de 01 a 09 referem-se ao Texto 1.
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Texto associado
Em “Ele pode responder perguntas, escrever histórias, descrever imagens, criar slogans [...]”, as vírgulas foram utilizadas com qual função?
Acerca do comportamento organizacional, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) O automonitoramento se refere à capacidade do indivíduo para ajustar seu comportamento a fatores situacionais externos.
( ) Conscienciosidade é uma medida de confiabilidade. Uma pessoa altamente conscienciosa é responsável, organizada, confiável e persistente.
( ) Sentimentos são estados afetivos menos intensos e mais duráveis do que as emoções e que geralmente não requerem um estímulo contextual para se manifestarem.
São exemplos de direitos humanos de primeira, segunda e terceira geração (ou dimensão), respectivamente:
Texto associado
MUITOS DADOS, POSSÍVEIS LEITURAS
Carla Madureira Cruz (Instituo de Geociência - UFRJ)
Estamos cada vez mais exigentes aos detalhes do mundo que nos rodeia, seja espacial ou temporalmente. Ainda que não saibamos o limite de onde podemos chegar, seguramente romperemos as dificuldades de forma cada vez mais rápida. Vejamos a questão da escala...
Não faz muito tempo que observar o mundo através de manchas indicativas do tipo de ocupação (como é o caso das áreas urbanas e dos fragmentos florestais) era o que havia de melhor para fazer medições, monitoramentos e diagnósticos. Isso tudo a intervalos de anos, às vezes, décadas. Afinal, a produção cartográfica sempre foi, historicamente, um desafio complexo, exigindo tempo, métodos e recursos pouco triviais. Não é à toa que era restrita a poucos.
Atualmente, e cada vez mais rapidamente, temos sido capazes de romper muitas dessas fronteiras. E por que isto é importante? Porque a representação de dados depende da escala e esta, por sua vez, depende do conjunto de dados primários utilizados. Assim, se quisermos analisar um território de modo mais detalhado, precisaremos de dados suficientemente ajustados ao nível de escala exigido para cada demanda. Hoje, tornou-se comum trocarmos manchas por indivíduos (como casas e árvores) em algumas aplicações como as voltadas aos estudos urbanos.
As formas de levantamentos de dados são variáveis e podem ser do tipo in situ (no campo) ou remoto. Com o avanço tecnológico, cresce em qualidade e diversidade as opções remotas de obtenção de dados, como é o caso do sensoriamento remoto com suas múltiplas facetas. Ele nos permite acesso, cada vez mais amplo, a um parque de imagens muito variadas, que buscam atender a estudos e aplicações diversas. Afinal, a leitura espacial é um quesito fundamental para a quantificação e compreensão da evolução da paisagem, podendo considerar aspectos antrópicos ou naturais.
Com a facilidade tecnológica de acesso, produção e disponibilização de dados espaciais, as pressões por soluções que passam por essas representações espaciais só crescem. Ampliam-se os dados, expressos na maioria das vezes por imagens e mapas, mas também há um aumento, e aprofundamento, do conhecimento sobre as dinâmicas de eventos - informações consideradas cruciais para lidar com as complexidades do mundo atual.
Não devemos esquecer que o que existe e o que representamos nunca é a mesma coisa. Toda representação em escala carrega em si alguma perda, que denominamos generalização. E isso é importante, porque possibilita a análise de áreas maiores. O desafio, portanto, é saber escolher a escala adequada ao estudo: aquela que não invisibiliza o que precisamos observar e medir.
Adaptado de: https://cienciahoje.org.br/artigo/muitos-dadospossiveis-leituras/. Acesso em: 05 abr. 2023.
Carla Madureira Cruz (Instituo de Geociência - UFRJ)
Estamos cada vez mais exigentes aos detalhes do mundo que nos rodeia, seja espacial ou temporalmente. Ainda que não saibamos o limite de onde podemos chegar, seguramente romperemos as dificuldades de forma cada vez mais rápida. Vejamos a questão da escala...
Não faz muito tempo que observar o mundo através de manchas indicativas do tipo de ocupação (como é o caso das áreas urbanas e dos fragmentos florestais) era o que havia de melhor para fazer medições, monitoramentos e diagnósticos. Isso tudo a intervalos de anos, às vezes, décadas. Afinal, a produção cartográfica sempre foi, historicamente, um desafio complexo, exigindo tempo, métodos e recursos pouco triviais. Não é à toa que era restrita a poucos.
Atualmente, e cada vez mais rapidamente, temos sido capazes de romper muitas dessas fronteiras. E por que isto é importante? Porque a representação de dados depende da escala e esta, por sua vez, depende do conjunto de dados primários utilizados. Assim, se quisermos analisar um território de modo mais detalhado, precisaremos de dados suficientemente ajustados ao nível de escala exigido para cada demanda. Hoje, tornou-se comum trocarmos manchas por indivíduos (como casas e árvores) em algumas aplicações como as voltadas aos estudos urbanos.
As formas de levantamentos de dados são variáveis e podem ser do tipo in situ (no campo) ou remoto. Com o avanço tecnológico, cresce em qualidade e diversidade as opções remotas de obtenção de dados, como é o caso do sensoriamento remoto com suas múltiplas facetas. Ele nos permite acesso, cada vez mais amplo, a um parque de imagens muito variadas, que buscam atender a estudos e aplicações diversas. Afinal, a leitura espacial é um quesito fundamental para a quantificação e compreensão da evolução da paisagem, podendo considerar aspectos antrópicos ou naturais.
Com a facilidade tecnológica de acesso, produção e disponibilização de dados espaciais, as pressões por soluções que passam por essas representações espaciais só crescem. Ampliam-se os dados, expressos na maioria das vezes por imagens e mapas, mas também há um aumento, e aprofundamento, do conhecimento sobre as dinâmicas de eventos - informações consideradas cruciais para lidar com as complexidades do mundo atual.
Não devemos esquecer que o que existe e o que representamos nunca é a mesma coisa. Toda representação em escala carrega em si alguma perda, que denominamos generalização. E isso é importante, porque possibilita a análise de áreas maiores. O desafio, portanto, é saber escolher a escala adequada ao estudo: aquela que não invisibiliza o que precisamos observar e medir.
Adaptado de: https://cienciahoje.org.br/artigo/muitos-dadospossiveis-leituras/. Acesso em: 05 abr. 2023.