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De acordo com o Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP) com base no Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (MCASP), analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).

I. As contas identificadas no nível de consolidação (5º nível) com o dígito 1 identificarão, entre outras, as operações decorrentes de transações entre uma entidade que pertence ao OFSS de um ente público e uma entidade privada, por exemplo: pessoas físicas; empresas, associações e fundações privadas; organizações sociais; organismos internacionais.
II. A contribuição patronal de uma prefeitura para o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) utilizará as contas com o dígito 4 no nível de consolidação (5º nível).
III. Alterações patrimoniais decorrentes da transferência de bens móveis ou imóveis entre entidades que pertencem ao OFSS do mesmo ente público utilizarão as contas com o dígito 2 no nível de consolidação (5º nível).

A Apenas I e II.
B Apenas I e III.
C Apenas II e III.
D Apenas I.
E I, II e III.

De acordo com a Lei Federal nº 10.048/2000, alguns grupos de pessoas possuem direito a atendimento prioritário em determinadas circunstâncias. São considerados grupo prioritário, EXCETO

A os obesos com mobilidade comum.
B as pessoas com transtorno do espectro autista.
C as pessoas idosas com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos.
D as pessoas com criança de colo.
E as pessoas portadoras de cardiopatia congênita.

A empresa Alfa S.A., arrendatária, firmou um contrato de arrendamento com a Beta S.A., arrendadora, para o uso de uma máquina especializada em seus processos de produção. O contrato possui as seguintes características:

• O prazo do arrendamento é de 10 anos, sendo que a vida econômica da máquina é de 12 anos;
• Ao final do prazo do arrendamento, a propriedade da máquina será transferida para a Alfa S.A;
• Alfa S.A. tem a opção de comprar a máquina ao final do quinto ano por um valor que é significativamente inferior ao valor justo da máquina na data em que a opção pode ser exercida;
• O valor presente dos pagamentos de arrendamento equivale a 90% do valor justo da máquina na data de início do contrato;
• A máquina é altamente especializada e só pode ser utilizada pela Alfa S.A. sem modificações significativas.

Acerca das informações apresentadas, assinale a alternativa correta quanto à classificação desse arrendamento e seus impactos contábeis.

A O arrendamento deve ser classificado como operacional, e a Alfa S.A. deve reconhecer as despesas de arrendamento de forma linear ao longo do prazo do contrato.
B O arrendamento deve ser classificado como operacional, e a Alfa S.A. deve reconhecer um ativo de direito de uso e um passivo de arrendamento.
C O arrendamento deve ser classificado como financeiro, e a Alfa S.A. deve reconhecer um ativo de direito de uso e um passivo de arrendamento, além de depreciação e despesas de juros.
D O arrendamento deve ser classificado como financeiro, e a Alfa S.A. deve reconhecer apenas a depreciação do ativo subjacente ao longo do prazo do arrendamento.
E O arrendamento deve ser classificado como operacional, e a Alfa S.A. deve reconhecer as despesas de arrendamento somente quando efetuados os pagamentos.

Determinada empresa, ao final do exercício de 2023, apresentou uma redução de R$ 50.000 em seu Patrimônio Líquido. Diversos eventos podem influenciar a composição do Patrimônio Líquido, cada um com diferentes impactos. Considere as seguintes situações que ocorreram durante o ano de 2023:

1. A empresa utilizou reservas para compensar prejuízos acumulados.
2. A empresa reverteu reservas estatutárias para a conta de lucros acumulados.
3. A empresa vendeu ações próprias, mantidas em tesouraria, pelo valor de aquisição.
4. A empresa reverteu a Reserva de Lucros a Realizar para a conta Dividendos a pagar.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o(s) evento(s) que pode(m) ter causado a redução do Patrimônio Líquido dessa empresa em 2023.

A Apenas os eventos 1 e 2.
B Apenas o evento 1.
C Apenas o evento 3.
D Apenas o evento 4.
E Apenas os eventos 3 e 4.
Texto associado
Como a consciência pode ter evoluído para beneficiar a sociedade, não os indivíduos

Peter W Halligan e David A Oakley

Por que a experiência da consciência evoluiu a partir da nossa fisiologia cerebral subjacente? Apesar de ser uma área empolgante da neurociência, as pesquisas atuais sobre a consciência são caracterizadas por divergências e controvérsias. Existe uma disputa entre uma série de teorias concorrentes. [...]

Perigos da intuição

As principais crenças intuitivas – por exemplo, que nossos processos mentais são distintos dos nossos corpos físicos (dualismo mente-corpo) e que os nossos processos mentais dão origem e controlam as nossas decisões e ações (causalidade mental) – são reforçadas por uma vida inteira de experiências subjetivas.
Estas crenças são encontradas em todas as culturas humanas. São importantes porque servem como crenças fundamentais para a maioria das democracias liberais e dos sistemas de justiça criminal. Elas são resistentes a contraprovas. Isto porque são fortemente validadas por conceitos sociais e culturais como o livre-arbítrio, os direitos humanos, a democracia, a justiça e a responsabilidade moral. Todos esses conceitos pressupõem que a consciência desempenha uma influência controladora central.
A intuição, no entanto, é um processo cognitivo automático que evoluiu para fornecer explicações e previsões rápidas e confiáveis. Na verdade, ela faz isso sem a necessidade de sabermos como ou por que sabemos disso. Os resultados da intuição moldam, portanto, a forma como percebemos e explicamos nosso mundo cotidiano, sem a necessidade de uma reflexão extensa ou de explicações analíticas formais.
Embora úteis e cruciais para muitas atividades cotidianas, as crenças intuitivas podem estar erradas. E também podem interferir na alfabetização científica. [...]
O problema para os modelos científicos de consciência continua a ser acomodar estas explicações intuitivas dentro de uma estrutura materialista consistente com as descobertas da neurociência. Embora não haja uma explicação científica atual sobre como o tecido cerebral gera ou mantém a experiência subjetiva, o consenso entre (a maioria dos) neurocientistas é que ela é um produto de processos cerebrais.

Propósito social

Se for esse o caso, por que a consciência, definida como percepção subjetiva, evoluiu?
A consciência provavelmente evoluiu como parte da evolução do sistema nervoso. De acordo com várias teorias, a principal função adaptativa (proporcionar ao organismo vantagens reprodutivas e de sobrevivência) da consciência é tornar possível o movimento volitivo. E a volição é algo que, em última análise, associamos à vontade, ao arbítrio e à individualidade. Portanto, é fácil pensar que a consciência evoluiu para nos beneficiar como indivíduos.
Mas argumentamos que a consciência pode ter evoluído para facilitar funções adaptativas sociais fundamentais. Em vez de ajudar os indivíduos a sobreviver, ela evoluiu para nos ajudar a transmitir as nossas ideias e sentimentos vivenciados para o resto do mundo. E isto pode beneficiar a sobrevivência e o bem-estar da espécie como um todo.
A ideia se encaixa no novo pensamento sobre genética. Embora a ciência evolucionista se concentre tradicionalmente nos genes individuais, há um reconhecimento cada vez maior de que a seleção natural entre os humanos opera em vários níveis. Por exemplo, a cultura e a sociedade influenciam características transmitidas entre gerações – valorizamos algumas mais do que outras.
No centro da nossa explicação, está a ideia de que a sociabilidade [...] é uma estratégia de sobrevivência fundamental que influencia a forma como o cérebro e a cognição evoluem.
Adotando esta estrutura social evolutiva, nós propomos que a percepção subjetiva carece de qualquer capacidade independente de influenciar causalmente outros processos ou ações psicológicas. [...] Afirmar que a percepção subjetiva não tem influência causal não significa negar a realidade da experiência subjetiva ou afirmar que a experiência é uma ilusão. [...]
Na verdade, é justamente devido ao valor que damos a estas experiências que os relatos intuitivos permanecem convincentes e difundidos nos sistemas de organização social e jurídica e na psicologia.
Apesar de ser contraintuitivo atribuir arbítrio e responsabilidade pessoal a um conjunto biológico de células nervosas, faz sentido que construções sociais altamente valorizadas, como o livre-arbítrio, a verdade, a honestidade e a justiça, possam ser atribuídas de forma significativa aos indivíduos como pessoas responsáveis numa comunidade social.
Pense nisso. Embora estejamos profundamente arraigados à nossa natureza biológica, a nossa natureza social é amplamente definida por nossos papéis e interações na sociedade. Dessa forma, a arquitetura mental da mente deve estar fortemente adaptada para a troca e recepção de informações, ideias e sentimentos. [...]
Para se chegar a uma explicação mais científica para a percepção subjetiva, é necessário aceitar que a biologia e a cultura trabalham coletivamente para moldar a forma como os cérebros evoluem. [...]

Adaptado de: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz9xwge33zko. Acesso em: 05 ago. 2024.

Considerando os processos de formação de palavras, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

I. No trecho “[...] nossos processos mentais são distintos dos nossos corpos físicos ( dualismo mente-corpo ) [...]”, “dualismo” formou-se por derivação sufixal, enquanto “mente-corpo”, por composição por justaposição.
II. Em “[...] estas explicações intuitivas dentro de uma estrutura materialista consistente com as descobertas da neurociência .”, os termos destacados originaram-se mediante um mesmo processo de formação de palavras.
III. No trecho “Dessa forma, a arquitetura mental da mente deve estar fortemente adaptada [...]”, os termos destacados apresentam sufixos nominais.
IV. Em “Apesar de ser contraintuitivo atribuir arbítrio e responsabilidade pessoal a um conjunto biológico de células nervosas [...]”, o termo destacado formou-se por composição por justaposição.
V. No trecho “Em vez de ajudar os indivíduos a sobreviver , ela evoluiu para nos ajudar [...]”, o verbo destacado formou-se por derivação prefixal.

A Apenas I, II e III.
B Apenas II, III e IV.
C Apenas II e IV.
D Apenas I e V.
E Apenas I, IV e V.
Texto associado
Como a consciência pode ter evoluído para beneficiar a sociedade, não os indivíduos

Peter W Halligan e David A Oakley

Por que a experiência da consciência evoluiu a partir da nossa fisiologia cerebral subjacente? Apesar de ser uma área empolgante da neurociência, as pesquisas atuais sobre a consciência são caracterizadas por divergências e controvérsias. Existe uma disputa entre uma série de teorias concorrentes. [...]

Perigos da intuição

As principais crenças intuitivas – por exemplo, que nossos processos mentais são distintos dos nossos corpos físicos (dualismo mente-corpo) e que os nossos processos mentais dão origem e controlam as nossas decisões e ações (causalidade mental) – são reforçadas por uma vida inteira de experiências subjetivas.
Estas crenças são encontradas em todas as culturas humanas. São importantes porque servem como crenças fundamentais para a maioria das democracias liberais e dos sistemas de justiça criminal. Elas são resistentes a contraprovas. Isto porque são fortemente validadas por conceitos sociais e culturais como o livre-arbítrio, os direitos humanos, a democracia, a justiça e a responsabilidade moral. Todos esses conceitos pressupõem que a consciência desempenha uma influência controladora central.
A intuição, no entanto, é um processo cognitivo automático que evoluiu para fornecer explicações e previsões rápidas e confiáveis. Na verdade, ela faz isso sem a necessidade de sabermos como ou por que sabemos disso. Os resultados da intuição moldam, portanto, a forma como percebemos e explicamos nosso mundo cotidiano, sem a necessidade de uma reflexão extensa ou de explicações analíticas formais.
Embora úteis e cruciais para muitas atividades cotidianas, as crenças intuitivas podem estar erradas. E também podem interferir na alfabetização científica. [...]
O problema para os modelos científicos de consciência continua a ser acomodar estas explicações intuitivas dentro de uma estrutura materialista consistente com as descobertas da neurociência. Embora não haja uma explicação científica atual sobre como o tecido cerebral gera ou mantém a experiência subjetiva, o consenso entre (a maioria dos) neurocientistas é que ela é um produto de processos cerebrais.

Propósito social

Se for esse o caso, por que a consciência, definida como percepção subjetiva, evoluiu?
A consciência provavelmente evoluiu como parte da evolução do sistema nervoso. De acordo com várias teorias, a principal função adaptativa (proporcionar ao organismo vantagens reprodutivas e de sobrevivência) da consciência é tornar possível o movimento volitivo. E a volição é algo que, em última análise, associamos à vontade, ao arbítrio e à individualidade. Portanto, é fácil pensar que a consciência evoluiu para nos beneficiar como indivíduos.
Mas argumentamos que a consciência pode ter evoluído para facilitar funções adaptativas sociais fundamentais. Em vez de ajudar os indivíduos a sobreviver, ela evoluiu para nos ajudar a transmitir as nossas ideias e sentimentos vivenciados para o resto do mundo. E isto pode beneficiar a sobrevivência e o bem-estar da espécie como um todo.
A ideia se encaixa no novo pensamento sobre genética. Embora a ciência evolucionista se concentre tradicionalmente nos genes individuais, há um reconhecimento cada vez maior de que a seleção natural entre os humanos opera em vários níveis. Por exemplo, a cultura e a sociedade influenciam características transmitidas entre gerações – valorizamos algumas mais do que outras.
No centro da nossa explicação, está a ideia de que a sociabilidade [...] é uma estratégia de sobrevivência fundamental que influencia a forma como o cérebro e a cognição evoluem.
Adotando esta estrutura social evolutiva, nós propomos que a percepção subjetiva carece de qualquer capacidade independente de influenciar causalmente outros processos ou ações psicológicas. [...] Afirmar que a percepção subjetiva não tem influência causal não significa negar a realidade da experiência subjetiva ou afirmar que a experiência é uma ilusão. [...]
Na verdade, é justamente devido ao valor que damos a estas experiências que os relatos intuitivos permanecem convincentes e difundidos nos sistemas de organização social e jurídica e na psicologia.
Apesar de ser contraintuitivo atribuir arbítrio e responsabilidade pessoal a um conjunto biológico de células nervosas, faz sentido que construções sociais altamente valorizadas, como o livre-arbítrio, a verdade, a honestidade e a justiça, possam ser atribuídas de forma significativa aos indivíduos como pessoas responsáveis numa comunidade social.
Pense nisso. Embora estejamos profundamente arraigados à nossa natureza biológica, a nossa natureza social é amplamente definida por nossos papéis e interações na sociedade. Dessa forma, a arquitetura mental da mente deve estar fortemente adaptada para a troca e recepção de informações, ideias e sentimentos. [...]
Para se chegar a uma explicação mais científica para a percepção subjetiva, é necessário aceitar que a biologia e a cultura trabalham coletivamente para moldar a forma como os cérebros evoluem. [...]

Adaptado de: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz9xwge33zko. Acesso em: 05 ago. 2024.

Assinale a alternativa em que, ao se pluralizar os termos destacados, o verbo mantém-se no singular, obedecendo à norma-padrão.

A “Existe uma disputa entre uma série de teorias concorrentes.”
B “ O problema para os modelos científicos de consciência continua a ser [...].”
C “Embora não haja uma explicação científica atual [...].”
D “[...] o tecido cerebral [...] mantém a experiência subjetiva [...].”
E “No centro da nossa explicação, está a ideia [...].”

A empresa DJN realizou a venda de mercadorias no valor de R$ 80.000, a prazo, para um de seus clientes, emitindo uma duplicata nesse momento.

No entanto, no mês seguinte, a empresa optou por realizar o desconto dessa duplicata junto a uma instituição financeira. A empresa recebeu R$ 75.000 do banco pelo desconto dessa duplicata.

Considerando as informações apresentadas, assinale a alternativa que mostra corretamente o lançamento contábil a ser realizado no momento do desconto da duplicata.

A D – Bancos Conta Movimento R$ 75.000 (Ativo)
C – Duplicatas Descontadas R$ 75.000 (Passivo)
B D – Bancos Conta Movimento R$ 75.000 (Ativo)
D – Despesas com Juros R$ 5.000 (Despesa)
C – Duplicatas Descontadas R$ 80.000 (Passivo)
C D – Bancos Conta Movimento R$ 75.000 (Ativo)
D – Encargos Financeiros a Transcorrer R$ 5.000 (Passivo)
C – Duplicatas Descontadas R$ 80.000 (Passivo)
D D – Bancos Conta Movimento R$ 80.000 (Ativo)
C – Duplicatas Descontadas R$ 80.000 (Passivo)
E D – Bancos Conta Movimento R$ 75.000 (Ativo)
D – Encargos Financeiros a Transcorrer R$ 5.000 (Passivo)
C – Duplicatas a Receber R$ 80.000 (Ativo)
Texto associado
O poder da música no coração: como ela interfere na saúde cardiovascular?

Paulo Chaccur

A música é tida por muitas pessoas como uma fonte de diversão, inspiração e entretenimento. No entanto, ela tem uma atuação que vai muito além disso. Você já teve a sensação de ouvir uma canção, e ela tocar diretamente o seu coração? Estudos indicam que certas composições são capazes de despertar sentimentos e emoções, e, assim, interferir positivamente no funcionamento do nosso sistema cardiovascular. [...] E isso acontece ao ouvir música, tocar um instrumento ou cantar mesmo informalmente, no carro ou no chuveiro. Por que e como isso ocorre?
Quando pensamos na ativação provocada por uma música, a primeira ligação que geralmente fazemos é com o sistema auditivo. Entretanto, uma canção que gostamos, seja qual for o estilo musical, é capaz de acionar várias partes do cérebro, incluindo áreas responsáveis pelo movimento, pela linguagem, pela atenção e estado de alerta, pela memória, pelas sensações e pelo centro de recompensa.
A música tem potencial para estimular ou inibir o sistema nervoso autônomo (SNA), modulando os sentimentos e as emoções. Isso ocorre a partir da liberação de neurotransmissores, como a dopamina, hormônio relacionado ao prazer e à motivação, e a serotonina, substância considerada um antidepressivo natural, capaz de melhorar o humor, controlar a ansiedade e reduzir a sensação de solidão.
Pesquisas revelam ainda que os níveis de ocitocina hormônio associado à empatia, confiança e construção de relacionamentos na corrente sanguínea ficam elevados quando pessoas cantam juntas. Tudo isso mesmo em canções tristes ou melancólicas. Nesses casos, a explicação é que certas composições podem nos conectar com o artista em questão e com a mensagem que ele transmite. É como se aquela pessoa entendesse e conseguisse dar voz ao que estamos sentindo, o que gera uma sensação de pertencimento e conforto. (...)
1. Redução do estresse
(...) As canções, especialmente as suaves e calmas, ajudam a promover um estado de relaxamento o aumento da atividade do sistema nervoso parassimpático compensa a resposta de "luta ou fuga" do simpático, associado ao estresse. [...]
2. Alteração da frequência cardíaca
(...) Uma canção lenta e tranquilizante pode diminuir a frequência cardíaca (e o contrário também ocorre) e, dessa forma, interferir positivamente na pressão arterial, ajudando a manter seus níveis dentro do que é considerado saudável à medida que o coração bate mais devagar, próximo de um ritmo normal, há menos pressão sobre as paredes das artérias.
3. Vasos sanguíneos mais saudáveis
Alguns estudos apontam que a música contribui com a saúde dos vasos sanguíneos e com a chamada função endotelial, ligada à capacidade das células endoteliais (aquelas que revestem o interior dos vasos) de regular o fluxo de sangue e o tônus vascular. [...]
4. Melhora do humor
Ouvir músicas de que gostamos pode aumentar a liberação de endorfinas e outros neurotransmissores que têm um efeito positivo no humor. Um estado de espírito positivo pode trazer benefícios para a saúde cardiovascular.
5. Aumento da motivação para o exercício
Muitas pessoas usam a música como estímulo durante um exercício físico. Isso pode aumentar a motivação e o desempenho durante o treino, o que é benéfico para o coração.
6. Mais qualidade do sono
Canções relaxantes antes de dormir contribuem com a qualidade do sono, uma vez que podem induzir a um estado de relaxamento profundo. E vale salientar: dormir é uma forma de recuperação do corpo, que precisa se recarregar para o dia seguinte. [...]
7. Redução da dor e auxílio em tratamentos
A música também tem sido usada como terapia complementar para ajudar a reduzir a percepção da dor em pacientes que estão enfrentando determinados tratamentos e pós-cirurgias cardíacas. [...]
Música para seu coração
Falamos muito aqui de música tranquila e relaxante, mas é válido lembrar que as canções têm efeitos diferentes em cada indivíduo, ou seja, o que funciona para uma pessoa pode não ser igualmente eficaz para outra. Assim, o gosto, as preferências e as respostas pessoais de cada indivíduo à música também desempenham papel relevante. [...] E, apesar dos benefícios, a música não substitui os cuidados médicos e tratamentos recomendados por profissionais de saúde. De modo geral, ela é tida como uma aliada. Por fim, apesar do crescente número de evidências favoráveis que envolvem a saúde cardíaca, ainda existem muitos desafios nessa relação, como a necessidade de mais pesquisas e protocolos padronizados de aplicação e melhores práticas.

Adaptado de: https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/paulo-chaccur/2023/10/08/o-poder-da-musica-no-coracao-como-ela-interfere-na-saude-cardiovascular.htm. Acesso em: 15 de jan. 2024.

Assinale a alternativa em que a(s) vírgula(s) NÃO tenha(m) sido empregada(s) para isolar segmentos e/ou expressões com valor explicativo.

A “[...] como a dopamina, hormônio relacionado ao prazer e à motivação [...]".
B “[...] e a serotonina, substância considerada um antidepressivo natural [...]".
C “[...] as canções têm efeitos diferentes em cada indivíduo, ou seja, o que funciona para uma pessoa pode não ser igualmente eficaz para outra [...]".
D “Uma canção lenta e tranquilizante pode diminuir a frequência cardíaca [...] e, dessa forma, interferir positivamente na pressão arterial [...]”.
E “E vale salientar: dormir é uma forma de recuperação do corpo, que precisa se recarregar para o dia seguinte.”.

Em relação ao sistema de Vucetich, a identificação, o reconhecimento, a papiloscopia e as impressões dígito-papilares, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Nos desenhos digitais, que dão origem às impressões digitais do tipo presilha externa, é correto afirmar que a derme apresenta um delta à direita e um núcleo à esquerda do observador.
( ) A respeito da fórmula datiloscópica, o delta é elemento fundamental quando se trata de classificação.
( ) A dactiloscopia atende a quatro critérios técnicos do processo de identificação: classificabilidade, imutabilidade, praticabilidade e unicidade. Trata-se de um processo fidedigno, barato e de fácil obtenção. Alguns autores incluem ainda um quinto critério: a perenidade.
( ) De acordo com os protocolos de atendimento de vítimas de desastres, bem como com os princípios da economicidade e da eficiência, as impressões dígito-papilares são a última opção a ser utilizada como meio de identificação, estando à sua frente prioritariamente o uso de arcada dentária e DNA, podendo ser utilizadas vestes, tatuagens e outros itens no reconhecimento da vítima.

A V – F – V – F.
B F – V – F – V.
C F – F – F – V.
D V – F – F – V.
E V – V – V – F.

Uma estrada de ferro começou a ser construída próxima à casa de João, que ficou extremamente incomodado com o barulho e com os trabalhadores nas proximidades de sua residência. Apesar de a obra ter todas as autorizações necessárias e de os funcionários nela operarem apenas durante o horário comercial permitido, João, insatisfeito, resolve prejudicar a obra. Para isso, destrói totalmente a linha férrea que estava sendo construída. Com base nesse caso e na conduta de João, assinale a alternativa correta.

A João cometeu o crime de impedir ou perturbar serviço de estrada de ferro, previsto no art. 260 do Código Penal, quando destruiu total ou parcialmente a linha férrea.
B João não cometeu nenhum ilícito penal, pois agiu em legítima defesa.
C João não cometeu crime algum, pois destruir a linha férrea, desde que ela esteja causando incômodo e seja próxima a sua casa, não configura ato ilícito.
D João cometeu o crime de impedir ou perturbar serviço de estrada de ferro, previsto no art. 260 do Código Civil, quando destruiu totalmente a linha férrea.
E João agiu corretamente, pois, quando uma obra ou construção está causando transtornos, os vizinhos prejudicados podem destruí-la, exercendo seu direito de proteção à propriedade privada.