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A burocracia na gestão pode apresentar um conjunto de
disfunções na Administração Pública que justificaram a
reforma do estado em diferentes países.
O excesso de burocracia gera nas organizações a

A ampliação da liberdade de ação
B internalização de normas e formalismo
C personalização de tarefas e cargos
D redução de autoridade hierárquica
E restrição de documentação formal

É necessário medir com precisão o desempenho dos funcionários. Dessa forma, é possível apontar ao funcionário
os quesitos em que ele pode melhorar. Em uma empresa,
ao final do ano, o gerente apresentou à direção a avaliação do desempenho dos seus subordinados. Esses
funcionários foram avaliados com base na taxa de abstenção, no número de reclamações de clientes e na quantidade de vendas.
Nesse caso, foram utilizadas medidas de desempenho

A frontais
B objetivas
C orgânicas
D subjetivas
E disciplinares

O consultor contratado por uma empresa alimentícia
utilizou a matriz BCG para definir a posição de cada uma
das demais empresas do setor.

Segundo sua análise, a empresa avaliada foi categorizada
como Estrela, o que significa que ela

A é a maior empresa de um mercado de crescimento lento.
B participa de um mercado com concorrentes insignificantes.
C tem pequena participação em um mercado de crescimento lento.
D tem pequena participação em um mercado com rápido
crescimento.
E tem grande participação em um mercado de rápido crescimento.

Toda semana o diretor da empresa reúne seus
subordinados e os informa a respeito do atingimento das
metas estratégicas. Além disso, toda semana a direção
envia newsletters para os funcionários a partir do correio
eletrônico da empresa, com comentários a respeito do
desempenho de cada setor.

Esses são exemplos de ações de comunicação que utilizam o canal de comunicação formal

A retilíneo
B uniforme
C horizontal
D ascendente
E descendente

Uma das classificações legalmente requeridas para a
despesa pública refere-se à classificação institucional,
que reflete a estrutura de alocação dos créditos orçamentários em níveis hierárquicos.
Na classificação institucional da despesa, uma autarquia
de ensino superior federal, subordinada ao Ministério da
Educação,

A constitui um agrupamento de unidades orçamentárias
com dotações próprias.
B recebe dotações orçamentárias diretamente do Tesouro Nacional.
C é considerada uma unidade orçamentária, identificada
com três dígitos.
D é considerada um órgão orçamentário, identificado
com dois dígitos.
E está impedida de receber transferências não autorizadas pelo Ministério a que está subordinada.

Um vereador tem sua base eleitoral em um certo distrito.
Interessado na criação de novos municípios, ele verifica
as exigências para tal e formula consulta à assessoria jurídica da Câmara, que assenta, nos termos da Constituição Federal, a exigência de

A lei municipal
B lei estadual
C Medida Provisória
D Decreto Legislativo
E Resolução

Assinale a alternativa que apresenta como pode ser denominado o planejamento tático.

A Planos globais ou totalizantes.
B Planos equilibrados ou balanceados.
C Planos institucionais ou empresariais.
D Planos funcionais ou administrativos.
E Planos regionalizados ou localizados.

Dada a inequação do segundo grau x 2 – 3x – 4 < 0, considere que o conjunto solução dessa inequação contenha somente números inteiros, não nulos. Dessa forma, a respeito dos números que estão nesse conjunto solução, é correto afirmar que

A a soma desses números é igual a 4.
B esses números são números primos.
C esses números são divisores de 6.
D o produto desses números é zero.
E dois desses números são negativos.
Texto associado
Crianças têm uma importante lição a ensinar: o hábito – e a falta de medo – de fazer perguntas
Por Marina Martini
Acho que uma das grandes contradições da nossa vida – e uma grande perda, em consequência – é o fato de que, quando mais precisamos aprender, mais temos vergonha de aprender. Já reparou? Quando somos pré-adolescentes, adolescentes, ou até mesmo jovens adultos, passamos por um período da vida em que reprimimos (a ponto de nos esquecermos dele) um dos hábitos mais saudáveis e fundamentais que cultivamos ao longo da infância: o de perguntar. Crianças, apontamos o dedo para tudo, querendo saber o que é, para que serve, como funciona.
(...)
Mas algo acontece ali pelos nossos nove, dez anos de idade. Desenvolvemos algo que normalmente nos acompanha ao longo da adolescência e até boa parte do início da vida adulta: a vergonha de não saber. Morremos de medo de admitir nossa ignorância a respeito deste ou daquele assunto – e preferimos sufocar ou ignorar perguntas que julgamos bobas ou “burras”. Às vezes, para não nos sentirmos deixados para trás, somos capazes de fingir que entendemos alguma coisa que, na verdade, deixou nossa mente borbulhando de dúvidas; ou que conhecemos um artista, um filme ou um lugar que foi citado numa conversa, simplesmente porque todos os outros participantes parecem conhecer (bem, talvez eles também estejam fingindo).
(...)
Tenho a sensação de que, para a maioria das pessoas, esse medo aos poucos vai passando – perto dos 30 anos, eu percebo que tenho muito menos vergonha da minha própria ignorância do que tinha aos 14 ou 21. Mas o problema está justamente aí: eu provavelmente nunca precisei tanto da ajuda dos outros, do conhecimento dos outros, da sabedoria dos outros, quanto dos 10 aos 25 anos de idade. A carência de conhecimento vai além daquele de que precisamos para ser aprovados nas séries escolares, no vestibular ou nas disciplinas da faculdade – o que mais faz falta é a sabedoria sobre a vida, sobre a carreira, sobre relacionamentos, sobre o futuro, sobre o mundo! Quanta ajuda eu poderia ter tido – e quão mais fácil minha adolescência podia ter sido – se eu tivesse sido menos tímida e mais humilde para perguntar? Humilde, sim – porque o que mais se vê são jovens arrogantes, que sequer se percebem arrogantes, mas que, do alto de seus 16 ou 17 anos, julgam saber mais que os pais, os professores, os avós, que, oras, aos 50 ou 70 anos, só podem ter mesmo ideias ultrapassadas e que não mais se aplicam a esse mundo.
Não podemos ter medo de aprender – seja lá a faixa etária em que estivermos. Eu quero dizer “não ter medo” em um sentido bastante amplo: não apenas não ter medo de dizer “não sei”, “não conheço”, “não li”, “não assisti”, “nunca ouvi falar”; não apenas não ter medo de fazer perguntas que parecem estúpidas à primeira vista ou de pedir ajuda quando necessário; não apenas não ter medo de pedir que um professor ou treinador repita uma informação ou uma série de instruções – mas também não ter medo de fazer uma análise sincera de seu conhecimento e sua sabedoria, e admitir quando houver lacunas a ser preenchidas. Não ter medo de conversar de verdade com seu chefe, seu professor (até mesmo com seus pais – quanta gente só conversa o estritamente necessário com pai e mãe?): eles são pessoas como você, e podem ficar felizes em dividir um pouco do conhecimento que têm.
(...)
Adaptado de: . Acesso em: 24 jun. 2019.

Assinale a alternativa que apresenta a função da locução conjuntiva destacada no seguinte trecho: “...não apenas não ter medo de pedir que um professor ou treinador repita uma informação ou uma série de instruções – mas também não ter medo de fazer uma análise sincera de seu conhecimento e sua sabedoria...”.

A Concessão.
B Proporção.
C Comparação.
D Adição.
E Conclusão.