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Tem-se que o _______________ da empresa pública e da sociedade de economia mista deverá fazer constar do Código de Conduta e Integridade, aplicável à alta administração, a vedação à divulgação, sem autorização do órgão competente da empresa pública ou da sociedade de economia mista, de informação que possa causar impacto na cotação dos títulos da empresa pública ou da sociedade de economia mista e em suas relações com o mercado ou com consumidores e fornecedores. De acordo com a Lei Federal n o 13.303/2016, preenche CORRETAMENTE a coluna:

A administrador.
B Conselho de Administração.
C Conselho de Administração
D acionista controlador.
E presidente.

A gestão da carteira de crédito envolve o monitoramento constante do comportamento dos tomadores para identificar sinais precoces de deterioração do risco. Em uma agência de fomento, a concentração de crédito em um único setor econômico pode representar um risco sistêmico elevado. Assim, qual estratégia de gestão de risco é a MAIS RECOMENDADA para garantir a resiliência da carteira perante crises setoriais inesperadas?

A Promover a diversificação da carteira entre diferentes setores da economia e regiões geográficas.
B Concentrar todos os esforços no setor que apresentou o maior crescimento no último mês.
C Parar de realizar revisões de crédito para não identificar problemas que exijam provisões.
D Excluir da carteira qualquer empresa que não tenha sede na capital do estado.
E Manter a mesma estratégia de risco por décadas, independentemente das mudanças no mercado.

As garantias desempenham um papel de mitigação de perda em caso de inadimplência (LGD), funcionando como uma segunda via de saída para a operação de crédito. Em agências de fomento, é comum a utilização de garantias reais e fidejussórias. Ao estruturar uma operação de longo prazo para aquisição de máquinas, qual o papel correto das garantias no processo de decisão de crédito sob a ótica da gestão de riscos modernos?

A Elas são o único fator determinante; se houver garantia, a análise de balanço é dispensável.
B Devem ser aceitas apenas garantias em dinheiro vivo depositadas em conta caução da agência.
C Elas servem como reforço, mas não devem substituir a análise da capacidade de pagamento.
D Garantias fidejussórias de terceiros desconhecidos devem ter maior peso que hipotecas de imóveis.
E O valor da garantia deve ser depreciado em 100% no primeiro dia de contrato para segurança.

A diretoria de uma sociedade de economia mista, estruturada como agência de fomento, determinou um pente-fino nas operações de concessão de crédito para alavancar a economia regional. Durante o mapeamento do setor, a equipe técnica liderada por um Administrador utilizou uma matriz de priorização cruzando o grau de impacto no negócio (B) com a qualidade do desempenho (Q). O processo crítico de "Análise e Liberação de Garantias" foi classificado matematicamente com "importância fundamental" para os resultados da agência, porém seu desempenho atual foi atestado como estritamente "inadequado" devido a falhas sistêmicas e operacionais. Com base nas diretrizes teóricas de avaliação de processos pela Matriz B-Q, a intervenção técnica indicada CORRETAMENTE pelo Administrador para solucionar a disfunção desse processo específico consiste em:

A Aplicar o aprimoramento contínuo ( kaizen ), mantendo a configuração atual e utilizando ferramentas para garantir a melhoria.
B Promover a ruptura e reprojetar o processo, estabelecendo revisões em termos de organização, tecnologia e responsabilidades.
C Focar em melhorias localizadas de pequena amplitude, pois a atual estrutura estratégica dispensa a revisão geral da organização.
D Isentar a operação de intervenções imediatas para preservar o crédito, direcionando o esforço gerencial às áreas incipientes.
E Delegar o fluxo de aprovação a terceiros, visto que a matriz determina que processos de alto impacto inadequados sejam suprimidos.

Um cidadão acompanhava audiência pública de prestação de contas de uma agência de fomento e questionou os indicadores extraídos das demonstrações contábeis apresentados no painel. O diretor financeiro defendeu a saúde do negócio, explicando detalhadamente o significado de cada métrica para comprovar a liquidez e a rentabilidade da operação. Contudo, o cidadão impugnou a apresentação ao detectar um erro técnico em uma das definições. Com base no instrumental básico de análise econômico-financeira, a impugnação feita pelo cidadão aponta como INCORRETA a afirmação do diretor descrita na seguinte alternativa:

A A liquidez corrente mensura a capacidade da entidade de pagar suas obrigações de curto prazo com ativos circulantes.
B O endividamento geral reflete a proporção do ativo total que é financiada com recursos de credores da instituição.
C A liquidez seca exclui as contas a receber do ativo circulante por representarem os itens de menor liquidez da conta.
D O giro do estoque quantifica a atividade do estoque dividindo o custo das mercadorias vendidas pelo próprio estoque.
E O retorno sobre o ativo total mensura a eficácia da gestão em gerar lucros a partir dos ativos totaisdisponíveis.

A diretoria de novos negócios de um conglomerado corporativo mapeava o mercado em busca de ativos estratégicos, demonstrando expressivo interesse na aquisição de uma unidade produtiva isolada pertencente a uma sociedade empresária em trâmite regular de recuperação judicial. O colegiado, contudo, condicionou a elaboração da oferta à segurança de que a compra em hasta pública ocorreria livre da herança de dívidas estatais. Consoante as regras de responsabilidade dos sucessores previstas na Lei n o 5.172/1966 (Código Tributário Nacional - CTN), a alienação judicial da referida unidade afasta a sucessão do passivo preexistente, ocorrendo a responsabilização e a transferência do encargo tributário ao adquirente, de forma estrita e excepcional, no cenário em que o comprador seja:

A Fundo institucional desvinculado que retenha a mão de obra e a carteira de clientes da unidade adquirida.
B grupo estrangeiro que proceda à injeção de capital e mantenha o maquinário operando no mesmo segmento.
C Parente em linha reta ou colateral até o quarto grau, consanguíneo ou afim, de qualquer dos sócios.
D Corporação independente que arremate o bem visando explorar atividade econômica idêntica na região.
E Consórcio formado exclusivamente por credores sem garantias reais visando à mitigação de seus prejuízos.

Durante a expansão de suas linhas de crédito, o comitê de tecnologia de uma agência de fomento reprovou a arquitetura do novo sistema operacional. A alegação técnica era que a modelagem proposta tratava "Cliente", "Financiamento" e "Garantia" apenas como repositórios passivos de informações submetidos a processos externos, engessando o sistema. Para solucionar a falha estrutural, o comitê determinou a adoção de uma abordagem na qual essas instâncias fossem tratadas de forma independente, reunindo em si mesmas tanto as características específicas quanto os comportamentos a elas associados, facilitando a reutilização em futuros projetos. Considerando a teoria sobre a modelagem e o projeto de soluções de tecnologia, assinale a alternativa que apresenta a conceituação COR RETA da metodologia exigida para essa reestruturação:

A Diagrama de fluxo de dados, que mapeia a movimentação das informações entre as entidades externas, os armazéns e os processos de negócios.
B Método de ciclo de vida tradicional, que particiona o desenvolvimento do software em estágios sequenciais e altamente formalizados.
C Modelo de reengenharia de processos (BPR), focado em simplificar o trabalho e eliminar gargalos para maximizar o benefício tecnológico.
D Sistema de metodologia estruturada, que documenta a aplicação de cima para baixo, separando rigorosamente os dados dos processos.
E Desenvolvimento orientado a objetos, no qual o software é modelado como um conjunto de elementos autônomos que combinam processos e dados.

Durante a apuração de um grande esquema de desvios de verbas, a presidência de uma agência de fomento estadual recebeu um ofício exigindo a remessa de extratos bancários sigilosos de uma indústria pertencente à sua carteira de crédito. O documento foi expedido diretamente por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da esfera federal, desacompanhado de qualquer mandado judicial. Preocupada com a tipificação penal por quebra indevida de sigilo financeiro, a diretoria consultou o normativo de regência para validar o cumprimento da requisição. De acordo com a Lei Complementar n o 105/2001, o repasse das informações solicitadas constitui medida lícita e independe de autorização do Poder Judiciário, exigindo-se, contudo, como requisito de validade para o afastamento do sigilo, que a requisição da referida CPI tenha sido:

A Chancelada de forma cautelar pelo juízo criminal competente de primeira instância.
B Aprovada previamente pelo plenário da respectiva CPI.
C Validada pelo Ministério Público Federal (MPF) na condição de fiscal da ordem jurídica.
D Requisitada e repassada obrigatoriamente por intermédio do Banco Central do Brasil (Bacen).
E Comunicada em caráter prévio ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

As startups possuem características singulares, como a escalabilidade e o modelo de negócio repetível, o que as diferencia das microempresas tradicionais. Devido ao alto risco e à incerteza tecnológica, o financiamento dessas empresas em estágio inicial exige mecanismos específicos de fomento. Ao avaliar uma startup que busca recursos para validar seu Produto Mínimo Viável (MVP), qual deve ser a principal preocupação da agência de fomento ao analisar a estratégia de inovação apresentada no plano de negócios, visando garantir a aplicação eficiente do recurso público ou privado?

A A capacidade da solução em resolver um problema real de mercado de forma escalável e ágil.
B A quantidade de ativos fixos e imóveis que a startup possui para oferecer como garantia real.
C A garantia de que a empresa não mudará seu modelo de negócio nos próximos dez anos de contrato.
D O número de funcionários com mais de vinte anos de experiência no setor público de saúde.
E A apresentação de um lucro líquido positivo e estável nos últimos cinco anos de operação.

O Acordo de Basileia I estabeleceu recomendações para as exigências mínimas de capital para instituições financeiras internacionalmente ativas para fins de mitigação do risco de crédito. As recomendações conhecidas como Basileia II, revisão do primeiro Acordo, agregou princípios para uma avaliação mais precisa dos riscos incorridos por instituições financeiras internacionalmente ativas. São os chamados Pilares para a regulação prudencial:

I. Incentivo à disciplina de mercado por meio de requerimentos de divulgação ampla de informações relacionadas aos riscos assumidos pelas instituições.

II. Critérios para o cálculo dos requerimentos mínimos de capital.

III. Princípios de supervisão para a revisão de processos internos de avaliação da adequação de capital, de forma a incentivar a aplicação, pelos próprios supervisionados, de melhores práticas de gerenciamento de riscos por meio do seu monitoramento e mitigação. Está(ão) CORRETA(S)

A Apenas I.
B Apenas II e III.
C I, II e III.
D Apenas l e ll.
E Apenas III.