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O Código de Classificação de Documentos e a Tabela de
Temporalidade e Destinação de Documentos Arquivísticos são adotados pelas instituições como modelos para
a gestão dos documentos que representam a rotina das
atividades institucionais.

Em relação a esses instrumentos, observa-se que a(o)

A Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos Arquivísticos adota o método duplex para a organização dos assuntos nela contidos.
B Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos Arquivísticos representa o ciclo vital dos documentos de arquivo nas fases corrente, intermediária e permanente.
C Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos Arquivísticos é elaborada exclusivamente pelo arquivista da instituição.
D Código de Classificação de Documentos de Arquivo
agrupa assuntos relacionados ou não.
E Código de Classificação de Documentos adota a representação dos assuntos institucionais em dez grandes classes e, a partir destas, apresentam-se tantas
subdivisões quantas forem necessárias para a organização das informações.

Apenas cinco empresas atuam no mercado de embalagens de uma determinada região. A Tabela abaixo apresenta dados desse mercado no último mês.

Considerando-se as informações disponíveis na Tabela
apresentada, a maior eficiência na produção de embalagens foi a da empresa

A I
B II
C III
D IV
E V

O certificado digital, emitido por uma Autoridade Certificadora (AC), visa a prover uma identidade virtual que permite a identificação segura e inequívoca do ator de uma
mensagem ou transação feita em meios eletrônicos.
Dentre as informações presentes no certificado digital,
emitido por uma AC para um indivíduo, existe a

A chave privada da AC
B chave pública da AC
C chave privada do indivíduo
D chave pública do indivíduo
E assinatura digital do indivíduo
Texto associado
Texto I

Projetos urbanísticos, patrimônios e conflitos

___ O Porto do Rio – Plano de Recuperação e Re-
vitalização da Região Portuária do Rio de Janeiro
foi divulgado pela Prefeitura em 2001 e concentrou
diferentes projetos, visando a incentivar o desenvol-
5 vimento habitacional, econômico e turístico dos bair-
ros portuários da Saúde, Gamboa e Santo Cristo. Em
meados de 2007, quando se iniciou esse estudo sobre
o Plano e seus efeitos sociais, a Zona Portuária
já passava por um rápido processo de ressignificação
10 perante a cidade: nos imaginários construídos pelas
diferentes mídias, não era mais associada apenas à
prostituição, ao tráfico de drogas e às habitações “fa-
velizadas”, despontando narrativas que positivavam
alguns de seus espaços, habitantes e “patrimônios
15 culturais”.
___ Dentro do amplo território portuário, os plane-
jadores urbanos que idealizaram o Plano Porto do
Rio haviam concentrado investimentos simbólicos e
materiais nos arredores da praça Mauá, situada na
20 convergência do bairro da Saúde com a avenida Rio
Branco, via do Centro da cidade ocupada por estabe-
lecimentos financeiros e comerciais.
GUIMARÃES, R. A Utopia da Pequena África. Rio de Janeiro:
FGV, 2014, p. 16-7. Adaptado.

No Texto I, no trecho “concentrou diferentes projetos” (L. 3-4), o verbo concentrar apresenta a mesma regência do verbo destacado em:

A O cenário atual mostra um cenário bem diferente.
B Hoje, os bairros portuários do Rio parecem um cartão postal.
C Agora os comerciantes confiam nesse bairro.
D Nas lojas para turistas, sobressaem anéis e pulseiras.
E A Zona Portuária necessitava de muitas benfeitorias.
Texto associado
Texto II

Serviu suas famosas bebidas
para Vinicius, Carybé e Pelé

____ Os pedaços de coco in natura são colocados no
liquidificador e triturados. O líquido resultante é coado
com uma peneira de palha e recolocado no aparelho,
onde é batido com açúcar e leite condensado. Ao fim,
5 adiciona-se aguardente.
____ A receita de Diolino Gomes Damasceno, ditada à
Folha por seu filho Otaviano, parece trivial, mas a co-
nhecida batida de coco resultante não é. Afinal, não é
possível que uma bebida qualquer tenha encantado
10 um time formado por Jorge Amado (diabético, tomava
sem açúcar), Pierre Verger, Carybé, Mussum, João
Ubaldo Ribeiro, Angela Rô Rô, Wando, Vinicius de
Moraes e Pelé (tomava dentro do carro).
____ Baiano nascido em 1931 na cidade de Ipecaetá,
15 interior do estado, Diolino abriu seu primeiro estabe-
lecimento em 1968, no bairro do Rio Vermelho, reduto
boêmio de Salvador. Localizado em uma garagem,
ganhou o nome de MiniBar.
____ A batida de limão — feita com cachaça, suco de
20 limão galego, mel de abelha de primeiríssima quali-
dade e açúcar refinado, segundo o escritor Ubaldo
Marques Porto Filho — chamava a atenção dos homens,
mas Diolino deu por falta das mulheres da época.
É que elas não queriam ser vistas bebendo em
25 público, e então arranjavam alguém para comprar as
batidas e bebiam dentro do automóvel.
____ Diolino bolou então o sistema de atendimento di-
reto aos veículos, em que os garçons iam até os carros
que apenas encostavam e saíam em disparada. A
30 novidade alavancou a fama do bar. No auge, chegou
a produzir 6.000 litros de batida por mês.

SETO, G. Folha de S.Paulo. Caderno “Cotidiano”. 17 maio
2019, p. B2. Adaptado.

A expressão em destaque na passagem do Texto II “ segundo o escritor Ubaldo Marques Porto Filho” (L. 21-22)
pode ser substituída, sem prejuízo do sentido original, por:

A diante da opinião do escritor
B ao passo que diz o escritor
C em vista do escritor
D não obstante o informe do escritor
E consoante o escritor

O chefe de um departamento formou um grupo de cinco
pessoas para analisar algumas questões administrativas
referentes ao processo de admissão de alunos de uma
universidade.
Para maximizar a satisfação dos membros desse grupo,
ele optou por uma rede formal de comunicação tipo:

A roda
B cadeia
C circular
D não verbal
E todos os canais

O presidente de comissão de sindicância e processo administrativo de determinado órgão público competente
para julgar todos os servidores que pratiquem atos contrários ao Estatuto do Servidor deseja abdicar dessa função.
Nos termos da Lei n o
9.784/1999 e suas alterações, a
competência é irrenunciável e se exerce pelos órgãos administrativos a que foi atribuída como própria, salvo os
casos de delegação e

A transferência
B modificação
C conexão
D avocação
E continência

O gerente notou que era difícil verificar o progresso das
atividades da empresa em busca do alcance das metas,
além de haver obstáculos para tomar ações corretivas
que garantissem a realização dos objetivos da empresa.
Nesse caso, a função administrativa em questão é denominada

A direção
B controle
C liderança
D planejamento
E organização

Um assistente administrativo de uma universidade pública
recebe a tarefa de organizar algumas pastas de dossiês
dos seguintes alunos:

1 Dalle Ali Adba
2 Bruno De Luca
3 Illia São José
4 Arnaldo Moreira Filho
5 Priscila Castelo Branco

Sabendo-se que existem regras de alfabetação, os documentos deverão ser ordenados do seguinte modo:

A 5, 1, 2, 4, 3
B 1, 5, 4, 3, 2
C 4, 2, 1, 3, 5
D 3, 2, 1, 5, 4
E 2, 4, 3, 5, 1
Texto associado
Texto I

Projetos urbanísticos, patrimônios e conflitos

___ O Porto do Rio – Plano de Recuperação e Re-
vitalização da Região Portuária do Rio de Janeiro
foi divulgado pela Prefeitura em 2001 e concentrou
diferentes projetos, visando a incentivar o desenvol-
5 vimento habitacional, econômico e turístico dos bair-
ros portuários da Saúde, Gamboa e Santo Cristo. Em
meados de 2007, quando se iniciou esse estudo sobre
o Plano e seus efeitos sociais, a Zona Portuária
já passava por um rápido processo de ressignificação
10 perante a cidade: nos imaginários construídos pelas
diferentes mídias, não era mais associada apenas à
prostituição, ao tráfico de drogas e às habitações “fa-
velizadas”, despontando narrativas que positivavam
alguns de seus espaços, habitantes e “patrimônios
15 culturais”.
___ Dentro do amplo território portuário, os plane-
jadores urbanos que idealizaram o Plano Porto do
Rio haviam concentrado investimentos simbólicos e
materiais nos arredores da praça Mauá, situada na
20 convergência do bairro da Saúde com a avenida Rio
Branco, via do Centro da cidade ocupada por estabe-
lecimentos financeiros e comerciais.
GUIMARÃES, R. A Utopia da Pequena África. Rio de Janeiro:
FGV, 2014, p. 16-7. Adaptado.

Segundo o Texto I, a Zona Portuária, até o início do século
XXI, era vista como

A uma área desvalorizada social e urbanisticamente.
B uma mancha no cenário carioca de belezas naturais.
C uma região cercada de arranha-céus.
D um reduto dominado pelo crime organizado.
E um bairro histórico com poucas áreas habitáveis.