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O Modelo de Excelência de Gestão Pública, implementado no Brasil por meio do Programa GESPÚBLICA, é norteado pelo desejo de oferecer melhores serviços aos cidadãos e aumentar a competitividade do país. Sobre esse modelo, analise as afirmativas a seguir.

I. Promove a ideia de Estado mínimo e eficiente.

II. Fornece procedimentos para a auto avaliação da Administração Pública.

III. Visa a fomentar a cultura de inovação. Está correto o que se afirma em

A I, apenas.
B I e II, apenas.
C I e III, apenas.
D II e III, apenas.
E I, II e III.

Para reduzir ineficiências e lentidões do modelo burocrático, a reforma administrativa da década de 1990 teve, como uma de suas principais mudanças, a implantação da gestão por resultados. Em relação a esse conceito fundamental para a modificação do paradigma administrativo brasileiro, é correto afirmar que ele promovia, essencialmente,

A a profissionalização da Administração Pública, viabilizando a previsibilidade das expectativas do funcionamento das organizações.
B a formalização das comunicações em conjunto com a impessoalidade nos relacionamentos entre os pares, reduzindo incentivos para a corrupção.
C a valorização da competência técnica graças à meritocracia, reforçada por meio da realização de concursos públicos.
D o aumento da autonomia dos gestores públicos, mudando o foco do controle procedimental para a verificação do cumprimento das metas acordadas.
E a padronização das ações de rotina e dos processos via normatização, efetivada por meio de regulamentos técnicos utilizados de forma genérica.
Texto associado
Coluna Carbono Zero: os carros elétricos são a única opção?

Em alguns casos, o carro a álcool pode ser até mais limpo. Entenda por quê.

Há um consenso, vindo principalmente do mundo desenvolvido, de que os carros elétricos são o futuro. Esses veículos, em princípio, poderiam atingir neutralidade total de carbono, caso pudessem ser recarregados a partir de fontes 100% limpas. O problema é que não é assim que a banda toca.
Ao plugar o carro na tomada, o consumidor está transferindo energia da rede elétrica para a bateria, e a chave para entender o real impacto sobre emissões é saber como essa energia foi gerada.
Um estudo da empresa alemã Mahle revelou que no Brasil, onde 85% da eletricidade vem de fontes renováveis (e limpas), como as hidrelétricas, alimentar um carro elétrico ao longo de dez anos emitiria o equivalente a 17,6 toneladas de CO2.
Já na Bolívia, que tem quase 65% de sua eletricidade gerada por combustíveis fósseis, alimentar esse mesmo carro geraria 32,5 toneladas de CO2 – mais até do que um veículo a gasolina, que emitiria 31,3 toneladas no mesmo período de uso. Essa diferença seria o fim da história, não fosse outra tecnologia em uso no Brasil há muito tempo: os biocombustíveis, em particular o etanol. O mesmo estudo da Mahle indica que a emissão média de um carro movido a etanol, no Brasil, é de 12,1 toneladas de CO2-equivalente a cada dez anos. Ou seja, menos até que o carro elétrico!
É fato que os motores a etanol emitem um bocado de poluentes, mas boa parte disso é compensada pela natureza renovável do sistema: para produzir mais etanol, é preciso plantar cana, que tira CO2 da atmosfera via fotossíntese. No balanço, a conta fica bonita. E com a vantagem adicional de que os carros flex e a disponibilidade ampla do etanol fazem com que nossa grade de mobilidade já esteja praticamente toda preparada para se beneficiar disso.
Contudo, esse também não é o fim da história, porque o balanço de carbono não é o único fator envolvido. Nas grandes cidades, os motores a combustão prejudicam a qualidade do ar e aumentam a incidência de doenças respiratórias (um problema que o carro elétrico não tem).
Ademais, se todo mundo aderir ao etanol, haverá combustível para todos? Do outro lado, haverá apagão elétrico se todo mundo abandonar os combustíveis fósseis e plugar seus carros na tomada?
Qualquer solução racional, especialmente no caso do Brasil, envolverá um mix . Para uso urbano, o carro elétrico parece melhor; para viagens longas, etanol e outros biocombustíveis são mais convidativos. Certeza, só uma: precisamos cortar, em escala global, o uso dos combustíveis fósseis.

Adaptado de: https://super.abril.com.br/carbono-zero/colunacarbono-zero-os-carros-eletricos-sao-a-unica-opcao/. Acesso em: 07 ago. 2022.

O uso dos parênteses no trecho “Nas grandes cidades, os motores a combustão prejudicam a qualidade do ar e aumentam a incidência de doenças respiratórias (um problema que o carro elétrico não tem).” tem a função de

A separar informações relacionadas à pesquisa mencionada anteriormente, para dar credibilidade à matéria.
B desassociar a resposta aos questionamentos que vêm a seguir: “[...] haverá combustível para todos? [...] haverá apagão elétrico se todo mundo abandonar os combustíveis fósseis e plugar seus carros na tomada?”.
C marcar ironia em relação aos carros elétricos, que são inviáveis de acordo com o autor.
D destacar os problemas das grandes cidades, com seu amontoado de motores a combustão.
E destacar uma ressalva em relação ao uso vantajoso do carro elétrico.

As organizações contemporâneas atuam em ambientes cada vez mais dinâmicos, complexos e competitivos. Nesse contexto, para sobreviver, as organizações precisam de um planejamento. Em relação ao planejamento estratégico, assinale a alternativa correta.

A Uma das vantagens do planejamento é proporcionar senso de direção, pois especifica um rumo para a organização.
B No nível estratégico, tem-se uma orientação de curto prazo.
C Os funcionários operacionais focam em objetivos gerais e planos genéricos.
D A análise SWOT contribui para com o planejamento estratégico ao analisar quatro perspectivas dentro da empresa.
E No planejamento estratégico, não há necessidade de definir a missão, a visão e os valores.
Texto associado
Coluna Carbono Zero: os carros elétricos são a única opção?

Em alguns casos, o carro a álcool pode ser até mais limpo. Entenda por quê.

Há um consenso, vindo principalmente do mundo desenvolvido, de que os carros elétricos são o futuro. Esses veículos, em princípio, poderiam atingir neutralidade total de carbono, caso pudessem ser recarregados a partir de fontes 100% limpas. O problema é que não é assim que a banda toca.
Ao plugar o carro na tomada, o consumidor está transferindo energia da rede elétrica para a bateria, e a chave para entender o real impacto sobre emissões é saber como essa energia foi gerada.
Um estudo da empresa alemã Mahle revelou que no Brasil, onde 85% da eletricidade vem de fontes renováveis (e limpas), como as hidrelétricas, alimentar um carro elétrico ao longo de dez anos emitiria o equivalente a 17,6 toneladas de CO2.
Já na Bolívia, que tem quase 65% de sua eletricidade gerada por combustíveis fósseis, alimentar esse mesmo carro geraria 32,5 toneladas de CO2 – mais até do que um veículo a gasolina, que emitiria 31,3 toneladas no mesmo período de uso. Essa diferença seria o fim da história, não fosse outra tecnologia em uso no Brasil há muito tempo: os biocombustíveis, em particular o etanol. O mesmo estudo da Mahle indica que a emissão média de um carro movido a etanol, no Brasil, é de 12,1 toneladas de CO2-equivalente a cada dez anos. Ou seja, menos até que o carro elétrico!
É fato que os motores a etanol emitem um bocado de poluentes, mas boa parte disso é compensada pela natureza renovável do sistema: para produzir mais etanol, é preciso plantar cana, que tira CO2 da atmosfera via fotossíntese. No balanço, a conta fica bonita. E com a vantagem adicional de que os carros flex e a disponibilidade ampla do etanol fazem com que nossa grade de mobilidade já esteja praticamente toda preparada para se beneficiar disso.
Contudo, esse também não é o fim da história, porque o balanço de carbono não é o único fator envolvido. Nas grandes cidades, os motores a combustão prejudicam a qualidade do ar e aumentam a incidência de doenças respiratórias (um problema que o carro elétrico não tem).
Ademais, se todo mundo aderir ao etanol, haverá combustível para todos? Do outro lado, haverá apagão elétrico se todo mundo abandonar os combustíveis fósseis e plugar seus carros na tomada?
Qualquer solução racional, especialmente no caso do Brasil, envolverá um mix . Para uso urbano, o carro elétrico parece melhor; para viagens longas, etanol e outros biocombustíveis são mais convidativos. Certeza, só uma: precisamos cortar, em escala global, o uso dos combustíveis fósseis.

Adaptado de: https://super.abril.com.br/carbono-zero/colunacarbono-zero-os-carros-eletricos-sao-a-unica-opcao/. Acesso em: 07 ago. 2022.

Considerando as classes gramaticais em uso, assinale a alternativa correta em relação ao que se afirma a seguir.

A “ Qualquer solução racional, especialmente no caso do Brasil, envolverá um mix”. O item destacado é um pronome indefinido, que particulariza “solução racional”.
B “Para uso urbano, o carro elétrico parece melhor [...]”. O verbo em destaque emite uma certeza, isentando o texto de juízos de valor.
C “Para viagens longas, etanol e outros biocombustíveis são mais convidativos”. Nomear o “etanol”, enquanto os demais biocombustíveis são apresentados de modo generalizado, é uma estratégia discursiva utilizada pelo autor para realçar e evidenciar o combustível mais comum no Brasil.
D “Certeza, só uma: precisamos cortar , em escala global, o uso dos combustíveis fósseis”. A locução verbal em destaque marca a terceira pessoa do plural por se tratar de um trecho objetivo.
E “Certeza, só uma: precisamos cortar , em escala global, o uso dos combustíveis fósseis”. A locução verbal em destaque marca a terceira pessoa do plural por se tratar de um texto subjetivo.

De uma forma geral, é possível afirmar que a atividade financeira do Estado consiste no conjunto de atos voltados para a obtenção e administração de recursos financeiros com o objetivo de viabilizar a satisfação das necessidades públicas. A atividade financeira é um instrumento para o alcance de determinado fim, na medida em que é através dela que o Estado viabiliza a consecução de suas finalidades. Sobre o assunto, assinale a alternativa correta.

A O orçamento público estabelece todas as despesas que poderão ser feitas pelo poder público, com base em uma estimativa de receita.
B O ciclo orçamentário se inicia com a análise do projeto de lei do Plano Plurianual, o PPA.
C O princípio da unicidade prevê que o orçamento deve conter todas as despesas e receitas do Estado. É esse princípio que permite ao Legislativo exercer o controle sobre as finanças públicas.
D A etapa seguinte da aprovação do PPA é a aprovação do projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA).
E A LOA dispõe também sobre as alterações na legislação tributária e estabelece a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.

Se nas atividades que você precisa executar na EMBASA, é necessário utilizar equipamentos de proteção coletiva que indiquem saídas de emergência, qual tipo de equipamento você poderá utilizar?

A Aparelho de sonorização.
B Placas de sinalização.
C Portas corta-chamas.
D Escadas circulares.
E Alçapão de fuga.

Assinale a alternativa que apresenta uma das aplicações da Lei nº 14.133/2021.

A Contratações de obras e serviços de engenharia e arquitetura.
B Contratações sujeitas a normas previstas em legislação própria.
C Contratações que tenham por objeto operação de crédito, interno ou externo.
D Contratação de gestão de dívida pública, incluídas as contratações de agente financeiro.
E Concessão de garantias relacionadas a esses contratos de crédito ou de gestão de dívida pública.

Os processos de agregar pessoas constituem o primeiro grupo de processos da moderna gestão de pessoas. Esses processos estabelecem as rotas de ingresso das pessoas na organização. Sobre recrutamento e seleção de pessoas, assinale a alternativa correta.

A Os processos de recrutamento devem apresentar um padrão de fases para evitar a variabilidade entre as organizações.
B Na abordagem moderna da gestão de pessoas, há um enfoque operacional e burocrático nos processos de recrutamento e seleção.
C As empresas podem demitir o colaborador caso não haja sua adaptabilidade na empresa, sem grandes prejuízos. Portanto o processo de recrutamento não é tão evidenciado dentro da organização.
D As características do mercado de trabalho (MT) influenciam as práticas de gestão de pessoas das empresas. Quando o MT está em situação de oferta, as oportunidades de trabalho são mais numerosas do que a procura por elas.
E Quando o mercado de trabalho está em oferta, há critérios de seleção mais rígidos e rigorosos para aproveitar a abundância de candidatos.