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No tocante aos poderes administrativos, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) O poder de polícia administrativa é aquele que se manifesta por meio de atos preventivos ou repressivos, visando adequar os direitos dos particulares ao interesse geral, incluída a atividade exercida pelas polícias civis.
( ) No poder discricionário, o administrador está subordinado à lei, todavia o próprio texto legal lhe confere margem de opção, possibilitando a adoção da melhor solução ao caso concreto.
( ) Os poderes administrativos são instrumentos concedidos ao Estado, necessários à persecução do interesse coletivo, sendo seu uso uma prerrogativa da Administração Pública, devendo ser exercido em conformidade com a lei e praticado em busca dos benefícios da coletividade.
( ) Não há diferenciação entre os Poderes da Administração e os Poderes do Estado.

A V – F – V – F.
B V – V – F – F.
C F – V – V – F.
D F – F – V – F.
E V – F – F – V.

Uma pesquisa foi realizada com 74 servidores da Câmara Municipal de Cariacica sobre o uso de três áreas de convivência comum, A, B e C, disponíveis para uso. A tabela a seguir mostra o resultado da pesquisa:

Com base nessas informações, assinale a alternativa que apresenta o número de servidores que utilizam exatamente as três áreas, A, B e C.

A 3
B 4
C 5
D 10
E 12

No que se refere aos atos administrativos, assinale a alternativa correta.

A A autoexecutoriedade não é um atributo do ato administrativo.
B Os atos administrativos de cunho ordinatório são aqueles que orientam a atividade administrativa interna, a exemplo das instruções, circulares e ordens de serviço.
C O ato administrativo não pode ser anulado pela própria Administração Pública, ainda que eivado de vícios que o tornem ilegal, devendo ser declarada a nulidade pelo Poder Judiciário.
D Os regimentos e as deliberações são espécies de ato administrativo enunciativo.
E Após editado o ato administrativo, não cabe sua revogação.
Texto associado
Hospitais, as “casas da morte” do século 19
Doenças incuráveis. Longas filas de espera. E nenhum cuidado com higiene. Veja como era o dia a dia de médicos, enfermeiros e pacientes 200 anos atrás.
Por Rafael Battaglia

Em 1825, visitantes do hospital St. George, em Londres, encontraram fungos e larvas sob os lençóis de um paciente com uma fratura exposta. Normal: o homem, que esperava há dias para ser atendido, não reclamou para os funcionários, que pareciam não ligar para a situação.
Casos como esse eram regra, não exceção, dos hospitais do século 19. Eram lugares escuros, sujos e mal ventilados – ideais para a proliferação de doenças. Pacientes se amontoavam em salas apertadas e, não raro, saíam dali piores do que entraram: o índice de mortalidade de cirurgias hospitalares era de três a cinco vezes maior que o de operações que aconteciam em ambientes domésticos.
Não à toa, os hospitais tinham o apelido de ‘casas da morte’. Alguns deles, por exemplo, só aceitavam pacientes que pudessem cobrir as despesas de um funeral, destino comum de quem dava entrada por ali. A situação era pior em grandes centros urbanos como Londres, que em 1825 se tornou a metrópole mais populosa do mundo, com 1,3 milhão de habitantes (e chegaria ao século 20 com cinco milhões de pessoas). A sujeira da cidade, consequência do crescimento desordenado, se refletia nos hospitais. Os funcionários andavam com panos sobre o nariz para se proteger do mau cheiro. E o chefe dos catadores de inseto, que tiravam pulgas e percevejos dos colchões, costumava ganhar mais que um cirurgião.
[...]
Em 1882, o médico alemão Robert Koch formalizou a teoria dos germes. Ele descobriu o bacilo da tuberculose, que na época era responsável por uma em cada seis mortes no mundo, e descreveu sua propagação. Os acadêmicos e a sociedade começaram a entender que microrganismos existiam, que eram responsáveis por doenças e que era possível evitá-los – e o mundo, aos poucos, ficou mais antisséptico.
Os hospitais ganharam paredes brancas, que facilitam a detecção de sujeira. Os ambientes ficaram mais arejados, com limpeza constante e um número reduzido de pacientes por quarto. Os utensílios deixaram de ter ranhuras e cabos de madeira e passaram a ser de metal, mais fáceis de esterilizar. Aos poucos, nasceram os hospitais modernos.

Adaptado de: https://super.abril.com.br/historia/hospitais-as-casasda-morte-do-seculo-19/. Acesso em: 7 jun. 2024.

Em relação às funções sintáticas desempenhadas pelas palavras e expressões no trecho “Aos poucos, nasceram os hospitais modernos.”, assinale a alternativa correta.

A “Aos poucos” é o sujeito sintático do verbo “nasceram”.
B “Nasceram” é um verbo que indica um evento em acontecimento no momento da publicação do texto.
C “Os hospitais modernos” é o sujeito sintático do verbo “nasceram”.
D “Nasceram” é um verbo de ligação, pois relaciona um sujeito ao seu atributo.
E “Nasceram” é um verbo que indica um evento que ocorrerá no futuro.
Texto associado
Hospitais, as “casas da morte” do século 19
Doenças incuráveis. Longas filas de espera. E nenhum cuidado com higiene. Veja como era o dia a dia de médicos, enfermeiros e pacientes 200 anos atrás.
Por Rafael Battaglia

Em 1825, visitantes do hospital St. George, em Londres, encontraram fungos e larvas sob os lençóis de um paciente com uma fratura exposta. Normal: o homem, que esperava há dias para ser atendido, não reclamou para os funcionários, que pareciam não ligar para a situação.
Casos como esse eram regra, não exceção, dos hospitais do século 19. Eram lugares escuros, sujos e mal ventilados – ideais para a proliferação de doenças. Pacientes se amontoavam em salas apertadas e, não raro, saíam dali piores do que entraram: o índice de mortalidade de cirurgias hospitalares era de três a cinco vezes maior que o de operações que aconteciam em ambientes domésticos.
Não à toa, os hospitais tinham o apelido de ‘casas da morte’. Alguns deles, por exemplo, só aceitavam pacientes que pudessem cobrir as despesas de um funeral, destino comum de quem dava entrada por ali. A situação era pior em grandes centros urbanos como Londres, que em 1825 se tornou a metrópole mais populosa do mundo, com 1,3 milhão de habitantes (e chegaria ao século 20 com cinco milhões de pessoas). A sujeira da cidade, consequência do crescimento desordenado, se refletia nos hospitais. Os funcionários andavam com panos sobre o nariz para se proteger do mau cheiro. E o chefe dos catadores de inseto, que tiravam pulgas e percevejos dos colchões, costumava ganhar mais que um cirurgião.
[...]
Em 1882, o médico alemão Robert Koch formalizou a teoria dos germes. Ele descobriu o bacilo da tuberculose, que na época era responsável por uma em cada seis mortes no mundo, e descreveu sua propagação. Os acadêmicos e a sociedade começaram a entender que microrganismos existiam, que eram responsáveis por doenças e que era possível evitá-los – e o mundo, aos poucos, ficou mais antisséptico.
Os hospitais ganharam paredes brancas, que facilitam a detecção de sujeira. Os ambientes ficaram mais arejados, com limpeza constante e um número reduzido de pacientes por quarto. Os utensílios deixaram de ter ranhuras e cabos de madeira e passaram a ser de metal, mais fáceis de esterilizar. Aos poucos, nasceram os hospitais modernos.

Adaptado de: https://super.abril.com.br/historia/hospitais-as-casasda-morte-do-seculo-19/. Acesso em: 7 jun. 2024.

Assinale a alternativa na qual o termo destacado NÃO possui função sintática e, por isso, NÃO retoma um antecedente.

A “[…] o homem, que esperava há dias para ser atendido, não reclamou para os funcionários, que pareciam não ligar para a situação.”
B “Os acadêmicos e a sociedade começaram a entender que microrganismos existiam [...].”
C “[…] o homem, que esperava há dias para ser atendido, não reclamou para os funcionários, que pareciam não ligar para a situação.”
D “A situação era pior em grandes centros urbanos como Londres, que em 1825 se tornou a metrópole mais populosa do mundo.”
E “Ele descobriu o bacilo da tuberculose, que na época era responsável por uma em cada seis mortes no mundo [...].”

Em uma ação de reparação de danos, houve a condenação contra um Município, que não é capital de estado, ao pagamento da quantia de R$ 200.000 (duzentos mil reais). Nesse caso, a sentença só produzirá efeitos após a confirmação pelo Tribunal de Justiça, ainda que as partes não interponham qualquer espécie recursal. Assinale a alternativa que apresenta a natureza jurídica desse mecanismo, que pode alterar a sentença de primeiro grau.

A Querela nullitatis
B Recurso ordinário.
C Correição parcial.
D Embargos de divergência.
E Sucedâneo recursal.

Usando raciocínio lógico, observe a seguinte tabela e seus resultados:

Se 4 mais 5 é igual a 19, 2 mais 6 é igual a 48 e 3 mais 5 é igual a 28, assinale a alternativa que apresenta o valor de 1 + 3.

A 22
B 23
C 24
D 34
E 32

Considerando o alfabeto com 26 letras e os algarismos do conjunto A = { 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9}, é dada a seguinte sequência finita de 720 caracteres, seguindo sempre o mesmo padrão:

A0B1C2D3E4F5G6H7I8J9KLMNOPQRSTUVWXYZ
A0B1C2D3E4F5G6H7I8J9KLMNOPQRSTUVWXYZ
A0B1C2D3E4F5G6H7I8J9KLMNOPQRSTUVWXYZ
...A0B1C2D3E4F5G6H7I8J9KLMNOPQRSTUVWXYZ

A partir dessas informações, assinale a alternativa que apresenta o caractere que ocupará a 405ª posição dessa sequência.

A 3
B D
C 4
D E
E 5

Acerca das disposições do Código de Processo Civil que regulam a produção de provas, assinale a alternativa correta.

A Admitida a utilização de prova produzida em outro processo, o juiz deve atribuir o mesmo valor da prova que foi atribuído no processo em que foi produzida.
B A existência e o modo de existir de algum fato podem ser atestados ou documentados, mediante lavratura de ata notarial, não se admitindo o registro de dados representados por imagens ou sons gravados em arquivos eletrônicos.
C A distribuição do ônus da prova pode ser objeto de convenção das partes, ainda que torne excessivamente difícil a uma delas o exercício do direito.
D É admitida a produção antecipada da prova, quando o prévio conhecimento dos fatos possa justificar ou evitar o ajuizamento da ação.
E No procedimento de antecipação de prova, caberá defesa, bem como recurso contra a decisão que deferir parcialmente a produção de determinada prova.

Sobre a prescrição e decadência, conforme estabelecido pelo Código Civil, assinale a alternativa correta.

A Considerando a autonomia de vontade, os prazos prescricionais podem ser alterados por acordo das partes.
B Desde que não prejudique terceiros, é admitida a renúncia do prazo prescricional antes ou após a consumação da prescrição.
C A renúncia da prescrição pode ser expressa ou tácita, sendo esta última verificada quando se presume de fatos do interessado, incompatíveis com a prescrição.
D A decadência é forma de extinção da pretensão atribuída a um direito violado, extinguindo-se nos prazos estabelecidos no Código Civil.
E A interrupção da prescrição produzida contra o devedor principal não prejudica o fiador.