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Complete corretamente as lacunas a seguir. Em pacientes idosos com suspeita de pneumonia adquirida na comunidade, a __________ (lacuna 1) é uma ferramenta valiosa para avaliar a severidade e a necessidade de internação hospitalar. Para aqueles com diagnóstico confirmado e que apresentam fatores de risco para Pseudomonas aeruginosa, a escolha do antibiótico deve ser direcionada, incluindo __________ (lacuna 2) como uma opção terapêutica adequada.

A (1) Escala CURB-65; (2) Azitromicina.
B (1) PCR quantitativa; (2) Levofloxacino.
C (1) Oximetria de pulso; (2) Amoxicilina.
D (1) Hemograma completo; (2) Ceftriaxona.
E (1) Escala PSI/PORT; (2) Piperacilina/tazobactam.

Paciente de 57 anos, fumante crônico, apresenta-se com história de dispneia progressiva de esforço, tosse seca e dor torácica pleurítica há 3 semanas. O paciente nega viagens recentes, imobilização prolongada ou cirurgias. O exame físico revela estertores crepitantes bilaterais na base pulmonar e cianose de lábios. A tomografia computadorizada de alta resolução do tórax mostra padrão reticular com opacidades em vidro fosco predominantemente nas regiões subpleurais e bases pulmonares. O D-dímero está elevado. Qual é a conduta diagnóstica e terapêutica mais adequada para este paciente?

A Iniciar tratamento empírico para pneumonia bacteriana com antibióticos de amplo espectro.
B Realizar angiografia pulmonar por tomografia computadorizada para exclusão de tromboembolismo pulmonar.
C Prescrever corticosteroides sistêmicos de imediato para tratamento de pneumopatia intersticial.
D Solicitar biópsia pulmonar cirúrgica para confirmação diagnóstica de fibrose pulmonar idiopática.
E Encaminhar para broncoscopia com lavado broncoalveolar para avaliação de infecções oportunistas.

Em um paciente de 45 anos, com histórico de dor epigástrica intermitente, piora com a ingestão de alimentos e alívio com antiácidos, relata episódios de náuseas sem vômitos. Relata consumo moderado de álcool e uso ocasional de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs). A endoscopia digestiva alta revela erosões na mucosa antral sem sinais de sangramento ativo e a ultrassonografia abdominal indica presença de cálculos na vesícula biliar sem dilatação do ducto biliar comum. Considerando o manejo clínico inicial adequado, qual das seguintes opções é a mais indicada?

A Iniciar terapia com inibidores da bomba de prótons e agendar colecistectomia laparoscópica.
B Prescrever antieméticos e dieta líquida até resolução dos sintomas.
C Administrar antibioticoterapia direcionada para Helicobacter pylori baseada em teste respiratório de ureia positivo.
D Indicar uso de antiespasmódicos e observação clínica para colicistopatia sintomática.
E Realizar esfincterotomia endoscópica retrograda para remoção de cálculos biliares.

Um paciente de 60 anos apresenta-se com dor abdominal de localização variável, perda de peso e episódios recorrentes de diarreia sanguinolenta nos últimos seis meses. História de tabagismo e uso ocasional de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs). A colonoscopia revelou presença de ulcerações longitudinais e áreas de mucosa saudável intercaladas, sem evidência de pólipos ou divertículos. Biópsias demonstraram inflamação crônica transmural. Qual é o diagnóstico mais provável e a conduta inicial apropriada para este paciente?

A Doença diverticular de cólon; iniciar uma dieta rica em fibras e suplementação com psyllium.
B Colite ulcerativa; iniciar terapia com corticosteroides sistêmicos e mesalazina.
C Doença de Crohn; iniciar terapia com corticosteroides sistêmicos e inibidores do fator de necrose tumoral (TNF).
D Colite isquêmica; recomendar a cessação do tabagismo e iniciar anticoagulação.
E Colite infecciosa; iniciar antibioticoterapia de amplo espectro.

Relacione os distúrbios hidroeletrolíticos e do sistema ácido-base com suas manifestações clínicas ou achados laboratoriais mais característicos. 1 – Hiponatremia. 2 – Hipercalcemia. 3 – Acidose metabólica. 4 – Alcalose respiratória. 5 – Hiperpotassemia.

( ) Diminuição da excitabilidade neuromuscular, constipação, poliúria, e arritmias cardíacas.

( ) Fraqueza muscular, paralisia, ondas T picudas nos ECGs, e arritmias.

( ) Sinais e sintomas neuropsiquiátricos variando de letargia a coma, convulsões, e náuseas.

( ) Hiperventilação, parestesias, tontura e síncope.

( ) Hálito cetônico, dor abdominal, hiperventilação (respiração de Kussmaul), e hipotensão. A sequência correta é:

A 2 – 5 – 1 – 4 – 3
B 2 – 3 – 4 – 5 – 1
C 4 – 3 – 5 – 1 – 2
D 3 – 5 – 4 – 1 – 2
E 1 – 2 – 4 – 3 – 5

Um paciente de 25 anos apresenta-se com febre alta, cefaleia, mal-estar, seguido pelo surgimento de uma erupção cutânea maculopapular que iniciou no rosto e progrediu para o tronco e membros inferiores. Refere não ter recebido vacinação na infância. A análise laboratorial evidencia leucopenia e a presença de IgM específica no sangue. Qual das seguintes doenças é o diagnóstico mais provável e qual seria a medida preventiva mais eficaz para evitar sua ocorrência?

A Sarampo; vacinação tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola).
B Varicela; administração de imunoglobulina varicela-zoster pós-exposição.
C Rubéola; isolamento domiciliar durante o período contagioso.
D Poliomielite; vacinação com a vacina inativada poliovírus (VIP).
E Tétano; administração de toxoide tetânico a cada dez anos.
Texto associado
Resposta global à varíola dos macacos caminha para repetir desigualdade da Covid-19 Sem que tenhamos ainda superado o impacto da Covid-19, enfrentamos agora uma nova emergência de saúde pública, a varíola dos macacos. Ao lado dos EUA, o Brasil é o país com o maior número de mortes (11) e ocupa a segunda posição em número de casos, de acordo com o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. Um fato cada vez mais evidente é que as reações ao avanço da doença parecem repetir erros que tornaram a resposta à Covid-19 desigual e injusta, deixando milhões de pessoas em países pobres sem acesso a vacinas e tratamentos. Nos últimos anos, surtos de varíola dos macacos já afetavam países da África, sendo República Democrática do Congo e Nigéria os mais impactados. Felizmente, há como preveni-la. É provável que vacinas já existentes para a varíola comum gerem uma proteção cruzada para outros vírus da mesma família. Portanto, há indícios de que podem ser eficazes para a varíola dos macacos, e testes de efetividade estão sendo realizados. No entanto, essa era uma doença negligenciada, com deficiências na capacidade de resposta nos países onde é endêmica. Ao chegar a quase 100 países não endêmicos, ela ganhou destaque, mas os locais mais afetados seguem excluídos. Isso porque a vacina hoje considerada mais eficaz, a Jynneos , tem estoques muito baixos e preço muito alto. Para complicar, toda produção é controlada por uma única empresa. Apesar de a empresa, a Bavarian Nordic , ser dinamarquesa, mais de 7 milhões das 10 milhões de doses fabricadas até agora pertencem aos EUA, que financiaram seu desenvolvimento. O resto foi comprado por Canadá, Austrália, Israel e países europeus. Novos lotes estão sendo produzidos, mas em quantidades limitadas. A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) anunciou em setembro acordo para comprar 130 mil doses para 12 países da América Latina, incluindo o Brasil, que contratou 50 mil. No entanto, só 9.800 chegaram até o momento. O acesso a medicamentos também é um desafio. Das 11 mortes ocorridas no Brasil, ao menos 6 foram de pessoas com HIV/Aids, o que revela a necessidade de uma diretriz específica de tratamento rápido para casos graves nesta população. Um entrave é que o antiviral Tecovirimat , melhor opção até o momento, tem estoques reduzidos e a maior parte está de posse dos EUA. Países africanos ainda não receberam nenhuma vacina, e há muita incerteza sobre quando isso irá acontecer. A empresa declarou capacidade produtiva entre 30 e 40 milhões de doses anuais, na melhor das hipóteses, e tem dúvidas se consegue responder à demanda. Outra barreira é o preço. Estima-se que países ricos paguem cerca de US$ 110 por dose, e o presidente da Bavarian Nordic já disse que o preço será igual para todos. Como se não bastassem exemplos de outras pandemias, essa é mais uma demonstração do que ocorre quando uma tecnologia essencial de saúde é patenteada e colocada em situação de monopólio. Desigualdades são reforçadas, vacinas, diagnósticos e medicamentos se tornam bens de luxo e uma crise torna-se oportunidade de lucro. Mas há saídas. Cada vez mais as tecnologias de saúde são desenvolvidas com investimentos públicos. O conhecimento gerado dessa forma não pode ser controlado de forma exclusiva por uma empresa. Deve ser aberto, permitindo diversas fontes de produção. Além disso, investimentos planejados nas estratégias globais de resposta a pandemias precisam contemplar produtores em todas as regiões. Essa diversidade é fundamental para obter equidade no acesso a tecnologias. Regras mais efetivas de transparência para investimentos em pesquisa, formulação de preços e contratos de compra e distribuição também têm papel-chave. Não é absurdo conceber um mundo onde nenhum país fica para trás em uma crise de saúde, onde vacinas e outras tecnologias de saúde são tratadas como bens comuns e decisões sobre como enfrentar uma pandemia são guiadas pela solidariedade, transparência e ética. Absurdo é seguir aceitando como inevitáveis as crises de acesso a medicamentos, diagnósticos e vacinas. (Felipe de Carvalho. Em: 16/11/2022. Disponível em: https://www.msf.org.br/noticias/resposta-global-a-variola-dos-macacos-caminha-pararepetir-desigualdade-da-covid-19/.)

Em relação à pontuação, pode-se afirmar que em “ Outra barreira é o preço. Estima-se que países ricos paguem cerca de US$ 110 por dose, e o presidente da Bavarian Nordic já disse que o preço será igual para todos. ” (7º§) a correção de acordo com a norma padrão da língua e a preservação da coesão e coerência textuais ocorreriam, caso (considerando ajustes de letras maiúsculas, caso haja necessidade, de acordo com alterações sugeridas):

A a vírgula fosse substituída pelo ponto.
B a vírgula fosse substituída pelo travessão.
C a expressão “países ricos” estivesse entre vírgulas.
D o primeiro ponto fosse substituído por dois pontos.
E o segmento “que o preço será igual” estivesse entre vírgulas.
Texto associado
Resposta global à varíola dos macacos caminha para repetir desigualdade da Covid-19 Sem que tenhamos ainda superado o impacto da Covid-19, enfrentamos agora uma nova emergência de saúde pública, a varíola dos macacos. Ao lado dos EUA, o Brasil é o país com o maior número de mortes (11) e ocupa a segunda posição em número de casos, de acordo com o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. Um fato cada vez mais evidente é que as reações ao avanço da doença parecem repetir erros que tornaram a resposta à Covid-19 desigual e injusta, deixando milhões de pessoas em países pobres sem acesso a vacinas e tratamentos. Nos últimos anos, surtos de varíola dos macacos já afetavam países da África, sendo República Democrática do Congo e Nigéria os mais impactados. Felizmente, há como preveni-la. É provável que vacinas já existentes para a varíola comum gerem uma proteção cruzada para outros vírus da mesma família. Portanto, há indícios de que podem ser eficazes para a varíola dos macacos, e testes de efetividade estão sendo realizados. No entanto, essa era uma doença negligenciada, com deficiências na capacidade de resposta nos países onde é endêmica. Ao chegar a quase 100 países não endêmicos, ela ganhou destaque, mas os locais mais afetados seguem excluídos. Isso porque a vacina hoje considerada mais eficaz, a Jynneos , tem estoques muito baixos e preço muito alto. Para complicar, toda produção é controlada por uma única empresa. Apesar de a empresa, a Bavarian Nordic , ser dinamarquesa, mais de 7 milhões das 10 milhões de doses fabricadas até agora pertencem aos EUA, que financiaram seu desenvolvimento. O resto foi comprado por Canadá, Austrália, Israel e países europeus. Novos lotes estão sendo produzidos, mas em quantidades limitadas. A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) anunciou em setembro acordo para comprar 130 mil doses para 12 países da América Latina, incluindo o Brasil, que contratou 50 mil. No entanto, só 9.800 chegaram até o momento. O acesso a medicamentos também é um desafio. Das 11 mortes ocorridas no Brasil, ao menos 6 foram de pessoas com HIV/Aids, o que revela a necessidade de uma diretriz específica de tratamento rápido para casos graves nesta população. Um entrave é que o antiviral Tecovirimat , melhor opção até o momento, tem estoques reduzidos e a maior parte está de posse dos EUA. Países africanos ainda não receberam nenhuma vacina, e há muita incerteza sobre quando isso irá acontecer. A empresa declarou capacidade produtiva entre 30 e 40 milhões de doses anuais, na melhor das hipóteses, e tem dúvidas se consegue responder à demanda. Outra barreira é o preço. Estima-se que países ricos paguem cerca de US$ 110 por dose, e o presidente da Bavarian Nordic já disse que o preço será igual para todos. Como se não bastassem exemplos de outras pandemias, essa é mais uma demonstração do que ocorre quando uma tecnologia essencial de saúde é patenteada e colocada em situação de monopólio. Desigualdades são reforçadas, vacinas, diagnósticos e medicamentos se tornam bens de luxo e uma crise torna-se oportunidade de lucro. Mas há saídas. Cada vez mais as tecnologias de saúde são desenvolvidas com investimentos públicos. O conhecimento gerado dessa forma não pode ser controlado de forma exclusiva por uma empresa. Deve ser aberto, permitindo diversas fontes de produção. Além disso, investimentos planejados nas estratégias globais de resposta a pandemias precisam contemplar produtores em todas as regiões. Essa diversidade é fundamental para obter equidade no acesso a tecnologias. Regras mais efetivas de transparência para investimentos em pesquisa, formulação de preços e contratos de compra e distribuição também têm papel-chave. Não é absurdo conceber um mundo onde nenhum país fica para trás em uma crise de saúde, onde vacinas e outras tecnologias de saúde são tratadas como bens comuns e decisões sobre como enfrentar uma pandemia são guiadas pela solidariedade, transparência e ética. Absurdo é seguir aceitando como inevitáveis as crises de acesso a medicamentos, diagnósticos e vacinas. (Felipe de Carvalho. Em: 16/11/2022. Disponível em: https://www.msf.org.br/noticias/resposta-global-a-variola-dos-macacos-caminha-pararepetir-desigualdade-da-covid-19/.)

“ Um fato cada vez mais evidente é que as reações ao avanço da doença parecem repetir erros que tornaram a resposta à Covid-19 desigual e injusta, deixando milhões de pessoas em países pobres sem acesso a vacinas e tratamentos. ” (1º§) Em relação à concordância estabelecida no segmento destacado anteriormente, pode-se afirmar que

A “parecem” e “tornaram” estabelecem concordância com o mesmo referente.
B a expressão “milhões de pessoas” estabelece concordância com o referente “erros”.
C a forma verbal “é” poderia ser substituída pela forma verbal “são” facultativamente.
D a forma verbal “tornaram” estabelece concordância no plural de acordo com o referente retomado pelo pronome relativo.
E caso a forma verbal “parecem” fosse substituída pela forma no singular, o vocábulo “erros” seria empregado obrigatoriamente no singular.

Os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor são condutas criminosas que têm como motivação o preconceito racial. Esses tipos de crime são caracterizados pela discriminação e hostilidade direcionada a indivíduos ou grupos com base em sua raça, cor, etnia, nacionalidade, origem ou ascendência. Indica crime relacionado com preconceito de raça ou cor nos termos da Lei nº 7.716/1989:

A Praticar, dissuadir e incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.
B Recusar, negar ou impedir a inscrição ou ingresso de aluno em estabelecimento de ensino público ou privado de qualquer grau.
C Permitir o acesso ou uso de transportes públicos, como aviões, navios, barcas, barcos, ônibus, trens, metrô ou qualquer outro meio de transporte concedido.
D Praticar, induzir ou incitar, pelos meios de comunicação social ou por publicação de qualquer natureza, a discriminação ou preconceito de raça, por religião, etnia ou procedência nacional.
E Quem fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do Nazismo.

O Processo Administrativo Disciplinar (PAD) é um procedimento utilizado pelas instituições públicas e algumas organizações privadas para apurar e punir infrações cometidas por servidores, funcionários ou colaboradores que tenham ferido as normas internas ou a legislação vigente. O objetivo principal do PAD é garantir a ordem, a ética e a legalidade dentro da instituição, bem como preservar a qualidade dos serviços prestados. Considerando o referido Processo Administrativo, analise as afirmativas a seguir.

I. As denúncias sobre irregularidades serão objeto de apuração, desde que contenham a identificação e o endereço do denunciado e sejam formuladas por escrito, confirmada a autenticidade.

II. Quando o fato narrado não configurar evidente infração disciplinar ou ilícito penal, a denúncia será arquivada por falta de objeto.

III. No Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), o servidor interessado assume a responsabilidade pela irregularidade a que deu causa, comprometendo-se a ajustar sua conduta e a observar os direitos e as proibições previstos na legislação vigente.

IV. O prazo de cumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) não excederá cento e oitenta dias, devendo ser fixado de modo compatível com os compromissos assumidos pelo agente público. Está correto o que se afirma em

A I, II, III e IV.
B I e II, apenas.
C II e III, apenas.
D II e IV, apenas.
E III e IV, apenas.