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Ormelezi (2006, p. 83 e 84) afirma o seguinte: (...) a dimensão psicossocial da cegueira implica atitudes e crenças referentes a um imaginário coletivo, ao longo da história da humanidade, que são reeditadas nos mitos familiares (...). Ao pensar na cegueira, as pessoas costumam associá-la mais comumente às noções de escuridão, impossibilidade, solidão, tristeza, comiseração... Para a autora, esse pensar na cegueira como impossibilidade está associado ao fato de que as pessoas videntes

A querem ajudar a pessoa cega nas suas dificuldades decorrentes da perda da visão.
B não reconhecem as super-habilidades táteis das pessoas cegas.
C compreendem que a pessoa cega deve superar suas dificuldades.
D projetam-se no cego, imaginando que se sentiriam dessa forma se fossem elas.
E apenas valorizam as super-habilidades auditivas das pessoas cegas.

Doença que provoca degeneração da retina, inicialmente na periferia, comprometendo a visão central, e acarreta dificuldade para visão noturna, tem início, geralmente, na adolescência, apresentando baixa visão e podendo levar à cegueira na quinta ou sexta década de vida. Essa descrição de Lima

( 2018 ) refere-se à seguinte doença ocular:

A retinose pigmentar.
B catarata.
C retinopatia diabética.
D retinopatia da prematuridade.
E doença de Stargardt.

Segundo Lima

( 2018 ), o glaucoma caracteriza-se pelo aumento da pressão interna do olho devido a uma anomalia na eliminação do humor aquoso. Além do aumento do globo ocular, podem ocorrer outras complicações, entre elas:

A ausência de pigmentação da íris.
B opacificação do cristalino.
C sensibilidade à luz, lacrimejamento e coceira.
D hemorragias do vítreo e da retina.
E oscilação ocular repetitiva e involuntária.

O Currículo Paulista : etapa Ensino Médio (São Paulo, SEDUC, 2020), diante da perspectiva atual da inclusão escolar de estudantes nas classes comuns da Educação Básica em igualdade de condições com as demais pessoas na comunidade em que vivem, postula que é preciso levar em consideração as demandas específicas de cada um deles no contexto escolar. Dessa forma, os conteúdos curriculares devem ser adaptados, considerando as especificidades de cada estudante, respeitando, assim, as

A habilidades de cada aluno, sem esquecer de avaliar suas limitações no que tange às deficiências para as devidas adequações curriculares.
B dificuldades e limitações de cada educando, considerando a diversidade indígena, quilombola, com deficiência e em vulnerabilidade social.
C necessidades educacionais especiais de cada aluno, as demandas familiares, as necessidades dos professores diante de um currículo flexível.
D potencialidades e dificuldades individuais e os ritmos diferentes de aprendizagem por meio de estratégias diversificadas de ensino.
E necessidades específicas de cada aluno, por meio de estratégias unificadas, mas com base nos conteúdos regulares da classe.

Para promover uma educação integral com equidade, o Currículo Paulista : etapa Ensino Médio (São Paulo, SEDUC, 2020), considera que as temáticas, os atendimentos e as modalidades de ensino permeiam os diversos componentes curriculares

A de todas as escolas públicas municipais e estaduais do Ensino Fundamental.
B do Ensino Fundamental das escolas regulares.
C do Ensino Fundamental e Médio da rede estadual.
D do Ensino Médio das escolas públicas e privadas.
E de todas as etapas da vida escolar.

Leitor de tela que captura toda a informação textual e utiliza o sintetizador de voz para a fala, permite a utilização do Windows, de aplicativos do Office, de programas de comunicação e a navegação na internet de forma que o aluno com deficiência visual poderá ouvir o que está sendo apresentado no momento da sua navegação. Essa descrição, com base em Lima

( 2018 ), refere-se ao

A ORCA.
B ZoomText.
C Virtual Vision.
D NVDA (NonVisual Desktop Access).
E Sistema DOSVOX.

Segundo Domingues

( 2010 ), a disposição universal dos sinais simples do Sistema Braille estabelece sete séries que organizam todos os sinais e determina que a 3ª série seja

A resultante da adição do ponto 6 aos sinais da 1ª série.
B formada pelos sinais da 1ª série posicionados na parte inferior da cela.
C resultante da adição do ponto 3 a cada um dos sinais da 1ª série.
D formada com a combinação dos pontos 3456.
E resultante da adição dos pontos 3 e 6 aos sinais da 1ª série.

Segundo a Grafia Braille para a língua portuguesa (Brasil, 2018), os sinais do Sistema Braille recebem designações diferentes, de acordo com o espaço que ocupam. Aqueles sinais em cuja constituição figuram os pontos 1 e/ou 4, mas não entram os pontos 3 nem 6, são chamados de sinais

A inferiores.
B superiores.
C da coluna direita.
D compostos.
E da coluna esquerda.

De acordo com Amorim e Alves

( 2008 ), para o desenvolvimento de uma criança cega, é importante atender a suas necessidades educacionais específicas, como trabalhar os requisitos prévios para aprendizagem em braille. Para essas autoras, são necessários alguns pré- -requisitos, como noções de espaço e tempo; percepção das relações espaciais e noções básicas de tamanho e formas. Assinale a alternativa relacionada às noções básicas de formas e tamanhos com base nas autoras.

A Saber utilizar e interpretar conceitos espaciais básicos, em si mesmo, em outras pessoas e em objetos em relação a si mesmo.
B Compreender e nomear os conceitos básicos de “acima”/“abaixo”, “à frente”/“atrás” e “dentro”/“fora”.
C Reconhecer a posição de um objeto no espaço em relação a outros objetos, nomeando “ao lado de”, “à direita” e “à esquerda”.
D Aprender conceitos básicos de tempo e velocidade, como “rápido”, “lento”, “devagar”, “antes”, “agora” e “depois”.
E Ter conhecimento de modelos geométricos, do tridimensional ao bidimensional, até chegar às representações gráficas.

Para Lima

( 2018 ), o “comportamento visual de uma pessoa expressa a habilidade visual global e resulta da interação de diferentes funções visuais que garantem o pleno desempenho visual”. Nessa concepção, as habilidades de distinguir diferentes sombreamentos/nuances e de detectar a diferença de brilho (luminância) entre duas superfícies adjacentes dizem respeito, respectivamente, às funções visuais de

A adaptação visual e sensibilidade ao contraste.
B adaptação visual e visão de cores.
C visão de cores e adaptação visual.
D visão de cores e sensibilidade ao contraste.
E sensibilidade ao contraste e adaptação visual.