Situação hipotética 1A6-I
Um agente de defesa agropecuária recebeu um mapa de localização de propriedades em determinado município com ocorrência de febre aftosa, para efetuar inspeção de campo. O referido mapa foi confeccionado no Sistema de Projeção Universal Transversa de Mercator (UTM), em escala de 1:25.000
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Determinada galinha poedeira produz, em média, 286 ovos ao longo de 52 semanas. Com relação a esse período, sabe-se que, na primeira semana, essa galinha produz, em média, um ovo por dia, e que a produção de ovos reduz linearmente, com decrescimento constante, ao longo das semanas
Nessa situação hipotética, a quantidade média de ovos que essa galinha produz na última das 52 semanas é igual a
Considere o modelo de regressão linear simples na forma
y = α + βx + ε,
em que y é a variável resposta, x é a variável explicativa, α e β são os coeficientes do modelo, e ε representa o erro aleatório com média zero e variância constante. As estimativas de α e β obtidas com base no método dos mínimos quadrados ordinários foram,respectivamente, a ^ = 4 e β ^ = 2 ; e as variâncias amostrais de y
e de x foram, respectivamente, S Y 2 = 64 e S x 2 =4.
Nesse caso, o coeficiente de explicação (R quadrado ou R 2 ) do modelo em tela foi igual a
A peste suína africana (PSA) é uma das mais graves ameaças à produção de suínos em todo o mundo, sendo especialmente importante para os países que são grandes produtores e exportadores de produtos de origem suína, como o Brasil, onde a doença foi introduzida em 1978 e erradicada em 1981. De acordo com a Instrução Normativa n.º 50/2013 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), eventual suspeita ou diagnóstico laboratorial da PSA no Brasil, no presente, será de notificação
As proposições lógicas P, Q e R, a seguir, constituem as premissas de um argumento.
• P: “Se João transportou carga irregular, então João falou com voz baixa ou João gesticulou muito”.
• Q: “Se João mentiu, então João falou com voz baixa”.
• R: “João não falou com voz baixa”.
Com base nessas informações, com relação à lógica argumentativa, assinale a opção que apresenta uma conclusão que torna esse argumento válido.
A tristeza parasitária, uma das doenças a que se deve dispensar grande importância em bovinocultura de leite, ocasiona altos índices de mortalidade quando não tratada. A respeito dessa doença, assinale a opção correta.
Considere a seguinte proposição categórica O.
• O: “Nem todo carneiro é dócil”
Considerando que x pertença ao conjunto T de todos os animais do mundo, que C(x) represente simbolicamente a propriedade “x é carneiro” e que D(x) represente simbolicamente a propriedade “x é dócil”, assinale a opção que apresenta uma representação simbólica correta da proposição O na linguagem da lógica de primeira ordem.
Texto associado
Texto 1A1-I
1 _ Apesar de ser uma corrente recente na Espanha, a
tendência de reduzir o consumo de produtos de origem anima
— ou até mesmo de abandoná-lo — se mostra como uma
4 _ realidade em alta no país. Isso pode ser notado em lojas e
restaurantes, na televisão, nas revistas e em páginas de rede
social coloridas com pratos à base de abacate, chia ou algum
7 __ outro produto chamado de “superalimento”. De acordo com
uma empresa de consultoria que entrevistou 2.000 pessoas por
telefone em 2017, 6,3% da população espanhola se declarou
10 _ “flexitariana”: três milhões de pessoas dariam preferência a
uma alimentação baseada em vegetais, mesmo sem renunciar
aos produtos de origem animal. Mais ao extremo, segundo a
13 _ mesma pesquisa, 0,2% dessa população se declarou vegana,
ou seja, evita qualquer produto que tenha origem animal ou
implique a exploração animal (não apenas carne e laticínios,
16 mas também roupas, cosméticos etc.); e 1,3% disse ser vegetariana
(isto é, consome laticínios, ovos, mel). Somando-se
todos os graus, 7,8% da população com mais de 18 anos (mais
19 _ de 3,6 milhões de pessoas) são classificados na categoria dos
veggies , os promotores de um mercado que, estima-se,
movimentará 4,4 bilhões de euros no mundo em 2020. Qual é
22 _ o perfil desse grupo na Espanha? Feminino (dois terços),
urbano (51,2% vivem em cidades com mais de 100.000 habitantes) e de diferentes idades, especialmente de 20 a
25 _ 35 anos.
No Brasil, os dados — menos detalhados que os da
Espanha — são do Instituto IBOPE, que realizou uma pesquisa
28 _ em 102 municípios em abril de 2018. Cerca de 30 milhões de
pessoas, 14% da população, são adeptas, em maior ou menor
grau, a uma alimentação que exclui carne do cardápio
31 _ O crescimento se deu principalmente nas regiões
metropolitanas: em 2012, 8% dos que viviam nessas áreas eram
adeptos ao vegetarianismo; esse índice subiu para 16% em
34 _ 2019, maior que a média nacional.
Internet: (com adaptações).
1 _ Apesar de ser uma corrente recente na Espanha, a
tendência de reduzir o consumo de produtos de origem anima
— ou até mesmo de abandoná-lo — se mostra como uma
4 _ realidade em alta no país. Isso pode ser notado em lojas e
restaurantes, na televisão, nas revistas e em páginas de rede
social coloridas com pratos à base de abacate, chia ou algum
7 __ outro produto chamado de “superalimento”. De acordo com
uma empresa de consultoria que entrevistou 2.000 pessoas por
telefone em 2017, 6,3% da população espanhola se declarou
10 _ “flexitariana”: três milhões de pessoas dariam preferência a
uma alimentação baseada em vegetais, mesmo sem renunciar
aos produtos de origem animal. Mais ao extremo, segundo a
13 _ mesma pesquisa, 0,2% dessa população se declarou vegana,
ou seja, evita qualquer produto que tenha origem animal ou
implique a exploração animal (não apenas carne e laticínios,
16 mas também roupas, cosméticos etc.); e 1,3% disse ser vegetariana
(isto é, consome laticínios, ovos, mel). Somando-se
todos os graus, 7,8% da população com mais de 18 anos (mais
19 _ de 3,6 milhões de pessoas) são classificados na categoria dos
veggies , os promotores de um mercado que, estima-se,
movimentará 4,4 bilhões de euros no mundo em 2020. Qual é
22 _ o perfil desse grupo na Espanha? Feminino (dois terços),
urbano (51,2% vivem em cidades com mais de 100.000 habitantes) e de diferentes idades, especialmente de 20 a
25 _ 35 anos.
No Brasil, os dados — menos detalhados que os da
Espanha — são do Instituto IBOPE, que realizou uma pesquisa
28 _ em 102 municípios em abril de 2018. Cerca de 30 milhões de
pessoas, 14% da população, são adeptas, em maior ou menor
grau, a uma alimentação que exclui carne do cardápio
31 _ O crescimento se deu principalmente nas regiões
metropolitanas: em 2012, 8% dos que viviam nessas áreas eram
adeptos ao vegetarianismo; esse índice subiu para 16% em
34 _ 2019, maior que a média nacional.
Internet: (com adaptações).