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199 questões encontradas

A respeito das hipóteses de exclusão de ilicitude, cons-tantes do Código Penal, é correto dizer que

A no estado de necessidade, ainda que seja razoávelexigir o sacrifício do direito que se visou salvaguardar,o agente restará isento de pena.
B a legítima defesa é justificável para repelir injustaagressão a direito próprio ou a direito alheio.
C o estado de necessidade é justificável apenas parasalvaguarda de direito próprio, não englobando direitoalheio.
D quando o agente age em estado de necessidade,legítima defesa ou em estrito cumprimento do deverlegal, incorre em crime, mas restará isento de pena,desde que não caracterizado o excesso, doloso ouculposo.
E a legítima defesa específica aos agentes de segu-rança pública, prevista no parágrafo único do art. 25,do Código Penal, aplica-se apenas quando em causavítima de crime de extorsão mediante sequestro.

Tendo em conta as disposições penais relativas à aplica-ção da lei penal e ao crime constante de Código Penal,assinale a alternativa correta.

A A tentativa não é punida quando o meio empregadopara a prática do crime é absolutamente ineficaz paraa consumação.
B Considera-se praticado o crime no momento do resul-tado, ainda que a ação ou a omissão tenham se dadoem momento diverso.
C Na hipótese de abolitio criminis, a execução da penadecorrente de sentença condenatória cessará ime-diatamente, mas não os demais efeitos da conde-nação.
D A reparação do dano pelo agente, nos crimes prati-cados sem violência ou grave ameaça à pessoa, atéa sentença, implica redução da pena.
E É relevante penalmente a omissão quando restarcomprovado que o omitente tinha possibilidade deevitar o resultado, ainda que inexista dever de agir.

Assinale a alternativa que está de acordo com aConvenção Contra a Tortura e Outros Tratamentos ouPenas Cruéis, Desumanos ou Degradantes.

A Os Estados Partes poderão proceder à expulsão,devolução ou extradição de uma pessoa para outroEstado caso assim determine a legislação local,ainda que haja razões substanciais para crer queesta corre perigo de ali ser submetida à tortura.
B Cada Estado Parte assegurará, em seu sistemajurídico, exclusivamente à vítima de um ato grave detortura, o direito à reparação e a uma indenizaçãorazoável.
C Os membros do Comitê contra Tortura serão eleitosem reuniões anuais dos Estados Partes, convocadaspelo Secretário-Geral das Nações Unidas, e corre-rão por conta da ONU as despesas dos membros doComitê no desempenho de suas funções no referidoórgão.
D O Comitê contra Tortura será composto por dezperitos de elevada reputação moral e reconhecidacompetência em matéria de direitos humanos, osquais exercerão suas funções a título pessoal.
E Em circunstâncias excepcionais, tais como ameaçainternacional, estado de guerra e instabilidade políticainterna, fica autorizado o uso da tortura.

Considere que Aston e Julia são americanos, integrantesde uma banda de rock, e vieram para o Brasil fazer umshow. Julia estava grávida de 07 (sete) meses e, por umaintercorrência na gestação, seu filho, Martin, nasceu noBrasil. Com base na situação hipotética e no disposto naConstituição Federal, é correto afirmar que Martin

A será considerado brasileiro nato somente se residirno Brasil e optar, depois de atingida a maioridade,pela nacionalidade brasileira, podendo concorrer aocargo de vereador.
B não pode ser considerado brasileiro nato, pois seuspais estavam no Brasil a trabalho.
C poderá ser Ministro do Supremo Tribunal Federal eintegrante da carreira diplomática, mas não oficialdas Forças Armadas.
D poderá se candidatar ao cargo de Deputado Federalquando fizer 21 (vinte e um) anos.
E será brasileiro naturalizado se residir no Brasil porpelo menos trinta anos ininterruptos e não tiver con-denação penal.
Texto associado
Leia o texto, para responder às questões de números 11 a 15.
Um dia na vida de Adão e Eva
Para entender nossa natureza, nossa história e nossa
psicologia, devemos entrar na cabeça dos nossos ancestrais
caçadores-coletores.
O campo próspero da psicologia evolutiva afirma que
muitas de nossas características psicológicas e sociais do
presente foram moldadas durante essa longa era pré-agríco-
la. Ainda hoje, afirmam especialistas da área, nosso cérebro
e nossa mente são adaptados para uma vida de caça e cole-
ta. Nossos hábitos alimentares e nossos conflitos são todos
consequência do modo como nossa mente de caçadores-
-coletores interage com o ambiente pós-industrial de nossos
dias, com megacidades, aviões, telefones e computadores.
Esse ambiente nos dá mais recursos materiais e vida mais
longa do que a desfrutada por qualquer geração anterior, mas
também nos faz sentir alienados, deprimidos e pressionados.
Para entender por quê, apontam os psicólogos evoluti-
vos, precisamos nos aprofundar no mundo de caçadores-co-
letores que nos moldou, o mundo que, subconscientemente,
ainda habitamos.
Por que, por exemplo, as pessoas se regalam com ali-
mentos altamente calóricos que tão pouco bem fazem a seus
corpos? Nas savanas e florestas que caçadores-coletores
habitavam, alimentos doces e calóricos eram extremamente
raros, e a comida em geral era escassa. Se uma mulher da
Idade da Pedra se deparasse com uma árvore repleta de fi-
gos, a coisa mais razoável a fazer era ingerir o máximo que
pudesse imediatamente, antes que um bando de babuínos
comesse tudo. Hoje, podemos morar em apartamentos com
geladeiras abarrotadas, mas nosso DNA ainda pensa que es-
tamos em uma savana. É o que nos motiva a comer um pote
inteiro de sorvete.
(Yuval Noah Harari. Sapiens: uma breve história da humanidade.
34ª ed. - Porto Alegre, RS: L&PM, 2018. Excerto adaptado)

Assinale a alternativa em que a posição do pronome
destacado está em conformidade com a norma-padrão
de colocação pronominal.

A Atualmente, ainda considera-se um marco históricoo domínio de técnicas de agricultura.
B Se conhecendo a natureza de nossos ancestrais,será possível encontrar algumas respostas.
C Nossa forma de organização resume-se ao que jáera visto entre nossos ancestrais coletores.
D A psicologia evolutiva tem dedicado-se a desvendar
a origem de aspectos da nossa natureza.
E Jamais soube-se o período de tempo em que oshumanos sobreviveram da caça e da coleta.
Texto associado
Leia o texto, para responder às questões de números 11 a 15.
Um dia na vida de Adão e Eva
Para entender nossa natureza, nossa história e nossa
psicologia, devemos entrar na cabeça dos nossos ancestrais
caçadores-coletores.
O campo próspero da psicologia evolutiva afirma que
muitas de nossas características psicológicas e sociais do
presente foram moldadas durante essa longa era pré-agríco-
la. Ainda hoje, afirmam especialistas da área, nosso cérebro
e nossa mente são adaptados para uma vida de caça e cole-
ta. Nossos hábitos alimentares e nossos conflitos são todos
consequência do modo como nossa mente de caçadores-
-coletores interage com o ambiente pós-industrial de nossos
dias, com megacidades, aviões, telefones e computadores.
Esse ambiente nos dá mais recursos materiais e vida mais
longa do que a desfrutada por qualquer geração anterior, mas
também nos faz sentir alienados, deprimidos e pressionados.
Para entender por quê, apontam os psicólogos evoluti-
vos, precisamos nos aprofundar no mundo de caçadores-co-
letores que nos moldou, o mundo que, subconscientemente,
ainda habitamos.
Por que, por exemplo, as pessoas se regalam com ali-
mentos altamente calóricos que tão pouco bem fazem a seus
corpos? Nas savanas e florestas que caçadores-coletores
habitavam, alimentos doces e calóricos eram extremamente
raros, e a comida em geral era escassa. Se uma mulher da
Idade da Pedra se deparasse com uma árvore repleta de fi-
gos, a coisa mais razoável a fazer era ingerir o máximo que
pudesse imediatamente, antes que um bando de babuínos
comesse tudo. Hoje, podemos morar em apartamentos com
geladeiras abarrotadas, mas nosso DNA ainda pensa que es-
tamos em uma savana. É o que nos motiva a comer um pote
inteiro de sorvete.
(Yuval Noah Harari. Sapiens: uma breve história da humanidade.
34ª ed. - Porto Alegre, RS: L&PM, 2018. Excerto adaptado)

Considere o seguinte trecho redigido a partir do texto:
Como os caçadores-coletores viviam em um ambien-te em que escassos os alimentos calóricos,ao encontrar algum fruto doce, a ele com aavidez de quem tem a certeza de ser alémda pressa em ingerir rapidamente o alimento devido aoreceio de surgirem concorrentes a entrar emconflito pela iguaria.
Em conformidade com a norma-padrão de concordânciaverbal e nominal, as lacunas do texto devem ser preen-chidas, respectivamente, com:

A eram atirava-se ... afortunado disposto
B eram atirava-se ... afortunados dispostos
C era atiravam-se ... afortunados disposto
D era .... atiravam-se ... afortunado disposto
E eram atiravam-se ... afortunado ... dispostos
Texto associado
Leia o texto, para responder às questões de números 11 a 15.
Um dia na vida de Adão e Eva
Para entender nossa natureza, nossa história e nossa
psicologia, devemos entrar na cabeça dos nossos ancestrais
caçadores-coletores.
O campo próspero da psicologia evolutiva afirma que
muitas de nossas características psicológicas e sociais do
presente foram moldadas durante essa longa era pré-agríco-
la. Ainda hoje, afirmam especialistas da área, nosso cérebro
e nossa mente são adaptados para uma vida de caça e cole-
ta. Nossos hábitos alimentares e nossos conflitos são todos
consequência do modo como nossa mente de caçadores-
-coletores interage com o ambiente pós-industrial de nossos
dias, com megacidades, aviões, telefones e computadores.
Esse ambiente nos dá mais recursos materiais e vida mais
longa do que a desfrutada por qualquer geração anterior, mas
também nos faz sentir alienados, deprimidos e pressionados.
Para entender por quê, apontam os psicólogos evoluti-
vos, precisamos nos aprofundar no mundo de caçadores-co-
letores que nos moldou, o mundo que, subconscientemente,
ainda habitamos.
Por que, por exemplo, as pessoas se regalam com ali-
mentos altamente calóricos que tão pouco bem fazem a seus
corpos? Nas savanas e florestas que caçadores-coletores
habitavam, alimentos doces e calóricos eram extremamente
raros, e a comida em geral era escassa. Se uma mulher da
Idade da Pedra se deparasse com uma árvore repleta de fi-
gos, a coisa mais razoável a fazer era ingerir o máximo que
pudesse imediatamente, antes que um bando de babuínos
comesse tudo. Hoje, podemos morar em apartamentos com
geladeiras abarrotadas, mas nosso DNA ainda pensa que es-
tamos em uma savana. É o que nos motiva a comer um pote
inteiro de sorvete.
(Yuval Noah Harari. Sapiens: uma breve história da humanidade.
34ª ed. - Porto Alegre, RS: L&PM, 2018. Excerto adaptado)

No contexto de leitura, está empregada em sentido figu-rado a palavra destacada em:

A nossas características psicológicas e sociais dopresente foram moldadas durante essa longa era...(2º parágrafo)
B Esse ambiente nos dá mais recursos materiais evida mais longa do que a desfrutada por qualquergeração... (2º parágrafo)
C são todos consequência do modo como nossamente de caçadores-coletores interage com o am-biente... (2º parágrafo)
D as pessoas se regalam com alimentos altamentecalóricos que tão pouco bem fazem a seus corpos?(4º parágrafo)
E devemos entrar na cabeça dos nossos ancestraiscaçadores-coletores. (1º parágrafo)
Texto associado
Leia o texto, para responder às questões de números 11 a 15.
Um dia na vida de Adão e Eva
Para entender nossa natureza, nossa história e nossa
psicologia, devemos entrar na cabeça dos nossos ancestrais
caçadores-coletores.
O campo próspero da psicologia evolutiva afirma que
muitas de nossas características psicológicas e sociais do
presente foram moldadas durante essa longa era pré-agríco-
la. Ainda hoje, afirmam especialistas da área, nosso cérebro
e nossa mente são adaptados para uma vida de caça e cole-
ta. Nossos hábitos alimentares e nossos conflitos são todos
consequência do modo como nossa mente de caçadores-
-coletores interage com o ambiente pós-industrial de nossos
dias, com megacidades, aviões, telefones e computadores.
Esse ambiente nos dá mais recursos materiais e vida mais
longa do que a desfrutada por qualquer geração anterior, mas
também nos faz sentir alienados, deprimidos e pressionados.
Para entender por quê, apontam os psicólogos evoluti-
vos, precisamos nos aprofundar no mundo de caçadores-co-
letores que nos moldou, o mundo que, subconscientemente,
ainda habitamos.
Por que, por exemplo, as pessoas se regalam com ali-
mentos altamente calóricos que tão pouco bem fazem a seus
corpos? Nas savanas e florestas que caçadores-coletores
habitavam, alimentos doces e calóricos eram extremamente
raros, e a comida em geral era escassa. Se uma mulher da
Idade da Pedra se deparasse com uma árvore repleta de fi-
gos, a coisa mais razoável a fazer era ingerir o máximo que
pudesse imediatamente, antes que um bando de babuínos
comesse tudo. Hoje, podemos morar em apartamentos com
geladeiras abarrotadas, mas nosso DNA ainda pensa que es-
tamos em uma savana. É o que nos motiva a comer um pote
inteiro de sorvete.
(Yuval Noah Harari. Sapiens: uma breve história da humanidade.
34ª ed. - Porto Alegre, RS: L&PM, 2018. Excerto adaptado)

No trecho – Esse ambiente nos dá mais recursos mate-riais e vida mais longa do que a desfrutada por qualquergeração anterior... –, estabelece-se uma relação por

A subordinação, cujo sentido é de proporção.
B subordinação, cujo sentido é de comparação.
C coordenação, cujo sentido é de conclusão.
D coordenação, cujo sentido é de explicação.
E subordinação, cujo sentido é de consequência.
Texto associado
Leia o texto, para responder às questões de números 11 a 15.
Um dia na vida de Adão e Eva
Para entender nossa natureza, nossa história e nossa
psicologia, devemos entrar na cabeça dos nossos ancestrais
caçadores-coletores.
O campo próspero da psicologia evolutiva afirma que
muitas de nossas características psicológicas e sociais do
presente foram moldadas durante essa longa era pré-agríco-
la. Ainda hoje, afirmam especialistas da área, nosso cérebro
e nossa mente são adaptados para uma vida de caça e cole-
ta. Nossos hábitos alimentares e nossos conflitos são todos
consequência do modo como nossa mente de caçadores-
-coletores interage com o ambiente pós-industrial de nossos
dias, com megacidades, aviões, telefones e computadores.
Esse ambiente nos dá mais recursos materiais e vida mais
longa do que a desfrutada por qualquer geração anterior, mas
também nos faz sentir alienados, deprimidos e pressionados.
Para entender por quê, apontam os psicólogos evoluti-
vos, precisamos nos aprofundar no mundo de caçadores-co-
letores que nos moldou, o mundo que, subconscientemente,
ainda habitamos.
Por que, por exemplo, as pessoas se regalam com ali-
mentos altamente calóricos que tão pouco bem fazem a seus
corpos? Nas savanas e florestas que caçadores-coletores
habitavam, alimentos doces e calóricos eram extremamente
raros, e a comida em geral era escassa. Se uma mulher da
Idade da Pedra se deparasse com uma árvore repleta de fi-
gos, a coisa mais razoável a fazer era ingerir o máximo que
pudesse imediatamente, antes que um bando de babuínos
comesse tudo. Hoje, podemos morar em apartamentos com
geladeiras abarrotadas, mas nosso DNA ainda pensa que es-
tamos em uma savana. É o que nos motiva a comer um pote
inteiro de sorvete.
(Yuval Noah Harari. Sapiens: uma breve história da humanidade.
34ª ed. - Porto Alegre, RS: L&PM, 2018. Excerto adaptado)

Conforme apontado no texto,

A o fato de termos sido moldados para sobreviver emum ambiente sem provisões facilitou nossa adapta-ção aos desafios do mundo atual.
B as nossas características psicológicas e sociais evi-denciam o quanto evoluímos em relação a nossosantepassados caçadores-coletores.
C a vida em um ambiente urbano pós-industrial temsidodeterminante para fazer evoluir nossa naturezaprimitiva de caçadores-coletores.
D a nossa adaptação para a caça e coleta faz com quevivamos em conflito com um ambiente em que já nãohá escassez de recursos materiais.
E a superação de nossa natureza de caçadores-co-letores só se tornou possível com a abundância dealimentos do período pós-industrial.
Texto associado
Leia o texto, para responder às questões de números 06 a 10.
Especialistas deveriam se impor pela competência,
não pelo lobby*
Nesta semana eu quase recobrei minha fé na huma-
nidade.
Com a retomada das aulas presenciais, perguntei a meu
filho David, que cursa duas faculdades, como ele faria com a
educação física. O menino me olhou como se eu viesse de
Saturno e me explicou, para minha surpresa, que a educação
física não é mais disciplina obrigatória no ensino superior. Ao
contrário do que acontecia no meu tempo, a molecada não
precisa mais submeter-se às aulas de Educação Física para
obter seu diploma.
Não me entendam mal. Sou um entusiasta da atividade
física. Há mais de 20 anos corro quase que diariamente. E
recomendo a todos que se mexam, se possível sob a orienta-
ção de um profissional. Mas sou veementemente contrário ao
hábito corporativista, tão disseminado por aqui, de sequestrar
o poder do Estado para criar reservas de mercado.
Acredito em ciência e estudo. Vale a pena procurar um
especialista. Mas fazê-lo deve ser uma escolha, não uma
obrigatoriedade. Numa sociedade funcional, você recorre aos
serviços de um profissional, seja o educador físico, o advo-
gado ou qualquer outro, porque ele oferece um saber e uma
experiência que lhe interessam, não porque a lei o obriga a
fazê-lo. Em outras palavras, os especialistas deveriam se im-
por por sua competência, não por seus lobbies.
O leitor atento deve ter percebido que enfiei um “quase”
ali no começo do texto. Embora tenha ficado feliz ao desco-
brir que a educação física não é mais requisito para um diplo-
ma universitário, ao investigar melhor como isso aconteceu,
fiquei com a impressão de que a desobrigatoriedade não veio
porque legisladores e conselheiros ficaram mais sábios, mas
porque o lobby dos donos de faculdade é mais forte que o
dos professores de educação física.
*Lobby: atividade de pressão de um grupo organizado sobre polí-
ticos e poderes públicos, que visa exercer sobre estes qualquer
influência ao seu alcance.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/
helioschwartsman/2022/03/especialistas-deveriam-se-impor-pela-
competencia-nao-pelo-lobby.shtml. 18.03.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase redigida a partirdo texto está em conformidade com a norma-padrão deortografia e de uso da crase.

A Há certa insenssatez em se exigir que alunos defaculdades se dediquem à exercícios físicos.
B Colocar em discução o currículo das universidadesequivale à não aceitação do corporativismo.
C Algumas universidades ainda estão esitantes quantoà abolir a Educação Física dos currículos.
D A Educação Física é considerada por muitos impre-scindível à qualquer formação universitária.
E Parece vigorar, na sociedade atual, certa obsessãoem relação à prática de atividades físicas.