QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
46 questões encontradas

Uma equivalente para a condicional “Se André concluiu o curso, então ele é auxiliar de oficial” é a proposição

A Se André não concluiu o curso, então ele não é auxiliar de oficial.
B Se André não é auxiliar de oficial, então ele não concluiu o curso.
C Se André é auxiliar de oficial, então ele concluiu o curso.
D André concluiu o curso e é auxiliar de oficial.
E André não é auxiliar de oficial e não concluiu o curso.

Se Carmen é funcionária pública ou Ana é assalariada, então Edmilson é autônomo. Sabendo-se que Carmen é funcionária pública e Ricardo é empresário, conclui-se, corretamente, que

A Ana é assalariada.
B Ana não é assalariada.
C Se Ricardo é empresário, então Ana é assalariada.
D Se Ana é assalariada, então Edmilson não é autônomo.
E Ana não é assalariada ou Edmilson é autônomo.

As alternativas trazem informações adaptadas da obra História concisa da Literatura Brasileira , do professor e crítico literário Alfredo Bosi. Assinale a alternativa referente à obra Macunaíma , de Mario de Andrade.

A O índio como o outro, objeto de colonização e catequese, perde na obra toda autenticidade étnica e regride ao marco zero de espanto (quando antropófago), ou exemplo de edificação (quando religioso).
B Para dar forma ao herói, o autor não via meio mais eficaz do que amalgamá-lo à vida da natureza. Aquilo que é natural o encanta: desde as linhas do perfil até os gestos que definem um caráter, tudo emerge do mesmo fundo incônscio e selvagem.
C A obra corresponde a um corte sincrônico da vida familiar brasileira nos meios urbanos em uma fase em que já se esboçava uma estrutura não mais puramente colonial, mas ainda longe do quadro industrial-burguês.
D O herói é responsável pela primeira ação colonizadora na Bahia. Menos herói de luta do que herói cultural, ele é o fundador, o homem providencial que ensinou ao bárbaro as virtudes e as leis do alto.
E O protagonista é uma espécie de barro vital, ainda amorfo, a que o prazer e o medo vão mostrando os caminhos a seguir, desde o nascimento em plena selva amazônica, até a chegada à São Paulo moderna em busca do talismã.

“(…) Missão cumprida em Campos das Palmas Laguna, heroísmo na retirada Glória em Canudos, e, de armas e almas Ao nosso Julho da Clarinada Sob as arcadas vem, um a um Dos cento e trinta de trinta e um (…)” (Guilherme de Almeida) Na estrofe da Canção da Força Pública transcrita são referenciados alguns dos marcos históricos da Polícia Militar do Estado de São Paulo, representados pelas dezoito estrelas que figuram em seu brasão de armas. A qual dos marcos históricos faz alusão o trecho “… de armas e almas ao nosso Julho da Clarinada”?

A Guerra dos Farrapos.
B Revolução Liberal de Sorocaba.
C Revolução Outubrista de 1930.
D Revolução Constitucionalista de 1932.
E Segunda Guerra Mundial.

Onde ocorreu o incêndio que sensibilizou particularmente as elites políticas paulistas e efetivou o processo de criação do Corpo de Bombeiros de São Paulo, em 1880?

A No Palácio dos Campos Elíseos, antiga sede do governo e residência oficial do Presidente da Província, que foi transferida temporariamente logo após o incêndio.
B Na roda dos enjeitados da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, onde crianças recém-nascidas eram deixadas aos cuidados de instituições de caridade.
C No convento de São Francisco, onde estava instalada a Faculdade de Direito, de onde eram oriundos muitos dos administradores públicos da época.
D Na Catedral da Sé, sede da Arquidiocese de São Paulo e local onde a elite política se encontrava para a prática religiosa e, após, articulações políticas informais.
E No prédio jesuíta do Pátio do Colégio, marco de origem da cidade de São Paulo e de importância histórica para a cidade.

O engajamento da ala revolucionária da Força Pública paulista na Coluna Miguel Costa-Prestes e o empenho de considerável contingente da ala legalista na perseguição à Coluna motivaram o governo paulista a criar, em 1926, como auxiliar da Força Pública,

A a Guarda Civil Metropolitana.
B o Corpo Policial Provisório.
C a Companhia de Pedestres.
D a Companhia de Urbanos.
E a Guarda Civil.

Nos termos do art. 62 da Lei no 9.099/95, o processo perante o Juizado Especial orientar-se-á pelos critérios da oralidade, simplicidade, informalidade, economia processual e celeridade, objetivando, sempre que possível,

A a reparação dos danos sofridos pela vítima e a aplicação de pena não privativa de liberdade.
B a solução consensual do conflito, a não reincidência e a definitiva pacificação social.
C a mediação entre autor e vítima com vistas à composição dos danos materiais.
D desestigmatizar o autor dos fatos e não revitimizar o ofendido.
E a diminuição da litigiosidade do conflito e a solução mediada.

Considere o seguinte caso hipotético: um Cabo PM da ativa, de folga e em trajes civis, utilizando de armamento da Instituição, juntamente com outros dois civis e um Sargento PM reformado, em coautoria, praticam um crime de roubo a um estabelecimento comercial que vende peças de uniforme, do qual, um dos proprietários, trata-se de um Tenente PM da reserva. É correto afirmar que o crime é

A comum.
B militar, pois o armamento utilizado pertencia à Instituição.
C militar, pois o estabelecimento vende peças de uniforme.
D militar, pois o proprietário trata-se de um Tenente PM da reserva.
E militar, pois foi cometido em coautoria com um Sargento PM reformado.

Assinale a alternativa que, nos termos do Código Penal Militar, contempla um crime militar que a pena é aumentada da metade, se o fato é praticado diante da tropa, ou em público.

A Organização de grupo para a prática de violência.
B Aliciação para motim ou revolta.
C Despojamento desprezível.
D Violência contra superior.
E Violência contra militar de serviço.

Nos termos do Código de Processo Penal Militar, compete à polícia judiciária militar

A apurar os crimes militares e comuns, excetuando-se aqueles que por lei especial estão sujeitos à jurisdição militar.
B solicitar das autoridades civis as informações e medidas que julgar úteis à elucidação das infrações penais, que esteja a seu cargo.
C requisitar das autoridades judiciárias militares, a prisão preventiva e a prisão temporária do indiciado.
D apurar, por meio de sindicância, todas as responsabilidades civis e administrativas decorrentes ou não dos Inquéritos Policial-Militares.
E requisitar da polícia civil e das repartições técnicas civis as pesquisas e exames necessários ao complemento e subsídio das sindicâncias e dos inquéritos policial-militares.