QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
199 questões encontradas

Segundo a Lei nº 10.741/2003, a pessoa idosa goza de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, devendo ser asseguradas todas as oportunidades e facilidades para a preservação de sua saúde física e mental, bem como seu aperfeiçoamento moral, intelectual, espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade. Os casos de suspeita ou confirmação de violência praticada contra pessoas idosas serão objeto de notificação compulsória pelos serviços de saúde públicos e privados à autoridade sanitária, bem como serão obrigatoriamente comunicados por eles ao seguinte órgão:

A Conselho Tutelar.
B CRAS – Centro de Referência em Assistência Social.
C Ministério Público.
D Poder Judiciário.
E Centro de Referência Especializado em Assistência Social.

O plenário do Conselho Nacional de Justiça aprovou, recentemente, uma nova resolução, trazendo novidades em relação aos divórcios realizados extrajudicialmente e alterando a resolução que, até então, regulamentava o tema. No que concerne à guarda dos filhos menores ou incapazes a nova resolução, nº 571, do CNJ estabelece que

A o divórcio não pode ser realizado extrajudicialmente quando há filhos menores de idade ou incapazes.
B será permitida a lavratura da escritura pública de divórcio, desde que comprovada a prévia resolução judicial das questões referentes à guarda, visitação e alimentos dos filhos comuns do casal menores ou incapazes.
C o casal levará os filhos menores comuns ao Conselho Tutelar para serem ouvidas sobre o regime de guarda que irá vigorar após o divórcio e o termo de oitiva deverá ficar consignado na escritura.
D o casal levará os filhos comuns menores ou maiores incapazes ao Ministério Público para serem ouvidos sobre o regime de guarda ou curatela que irá vigorar após o divórcio e o termo de oitiva deverá ficar consignado na escritura.
E os pais devem expressamente concordar que declinam de pensão alimentícia para os filhos menores ou incapazes.

Em 2008 foi promulgada a Lei nº 11.698/2008, que instituiu a obrigatoriedade da guarda compartilhada “sempre que possível” e mais adiante, a Lei nº 13.058/2014 instituiu a guarda compartilhada como “regra”, retirando a expressão “sempre que possível” da lei anterior. Embora seja considerada um avanço para as mulheres, liberando-as do encargo de cuidarem sozinhas dos filhos após o divórcio, há divergências quanto a esses avanços. Segundo os estudiosos das relações de gênero, a guarda compartilhada não pode ser associada automaticamente à igualdade de gênero porque a guarda compartilhada

A é um regime que desequilibra as relações entre os pais das crianças.
B prejudica o desenvolvimento das crianças e as mães serão responsabilizadas.
C impôs às mulheres vítimas de violência a manutenção do contato contínuo com o seu agressor.
D só funciona quando há bom entendimento entre os pais.
E não se aplica à realidade brasileira, onde a desigualdade entre os gêneros é muito grande.

A Lei n o 13.431/2017, que alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente, estabeleceu o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente Vítima ou Testemunha de Violência, regulamentando os procedimentos que envolvem as crianças e adolescentes nestas situações. O depoimento especial de crianças e adolescentes, segundo a legislação,

A é o procedimento de entrevista sobre situação de violência com criança ou adolescente perante órgão da rede de proteção.
B não pode ser utilizado como meio de produzir provas.
C é o procedimento de oitiva de criança ou adolescente vítima ou testemunha de violência perante autoridade policial ou judiciária.
D Pode ser substituído por perícia social e por perícia psicológica.
E não pode ser gravado em áudio e vídeo.

Falar de trabalho, hoje, remete obrigatoriamente ao teletrabalho, ao trabalho por turno, ao trabalho temporário e às formas de uberização, “individualizadas e invisibilizadas, assumindo, assim, a aparência de ‘prestação de serviços’ e obliterando as relações de assalariamento e de exploração do trabalho.” (ANTUNES, 2020). A precarização tornou-se uma marca do trabalho, seja ele manual ou intelectual, em países ricos ou pobres. Mas, para os países ricos, certas relações, a exemplo do trabalho informal, é uma novidade. O trabalho sem proteção social, contemporaneamente, em alguns países centrais, foi inaugurado

A na crise da bolsa de Nova York iniciada em 1929.
B pelas oligarquias que movimentaram o capital monopolista.
C pela reestruturação produtiva do capital, sob os auspícios da flexibilização, ofertada como uma das principais políticas para a solução da crise.
D na vigência do modelo taylorista-fordista.
E concomitantemente ao declínio da reestruturação produtiva do capital.

Ao analisar o trabalho com famílias, (Mioto, 2015) expressa que, particularmente no contexto do SUAS (Sistema Único de Assistência Social), pós-2004, houve uma ratificação de concepção e definição de funções para a família e a proteção social. Ela, a família, além de ser o centro das atenções socioassistenciais, é concebida como a unidade primeira de proteção de seus membros e deve ter, portanto, centralidade para a concepção e implementação dos benefícios, serviços, programas e projetos da política de assistência social. No âmbito do Estado, em especial da política da de assistência social, a matricialidade sociofamiliar tem sido fundamentada nos valores burgueses que consideram a família como instituição social privada e a impregna de responsabilidades na proteção dos seus indivíduos. Assim, ainda hoje, na família se reproduz o papel protetivo e essa responsabilidade

A é compartilhada igualmente entre homens e mulheres; constituindo uma relação simétrica.
B não se evidencia na divisão sexual do trabalho, quando analisada.
C repercute na esfera da produção, em decorrência do exercício de cuidado na família, exercido em maior escala, pelos homens.
D incide fundamentalmente na esfera da reprodução social, exercido majoritariamente pelos homens.
E recai ainda mais sobre a mulher, colocando-a no lugar do cuidado, da proteção e da esfera do doméstico.

Portador de caráter anti-humano e destrutivo, o capital lança sobre a sociabilidade um profundo processo de reordenamento, recriando, na velha e necessária (para o capital) exploração da força de trabalho novos contornos, cada vez mais agudos, ao passo que a lógica da intensificação do ritmo da produção se coaduna com o aprofundamento da devastação dos direitos sociais, humanos e trabalhistas. O capitalismo contemporâneo restabelece, sob novas e agudas bases, o conflito capital-trabalho, sobretudo

A em decorrência do pleno emprego na contemporaneidade.
B reeditando o modelo taylorista/fordista.
C ao se contrapor ao seu caráter financeiro, adotada como solução à crise contemporânea.
D após um longo período de acumulação de capitais, que ocorreu durante o apogeu do fordismo e da fase keynesiana.
E ao adotar medidas de proteção social à classe trabalhadora, visando a distribuição da riqueza socialmente produzida.

Abreu (2002, 2004) descreve a dimensão ético-política da atividade profissional do(a) assistente social como uma “função pedagógica” que se inscreve nos processos de organização da cultura em nossa realidade social. Essa função é determinada por meio das relações que se estabelecem entre a profissão e as classes sociais que compõem a nossa sociedade. Ela se materializa nos resultados construídos

A a partir da desaceleração do movimento do capital na contemporaneidade.
B pela ação do(a) profissional que interfere no modo de agir e pensar dos sujeitos envolvidos nesses processos.
C por meio da ação profissional com o objetivo de conciliar a histórica luta de classes.
D tendo como eixo estruturante a solidariedade social.
E mediante processos circunscritos ao horizonte histórico do Estado de bem-estar.

A profissão, como uma especialização da divisão social, técnica, sexual e racial do trabalho, intervém no âmbito das relações Estado/sociedade civil, em determinado momento histórico no qual as sequelas/refrações da questão social, passam a receber uma intervenção direta e sistemática por parte do Estado. Os fundamentos da Teoria Social, entendem que o capitalismo é um sistema de produção e reprodução social que, na medida em que produz riqueza social, aumenta o contingente de miseráveis. O Estado passa a assumir parte do ônus com a força de trabalho e o faz via políticas sociais, imprimindo uma nova racionalidade adotada no “trato” da questão social

A deslocando o viés de responsabilidade individual ou coletiva, contrapondo-se a estrutura de desigualdade do modo de produção capitalista.
B como questão política, por meio da busca de consensos.
C moderando as funções econômicas e políticas para preservar a força de trabalho.
D concebendo-a no âmbito da estrutura de desigualdade do modo de produção capitalista, interpelando a ordem burguesa em uma perspectiva de coesão social.
E vinculando as dimensões histórico-sociais, aos problemas de ordem moral e comportamental dos indivíduos, conformando assim a força de trabalho.

A Política Nacional de Humanização não pode estar dissociada dos fundamentos centrais da política de saúde e a garantia dos princípios do SUS, e deve ter como referencial o Projeto de Reforma Sanitária. O assistente social precisa debater o significado da humanização com a equipe a fim de evitar compreensões distorcidas que levem a uma percepção romântica e/ou residual da atuação, focalizando as ações somente na escuta e redução de tensão. A defesa dessa concepção de humanização encontra-se respaldada no projeto ético político do Serviço Social, devendo ser compromisso e preocupação profissional. A concepção de humanização, na perspectiva ampliada

A prevê o esclarecimento das suas atribuições e competências para os demais profissionais da equipe de saúde; bem como para os demais profissionais inscritos na seguridade social.
B favorece a construção e implementação, junto com a equipe de saúde, de propostas de treinamento e capacitação do pessoal técnico administrativo com vistas a qualificar as ações administrativas que tenham ou não interface com o atendimento ao usuário.
C permite aos profissionais analisarem os determinantes sociais do processo saúde-doença, as condições de trabalho e os modelos assistencial e de gestão.
D tem por objetivo atender o usuário e sua família, desde sua entrada na unidade por meio de rotinas de atendimento construídas com a participação da equipe de saúde; salvo nas situações em que o usuário e sua família estejam em acompanhamento por outro(s) profissionais da saúde.
E estabelece que o assistente social deve participar na elaboração de protocolos assistenciais e rotinas de trabalho, e avaliar, eventualmente, as dificuldades que se apresentam no processo coletivo de trabalho em saúde.