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Preencha as lacunas e assinale a
alternativa correta.

No século XIX, a educação do surdo
tornou-se um tema recorrente entre
intelectuais europeus e norteamericanos,
de modo que foram
realizados congressos com o objetivo de
obter uma coesão no estudo e educação
dos surdos pelo mundo. O popularmente
denominado ________________ foi um
dos mais conhecidos, pois determinou
que os surdos deveriam serem ensinados
pelo método do _____________.

A Congresso de Milão / Gestualismo
B Congresso de Veneza / Gestualismo
C Congresso de Milão / Oralismo
D Congresso de Veneza / Oralismo
E Congresso de Veneza / Bilinguismo

A Língua Brasileira de Sinais é a língua
utilizada pela comunidade surda do
Brasil, oficializada pela Lei n° 10.436/02 e
seu decreto n° 5626/05. A respeito da
sigla correspondente à “LÍNGUA
BRASILEIRA DE SINAIS”, é correto
afirmar que sua grafia deve atender à
seguinte convenção (mais tradicional):

A deve ser escrita com todas as letras
maiúsculas, pois cada letra corresponde a
uma palavra, independentemente de ser a
sigla pronunciável ou não: LIBRAS.
B pode ser escrita com todas as letras
maiúsculas ou apenas com a primeira letra
maiúscula, pois não há regras definidas.
(Libras).
C deve ser mista (maiúscula e minúscula),
para diferenciá-la de outras que tenham as
mesmas iniciais (LIBras).
D apenas a primeira letra deve ser escrita em
minúscula, pois cada letra não corresponde
necessariamente a uma palavra: (lIBRAS).
E apenas a primeira letra deve ser escrita em
maiúscula, pois cada letra não corresponde
necessariamente a uma palavra:(Libras).
Texto associado
Considere a Imagem e o Texto a seguir para responder às questões 33 e 34.
Os aspectos gramaticais – parâmetros – de nível fonológico e morfológico da Língua de Sinais
são: configuração de mão (CM), ponto de articulação (PA) ou locação ( L) e movimento (M),
orientação de mão (O) e expressões Não-manuais: expressões faciais e corporais. Há, ainda,
sinais similares, isto é, ao alterar um parâmetro, consequentemente, altera-se o seu
significado. Esse fato linguisticamente é compreendido como “par mínimo”.

Quais são as oposições dos pares mínimos A, B e C, respectivamente?

A Oposição de M, Oposição de CM, Oposição de PA.
B Oposição de CM, Oposição de PA, Oposição de M.
C Oposição de CM, Oposição de M, Oposição de CM.
D Oposição de PA, Oposição de CM, Oposição de M.
E Oposição de PA, Oposição de M, Oposição de CM.
Texto associado
Conto: uma morada

O sonho de uma velha senhora

Juremir Machado da Silva

Contava-se que ela havia passado a vida lutando
contra homens, doenças e intempéries. Dizia-se
que criara sozinha onze filhos e enfrentara oito
tormentas de derrubar casas e deixar muita gente
desesperada. Durante muito tempo, teve um
apelido: a flagelada. Era alta, magérrima e de
olhos muito negros, duas bolas escuras que
pareciam cintilar à beira do abismo. Era uma
mulher de fala forte, voz rouca, agravada pelo
cigarro, não menos de trinta por dia, do palheiro ao
sem filtro, o que viesse, qualquer coisa que lhe
permitisse sair do ar.

– Meu silêncio diz tudo – era o máximo que
concedia a algum vizinho.

Apesar do seu jeito esquisito, era amada por
quase todos. Gostava-se da sua coragem, da sua
franqueza, alguns até falavam de uma ternura
escondida por trás dos gestos de fera indomável.Muitos nem sabiam mais o nome dela. Era
chamada simplesmente de “a velha”. Contava-se
que prometera a si mesma viver cem anos para
debochar das agruras da vida. Servira durante
décadas de parteira, de benzedeira e até de
responsável pela ordem nas redondezas. Impunha
respeito, resolvia litígios, dava bons conselhos,
sentia pena das jovens apaixonadas. Com o
passar do tempo, ficou mais impaciente e menos
propensa a ouvir longas e repetitivas histórias.

(...)

Destino – Não se contava, porém, quando havia
perdido tudo. Ficara sem casa. Vivia na cidade
num quarto emprestado por um velho conhecido.
Quando se imaginava que estava esgotada, que
só esperava o fim para se livrar dos tormentos, ela
se revelou mais firme do que nunca. Queria viver.
Mais do que isso, deu para dizer a quem quisesse
ouvir que tinha um sonho.

– Um sonho?

– Sim, a Velha tem um sonho.

A notícia espalhou-se como um acontecimento
improvável. Com o que podia sonhar a velha?
Contava-se que homens faziam apostas enquanto
jogavam cartas ou discutiam futebol, mulheres
especulavam sobre esse sonho, crianças se
interessavam pelo assunto, todos queriam entender como podia aquela mulher árida ter um
sonho, algo que a maioria, mais nova, já não tinha.
Por alguns meses, pois ela fazia do seu novo
silêncio um trunfo, foi cercada de atenção na
busca obsessiva por uma resposta. Teriam até lhe
oferecido dinheiro para revelar o seu sonho num
programa de rádio.

Conta-se que numa tarde mormacenta de janeiro,
com um temporal prestes a desabar, ela disse com
a sua voz grave um pouco mais vibrante para
quem pudesse ouvir (nunca se soube quem foi o
primeiro saber):

– Quero voltar para casa.

Que casa era essa? A velha queria retornar ao
lugar onde havia nascido, um lugar perdido na
campanha onde vicejava solitário um cinamomo.
Sonhava em ter uma casinha ali para viver os seus
últimos anos. Desse ponto de observação, podia-se
enxergar um enorme vazio. A comunidade,
sempre tão dispersa, mobilizou-se como se, de
repente, tudo fizesse sentido. O dono da terra
aceitou que lhe erguessem um rancho no meio do
nada para que ela fincasse suas raízes por alguns
anos. Um mutirão foi organizado para erguer a
morada. Até políticos contribuíram para a compra
do modesto material – tábuas, pregos, latas –
necessário à construção da residência. Num final
de semana de fevereiro, a casa foi erguida.
Um rancho de duas peças: quarto e cozinha. Uma
latrina a dez passos do cinamomo. Caía a noite
quando tudo ficou pronto. Os homens
embarcaram na carroceria de um velho caminhão
e partiram. Ela ficou só no lugar que escolhera
para viver depois de tantas lutas encarniçadas
com o destino. Sentia-se vitoriosa. A lua cheia
banhou os campos naquela noite. Ela passeou até
onde as velhas pernas lhe permitiram. Deitou-se
no catre com colchão novo. Fez questão de
manter a sua cama. Morreu ao amanhecer com o
sol faiscando na cobertura de lata reluzindo de tão
nova e duradoura.

Adaptado de:
< https: morada-1.392657="" contouma-="" juremirmachado="" blogs="" www.correiodopovo.com.br="" >. Acesso em 26 jan. 2020.

Em “ Apesar do seu jeito esquisito, era
amada por quase todos.”, o trecho em
destaque representa, em relação à frase
seguinte, uma

A finalidade.
B explicação.
C adversidade.
D classificação.
E concessão.
Texto associado
Conto: uma morada

O sonho de uma velha senhora

Juremir Machado da Silva

Contava-se que ela havia passado a vida lutando
contra homens, doenças e intempéries. Dizia-se
que criara sozinha onze filhos e enfrentara oito
tormentas de derrubar casas e deixar muita gente
desesperada. Durante muito tempo, teve um
apelido: a flagelada. Era alta, magérrima e de
olhos muito negros, duas bolas escuras que
pareciam cintilar à beira do abismo. Era uma
mulher de fala forte, voz rouca, agravada pelo
cigarro, não menos de trinta por dia, do palheiro ao
sem filtro, o que viesse, qualquer coisa que lhe
permitisse sair do ar.

– Meu silêncio diz tudo – era o máximo que
concedia a algum vizinho.

Apesar do seu jeito esquisito, era amada por
quase todos. Gostava-se da sua coragem, da sua
franqueza, alguns até falavam de uma ternura
escondida por trás dos gestos de fera indomável.Muitos nem sabiam mais o nome dela. Era
chamada simplesmente de “a velha”. Contava-se
que prometera a si mesma viver cem anos para
debochar das agruras da vida. Servira durante
décadas de parteira, de benzedeira e até de
responsável pela ordem nas redondezas. Impunha
respeito, resolvia litígios, dava bons conselhos,
sentia pena das jovens apaixonadas. Com o
passar do tempo, ficou mais impaciente e menos
propensa a ouvir longas e repetitivas histórias.

(...)

Destino – Não se contava, porém, quando havia
perdido tudo. Ficara sem casa. Vivia na cidade
num quarto emprestado por um velho conhecido.
Quando se imaginava que estava esgotada, que
só esperava o fim para se livrar dos tormentos, ela
se revelou mais firme do que nunca. Queria viver.
Mais do que isso, deu para dizer a quem quisesse
ouvir que tinha um sonho.

– Um sonho?

– Sim, a Velha tem um sonho.

A notícia espalhou-se como um acontecimento
improvável. Com o que podia sonhar a velha?
Contava-se que homens faziam apostas enquanto
jogavam cartas ou discutiam futebol, mulheres
especulavam sobre esse sonho, crianças se
interessavam pelo assunto, todos queriam entender como podia aquela mulher árida ter um
sonho, algo que a maioria, mais nova, já não tinha.
Por alguns meses, pois ela fazia do seu novo
silêncio um trunfo, foi cercada de atenção na
busca obsessiva por uma resposta. Teriam até lhe
oferecido dinheiro para revelar o seu sonho num
programa de rádio.

Conta-se que numa tarde mormacenta de janeiro,
com um temporal prestes a desabar, ela disse com
a sua voz grave um pouco mais vibrante para
quem pudesse ouvir (nunca se soube quem foi o
primeiro saber):

– Quero voltar para casa.

Que casa era essa? A velha queria retornar ao
lugar onde havia nascido, um lugar perdido na
campanha onde vicejava solitário um cinamomo.
Sonhava em ter uma casinha ali para viver os seus
últimos anos. Desse ponto de observação, podia-se
enxergar um enorme vazio. A comunidade,
sempre tão dispersa, mobilizou-se como se, de
repente, tudo fizesse sentido. O dono da terra
aceitou que lhe erguessem um rancho no meio do
nada para que ela fincasse suas raízes por alguns
anos. Um mutirão foi organizado para erguer a
morada. Até políticos contribuíram para a compra
do modesto material – tábuas, pregos, latas –
necessário à construção da residência. Num final
de semana de fevereiro, a casa foi erguida.
Um rancho de duas peças: quarto e cozinha. Uma
latrina a dez passos do cinamomo. Caía a noite
quando tudo ficou pronto. Os homens
embarcaram na carroceria de um velho caminhão
e partiram. Ela ficou só no lugar que escolhera
para viver depois de tantas lutas encarniçadas
com o destino. Sentia-se vitoriosa. A lua cheia
banhou os campos naquela noite. Ela passeou até
onde as velhas pernas lhe permitiram. Deitou-se
no catre com colchão novo. Fez questão de
manter a sua cama. Morreu ao amanhecer com o
sol faiscando na cobertura de lata reluzindo de tão
nova e duradoura.

Adaptado de:
< https: morada-1.392657="" contouma-="" juremirmachado="" blogs="" www.correiodopovo.com.br="" >. Acesso em 26 jan. 2020.

Analise a colocação do pronome “se”,
destacado no trecho “A notícia espalhou- se
como um acontecimento improvável.”,
e assinale a alternativa correta.

A O pronome “se” poderia ser utilizado em
posição proclítica, “A notícia se espalhou
como um acontecimento improvável”, e a
frase ainda estaria correta
B Se o verbo “espalhou” estivesse no futuro,
“espalhará”, o pronome “se” deveria ser
utilizado antes do verbo.
C A utilização do pronome “se” após o verbo
“espalhou” torna a frase informal.
D Caso o pronome “se” fosse utilizado antes
do verbo “espalhou”, a frase não atenderia
às normas gramaticais.
E O uso do pronome “se” após o verbo
“espalhou” aproxima-se da fala comum do
dia a dia, o que torna a frase inadequada.

A Lei Municipal nº 4579/2007 de Betim
(MG) sancionou que

A nas instituições de ensino fundamental e
médio, seja facultativa a presença de
intérpretes de Libras para dar suporte
técnico-teórico à pessoa surda.
B nas instituições de ensino fundamental e
médio, seja obrigatória a presença de
intérpretes de Libras para dar suporte
técnico-teórico à pessoa surda.
C nas instituições universitárias seja
facultativa, a presença de intérpretes de
Libras para dar suporte técnico-teórico à
pessoa surda.
D nas instituições universitárias seja
obrigatória a presença de intérpretes de
Libras para dar suporte técnico-teórico à
pessoa surda.
E nas instituições de ensino médio e
universitário, seja facultativa a presença de
intérpretes de Libras para dar suporte
técnico-teórico à pessoa surda.
Texto associado
Conto: uma morada

O sonho de uma velha senhora

Juremir Machado da Silva

Contava-se que ela havia passado a vida lutando
contra homens, doenças e intempéries. Dizia-se
que criara sozinha onze filhos e enfrentara oito
tormentas de derrubar casas e deixar muita gente
desesperada. Durante muito tempo, teve um
apelido: a flagelada. Era alta, magérrima e de
olhos muito negros, duas bolas escuras que
pareciam cintilar à beira do abismo. Era uma
mulher de fala forte, voz rouca, agravada pelo
cigarro, não menos de trinta por dia, do palheiro ao
sem filtro, o que viesse, qualquer coisa que lhe
permitisse sair do ar.

– Meu silêncio diz tudo – era o máximo que
concedia a algum vizinho.

Apesar do seu jeito esquisito, era amada por
quase todos. Gostava-se da sua coragem, da sua
franqueza, alguns até falavam de uma ternura
escondida por trás dos gestos de fera indomável.Muitos nem sabiam mais o nome dela. Era
chamada simplesmente de “a velha”. Contava-se
que prometera a si mesma viver cem anos para
debochar das agruras da vida. Servira durante
décadas de parteira, de benzedeira e até de
responsável pela ordem nas redondezas. Impunha
respeito, resolvia litígios, dava bons conselhos,
sentia pena das jovens apaixonadas. Com o
passar do tempo, ficou mais impaciente e menos
propensa a ouvir longas e repetitivas histórias.

(...)

Destino – Não se contava, porém, quando havia
perdido tudo. Ficara sem casa. Vivia na cidade
num quarto emprestado por um velho conhecido.
Quando se imaginava que estava esgotada, que
só esperava o fim para se livrar dos tormentos, ela
se revelou mais firme do que nunca. Queria viver.
Mais do que isso, deu para dizer a quem quisesse
ouvir que tinha um sonho.

– Um sonho?

– Sim, a Velha tem um sonho.

A notícia espalhou-se como um acontecimento
improvável. Com o que podia sonhar a velha?
Contava-se que homens faziam apostas enquanto
jogavam cartas ou discutiam futebol, mulheres
especulavam sobre esse sonho, crianças se
interessavam pelo assunto, todos queriam entender como podia aquela mulher árida ter um
sonho, algo que a maioria, mais nova, já não tinha.
Por alguns meses, pois ela fazia do seu novo
silêncio um trunfo, foi cercada de atenção na
busca obsessiva por uma resposta. Teriam até lhe
oferecido dinheiro para revelar o seu sonho num
programa de rádio.

Conta-se que numa tarde mormacenta de janeiro,
com um temporal prestes a desabar, ela disse com
a sua voz grave um pouco mais vibrante para
quem pudesse ouvir (nunca se soube quem foi o
primeiro saber):

– Quero voltar para casa.

Que casa era essa? A velha queria retornar ao
lugar onde havia nascido, um lugar perdido na
campanha onde vicejava solitário um cinamomo.
Sonhava em ter uma casinha ali para viver os seus
últimos anos. Desse ponto de observação, podia-se
enxergar um enorme vazio. A comunidade,
sempre tão dispersa, mobilizou-se como se, de
repente, tudo fizesse sentido. O dono da terra
aceitou que lhe erguessem um rancho no meio do
nada para que ela fincasse suas raízes por alguns
anos. Um mutirão foi organizado para erguer a
morada. Até políticos contribuíram para a compra
do modesto material – tábuas, pregos, latas –
necessário à construção da residência. Num final
de semana de fevereiro, a casa foi erguida.
Um rancho de duas peças: quarto e cozinha. Uma
latrina a dez passos do cinamomo. Caía a noite
quando tudo ficou pronto. Os homens
embarcaram na carroceria de um velho caminhão
e partiram. Ela ficou só no lugar que escolhera
para viver depois de tantas lutas encarniçadas
com o destino. Sentia-se vitoriosa. A lua cheia
banhou os campos naquela noite. Ela passeou até
onde as velhas pernas lhe permitiram. Deitou-se
no catre com colchão novo. Fez questão de
manter a sua cama. Morreu ao amanhecer com o
sol faiscando na cobertura de lata reluzindo de tão
nova e duradoura.

Adaptado de:
< https: morada-1.392657="" contouma-="" juremirmachado="" blogs="" www.correiodopovo.com.br="" >. Acesso em 26 jan. 2020.

Sobre o texto apresentado, é correto
afirmar que

A a personagem principal era odiada por
muitas pessoas devido ao seu jeito
rabugento.
B o sonho da “velha” acabou unindo a
comunidade por uma causa comum: ajudar
a senhora a voltar para sua terra natal.
C quando a personagem principal resolveu
compartilhar o seu sonho, não foi uma
surpresa para ninguém.
D “a velha”, como a personagem principal era
conhecida, não tinha sonhos na mocidade,
apenas após envelhecer resolveu
manifestar um desejo, o de voltar a sua terra
natal.
E a personagem principal era amada por todos
da comunidade, devido ao seu
comportamento doce e gentil.

Após estudos, Stokoe identificou três
parâmetros para a língua de sinais,
conforme evidencia a seguinte imagem:

Assinale a alternativa que apresenta os
parâmetros a, b, c, respectivamente.

A Ponto de Articulação (PA), Movimento (M) e
Configuração de Mão (CM).
B Configuração de Mão (CM), Orientação de
Mão (O) e Movimento (M).
C Movimento (M), Locação (L) e Orientação de
Mão (O).
D Orientação de Mão (O), Ponto de Articulação
(PA) e Configuração de Mão (CM).
E Ponto de Articulação (PA), Configuração de
Mão (CM) e Movimento (M).

A respeito da inclusão do surdo no ambiente educacional, assinale a alternativa INCORRETA.

A A inclusão eficiente ocorre quando a escola está com sua estrutura de funcionamento organizada com
metodologias e recursos pedagógicos a fim de suprir as possíveis dificuldades que o aluno surdo
possuirá ao longo de sua formação.
B Para ocorrer inclusão eficiente, é necessário que os professores possuam formação que os
proporcione recursos e estratégias que lhes permitam oferecer educação de qualidade a alunos
surdos.
C O uso da tecnologia é essencial na inclusão educacional, pois proporciona novos meios de ensino
que potencializam a aprendizagem de pessoas com necessidades especiais como o surdo.
D Somente a utilização de intérprete de Libras ou professores que saibam Libras não é suficiente para
a inclusão escolar, sendo que a Língua de Sinais não atua no desenvolvimento cognitivo do surdo
como o Português atua no desenvolvimento cognitivo de ouvintes.
E A Tecnologia Assistiva (TA) é de elevado potencial educativo e pedagógico, podendo ser eficiente na
educação inclusiva, no entanto é pouco conhecida no Brasil e é utilizada por pequenos grupos, além
de ser pouco utilizada para a inclusão educacional.

Considerando o sistema signwriting (escrita de sinais), assinale a alternativa correta.

A É um programa que permite a tradução do português para Libras.
B Nesse sistema, são utilizadas configurações de mãos (CM), mas não de expressão facial.
C No Brasil, esse sistema é denominado Datilologia em Libras.
D Por meio desse sistema, é possível representar o Movimento (M) e a Orientação(O) e outros.
E Algumas línguas de sinais, como a Libras, não podem ser traduzidas.