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Considere os itens abaixo: I - giz / gizes; II - fóssil / fósseis; III - abaixo-assinado / abaixos-assinados. Conforme a norma culta da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que indica o(s) item(ns) com plural correto:

A Somente o item I.
B Somente o item II.
C Somente os itens I e II.
D Somente os itens I e III.
E Somente os itens II e III.

Considere os itens abaixo: I - Ela brincou COMIGO ontem; II - Não gosto DESTA situação; III - ALGUÉM deixou o portão aberto. Assinale a alternativa que indica a correta classificação de cada pronome em destaque.

A I - pessoal reto, II - indefinido, III – possessivo.
B I - indefinido, II - pessoal oblíquo, III – demonstrativo.
C I - demonstrativo, II - indefinido, III - pessoal oblíquo.
D I - pessoal oblíquo, II - demonstrativo, III – indefinido.
E I - pessoal oblíquo, II - demonstrativo, III – possessivo.

Dadas as proposições a seguir, escolha a alternativa que representa corretamente uma proposição composta com estrutura lógica condicional. P: Todos os alunos estudaram para o teste. Q: A nota de todos os alunos foi satisfatória.

A Todos os alunos estudaram para o teste e a nota de todos os alunos foi satisfatória.
B Se todos os alunos estudaram para o teste, então a nota de todos os alunos foi satisfatória.
C A nota de todos os alunos foi satisfatória se, e somente se, todos os alunos estudaram para o teste.
D Todos os alunos estudaram para o teste ou a nota de todos os alunos foi satisfatória.
E A nota de todos os alunos foi satisfatória, mesmo que nem todos tenham estudado para o teste.

A pessoa que exerce função pública é obrigada a apontar os fundamentos jurídicos e de fato que baseiam suas decisões. O princípio que determina que a Administração Pública deve justificar suas decisões em nome do controle de legalidade dos atos administrativos é o da:

A impessoalidade.
B legalidade.
C autonomia da vontade.
D eficiência.
E motivação.

Agente público no exercício das suas funções constata que determinado ato administrativo é ilegal. Conforme o princípio da autotutela, que norteia a Administração Pública, nesta situação o agente pode:

A anular o ato, desde que haja interposição de recurso ao Poder Judiciário.
B executar o ato, excluída a possibilidade de apreciação judicial.
C anular o ato, independentemente de recurso ao Poder Judiciário.
D anular o ato, excluída a possibilidade de apreciação judicial.
E executar o ato, independentemente de recurso ao Poder Judiciário.

Independentemente do ressarcimento integral do dano patrimonial, se efetivo, e das sanções penais comuns e de responsabilidade, civis e administrativas previstas na legislação específica, está o agente público responsável por ato de improbidade administrativa que importa enriquecimento ilícito sujeito às seguintes cominações, que podem ser aplicadas isolada ou cumulativamente, de acordo com a gravidade do fato:

A pagamento de multa civil de até 24 (vinte e quatro) vezes o valor da remuneração percebida pelo agente.
B manutenção da função pública.
C suspensão dos direitos políticos até 12 (doze) anos.
D proibição de contratar com o poder público pelo prazo não superior a 14 (quatorze) anos.
E perda dos bens ou valores acrescidos licitamente ao patrimônio.

O artigo 9º da Lei nº 8.429/1992, com as alterações da Lei nº 14.230/2021, define os atos administrativos que importam enriquecimento ilícito a prática, pelo agente público, de ato doloso, de auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, de mandato, de função, de emprego ou de atividade nas entidades referidas no art. 1º da referida lei. Sobre o tema, assinale quais atos são passíveis de configurar improbidade administrativa que importam enriquecimento ilícito:

A realizar operação financeira sem observância das normas legais e regulamentares ou aceitar garantia insuficiente ou inidônea.
B deixar de prestar contas quando esteja obrigado a fazê-lo, desde que disponha das condições para isso, com vistas a ocultar irregularidades.
C conceder benefício administrativo ou fiscal sem a observância das formalidades legais ou regulamentares aplicáveis à espécie.
D revelar ou permitir que chegue ao conhecimento de terceiro, antes da respectiva divulgação oficial, teor de medida política ou econômica capaz de afetar o preço de mercadoria, bem ou serviço.
E receber, para si ou para outrem, dinheiro, bem móvel ou imóvel, ou qualquer outra vantagem econômica, direta ou indireta, a título de comissão, percentagem, gratificação ou presente de quem tenha interesse, direto ou indireto, que possa ser atingido ou amparado por ação ou omissão decorrente das atribuições do agente público.

De acordo com a Lei nº 8.429/1992, que dispõe sobre as sanções aplicáveis em virtude da prática de atos de improbidade administrativa, de que trata o § 4º do art. 37 da Constituição Federal; e dá outras providências, com as alterações da redação da Lei nº 14.230, de 2021, assinale a alternativa que indica corretamente os atos de improbidade administrativa que atentam contra os princípios da Administração Pública.

A Permitir ou facilitar a aquisição, permuta ou locação de bem ou serviço por preço superior ao de mercado.
B Nomear cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada na administração pública direta e indireta em qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas.
C Receber vantagem econômica de qualquer natureza, direta ou indiretamente, para omitir ato de ofício, providência ou declaração a que esteja obrigado.
D Adquirir, para si ou para outrem, no exercício de mandato, de cargo, de emprego ou de função pública, e em razão deles, bens de qualquer natureza, decorrentes dos atos descritos no caput deste artigo, cujo valor seja desproporcional à evolução do patrimônio ou à renda do agente público, assegurada a demonstração pelo agente da licitude da origem dessa evolução.
E Agir ilicitamente na arrecadação de tributo ou de renda, bem como no que diz respeito à conservação do patrimônio público.